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Com base nos conhecimentos médicos, julgue os itens a seguir.
As fístulas urogenitais são complicações pós-operatórias comuns. O tempo de correção das fístulas deve ser prioritariamente deixado em segundo momento, mesmo que seja observada a lesão no intraoperatório.
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Com base nos conhecimentos médicos, julgue os itens a seguir.
Na paciente com hiperprolactinemia acima de 200 ng/mL, o quadro clínico de amenorreia secundária faz-se presente, com necessidade de rastreio de tumores hipofisários. O tratamento proposto é de uso de cabergolina 0,5 mg semanal, dosando prolactina a cada 30 dias para ajuste da dose.
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Com base nos conhecimentos médicos, julgue os itens a seguir.
As malformações uterinas mais comuns são o útero septado, arqueado, unicorno, bicorno e didelfo. Decorre do defeito de fusão dos ductos paramesonéfricos lateralmente.
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Com base nos conhecimentos médicos, julgue os itens a seguir.
O músculo elevador do ânus forma o trígono urogenital do assoalho pélvico e é constituído pelos músculos puborretal, ileococcígeo e isquiococcígeo.
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Com base nos conhecimentos médicos, julgue os itens a seguir.
Durante a cirurgia de histerectomia, a artéria uterina, ao ser ligada, apresenta íntima ligação com o ureter, principalmente ao nível dos paramétrios. Dessa forma, a ligadura deve ser realizada o mais lateral e perpendicular possível em relação ao eixo das artérias.
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Considere uma paciente de 62 anos de idade, G3P2C0A1, com menopausa há 10 anos (nega uso de terapia de reposição hormonal), portadora de hipertensão arterial sistêmica bem controlada, em uso de losartana 50 mg/dia, e dislipidemia, em uso de sinvastatina 20 mg/dia, sem outras comorbidades diagnosticadas. Ela comparece à consulta com ginecologista queixando-se de prurido vulvar de longa data, iniciado há um ano e meio. Relata disúria frequente e dor à defecação nos últimos meses. Sem outras queixas no momento, nega sangramentos anormais ou corrimentos de caráter patológico. Ao exame, a paciente mostra-se em bom estado geral; normocorada; hidratada; PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 80 bpm; e SatO2 = 97% em ar ambiente. Os exames dos aparelhos respiratório e cardiovascular e o abdome não apresentam alterações significativas. inspeção vulvar, são observadas placas brancas peroladas, com pele adelgaçada e discretas escoriações por coçadura, envolvendo a vulva e o ânus, com padrão em “8”. Também se evidenciam apagamento completo de pequenos lábios e encarceramento de clitóris.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A neoplasia intraepitelial vulvar (NIV) mais associada à patologia do caso clínico descrito é a forma HPV-induzida, em geral com apresentação multicêntrica, e envolvimento cervical e perianal em até 50% dos casos.
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Considere uma paciente de 62 anos de idade, G3P2C0A1, com menopausa há 10 anos (nega uso de terapia de reposição hormonal), portadora de hipertensão arterial sistêmica bem controlada, em uso de losartana 50 mg/dia, e dislipidemia, em uso de sinvastatina 20 mg/dia, sem outras comorbidades diagnosticadas. Ela comparece à consulta com ginecologista queixando-se de prurido vulvar de longa data, iniciado há um ano e meio. Relata disúria frequente e dor à defecação nos últimos meses. Sem outras queixas no momento, nega sangramentos anormais ou corrimentos de caráter patológico. Ao exame, a paciente mostra-se em bom estado geral; normocorada; hidratada; PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 80 bpm; e SatO2 = 97% em ar ambiente. Os exames dos aparelhos respiratório e cardiovascular e o abdome não apresentam alterações significativas. inspeção vulvar, são observadas placas brancas peroladas, com pele adelgaçada e discretas escoriações por coçadura, envolvendo a vulva e o ânus, com padrão em “8”. Também se evidenciam apagamento completo de pequenos lábios e encarceramento de clitóris.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A biópsia está indicada nos casos de dúvida diagnóstica ou suspeita da presença de malignidade. No caso da principal hipótese em questão, o estudo histopatológico apresentaria epiderme tipicamente adelgaçada e retraída, com ou sem hiperqueratose, associada a edema e depósito de fibrina abaixo do epitélio, além de infiltrado inflamatório linfocítico na derme ou ao longo da junção dermoepidérmica.
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Considere uma paciente de 62 anos de idade, G3P2C0A1, com menopausa há 10 anos (nega uso de terapia de reposição hormonal), portadora de hipertensão arterial sistêmica bem controlada, em uso de losartana 50 mg/dia, e dislipidemia, em uso de sinvastatina 20 mg/dia, sem outras comorbidades diagnosticadas. Ela comparece à consulta com ginecologista queixando-se de prurido vulvar de longa data, iniciado há um ano e meio. Relata disúria frequente e dor à defecação nos últimos meses. Sem outras queixas no momento, nega sangramentos anormais ou corrimentos de caráter patológico. Ao exame, a paciente mostra-se em bom estado geral; normocorada; hidratada; PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 80 bpm; e SatO2 = 97% em ar ambiente. Os exames dos aparelhos respiratório e cardiovascular e o abdome não apresentam alterações significativas. inspeção vulvar, são observadas placas brancas peroladas, com pele adelgaçada e discretas escoriações por coçadura, envolvendo a vulva e o ânus, com padrão em “8”. Também se evidenciam apagamento completo de pequenos lábios e encarceramento de clitóris.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O padrão atual para o tratamento da afecção apresentada nesse caso é a utilização de corticoides tópicos de alta potência, e uma das principais escolhas é o proprionato de clobetasol a 0,05%.
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Considere uma paciente de 62 anos de idade, G3P2C0A1, com menopausa há 10 anos (nega uso de terapia de reposição hormonal), portadora de hipertensão arterial sistêmica bem controlada, em uso de losartana 50 mg/dia, e dislipidemia, em uso de sinvastatina 20 mg/dia, sem outras comorbidades diagnosticadas. Ela comparece à consulta com ginecologista queixando-se de prurido vulvar de longa data, iniciado há um ano e meio. Relata disúria frequente e dor à defecação nos últimos meses. Sem outras queixas no momento, nega sangramentos anormais ou corrimentos de caráter patológico. Ao exame, a paciente mostra-se em bom estado geral; normocorada; hidratada; PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 80 bpm; e SatO2 = 97% em ar ambiente. Os exames dos aparelhos respiratório e cardiovascular e o abdome não apresentam alterações significativas. inspeção vulvar, são observadas placas brancas peroladas, com pele adelgaçada e discretas escoriações por coçadura, envolvendo a vulva e o ânus, com padrão em “8”. Também se evidenciam apagamento completo de pequenos lábios e encarceramento de clitóris.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A principal hipótese diagnóstica para o caso descrito é de líquen plano erosivo.
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Certa paciente de 37 anos de idade apresenta histórico de perda urinária aos esforços após seu último parto há quatro anos. Ela encontra-se sem comorbidades, sem dificuldade de esvaziamento vesical, mas com queixa de bola na vagina. Ao exame clínico, constatam-se sinais vitais preservados.
POP-Q
Aa +3 | Ba +6 | C -5
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gh 3 | pb 3 | CVT 7
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Ap -2 |Bp -2 |D -8
A paciente foi tratada com oxibutina 5 mg/dia por um mês, com resposta discreta à incontinência urinária.

VLPP de 54cmH2O
(Figura ampliada na página 9)
Realizou-se, também, o estudo urodinâmico apresentado.
No que se refere a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A mirabegrona (anticolinérgico de quinta geração) pode ser utilizada como primeira linha de tratamento da bexiga hiperativa e possui, como contraindicação, a hipertensão arterial sistêmica não controlada.
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