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1996030 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 26 anos de idade, sexarca aos 14 anos, deu entrada no posto de saúde com desejo de realização de citologia oncótica cervicovaginal. Estava assintomática e foi examinada. Ao exame físico, apresentou-se em BEG; corada; hidratada; anictérica; acianótica; afebril; RCR a 2T; BNF, sem sopros; FC = 80 bpm; PA = 120 mmHg x 80 mmHg; MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios; eupneica; FR = 18 irpm; e SatO2 = 97%. Manifestou abdome indolor à palpação; descompressão brusca negativa com defesa negativa; especular secreção fisiológica, sem odor, sem prurido; colo com mácula rubra presente, não sangrante; toque móvel, fibroelástico, indolor à mobilização uterina, grosso, posterior, nasal. O resultado da citologia foi recebido após 30 dias, indicando epitélio escamoso e glandular representado na amostra, lesão intraepitelial cervical de baixo grau (LSIL - antigo NIC1).


Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, no caso clínico descrito e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

O exame de captura híbrida (ou painel de hibridização celular in situ) deve ser colhido para orientar conduta frente à citologia alterada.

 

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1996029 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 26 anos de idade, sexarca aos 14 anos, deu entrada no posto de saúde com desejo de realização de citologia oncótica cervicovaginal. Estava assintomática e foi examinada. Ao exame físico, apresentou-se em BEG; corada; hidratada; anictérica; acianótica; afebril; RCR a 2T; BNF, sem sopros; FC = 80 bpm; PA = 120 mmHg x 80 mmHg; MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios; eupneica; FR = 18 irpm; e SatO2 = 97%. Manifestou abdome indolor à palpação; descompressão brusca negativa com defesa negativa; especular secreção fisiológica, sem odor, sem prurido; colo com mácula rubra presente, não sangrante; toque móvel, fibroelástico, indolor à mobilização uterina, grosso, posterior, nasal. O resultado da citologia foi recebido após 30 dias, indicando epitélio escamoso e glandular representado na amostra, lesão intraepitelial cervical de baixo grau (LSIL - antigo NIC1).


Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, no caso clínico descrito e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

O seguimento do NIC 1 deve ser realizado em seis meses, sem necessidade de realização de colposcopia.

 

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1996028 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere uma paciente com quadro de dor pélvica de início há três dias, associado a febre de 39 o C, dispareunia e secreção esbranquiçada sem odor. Ao exame físico, ela apresentou-se em BEG/REG; corada; hidratada; anictérica; acianótica; febril (39 ºC); RCR a 2T; BNF, sem sopros; FC = 121 bpm; PA = 90 mmHg x 60 mmHg; MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios; eupneica; FR = 18 irpm; e SatO2 = 97%. Demonstrou abdome doloroso à palpação em fossa ilíaca direita; descompressão brusca positiva com defesa positiva; especular secreção esbranquiçada em fundo de saco posterior sem odor; colo sem alterações; toque doloroso à mobilização uterina, com massa palpável em anexo direito. Realizou-se ultrassonografia que evidenciou massa anexial direita de 5 cm, com pequena quantidade de líquido livre na pelve.


A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

São complicações tardias frequentes observadas no seguimento de pacientes com DIP: infertilidade, gravidez ectópica, dor pélvica crônica, endometriose e câncer de endométrio.

 

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1996027 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere uma paciente com quadro de dor pélvica de início há três dias, associado a febre de 39 o C, dispareunia e secreção esbranquiçada sem odor. Ao exame físico, ela apresentou-se em BEG/REG; corada; hidratada; anictérica; acianótica; febril (39 ºC); RCR a 2T; BNF, sem sopros; FC = 121 bpm; PA = 90 mmHg x 60 mmHg; MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios; eupneica; FR = 18 irpm; e SatO2 = 97%. Demonstrou abdome doloroso à palpação em fossa ilíaca direita; descompressão brusca positiva com defesa positiva; especular secreção esbranquiçada em fundo de saco posterior sem odor; colo sem alterações; toque doloroso à mobilização uterina, com massa palpável em anexo direito. Realizou-se ultrassonografia que evidenciou massa anexial direita de 5 cm, com pequena quantidade de líquido livre na pelve.


A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

As pacientes que fazem uso de dispositivo intrauterino (DIU CuT380 ou SIU-LNG) sempre apresentarão indicação para removê-lo quando do diagnóstico de DIP, o que deverá ser programado para após as duas primeiras doses do esquema terapêutico instituído.

 

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1996026 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere uma paciente com quadro de dor pélvica de início há três dias, associado a febre de 39 o C, dispareunia e secreção esbranquiçada sem odor. Ao exame físico, ela apresentou-se em BEG/REG; corada; hidratada; anictérica; acianótica; febril (39 ºC); RCR a 2T; BNF, sem sopros; FC = 121 bpm; PA = 90 mmHg x 60 mmHg; MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios; eupneica; FR = 18 irpm; e SatO2 = 97%. Demonstrou abdome doloroso à palpação em fossa ilíaca direita; descompressão brusca positiva com defesa positiva; especular secreção esbranquiçada em fundo de saco posterior sem odor; colo sem alterações; toque doloroso à mobilização uterina, com massa palpável em anexo direito. Realizou-se ultrassonografia que evidenciou massa anexial direita de 5 cm, com pequena quantidade de líquido livre na pelve.


A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A ausência de resposta clínica após 72 horas de introdução de antibioticoterapia oral em regime ambulatorial deve ser manejada com alteração do esquema antibiótico e seguimento ambulatorial, com novo retorno em 72 horas para reavaliação.

 

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1996025 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere uma paciente com quadro de dor pélvica de início há três dias, associado a febre de 39 o C, dispareunia e secreção esbranquiçada sem odor. Ao exame físico, ela apresentou-se em BEG/REG; corada; hidratada; anictérica; acianótica; febril (39 ºC); RCR a 2T; BNF, sem sopros; FC = 121 bpm; PA = 90 mmHg x 60 mmHg; MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios; eupneica; FR = 18 irpm; e SatO2 = 97%. Demonstrou abdome doloroso à palpação em fossa ilíaca direita; descompressão brusca positiva com defesa positiva; especular secreção esbranquiçada em fundo de saco posterior sem odor; colo sem alterações; toque doloroso à mobilização uterina, com massa palpável em anexo direito. Realizou-se ultrassonografia que evidenciou massa anexial direita de 5 cm, com pequena quantidade de líquido livre na pelve.


A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

As bactérias mais relacionadas à DIP são Neisseria gonorrhoeae, Chlamydia trachomatis e Mycoplasma genitalium.

 

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1996024 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere uma paciente com quadro de dor pélvica de início há três dias, associado a febre de 39 o C, dispareunia e secreção esbranquiçada sem odor. Ao exame físico, ela apresentou-se em BEG/REG; corada; hidratada; anictérica; acianótica; febril (39 ºC); RCR a 2T; BNF, sem sopros; FC = 121 bpm; PA = 90 mmHg x 60 mmHg; MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios; eupneica; FR = 18 irpm; e SatO2 = 97%. Demonstrou abdome doloroso à palpação em fossa ilíaca direita; descompressão brusca positiva com defesa positiva; especular secreção esbranquiçada em fundo de saco posterior sem odor; colo sem alterações; toque doloroso à mobilização uterina, com massa palpável em anexo direito. Realizou-se ultrassonografia que evidenciou massa anexial direita de 5 cm, com pequena quantidade de líquido livre na pelve.


A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A primeira escolha para o tratamento de DIP, segundo o protocolo do Ministério da Saúde, em regime ambulatorial, é ceftriaxona 500 mg, IM, dose única, acrescido de doxiciclina 100 mg, 1 comprimido, VO, duas vezes ao dia, por 14 dias, e metronidazol 250 mg, dois comprimidos, VO, duas vezes ao dia, por 14 dias.

 

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1996023 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere uma paciente com quadro de dor pélvica de início há três dias, associado a febre de 39 o C, dispareunia e secreção esbranquiçada sem odor. Ao exame físico, ela apresentou-se em BEG/REG; corada; hidratada; anictérica; acianótica; febril (39 ºC); RCR a 2T; BNF, sem sopros; FC = 121 bpm; PA = 90 mmHg x 60 mmHg; MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios; eupneica; FR = 18 irpm; e SatO2 = 97%. Demonstrou abdome doloroso à palpação em fossa ilíaca direita; descompressão brusca positiva com defesa positiva; especular secreção esbranquiçada em fundo de saco posterior sem odor; colo sem alterações; toque doloroso à mobilização uterina, com massa palpável em anexo direito. Realizou-se ultrassonografia que evidenciou massa anexial direita de 5 cm, com pequena quantidade de líquido livre na pelve.


A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Os sinais clínicos maiores de DIP são dor no hipogástrio, dor à mobilização anexial e dor à mobilização uterina. Os sinais menores são febre, leucocitose com desvio, leucorreia e proteína C reativa alta. Os sinais elaborados são massa sugestiva de abscesso tubo-ovariano em ultrassonografia, anatomopatológico de endometrite e (ou) sinais videolaparoscópicos de DIP.

 

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1996022 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere uma paciente com quadro de dor pélvica de início há três dias, associado a febre de 39 o C, dispareunia e secreção esbranquiçada sem odor. Ao exame físico, ela apresentou-se em BEG/REG; corada; hidratada; anictérica; acianótica; febril (39 ºC); RCR a 2T; BNF, sem sopros; FC = 121 bpm; PA = 90 mmHg x 60 mmHg; MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios; eupneica; FR = 18 irpm; e SatO2 = 97%. Demonstrou abdome doloroso à palpação em fossa ilíaca direita; descompressão brusca positiva com defesa positiva; especular secreção esbranquiçada em fundo de saco posterior sem odor; colo sem alterações; toque doloroso à mobilização uterina, com massa palpável em anexo direito. Realizou-se ultrassonografia que evidenciou massa anexial direita de 5 cm, com pequena quantidade de líquido livre na pelve.


A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A indicação cirúrgica deve ser sempre realizada independentemente da evolução clínica da paciente e da resposta ao tratamento com antibiótico endovenoso, por se tratar de abscesso.

 

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1996021 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere uma paciente com quadro de dor pélvica de início há três dias, associado a febre de 39 o C, dispareunia e secreção esbranquiçada sem odor. Ao exame físico, ela apresentou-se em BEG/REG; corada; hidratada; anictérica; acianótica; febril (39 ºC); RCR a 2T; BNF, sem sopros; FC = 121 bpm; PA = 90 mmHg x 60 mmHg; MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios; eupneica; FR = 18 irpm; e SatO2 = 97%. Demonstrou abdome doloroso à palpação em fossa ilíaca direita; descompressão brusca positiva com defesa positiva; especular secreção esbranquiçada em fundo de saco posterior sem odor; colo sem alterações; toque doloroso à mobilização uterina, com massa palpável em anexo direito. Realizou-se ultrassonografia que evidenciou massa anexial direita de 5 cm, com pequena quantidade de líquido livre na pelve.


A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Trata-se de doença inflamatória pélvica (DIP) grau III (abscesso tubo-ovariano íntegro), com indicação de tratamento hospitalar com antibioticoterapia endovenosa de clindamicina 900 mg, IV, três vezes ao dia, associada a gentamicina, IV, dose de ataque 2 mg/kg e dose de manutenção 3 mg - 5 mg/kg/dia.

 

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