Foram encontradas 1.200 questões.
Uma paciente de 40 anos de idade, reclama que há, pelos menos 20 anos utiliza antidepressivos, e que já passou pela mão de “vários psiquiatras”. Menciona que inicialmente consegue “ajuda”, mas, que, após um tempo (meses, anos), sente que nada lhes acrescentam e decide parar com as consultas e os antidepressivos. Diz que, desde sua adolescência, alterna períodos em que se sente muito bem, viva, capaz de tudo, mas que eventualmente tem declínio de seu humor de forma acentuada. Algumas vezes se sente tão bem, tão cheia de energia que suas amigas lhe questionam se estaria utilizando alguma substância ilícita, o que ela nega. A sua família, acompanhando a sua situação e percebendo que suas amigas se afastaram, a levam ao consultório de um famoso psiquiatra da cidade. Este, após longa e minuciosa avaliação clínica, a diagnostica com transtorno afetivo bipolar do tipo II. Inicia rigorosa psicoterapia e farmacoterapia com lítio, 600 mg ao dia.
Acerca dessa situação, julgue os itens a seguir.
As doses de lítio usadas no transtorno afetivo bipolar II são menores que as usadas no transtorno afetivo bipolar I, por isso não precisam de acompanhamento (litemia).
Provas
Uma paciente de 40 anos de idade, reclama que há, pelos menos 20 anos utiliza antidepressivos, e que já passou pela mão de “vários psiquiatras”. Menciona que inicialmente consegue “ajuda”, mas, que, após um tempo (meses, anos), sente que nada lhes acrescentam e decide parar com as consultas e os antidepressivos. Diz que, desde sua adolescência, alterna períodos em que se sente muito bem, viva, capaz de tudo, mas que eventualmente tem declínio de seu humor de forma acentuada. Algumas vezes se sente tão bem, tão cheia de energia que suas amigas lhe questionam se estaria utilizando alguma substância ilícita, o que ela nega. A sua família, acompanhando a sua situação e percebendo que suas amigas se afastaram, a levam ao consultório de um famoso psiquiatra da cidade. Este, após longa e minuciosa avaliação clínica, a diagnostica com transtorno afetivo bipolar do tipo II. Inicia rigorosa psicoterapia e farmacoterapia com lítio, 600 mg ao dia.
Acerca dessa situação, julgue os itens a seguir.
Mesmo sendo o fármaco de escolha para o transtorno afetivo bipolar I, o lítio não é o fármaco de escolha para o tratamento do transtorno afetivo bipolar II.
Provas
Uma paciente de 40 anos de idade, reclama que há, pelos menos 20 anos utiliza antidepressivos, e que já passou pela mão de “vários psiquiatras”. Menciona que inicialmente consegue “ajuda”, mas, que, após um tempo (meses, anos), sente que nada lhes acrescentam e decide parar com as consultas e os antidepressivos. Diz que, desde sua adolescência, alterna períodos em que se sente muito bem, viva, capaz de tudo, mas que eventualmente tem declínio de seu humor de forma acentuada. Algumas vezes se sente tão bem, tão cheia de energia que suas amigas lhe questionam se estaria utilizando alguma substância ilícita, o que ela nega. A sua família, acompanhando a sua situação e percebendo que suas amigas se afastaram, a levam ao consultório de um famoso psiquiatra da cidade. Este, após longa e minuciosa avaliação clínica, a diagnostica com transtorno afetivo bipolar do tipo II. Inicia rigorosa psicoterapia e farmacoterapia com lítio, 600 mg ao dia.
Acerca dessa situação, julgue os itens a seguir.
Os antidepressivos, em monoterapia, podem induzir estados hipomaníacos em pacientes com transforno afetivo bipolar.
Provas
Uma paciente de 40 anos de idade, reclama que há, pelos menos 20 anos utiliza antidepressivos, e que já passou pela mão de “vários psiquiatras”. Menciona que inicialmente consegue “ajuda”, mas, que, após um tempo (meses, anos), sente que nada lhes acrescentam e decide parar com as consultas e os antidepressivos. Diz que, desde sua adolescência, alterna períodos em que se sente muito bem, viva, capaz de tudo, mas que eventualmente tem declínio de seu humor de forma acentuada. Algumas vezes se sente tão bem, tão cheia de energia que suas amigas lhe questionam se estaria utilizando alguma substância ilícita, o que ela nega. A sua família, acompanhando a sua situação e percebendo que suas amigas se afastaram, a levam ao consultório de um famoso psiquiatra da cidade. Este, após longa e minuciosa avaliação clínica, a diagnostica com transtorno afetivo bipolar do tipo II. Inicia rigorosa psicoterapia e farmacoterapia com lítio, 600 mg ao dia.
Acerca dessa situação, julgue os itens a seguir.
O transtorno afetivo bipolar do tipo II é uma forma menos severa do tipo I. Alterna sintomas maníacos ou hipomaníacos com manifestações depressivas. Esse cenário faz com que seu diagnóstico seja mais difícil e geralmente seja confundido com depressão.
Provas
Um homem 18 anos de idade, tem preocupado e muito a sua família. Esta relata que ele mudou radicalmente de comportamento: há, pelo menos, 6 meses, começou a conversar com as pombas que rodeiam a sua casa, eventualmente foge delas alegando que as aves estariam gravando suas conversas. Quando ele começou a se desfazer dos aparelhos eletrônicos (o estariam monitorando de forma contínua) e alternar momentos de extrema agitação com isolamento, a sua tia, parente mais próximo (há 2 anos, seus pais morreram em um acidente de trânsito, ele foi o único sobrevivente) decide levá-lo à consulta com um psiquiatra. Este, após avaliação criteriosa, o diagnostica com esquizofrenia. O médico prescreve, então, o antipsicótico clozapina, com dose inicial de 12,5 mg ao dia, aumentando progressivamente, até a dose de 300 mg por dia (após algumas semanas). Depois de 60 dias, ele aparenta estar bem, mas reclama de alguns incômodos efeitos adversos.
A respeito desse caso e com base em seus conhecimentos, julgue os itens.
O médico poderia ter iniciado com a dose que pretendia utilizar, não há na verdade justificativa para o escalonamento proposto.
Provas
Um homem 18 anos de idade, tem preocupado e muito a sua família. Esta relata que ele mudou radicalmente de comportamento: há, pelo menos, 6 meses, começou a conversar com as pombas que rodeiam a sua casa, eventualmente foge delas alegando que as aves estariam gravando suas conversas. Quando ele começou a se desfazer dos aparelhos eletrônicos (o estariam monitorando de forma contínua) e alternar momentos de extrema agitação com isolamento, a sua tia, parente mais próximo (há 2 anos, seus pais morreram em um acidente de trânsito, ele foi o único sobrevivente) decide levá-lo à consulta com um psiquiatra. Este, após avaliação criteriosa, o diagnostica com esquizofrenia. O médico prescreve, então, o antipsicótico clozapina, com dose inicial de 12,5 mg ao dia, aumentando progressivamente, até a dose de 300 mg por dia (após algumas semanas). Depois de 60 dias, ele aparenta estar bem, mas reclama de alguns incômodos efeitos adversos.
A respeito desse caso e com base em seus conhecimentos, julgue os itens.
A esquizofrenia geralmente manifesta-se na adolescência ou no início da vida adulta, dependendo, muitas vezes, de fatores externos, como os ambientais (traumas, por exemplo).
Provas
Um homem 18 anos de idade, tem preocupado e muito a sua família. Esta relata que ele mudou radicalmente de comportamento: há, pelo menos, 6 meses, começou a conversar com as pombas que rodeiam a sua casa, eventualmente foge delas alegando que as aves estariam gravando suas conversas. Quando ele começou a se desfazer dos aparelhos eletrônicos (o estariam monitorando de forma contínua) e alternar momentos de extrema agitação com isolamento, a sua tia, parente mais próximo (há 2 anos, seus pais morreram em um acidente de trânsito, ele foi o único sobrevivente) decide levá-lo à consulta com um psiquiatra. Este, após avaliação criteriosa, o diagnostica com esquizofrenia. O médico prescreve, então, o antipsicótico clozapina, com dose inicial de 12,5 mg ao dia, aumentando progressivamente, até a dose de 300 mg por dia (após algumas semanas). Depois de 60 dias, ele aparenta estar bem, mas reclama de alguns incômodos efeitos adversos.
A respeito desse caso e com base em seus conhecimentos, julgue os itens.
No decorrer do tratamento, todos os antipsicóticos podem manifestar efeitos adversos extrapiramidais. Estes efeitos adversos tendem a ser mais frequentes e intensos no haloperidol.
Provas
Um homem 18 anos de idade, tem preocupado e muito a sua família. Esta relata que ele mudou radicalmente de comportamento: há, pelo menos, 6 meses, começou a conversar com as pombas que rodeiam a sua casa, eventualmente foge delas alegando que as aves estariam gravando suas conversas. Quando ele começou a se desfazer dos aparelhos eletrônicos (o estariam monitorando de forma contínua) e alternar momentos de extrema agitação com isolamento, a sua tia, parente mais próximo (há 2 anos, seus pais morreram em um acidente de trânsito, ele foi o único sobrevivente) decide levá-lo à consulta com um psiquiatra. Este, após avaliação criteriosa, o diagnostica com esquizofrenia. O médico prescreve, então, o antipsicótico clozapina, com dose inicial de 12,5 mg ao dia, aumentando progressivamente, até a dose de 300 mg por dia (após algumas semanas). Depois de 60 dias, ele aparenta estar bem, mas reclama de alguns incômodos efeitos adversos.
A respeito desse caso e com base em seus conhecimentos, julgue os itens.
Fármacos como a risperidona e a quetiapina, que pertencem à classe dos antipsicóticos atípicos, poderiam ter sido indicados, uma vez que tendem produzir efeitos adversos menos pronunciados (pelo menos, em um primeiro momento).
Provas
Um homem 18 anos de idade, tem preocupado e muito a sua família. Esta relata que ele mudou radicalmente de comportamento: há, pelo menos, 6 meses, começou a conversar com as pombas que rodeiam a sua casa, eventualmente foge delas alegando que as aves estariam gravando suas conversas. Quando ele começou a se desfazer dos aparelhos eletrônicos (o estariam monitorando de forma contínua) e alternar momentos de extrema agitação com isolamento, a sua tia, parente mais próximo (há 2 anos, seus pais morreram em um acidente de trânsito, ele foi o único sobrevivente) decide levá-lo à consulta com um psiquiatra. Este, após avaliação criteriosa, o diagnostica com esquizofrenia. O médico prescreve, então, o antipsicótico clozapina, com dose inicial de 12,5 mg ao dia, aumentando progressivamente, até a dose de 300 mg por dia (após algumas semanas). Depois de 60 dias, ele aparenta estar bem, mas reclama de alguns incômodos efeitos adversos.
A respeito desse caso e com base em seus conhecimentos, julgue os itens.
Fármacos como a clorpromazina e haloperidol pertencem à classe dos antipsicóticos típicos e geralmente são mais eficazes que a clozapina em casos de esquizofrenia.
Provas
Um homem 18 anos de idade, tem preocupado e muito a sua família. Esta relata que ele mudou radicalmente de comportamento: há, pelo menos, 6 meses, começou a conversar com as pombas que rodeiam a sua casa, eventualmente foge delas alegando que as aves estariam gravando suas conversas. Quando ele começou a se desfazer dos aparelhos eletrônicos (o estariam monitorando de forma contínua) e alternar momentos de extrema agitação com isolamento, a sua tia, parente mais próximo (há 2 anos, seus pais morreram em um acidente de trânsito, ele foi o único sobrevivente) decide levá-lo à consulta com um psiquiatra. Este, após avaliação criteriosa, o diagnostica com esquizofrenia. O médico prescreve, então, o antipsicótico clozapina, com dose inicial de 12,5 mg ao dia, aumentando progressivamente, até a dose de 300 mg por dia (após algumas semanas). Depois de 60 dias, ele aparenta estar bem, mas reclama de alguns incômodos efeitos adversos.
A respeito desse caso e com base em seus conhecimentos, julgue os itens.
A clozapina, fármaco atípico, é uma boa escolha para tratamento, em casos de diagnóstico de esquizofrenia.
Provas
Caderno Container