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Uma paciente 37 anos de idade, após insistência dos seus familiares, chega à consulta clínica dizendo que, nas últimas semanas, vivencia um grande sentimento de “não dar conta das coisas”. Afirma que, há 3 meses, sem prévio aviso, o marido a abandonou, deixando-a sozinha com os seus dois filhos pequenos. Relata que sempre teve problemas de insônia, mas, desde essa época, não tem conseguido dormir mais que 3 horas por noite. Relata ainda que seu apetite está diminuído e que perdeu 7 kg. Diz que nada mais lhe interessa e que não consegue se concentrar “nem para ler um jornal”, seu rendimento no trabalho caiu de forma significativa. Seu nível de energia está baixo e, desde que o marido partiu, vem tomando duas taças vinho, segundo ela, “para poder dormir”. Tem pensado na morte, mas afirma que não quer fazer nada em função dos seus filhos. Nega qualquer planos de suicídio. O médico que a recebe diagnostica um quadro de depressão, a encaminha para psicoterapia e entende necessário o uso de farmacoterapia, por isso lhe prescreve fluoxetina, 20 mg, pela manhã. Após 1 mês, ela retorna ao consultório, diz sentir-se um pouco melhor, porém reclama que seus problemas de sono estão piorando.
Em relação a esse caso, julgue os itens a seguir.
Enquanto não surgem os efeitos plenos dos antidepressivos, poderia ter sido prescrito um hipnótico, como clonazepam ou zolpidem, para auxiliar no sono dela, desde que lhe fosse restrito o consumo de bebidas alcoólicas.
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Uma paciente 37 anos de idade, após insistência dos seus familiares, chega à consulta clínica dizendo que, nas últimas semanas, vivencia um grande sentimento de “não dar conta das coisas”. Afirma que, há 3 meses, sem prévio aviso, o marido a abandonou, deixando-a sozinha com os seus dois filhos pequenos. Relata que sempre teve problemas de insônia, mas, desde essa época, não tem conseguido dormir mais que 3 horas por noite. Relata ainda que seu apetite está diminuído e que perdeu 7 kg. Diz que nada mais lhe interessa e que não consegue se concentrar “nem para ler um jornal”, seu rendimento no trabalho caiu de forma significativa. Seu nível de energia está baixo e, desde que o marido partiu, vem tomando duas taças vinho, segundo ela, “para poder dormir”. Tem pensado na morte, mas afirma que não quer fazer nada em função dos seus filhos. Nega qualquer planos de suicídio. O médico que a recebe diagnostica um quadro de depressão, a encaminha para psicoterapia e entende necessário o uso de farmacoterapia, por isso lhe prescreve fluoxetina, 20 mg, pela manhã. Após 1 mês, ela retorna ao consultório, diz sentir-se um pouco melhor, porém reclama que seus problemas de sono estão piorando.
Em relação a esse caso, julgue os itens a seguir.
A agomelatina, fármaco antidepressivo, agonista de receptores da melatonina, poderia ser uma escolha adequada neste caso, uma vez que, entre seus efeitos, está a sonolência
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Uma paciente 37 anos de idade, após insistência dos seus familiares, chega à consulta clínica dizendo que, nas últimas semanas, vivencia um grande sentimento de “não dar conta das coisas”. Afirma que, há 3 meses, sem prévio aviso, o marido a abandonou, deixando-a sozinha com os seus dois filhos pequenos. Relata que sempre teve problemas de insônia, mas, desde essa época, não tem conseguido dormir mais que 3 horas por noite. Relata ainda que seu apetite está diminuído e que perdeu 7 kg. Diz que nada mais lhe interessa e que não consegue se concentrar “nem para ler um jornal”, seu rendimento no trabalho caiu de forma significativa. Seu nível de energia está baixo e, desde que o marido partiu, vem tomando duas taças vinho, segundo ela, “para poder dormir”. Tem pensado na morte, mas afirma que não quer fazer nada em função dos seus filhos. Nega qualquer planos de suicídio. O médico que a recebe diagnostica um quadro de depressão, a encaminha para psicoterapia e entende necessário o uso de farmacoterapia, por isso lhe prescreve fluoxetina, 20 mg, pela manhã. Após 1 mês, ela retorna ao consultório, diz sentir-se um pouco melhor, porém reclama que seus problemas de sono estão piorando.
Em relação a esse caso, julgue os itens a seguir.
Fármacos como os inibidores seletivos da receptação da serotonina (fluoxetina, sertralina, escitalopram) apresentam efeitos positivos em manifestações compulsivas. Como é possível que o consumo de bebidas alcoólicas por parte dela esteja a isso relacionado, é possível que a escolha da fluoxetina também seja decorrente disto.
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Uma paciente 37 anos de idade, após insistência dos seus familiares, chega à consulta clínica dizendo que, nas últimas semanas, vivencia um grande sentimento de “não dar conta das coisas”. Afirma que, há 3 meses, sem prévio aviso, o marido a abandonou, deixando-a sozinha com os seus dois filhos pequenos. Relata que sempre teve problemas de insônia, mas, desde essa época, não tem conseguido dormir mais que 3 horas por noite. Relata ainda que seu apetite está diminuído e que perdeu 7 kg. Diz que nada mais lhe interessa e que não consegue se concentrar “nem para ler um jornal”, seu rendimento no trabalho caiu de forma significativa. Seu nível de energia está baixo e, desde que o marido partiu, vem tomando duas taças vinho, segundo ela, “para poder dormir”. Tem pensado na morte, mas afirma que não quer fazer nada em função dos seus filhos. Nega qualquer planos de suicídio. O médico que a recebe diagnostica um quadro de depressão, a encaminha para psicoterapia e entende necessário o uso de farmacoterapia, por isso lhe prescreve fluoxetina, 20 mg, pela manhã. Após 1 mês, ela retorna ao consultório, diz sentir-se um pouco melhor, porém reclama que seus problemas de sono estão piorando.
Em relação a esse caso, julgue os itens a seguir.
O médico poderia ter prescrito um antidepressivo tricíclico logo de início, uma vez que se trata de uma classe de primeira escolha.
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Uma paciente 37 anos de idade, após insistência dos seus familiares, chega à consulta clínica dizendo que, nas últimas semanas, vivencia um grande sentimento de “não dar conta das coisas”. Afirma que, há 3 meses, sem prévio aviso, o marido a abandonou, deixando-a sozinha com os seus dois filhos pequenos. Relata que sempre teve problemas de insônia, mas, desde essa época, não tem conseguido dormir mais que 3 horas por noite. Relata ainda que seu apetite está diminuído e que perdeu 7 kg. Diz que nada mais lhe interessa e que não consegue se concentrar “nem para ler um jornal”, seu rendimento no trabalho caiu de forma significativa. Seu nível de energia está baixo e, desde que o marido partiu, vem tomando duas taças vinho, segundo ela, “para poder dormir”. Tem pensado na morte, mas afirma que não quer fazer nada em função dos seus filhos. Nega qualquer planos de suicídio. O médico que a recebe diagnostica um quadro de depressão, a encaminha para psicoterapia e entende necessário o uso de farmacoterapia, por isso lhe prescreve fluoxetina, 20 mg, pela manhã. Após 1 mês, ela retorna ao consultório, diz sentir-se um pouco melhor, porém reclama que seus problemas de sono estão piorando.
Em relação a esse caso, julgue os itens a seguir.
Como alternativa à fluoxetina, poderia ser utilizada a imipramina, um antidepressivo tricíclico: além de produzir sonolência, este fármaco poderia melhorar o apetite da paciente.
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Em relação a esse caso, julgue os itens a seguir.
É provável que a fluoxetina não contribua para melhorar a falta de apetite, já que frequentemente esse fármaco produz uma redução no apetite levando a uma redução de peso do paciente que a utiliza, inclusive podendo levar à anorexia.
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Em relação a esse caso, julgue os itens a seguir.
Em situações em que a depressão apresenta sintomas de insônia, pode-se optar por antidepressivos como a tranilcipromina, um inibidor de monoamina oxidase (IMAO). Adicionalmente, este fármaco a ajudará com o possível consumo abusivo de bebidas alcoólicas.
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Uma paciente 37 anos de idade, após insistência dos seus familiares, chega à consulta clínica dizendo que, nas últimas semanas, vivencia um grande sentimento de “não dar conta das coisas”. Afirma que, há 3 meses, sem prévio aviso, o marido a abandonou, deixando-a sozinha com os seus dois filhos pequenos. Relata que sempre teve problemas de insônia, mas, desde essa época, não tem conseguido dormir mais que 3 horas por noite. Relata ainda que seu apetite está diminuído e que perdeu 7 kg. Diz que nada mais lhe interessa e que não consegue se concentrar “nem para ler um jornal”, seu rendimento no trabalho caiu de forma significativa. Seu nível de energia está baixo e, desde que o marido partiu, vem tomando duas taças vinho, segundo ela, “para poder dormir”. Tem pensado na morte, mas afirma que não quer fazer nada em função dos seus filhos. Nega qualquer planos de suicídio. O médico que a recebe diagnostica um quadro de depressão, a encaminha para psicoterapia e entende necessário o uso de farmacoterapia, por isso lhe prescreve fluoxetina, 20 mg, pela manhã. Após 1 mês, ela retorna ao consultório, diz sentir-se um pouco melhor, porém reclama que seus problemas de sono estão piorando.
Em relação a esse caso, julgue os itens a seguir.
É provável que a fluoxetina não seja a melhor escolha no caso, uma vez que, entre seus típicos efeitos adversos, está a insônia.
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Com a Resolução nº 585/13 do Conselho Federal de Farmácia, o farmacêutico passou a ter uma regulamentação das suas atribuições clínicas, com direitos e responsabilidades, visando proporcionar cuidado ao paciente, família e comunidade, de forma a promover o uso racional de medicamentos e otimizar a farmacoterapia, com o propósito de alcançar resultados definidos que melhorem a qualidade de vida do paciente.
Considerando as atribuições clínicas do farmacêutico, julgue os itens a seguir.
O farmacêutico é incentivado a interagir e se comunicar com o paciente, mas o envolvimento da família não deve ser procurado para preservar a intimidade e a individualidade do paciente.
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Com a Resolução nº 585/13 do Conselho Federal de Farmácia, o farmacêutico passou a ter uma regulamentação das suas atribuições clínicas, com direitos e responsabilidades, visando proporcionar cuidado ao paciente, família e comunidade, de forma a promover o uso racional de medicamentos e otimizar a farmacoterapia, com o propósito de alcançar resultados definidos que melhorem a qualidade de vida do paciente.
Considerando as atribuições clínicas do farmacêutico, julgue os itens a seguir.
Apesar de regulamentar as atribuições clínicas do farmacêutico, a Resolução nº 585/13 não permite participação do farmacêutico na elaboração de protocolos clínicos, somente na elaboração de protocolos para utilização de medicamentos.
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