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Uma paciente 53 anos de idade, 60 kg, submetida à tireoidectomia sob anestesia geral induzida com propofol, fentanil e atracúrio, e mantida sob ventilação mecânica. Ao final da cirurgia e após a recuperação do bloqueio neuromuscular, a paciente foi extubada, respondeu aos comandos para retorno da respiração espontânea e cooperou durante a transferência para a maca, sendo levada para a sala de recuperação pós-anestésica, onde chegou totalmente consciente apresentando SatO2 = 89% em ar ambiente, FC = 94 bpm e FR = 17 irpm.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Após a cirurgia é recomendado avaliar a paciente a cada 15 minutos na primeira hora, depois a cada 30 minutos na segunda hora, e se permanecer estável, a partir desse momento, de hora em hora.
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Uma paciente de 17 anos de idade foi levada ao prontosocorro com histórico de 24 horas de dor abdominal que se localizava na fossa ilíaca direita, acompanhada de náuseas, mas sem vômitos. Ela relata não ter tido nenhuma mudança nos hábitos intestinais e nenhum sintoma urinário. Não tem internações hospitalares prévias e não tem histórico de cirurgias. Não toma medicamentos regularmente e nega alergia medicamentosa, usa óculos desde os 11 anos de idade. A menarca aconteceu com 11 anos de idade, apresenta menstruação regular e nega problemas ginecológicos. Ao exame físico, apresentava dor e sensibilidade à palpação profunda na fossa ilíaca direita, FC = 88 bpm, FR = 20 irpm, temperatura de 37.5 ºC, PA = 110 mmHg x 75 mmHg, o exame laboratorial apontou leucocitose. Pela dor abdominal, optou-se por fazer uma laparoscopia diagnóstica.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O anestesista opta, nesse caso, por realizar a anestesia geral, uma decisão errada, já que a melhor forma de indução é a anestesia local sem sedação.
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Uma paciente de 17 anos de idade foi levada ao prontosocorro com histórico de 24 horas de dor abdominal que se localizava na fossa ilíaca direita, acompanhada de náuseas, mas sem vômitos. Ela relata não ter tido nenhuma mudança nos hábitos intestinais e nenhum sintoma urinário. Não tem internações hospitalares prévias e não tem histórico de cirurgias. Não toma medicamentos regularmente e nega alergia medicamentosa, usa óculos desde os 11 anos de idade. A menarca aconteceu com 11 anos de idade, apresenta menstruação regular e nega problemas ginecológicos. Ao exame físico, apresentava dor e sensibilidade à palpação profunda na fossa ilíaca direita, FC = 88 bpm, FR = 20 irpm, temperatura de 37.5 ºC, PA = 110 mmHg x 75 mmHg, o exame laboratorial apontou leucocitose. Pela dor abdominal, optou-se por fazer uma laparoscopia diagnóstica.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
As características apresentadas pela paciente na avaliação inicial podem sugerir uma possível apendicite aguda.
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Uma paciente de 17 anos de idade foi levada ao prontosocorro com histórico de 24 horas de dor abdominal que se localizava na fossa ilíaca direita, acompanhada de náuseas, mas sem vômitos. Ela relata não ter tido nenhuma mudança nos hábitos intestinais e nenhum sintoma urinário. Não tem internações hospitalares prévias e não tem histórico de cirurgias. Não toma medicamentos regularmente e nega alergia medicamentosa, usa óculos desde os 11 anos de idade. A menarca aconteceu com 11 anos de idade, apresenta menstruação regular e nega problemas ginecológicos. Ao exame físico, apresentava dor e sensibilidade à palpação profunda na fossa ilíaca direita, FC = 88 bpm, FR = 20 irpm, temperatura de 37.5 ºC, PA = 110 mmHg x 75 mmHg, o exame laboratorial apontou leucocitose. Pela dor abdominal, optou-se por fazer uma laparoscopia diagnóstica.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
É importante que o enfermeiro cheque a limpeza e temperatura da sala, o posicionamento da mesa cirúrgica e verifique a disponibilidade do material para anestesia.
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Com caráter teleológico, transdisciplinar e muito dinâmico, a biossegurança e a bioproteção devem ser capazes de promover ambientes seguros em serviços de saúde, bem como em laboratórios de análises clínicas, em laboratórios de instituições de ensino, de pesquisa, da indústria e em atividades de campo. Promover a biossegurança e a bioproteção, em saúde, não apenas contribui para o aprimoramento técnico na área, mas, sobretudo, reforça o propósito de prevenção de agravos e promoção da saúde que são princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde.
MINISTÉRIO DA SAÚDE.
Política Nacional de Biossegurança e Bioproteção, 2019.
Acerca do tema biossegurança e bioproteção em saúde, e com base na Política Nacional, julgue os itens a seguir.
As Diretrizes Gerais para o Trabalho em Contenção com Agentes Biológicos do Ministério da Saúde constituem um conjunto de recomendações compilado em um documento elaborado e organizado pela Comissão de Biossegurança em Saúde que tem por finalidade implementar medidas que ampliem a confiança, a segurança biológica e minimizem os danos à saúde causados por agentes biológicos.
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Com caráter teleológico, transdisciplinar e muito dinâmico, a biossegurança e a bioproteção devem ser capazes de promover ambientes seguros em serviços de saúde, bem como em laboratórios de análises clínicas, em laboratórios de instituições de ensino, de pesquisa, da indústria e em atividades de campo. Promover a biossegurança e a bioproteção, em saúde, não apenas contribui para o aprimoramento técnico na área, mas, sobretudo, reforça o propósito de prevenção de agravos e promoção da saúde que são princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde.
MINISTÉRIO DA SAÚDE.
Política Nacional de Biossegurança e Bioproteção, 2019.
Acerca do tema biossegurança e bioproteção em saúde, e com base na Política Nacional, julgue os itens a seguir.
Os agentes biológicos os quais são manipulados, mantidos sob custódia ou que se evitam o contato ou a disseminação são definidos como organismo ou molécula com potencial ação biológica infecciosa ou danosa aos humanos, animais, plantas ou ao meio ambiente, em geral, incluindo vírus, bactérias, archaea, fungos, protozoários, parasitos, ou entidades acelulares, como príons, RNA ou DNA (ácidos nucleicos infecciosos, RNAi, aptâmeros, genes e elementos genéticos sintéticos, etc.) e partículas virais.
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Martha Rogers, de naturalidade americana, desenvolveu sua Teoria de Enfermagem apresentando-a em 1970, com atualização, em 1992, com orientação para campos da energia e padrão de ondas. Acreditava que o conhecimento do passado é fundamento necessário para a compreensão presente da enfermagem, para a evolução das teorias e dos princípios que devem orientar sua prática. Considera que a realidade das mudanças evolutivas está refletida na crescente complexidade do homem. Mediante o conhecimento sobre antropologia, sociologia, astronomia, religião, filosofia, história e mitologia, Rogers desenvolveu o que denominou de Sistema Aberto para a Enfermagem.
Disponível em: <https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/
enfermagem/teoria-de-marta-rogers/25175>. Acesso em: 2 dez. 2021, com adaptações.
Acerca da Teoria de Martha Rogers, julgue os itens a seguir.
A base de sua teoria é a Teoria do Sistema Nuclear Familiar.
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De acordo com a Fiocruz, a complexidade das questões que envolvem a saúde, a doença, a vigilância e a organização da rede de serviços de saúde exige conhecer alguns conceitos da geografia que vão contribuir para identificação, conhecimento e análise de problemas de saúde (causas, riscos e danos), como também para definição de ações (promoção, proteção e reabilitação) e estruturação das Redes de Atenção à Saúde no Sistema Único de Saúde (RAS-SUS). A Fiocruz, ainda, relata que a territorialização em saúde pressupõe análise de contextos, o que impõe desenvolvimento de estratégias de investigação e elaboração de instrumentos de coleta de dados para realização de diagnóstico, de planejamento, de intervenções sanitárias.
A respeito do processo de territorialização e diagnóstico territorial, ligado à saúde, julgue os itens a seguir.
As escalas territoriais estendem, espacialmente, desde bairros aos âmbitos municipal, estadual, regional e nacional. Essas escalas são utilizadas pelos diversos setores do Estado como forma de organizar ações e delimitar áreas de abrangência para atuação específica como no caso da saúde com os territórios da atenção básica e da Estratégia de Saúde da Família (ESF).
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Com a evolução tecnológica, cada vez mais os sistemas de saúde são informatizados, de modo que, no Brasil, há diversas ações dentro do SUS visando ao fornecimento de infraestrutura e qualificação do uso.
Por meio dos relatórios gerados pelo PEC (e-SUS), em nível local, os profissionais que prestam assistência e os gestores podem aprimorar o processo de trabalho e discutir melhorias para APS.
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De acordo com a Fiocruz, a complexidade das questões que envolvem a saúde, a doença, a vigilância e a organização da rede de serviços de saúde exige conhecer alguns conceitos da geografia que vão contribuir para identificação, conhecimento e análise de problemas de saúde (causas, riscos e danos), como também para definição de ações (promoção, proteção e reabilitação) e estruturação das Redes de Atenção à Saúde no Sistema Único de Saúde (RAS-SUS). A Fiocruz, ainda, relata que a territorialização em saúde pressupõe análise de contextos, o que impõe desenvolvimento de estratégias de investigação e elaboração de instrumentos de coleta de dados para realização de diagnóstico, de planejamento, de intervenções sanitárias.
A respeito do processo de territorialização e diagnóstico territorial, ligado à saúde, julgue os itens a seguir.
A Fiocruz destaca que a desigualdade, na territorialização, traz para o setor da saúde o desafio de efetivar a universalidade, a equidade e a integralidade do cuidado de saúde de forma descentralizada, resolutiva e sob o controle social.
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