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O Programa Nacional de Avaliação de Serviços de Saúde (Pnass) originou-se do Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares (Pnash), desenvolvido, a partir de 1998. O objetivo geral do Pnass é avaliar a totalidade dos estabelecimentos de atenção especializada em saúde, ambulatoriais e hospitalares, contemplados com recursos financeiros provenientes de programas, políticas e incentivos do Ministério da Saúde, quanto às seguintes dimensões: estrutura, processo, resultado, produção do cuidado, gerenciamento de risco e a satisfação dos usuários em relação ao atendimento recebido.
A respeito do Pnass, julgue os itens a seguir.
O Pnass possui seis blocos de itens de verificação, para avaliação dos estabelecimentos, sendo eles: Bloco I – Gestão organizacional; Bloco II – Apoio técnico e logístico para a produção de cuidado; Bloco III – Gestão da Atenção à Saúde e do cuidado; Bloco IV – Serviços/unidades específicas; Bloco V – Assistência Oncológica; Bloco VI – Assistência preventiva e suplementar.
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O Programa Nacional de Avaliação de Serviços de Saúde (Pnass) originou-se do Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares (Pnash), desenvolvido, a partir de 1998. O objetivo geral do Pnass é avaliar a totalidade dos estabelecimentos de atenção especializada em saúde, ambulatoriais e hospitalares, contemplados com recursos financeiros provenientes de programas, políticas e incentivos do Ministério da Saúde, quanto às seguintes dimensões: estrutura, processo, resultado, produção do cuidado, gerenciamento de risco e a satisfação dos usuários em relação ao atendimento recebido.
A respeito do Pnass, julgue os itens a seguir.
O terceiro instrumento avaliativo do Pnass – Conjunto de indicadores – engloba, basicamente, resultados e corresponde a um conjunto variado de indicadores, construídos a partir dos muitos bancos de dados ou sistemas de informação alimentados pelos estabelecimentos.
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O Programa Nacional de Avaliação de Serviços de Saúde (Pnass) originou-se do Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares (Pnash), desenvolvido, a partir de 1998. O objetivo geral do Pnass é avaliar a totalidade dos estabelecimentos de atenção especializada em saúde, ambulatoriais e hospitalares, contemplados com recursos financeiros provenientes de programas, políticas e incentivos do Ministério da Saúde, quanto às seguintes dimensões: estrutura, processo, resultado, produção do cuidado, gerenciamento de risco e a satisfação dos usuários em relação ao atendimento recebido.
A respeito do Pnass, julgue os itens a seguir.
O Pnass possui um conjunto de três instrumentos avaliativos distintos: 1. Roteiro de itens de verificação. 2. Questionário dirigido aos usuários. 3. Conjunto de indicadores.
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O Programa Nacional de Avaliação de Serviços de Saúde (Pnass) originou-se do Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares (Pnash), desenvolvido, a partir de 1998. O objetivo geral do Pnass é avaliar a totalidade dos estabelecimentos de atenção especializada em saúde, ambulatoriais e hospitalares, contemplados com recursos financeiros provenientes de programas, políticas e incentivos do Ministério da Saúde, quanto às seguintes dimensões: estrutura, processo, resultado, produção do cuidado, gerenciamento de risco e a satisfação dos usuários em relação ao atendimento recebido.
A respeito do Pnass, julgue os itens a seguir.
Um dos objetivos do Pnass é transformá-lo em uma ferramenta assistencial do SUS.
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O Projeto Terapêutico Singular (PTS) é um trabalho realizado pela equipe interdisciplinar de saúde com vistas ao acompanhamento de um caso específico que envolve um sujeito ou uma comunidade. O caso trabalhado em um PTS deve ser eleito pela equipe considerando a necessidade de atenção ampliada à situação. Geralmente, são situações em que já foram tentadas ações pontuais e não se atingiu o resultado esperado devido a certa dificuldade em sua condução. Também são trabalhadas as vulnerabilidades do indivíduo ou comunidade.
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Fonte: Núcleo de Telessaúde (Mato Grosso do Sul). Disponível em: <https: //aps.bvs.br/aps/quais-sao-os-passos-para-o-desenvolvimento-de-um-rojetoterapeutico-singular-na-aps/>. Acesso em: 5 de nov. 2021.
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Com base no texto acima e sobre o Projeto Terapêutico Singular, julgue os itens a seguir.
O Apoio Matricial não é uma ferramenta complementar e muitas vezes não necessária no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS), já que a APS não necessita de suporte especializado que possibilite uma discussão interdisciplinar para a elaboração de um PTS.
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De acordo com o Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), a Aliança Mundial para a Segurança do Paciente, desde a sua criação em 2004, tem elaborado programas e diretrizes que visam a sensibilizar e mobilizar profissionais de saúde e a população para a busca de soluções que promovam a segurança do paciente, divulgando conhecimentos e desenvolvendo ferramentas que possibilitem a mudança da realidade, no cenário mundial.
Disponível em: <https://portal.coren-sp.gov.br/sites/default/files/10_
passos_seguranca_paciente_0.pdf>. Acesso em: 2 dez. 2021.
Com base no documento dado pela Aliança Mundial para a Segurança do Paciente, e pela Política Nacional de Segurança do Paciente, o Coren-SP traz um manual de “10 passos para Segurança do Paciente”, que auxiliam seus profissionais na prática, com ilustrações claras do dia a dia, essenciais ao tema.
Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.
Na administração de sangue ou hemoderivados mantenha a infusão por, no máximo, quatro horas, devido ao risco de contaminação e (ou) alterações do produto, seguindo o protocolo da instituição.
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De acordo com o Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), a Aliança Mundial para a Segurança do Paciente, desde a sua criação em 2004, tem elaborado programas e diretrizes que visam a sensibilizar e mobilizar profissionais de saúde e a população para a busca de soluções que promovam a segurança do paciente, divulgando conhecimentos e desenvolvendo ferramentas que possibilitem a mudança da realidade, no cenário mundial.
Disponível em: <https://portal.coren-sp.gov.br/sites/default/files/10_
passos_seguranca_paciente_0.pdf>. Acesso em: 2 dez. 2021.
Com base no documento dado pela Aliança Mundial para a Segurança do Paciente, e pela Política Nacional de Segurança do Paciente, o Coren-SP traz um manual de “10 passos para Segurança do Paciente”, que auxiliam seus profissionais na prática, com ilustrações claras do dia a dia, essenciais ao tema.
Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.
Evite equipos de cor azul para infusão de dietas enterais.
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De acordo com o Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), a Aliança Mundial para a Segurança do Paciente, desde a sua criação em 2004, tem elaborado programas e diretrizes que visam a sensibilizar e mobilizar profissionais de saúde e a população para a busca de soluções que promovam a segurança do paciente, divulgando conhecimentos e desenvolvendo ferramentas que possibilitem a mudança da realidade, no cenário mundial.
Disponível em: <https://portal.coren-sp.gov.br/sites/default/files/10_
passos_seguranca_paciente_0.pdf>. Acesso em: 2 dez. 2021.
Com base no documento dado pela Aliança Mundial para a Segurança do Paciente, e pela Política Nacional de Segurança do Paciente, o Coren-SP traz um manual de “10 passos para Segurança do Paciente”, que auxiliam seus profissionais na prática, com ilustrações claras do dia a dia, essenciais ao tema.
Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.
Os enfermeiros devem estimular os familiares e visitantes a higienizar suas mãos, antes e após o contato com o paciente.
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De acordo com o Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), a Aliança Mundial para a Segurança do Paciente, desde a sua criação em 2004, tem elaborado programas e diretrizes que visam a sensibilizar e mobilizar profissionais de saúde e a população para a busca de soluções que promovam a segurança do paciente, divulgando conhecimentos e desenvolvendo ferramentas que possibilitem a mudança da realidade, no cenário mundial.
Disponível em: <https://portal.coren-sp.gov.br/sites/default/files/10_
passos_seguranca_paciente_0.pdf>. Acesso em: 2 dez. 2021.
Com base no documento dado pela Aliança Mundial para a Segurança do Paciente, e pela Política Nacional de Segurança do Paciente, o Coren-SP traz um manual de “10 passos para Segurança do Paciente”, que auxiliam seus profissionais na prática, com ilustrações claras do dia a dia, essenciais ao tema.
Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.
Erros de identificação podem acarretar sérias consequências para a segurança do paciente. Falhas na identificação do paciente podem resultar em erros de medicação, erros, durante a transfusão de hemocomponentes, em testes diagnósticos, procedimentos realizados em pacientes errados e (ou) em locais errados, entrega de bebês às famílias erradas, entre outros.
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O Projeto Terapêutico Singular (PTS) é um trabalho realizado pela equipe interdisciplinar de saúde com vistas ao acompanhamento de um caso específico que envolve um sujeito ou uma comunidade. O caso trabalhado em um PTS deve ser eleito pela equipe considerando a necessidade de atenção ampliada à situação. Geralmente, são situações em que já foram tentadas ações pontuais e não se atingiu o resultado esperado devido a certa dificuldade em sua condução. Também são trabalhadas as vulnerabilidades do indivíduo ou comunidade.
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Fonte: Núcleo de Telessaúde (Mato Grosso do Sul). Disponível em: <https: //aps.bvs.br/aps/quais-sao-os-passos-para-o-desenvolvimento-de-um-rojetoterapeutico-singular-na-aps/>. Acesso em: 5 de nov. 2021.
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Com base no texto acima e sobre o Projeto Terapêutico Singular, julgue os itens a seguir.
Deverão ser consideradas vulnerabilidades, aspectos culturais e comportamentais de determinadas pessoas, famílias e comunidades para elaboração do Projeto Terapêutico Singular, sempre prezando pelo respeito e reconhecimento desses aspectos no processo de melhores práticas em saúde.
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