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Um paciente de 21 anos de idade, previamente hígido, iniciou, há três dias, quadro de astenia, cefaleia, mialgia, dor retro-orbitária e febre aferida em 39,5 ºC. Estava fazendo uso de ibuprofeno para alívio da dor e da febre, mas, como as queixas persistiram, decidiu procurar auxílio médico. Ao exame físico, apresentava-se em regular estado geral, lúcido e orientado, corado, hidratado, sem edemas, com FC = 90 bpm, FR = 17 irpm, PA = 120 mmHg x 70 mmHg, SatO2 = 97% em ar ambiente, e Tax = 39,4 ºC. Exame físico de tórax e abdome sem alterações. Por questões clínico-epidemiológicas, o médico que prestou o atendimento aventou a hipótese diagnóstica de dengue.
Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Para confirmação diagnóstica, pode ser solicitada a pesquisa do antígeno NS1, uma vez que a sorologia pelo método Elisa não é positiva nesse período da doença.
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Um paciente de 21 anos de idade, previamente hígido, iniciou, há três dias, quadro de astenia, cefaleia, mialgia, dor retro-orbitária e febre aferida em 39,5 ºC. Estava fazendo uso de ibuprofeno para alívio da dor e da febre, mas, como as queixas persistiram, decidiu procurar auxílio médico. Ao exame físico, apresentava-se em regular estado geral, lúcido e orientado, corado, hidratado, sem edemas, com FC = 90 bpm, FR = 17 irpm, PA = 120 mmHg x 70 mmHg, SatO2 = 97% em ar ambiente, e Tax = 39,4 ºC. Exame físico de tórax e abdome sem alterações. Por questões clínico-epidemiológicas, o médico que prestou o atendimento aventou a hipótese diagnóstica de dengue.
Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Caso o paciente tenha prova do laço positiva, será classificado como grupo B.
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Um paciente de 21 anos de idade, previamente hígido, iniciou, há três dias, quadro de astenia, cefaleia, mialgia, dor retro-orbitária e febre aferida em 39,5 ºC. Estava fazendo uso de ibuprofeno para alívio da dor e da febre, mas, como as queixas persistiram, decidiu procurar auxílio médico. Ao exame físico, apresentava-se em regular estado geral, lúcido e orientado, corado, hidratado, sem edemas, com FC = 90 bpm, FR = 17 irpm, PA = 120 mmHg x 70 mmHg, SatO2 = 97% em ar ambiente, e Tax = 39,4 ºC. Exame físico de tórax e abdome sem alterações. Por questões clínico-epidemiológicas, o médico que prestou o atendimento aventou a hipótese diagnóstica de dengue.
Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A prova do laço é feita insuflando um manguito até o valor da pressão arterial média do paciente por cinco minutos e avaliando a formação de petéquias em seu antebraço. Mais de 10 petéquias em um quadrado de 2,5 cm de lado significam positividade à prova do laço nesse paciente.
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Um paciente de 21 anos de idade, previamente hígido, iniciou, há três dias, quadro de astenia, cefaleia, mialgia, dor retro-orbitária e febre aferida em 39,5 ºC. Estava fazendo uso de ibuprofeno para alívio da dor e da febre, mas, como as queixas persistiram, decidiu procurar auxílio médico. Ao exame físico, apresentava-se em regular estado geral, lúcido e orientado, corado, hidratado, sem edemas, com FC = 90 bpm, FR = 17 irpm, PA = 120 mmHg x 70 mmHg, SatO2 = 97% em ar ambiente, e Tax = 39,4 ºC. Exame físico de tórax e abdome sem alterações. Por questões clínico-epidemiológicas, o médico que prestou o atendimento aventou a hipótese diagnóstica de dengue.
Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Por não haver sinais ou queixas de sangramento espontâneo, é necessária a realização da prova do laço no paciente.
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Um paciente de 21 anos de idade, previamente hígido, iniciou, há três dias, quadro de astenia, cefaleia, mialgia, dor retro-orbitária e febre aferida em 39,5 ºC. Estava fazendo uso de ibuprofeno para alívio da dor e da febre, mas, como as queixas persistiram, decidiu procurar auxílio médico. Ao exame físico, apresentava-se em regular estado geral, lúcido e orientado, corado, hidratado, sem edemas, com FC = 90 bpm, FR = 17 irpm, PA = 120 mmHg x 70 mmHg, SatO2 = 97% em ar ambiente, e Tax = 39,4 ºC. Exame físico de tórax e abdome sem alterações. Por questões clínico-epidemiológicas, o médico que prestou o atendimento aventou a hipótese diagnóstica de dengue.
Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O paciente apresenta a hipertermia persistente como único sinal de alarme em sua história clínica.
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Um paciente com cirrose hepática por ingestão de álcool estava em uso de espironolactona 50 mg/d para controle de ascite. Perdeu seguimento em decorrência da pandemia e, por aumento do volume abdominal, decidiu, por conta própria, aumentar a dose de diurético, estando atualmente utilizando 200 mg/d de espironolactona. Após uma semana do aumento da dose, apresentou quadro de desconforto torácico e présíncope, sendo levado ao pronto-socorro para avaliação.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Diante da refratariedade ao tratamento medicamentoso inicial, deve-se indicar hemodiálise de urgência para o paciente.
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Um paciente com cirrose hepática por ingestão de álcool estava em uso de espironolactona 50 mg/d para controle de ascite. Perdeu seguimento em decorrência da pandemia e, por aumento do volume abdominal, decidiu, por conta própria, aumentar a dose de diurético, estando atualmente utilizando 200 mg/d de espironolactona. Após uma semana do aumento da dose, apresentou quadro de desconforto torácico e présíncope, sendo levado ao pronto-socorro para avaliação.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Infusão de solução de insulina e glicose auxilia no tratamento por aumentar o influxo celular de potássio.
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Um paciente com cirrose hepática por ingestão de álcool estava em uso de espironolactona 50 mg/d para controle de ascite. Perdeu seguimento em decorrência da pandemia e, por aumento do volume abdominal, decidiu, por conta própria, aumentar a dose de diurético, estando atualmente utilizando 200 mg/d de espironolactona. Após uma semana do aumento da dose, apresentou quadro de desconforto torácico e présíncope, sendo levado ao pronto-socorro para avaliação.
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Ao identificar as alterações eletrocardiográficas, devese administrar gluconato de cálcio pelo seu potencial de rápida diminuição dos valores séricos de potássio.
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Um paciente com cirrose hepática por ingestão de álcool estava em uso de espironolactona 50 mg/d para controle de ascite. Perdeu seguimento em decorrência da pandemia e, por aumento do volume abdominal, decidiu, por conta própria, aumentar a dose de diurético, estando atualmente utilizando 200 mg/d de espironolactona. Após uma semana do aumento da dose, apresentou quadro de desconforto torácico e présíncope, sendo levado ao pronto-socorro para avaliação.
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As alterações eletrocardiográficas mais precoces do provável distúrbio hidroeletrolítico são ondas T apiculadas e encurtamento do intervalo QT.
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Um paciente com cirrose hepática por ingestão de álcool estava em uso de espironolactona 50 mg/d para controle de ascite. Perdeu seguimento em decorrência da pandemia e, por aumento do volume abdominal, decidiu, por conta própria, aumentar a dose de diurético, estando atualmente utilizando 200 mg/d de espironolactona. Após uma semana do aumento da dose, apresentou quadro de desconforto torácico e présíncope, sendo levado ao pronto-socorro para avaliação.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
As queixas do paciente podem estar relacionadas a um distúrbio hidroeletrolítico causado pelo aumento da dose da espironolactona.
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