Foram encontradas 502 questões.
Paciente, sexo feminino 72 anos, com cognição e funcionalidade preservadas, sem comorbidades, vem à consulta
acompanhada da filha. Paciente refere dor persistente, de
forte intensidade, em crises de choques e queimação, em
local de topografia de Herpes Zoster que teve há cerca de
3 meses. Filha está bastante preocupada com sua mãe,
pois conta que a paciente já fez uso de diversas medicações sem melhora, atualmente está em uso de codeína
30 mg 8/8 horas. Além disso, refere também sonolência
diurna, perda progressiva de peso, está sem apetite e sem
vontade de sair de casa, deixando de fazer atividades que
gostava e frequentemente a encontra chorando. Realizou
investigação de perda de peso, com exames laboratoriais
e rastreio das principais doenças oncológicas, sem alterações.
Com base nesse caso clínico, a conduta inicial mais adequada, em relação ao manejo dessa paciente, é
Com base nesse caso clínico, a conduta inicial mais adequada, em relação ao manejo dessa paciente, é
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Paciente, sexo feminino, 71 anos, com antecedentes
de diabetes mellitus, hipertensão arterial e doença renal
crônica com clearence de creatina de 27 mL/min. Negou
história de fraturas, uso de glicorticoides, e tabagismo.
Faz atividade física regular, caminhadas diárias e musculação duas vezes por semana. Exames laboratoriais
recentes revelaram estarem normais os seguintes parâmetros: hemograma, VHS, função tireoidiana, cálcio total,
fósforo, vitamina D, PTH e fosfatase alcalina e calciúria
de 24 horas. Trouxe também resultado de densitometria
óssea solicitado em última consulta: Densitometria
óssea: – coluna lombar (L1-L4): DMO: 0,838 g/cm²;
T-score: -2,8; colo do fêmur: DMO: 0,840 g/cm²; T-score:
-1,4; fêmur total: DMO: 0,954 g/cm²; T-score: -0,4.
Considerando os dados apresentados, qual o diagnóstico e a opção terapêutica para essa paciente?
Considerando os dados apresentados, qual o diagnóstico e a opção terapêutica para essa paciente?
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Paciente, 66 anos, sexo masculino, foi atendido em uma
Unidade Básica de Saúde com quadro de febre há 2 dias,
acompanhado de cefaleia, artralgia e dor retro-orbitária,
sendo diagnostico com dengue. Retorna 2 dias após o
diagnóstico, nesse momento, ao pronto-socorro, com
queixa de náuseas, vômitos persistentes e dificuldade para
se alimentar. Sem sinais de sangramento e sem outros
sinais de alarme na avaliação. Paciente tem antecedentes de hipertensão arterial, doença arterial coronariana
com angioplastia com colocação de um Stent em descendente anterior há 2 anos e fibrilação arterial. Faz uso de
enalapril 20 mg 12/12 horas; AAS 100 mg/dia; carvedilol
25 mg 12/12 horas; rivaroxabana 20 mg/dia; atorvastatina 40 mg/dia. Foi indicada internação hospitalar, iniciada reposição volêmica e solicitado exames laboratoriais:
hemograma 14,6 g/dL, hematócrito 42,2%, leucócitos
2580, plaquetas 90000, TGO 29 U/L, TGP 24 U/L, bilirrubina total 0,2 mg/dL, bilirrubina direta 0,1 mg/dL, bilirrubina
Indireta 0,1 mg/DL, FA62 U/L, Gama GT 44 U/L, creatinina
1,45 mg/dL, U 41 mg/dL, albumina 4 g/dL.
Com base nesse caso clínico, em relação ao uso de antiagregantes plaquetários e anticoagulantes na dengue, assinale a alternativa correta.
Com base nesse caso clínico, em relação ao uso de antiagregantes plaquetários e anticoagulantes na dengue, assinale a alternativa correta.
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Paciente sexo feminino, 83 anos, casada, escolaridade
superior completo (professora universitária), vem a
consulta com queixa de perda de memória há cerca
de 2 anos. Sem outras queixas. Está acompanhada
do esposo, que confirma a queixa. Ele refere que ela
frequentemente tem esquecido o fogão aceso, está com
dificuldade de usar o cartão, pois não lembra a senha
e tem esquecido de tomar os seus remédios. Paciente
tem antecedentes de hipotireoidismo e hipertensão
arterial. Tem déficit auditivo e faz uso irregular da prótese
auditiva. Sedentária. Faz uso de: levotiroxina 50 mcg e
losartana 50 mg/dia. Exame físico sem alterações. Foi
realizado teste cognitivo com o seguinte resultado:
MEEM 22/30.
Com base no caso clínico, assinale a alternativa que contempla a principal hipótese diagnóstica e conduta inicial mais adequada.
Com base no caso clínico, assinale a alternativa que contempla a principal hipótese diagnóstica e conduta inicial mais adequada.
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Paciente de 81 anos, sexo feminino, vem para consulta
ambulatorial referindo quedas de repetição. Conta que
caiu duas vezes em sua casa e teve uma terceira queda na sua rua, ao tropeçar na calçada. Nega fraturas
prévias. Tem instabilidade de marcha, mas não faz uso
de dispositivos de auxílio à marcha. É portadora de HAS,
diabetes, dislipidemia, catarata bilateral não operada.
Faz uso de losartana 50 mg 12/12 horas; hidroclorotiazida 25 mg; metformina 850 mg 2x/dia; sinvastatina
40 mg/noite. No exame clínico: bom estado geral, corada,
hidratada, acianótica, anictérica, afebril. Exame neurológico normal. Pressão arterial deitada 130/90 mmHg e
em pé 120/90 mmHg; FC 70 bpm; restante do exame
físico normal. Exames laboratoriais sem alterações
significativas. Paciente e seus filhos questionam a
melhor maneira de prevenir novas quedas.
Qual orientação dever ser passada para os familiares?
Qual orientação dever ser passada para os familiares?
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Paciente do sexo feminino, 79 anos, foi encaminhada
ao ambulatório para avaliação de dor crônica não controlada e quedas recorrentes, principalmente à noite ao
se levantar para ir ao banheiro. Ela tem antecedentes
de hipertensão arterial sistêmica, osteoartrite de joelhos,
hipotireoidismo e acidente vascular cerebral isquêmico
há 3 anos. É independente para as atividades básicas
de vida diária e parcialmente dependente para as atividades instrumentais devido a limitação motora por dor
em joelhos. Faz uso de: enalapril 20 mg, 2 vezes ao dia;
hidroclorotiazida 25 mg/dia; AAS 100 mg/dia; atorvastatina 40 mg/dia; levotiroxina 88 mcg/dia; dipirona 1 g
6/6 horas; ciclobenzaprina 10 mg à noite; clonazepam
2 mg à noite. Na avaliação atual, a paciente estava em
bom estado geral, porém em cadeira de rodas devido a
dor em joelhos. A pressão arterial era de 140/90mmHg
em decúbito e 120/80 mmHg em ortostatismo. Exames
laboratoriais não revelaram alterações importantes.
Considerando o quadro clínico da paciente e os medicamentos em uso, a conduta mais apropriada é
Considerando o quadro clínico da paciente e os medicamentos em uso, a conduta mais apropriada é
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Paciente, 81 anos, sexo feminino, apresenta hipertensão
arterial, diabetes mellitus, hipotireoidismo e neoplasia
maligna de ovário com carcinomatose peritoneal. Faz
uso domiciliar de tramadol 100 mg 6/6 horas e dipirona 1 g 6/6 horas para controle de dor abdominal. Vem
em consulta ambulatorial, com piora da dor abdominal,
e queixando-se de náuseas, além de dificuldade de aderência com a posologia frequente. Exames laboratoriais
de controle evidenciaram piora da função renal.
Com base no caso clínico, a conduta inicial mais adequada para o manejo da dor dessa paciente, após a suspensão do tramadol, é
Com base no caso clínico, a conduta inicial mais adequada para o manejo da dor dessa paciente, após a suspensão do tramadol, é
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Paciente de 62 anos com histórico de diabetes tipo 2 e
doença renal crônica é admitido na unidade de terapia
intensiva com diagnóstico de sepse. O paciente apresenta
febre alta, taquicardia, e pressão arterial de 85/50 mmHg.
O exame físico revela sinais de choque séptico, com evidência de hipotensão persistente apesar da administração de fluidos. O cultivo de sangue revela Pseudomonas
aeruginosa, e o teste de sensibilidade mostra resistência a
vários antibióticos comuns.
O tratamento empírico inicial inclui a administração de uma combinação de antibióticos. A escolha de terapia antimicrobiana mais adequada para esse paciente, considerando a gravidade da sepse e a resistência antimicrobiana, é:
O tratamento empírico inicial inclui a administração de uma combinação de antibióticos. A escolha de terapia antimicrobiana mais adequada para esse paciente, considerando a gravidade da sepse e a resistência antimicrobiana, é:
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Paciente masculino de 45 anos é admitido na emergência
com queixas de dor muscular intensa, fraqueza generalizada e urina de cor “chá”, após um episódio de exercício
físico intenso. O paciente possui histórico de diabetes tipo
2 e foi recentemente tratado com antibióticos para uma
infecção respiratória aguda causada por Haemophilus
influenzae.
Ao exame físico, o paciente está hipotenso e apresenta sinais de insuficiência renal aguda. Exames laboratoriais mostram elevação significativa da creatina quinase (CK), níveis elevados de mioglobina na urina e aumento progressivo da creatinina sérica. A função renal está deteriorando-se rapidamente.
Dada a combinação de rabdomiólise, insuficiência renal aguda e a recente infecção respiratória, qual é a abordagem terapêutica inicial mais apropriada para minimizar o risco de complicações renais graves?
Ao exame físico, o paciente está hipotenso e apresenta sinais de insuficiência renal aguda. Exames laboratoriais mostram elevação significativa da creatina quinase (CK), níveis elevados de mioglobina na urina e aumento progressivo da creatinina sérica. A função renal está deteriorando-se rapidamente.
Dada a combinação de rabdomiólise, insuficiência renal aguda e a recente infecção respiratória, qual é a abordagem terapêutica inicial mais apropriada para minimizar o risco de complicações renais graves?
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Homem de 60 anos, com histórico de obesidade grau II
(IMC 37 kg/m2
), apneia obstrutiva do sono e diabetes
mellitus tipo 2, é admitido para uma cirurgia eletiva de ressecção de um tumor colônico. Durante a avaliação pré-
-operatória, foram identificados sinais de via aérea difícil,
incluindo pescoço curto, limitação da mobilidade cervical
e um escore de Mallampati classe IV. Durante a indução
anestésica, com propofol, rocurônio e fentanil, a tentativa
inicial de intubação com laringoscopia direta revelou uma
visão de Cormack-Lehane grau 4 (nenhuma estrutura
laríngea visível). A ventilação com máscara facial foi extremamente difícil, e duas tentativas de intubação falharam,
seguidas de uma tentativa frustrada com videolaringoscópio. A saturação de oxigênio caiu para 85%, e o anestesista interrompeu as tentativas de intubação. A ventilação
com máscara continua difícil, e o paciente não responde à
manobra de elevação mandibular.
Considerando o manejo de via aérea difícil e a falha nas tentativas de intubação, qual deve ser a próxima intervenção mais apropriada?
Considerando o manejo de via aérea difícil e a falha nas tentativas de intubação, qual deve ser a próxima intervenção mais apropriada?
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