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As Doenças Tropicais Negligenciadas (DTNs) ameaçam mais de 1,7 bilhão de pessoas que vivem nas comunidades
mais pobres e marginalizadas do mundo. Essas enfermidades apresentam indicadores inaceitáveis e investimentos reduzidos nas áreas de pesquisa, produção de medicamentos e em seu controle. O controle da esquistossomose, DTN,
depende fortemente do fármaco praziquantel (PZQ), que é usado como quimioterapia preventiva como parte das estratégias nacionais de controle de helmintos. O PZQ é comercializado sob a forma de uma mistura racêmica 1:1 de dois
enantiômeros (ver figura abaixo). Apenas o enantiômero (R) (também conhecido como Levo-PZQ, L-PZQ ou (-)-PZQ)
do PZQ possui ação farmacológica efetiva, enquanto o enantiômero (S) (também conhecido como Dextro-PZQ, D-PZQ
ou (+)-PZQ) não tem ação antiesquistossômica, mas contribui para alguns dos efeitos colaterais conhecidos do PZQ,
como dores abdominais e diarreia, além de conferir um sabor amargo indesejável, o que dificulta a sua administração
a crianças.

Fórmula estrutural dos dois enantiômeros do praziquantel. Fonte: Zdesenko G; Mutapi F. PLoS Negl. Trop. Dis. 2020;14(9):e0008649.
Com base na estrutura dos dois enantiômeros do praziquantel, é INCORRETO afirmar que:

Fórmula estrutural dos dois enantiômeros do praziquantel. Fonte: Zdesenko G; Mutapi F. PLoS Negl. Trop. Dis. 2020;14(9):e0008649.
Com base na estrutura dos dois enantiômeros do praziquantel, é INCORRETO afirmar que:
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Entre as fontes de ionização disponíveis em instrumentos de espectrometria de massas triplo quadrupolo, a
ionização química à pressão atmosférica (APCI, do inglês
atmospheric pressure chemical ionization) consiste em:
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O objetivo de um método bioanalítico quantitativo é
fornecer uma determinação exata, precisa e confiável da
quantidade de um analito alvo, geralmente um fármaco, um
metabólito ou um biomarcador em amostras biológicas complexas, tais como fluidos ou tecidos. A seletividade de um
sistema de detecção triplo quadrupolo no modo de aquisição
de monitoramento de reações múltiplas (MRM) é elevada
e, em muitos casos, a separação de diferentes analitos
por cromatografia a líquido não precisa ser efetuada com
o mesmo rigor exigido por outros sistemas de detecção.
A separação cromatográfica é realmente necessária na
espectrometria de massas sequencial com analisador do
tipo triplo quadrupolo no modo de aquisição MRM:
I – para aumentar a sensibilidade, exatidão e precisão do método analítico quantitativo, como resultado da separação eficiente dos analitos alvo de impurezas e outros componentes da matriz complexa, que mesmo não sendo detectados no modo MRM podem competir pela ionização e alterar o sinal obtido.
II – a fim de possibilitar a análise de isóbaros, substâncias quirais e substâncias que podem interferir pela contribuição de isótopos M+1 ou M+2, onde M é a massa monoisotópica.
III – sempre que for preciso analisar mais de uma substância simultaneamente.
Dos itens acima, somente:
I – para aumentar a sensibilidade, exatidão e precisão do método analítico quantitativo, como resultado da separação eficiente dos analitos alvo de impurezas e outros componentes da matriz complexa, que mesmo não sendo detectados no modo MRM podem competir pela ionização e alterar o sinal obtido.
II – a fim de possibilitar a análise de isóbaros, substâncias quirais e substâncias que podem interferir pela contribuição de isótopos M+1 ou M+2, onde M é a massa monoisotópica.
III – sempre que for preciso analisar mais de uma substância simultaneamente.
Dos itens acima, somente:
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No Brasil, o Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) é responsável, entre outras ações, por estabelecer
as diretrizes para o controle da doença, que tem tratamento padronizado, exclusivamente oferecido pelo Sistema Único
de Saúde. A apresentação farmacológica dos medicamentos atualmente em uso para o esquema básico de tratamento
em adultos e adolescentes na fase intensiva é de comprimidos em doses fixas combinadas com a apresentação tipo 4
em 1 (rifampicina-RIF, isoniazida-INH, pirazinamida-PZA e etambutol-EMB). Para INH, o principal metabólito ativo é o
acetil-INH (AC-INH). Como a terapia combinada com múltiplos fármacos é necessária, um método analítico para monitorar simultaneamente as substâncias em plasma humano também é fundamental, porém alguns métodos publicados,
baseados na cromatografia a líquido acoplada à espectrometria de massas sequencial apresentam desvantagens, tais
como longo tempo de separação cromatográfica, baixa retenção da INH e separação parcial de AC-INH e INH em colunas
de fase reversa. Xing et al (2021) desenvolveram um método de cromatografia a líquido de ultra eficiência acoplada à
espectrometria de massas triplo quadrupolo para quantificar simultaneamente RIF, INH, PZA, EMB e o metabólito ACINH em plasma humano. Após precipitação do plasma com acetonitrila e centrifugação, uma alíquota do sobrenadante
foi submetida a uma reação de derivatização com cinamaldeído (CA) e diluída com um diluente contendo 20 % de acetonitrila, 0,1 % de ácido fórmico e 2 % de ácido heptafluorobutírico (HFBA). Observe a figura abaixo:

Cromatogramas de INH, AC-INH, CA-INH, e EMB com ou sem adição de CA e HFBA. (A) sem CA e sem HFBA; (B) sem CA e com HFBA; (C) com CA e sem HFBA; (D) com CA e com HFBA. INH = isoniazida; AC-INH = acetil isoniazida; CA-INH = produto de derivatização da isoniazida com cinamaldeído; EMB = etambutol; CA = cinamaldeído; HFBA = ácido heptafluorobutírico. Os picos de cada analito estão destacados por asteriscos (*). Separação cromatográfica realizada em coluna Acquity UPLC HSS T3 1,8 μm (2,1 x 100 mm, Waters). Fonte: Xing et al. Heliyon 2021;7:e07532.
Com base na figura apresentada, pode-se afirmar que:
I – o produto de derivatização CA-INH formado pela reação entre a isoniazida (INH) e o cinamaldeído (CA) possui maior hidrofobicidade que a INH e apresenta maior intensidade de sinal.
II – a adição do reagente de pareamento iônico HFBA à solução diluída da amostra aumentou significativamente a retenção do etambutol (EMB).
III – o analito etambutol (EMB) é menos polar que o produto de derivatização CA-INH.
Dos itens acima, somente:

Cromatogramas de INH, AC-INH, CA-INH, e EMB com ou sem adição de CA e HFBA. (A) sem CA e sem HFBA; (B) sem CA e com HFBA; (C) com CA e sem HFBA; (D) com CA e com HFBA. INH = isoniazida; AC-INH = acetil isoniazida; CA-INH = produto de derivatização da isoniazida com cinamaldeído; EMB = etambutol; CA = cinamaldeído; HFBA = ácido heptafluorobutírico. Os picos de cada analito estão destacados por asteriscos (*). Separação cromatográfica realizada em coluna Acquity UPLC HSS T3 1,8 μm (2,1 x 100 mm, Waters). Fonte: Xing et al. Heliyon 2021;7:e07532.
Com base na figura apresentada, pode-se afirmar que:
I – o produto de derivatização CA-INH formado pela reação entre a isoniazida (INH) e o cinamaldeído (CA) possui maior hidrofobicidade que a INH e apresenta maior intensidade de sinal.
II – a adição do reagente de pareamento iônico HFBA à solução diluída da amostra aumentou significativamente a retenção do etambutol (EMB).
III – o analito etambutol (EMB) é menos polar que o produto de derivatização CA-INH.
Dos itens acima, somente:
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A cromatografia por interações hidrofílicas (HILIC, do
inglês hydrophilic interaction chromatography) é uma modalidade de separação muito utilizada em bioanálises, na
qual é empregada uma fase estacionária mais polar do que
na cromatografia a líquido de ultra eficiência no modo fase
reversa, e uma fase móvel com pouca concentração de
água ou tampão, sendo normalmente > 70% em solvente
orgânico, tipicamente acetonitrila. A utilização do modo
de separação HILIC propicia algumas vantagens quando
comparada a outros modos de separação como a fase normal ou fase reversa, entre as quais estão as relacionadas
abaixo, EXCETO:
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Os benefícios da utilização da Cromatografia a Líquido
de Ultra Eficiência (CLUE) em relação à Cromatografia a
Líquido de Alta Eficiência (CLAE) no acoplamento à espectrometria de massas sequencial incluem os benefícios
abaixo relacionados, EXCETO:
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Os métodos analíticos mais frequentemente usados
em estudos de farmacocinética de moléculas candidatas
a fármacos baseiam-se na Cromatografia a Líquido de
Ultra Eficiência (CLUE) com detecção por espectrometria
de massas sequencial. A CLUE é uma técnica analítica:
I – de separação e quantificação de moléculas de alta volatilidade.
II – que utiliza fases estacionárias com partículas iguais ou menores que 2 µm e altas velocidades lineares de fase móvel, aumentando a resolução cromatográfica e a detectabilidade e diminuindo o tempo das análises.
III – de separação e identifcação inequívoca de moléculas, fornecendo um alto poder de resolução cromatográfica devido à composição da fase móvel.
Dos itens acima:
I – de separação e quantificação de moléculas de alta volatilidade.
II – que utiliza fases estacionárias com partículas iguais ou menores que 2 µm e altas velocidades lineares de fase móvel, aumentando a resolução cromatográfica e a detectabilidade e diminuindo o tempo das análises.
III – de separação e identifcação inequívoca de moléculas, fornecendo um alto poder de resolução cromatográfica devido à composição da fase móvel.
Dos itens acima:
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O composto BH é um agente antiarrítmico da linha sintética de tetrahidroisoquinolina. Sobre a tabela abaixo, que
apresenta os parâmetros farmacocinéticos desse composto em ratos após administração oral e intravenosa (n = 6, média
± DP), é correto afirmar que:

* AUC0–t (AUC0–inf), área sob as concentrações do analito versus curva de tempo do tempo 0 ao t h (inf); Tmáx, tempo de concentração máxima; T1/2, meia-vida de eliminação; Cmáx, concentração máxima; CL, clearence; Vd, volume aparente de distribuição; F (%), biodisponibilidade absoluta.

* AUC0–t (AUC0–inf), área sob as concentrações do analito versus curva de tempo do tempo 0 ao t h (inf); Tmáx, tempo de concentração máxima; T1/2, meia-vida de eliminação; Cmáx, concentração máxima; CL, clearence; Vd, volume aparente de distribuição; F (%), biodisponibilidade absoluta.
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As técnicas convencionais mais utilizadas no preparo
de amostras biológicas para análise por cromatografia a
líquido acoplada à espectrometria de massas possuem
vantagens e desvantagens. Estabeleça a correspondência
mais adequada entre as colunas I e II.
Coluna I – técnica
1. diluição simples
2. precipitação de proteínas
3. extração líquido-líquido
4. extração por fase sólida (SPE, do inglês solid phase extraction)
Coluna II – desvantagens
( ) menos seletiva que SPE, não remove fosfolipídeos endógenos; pode formar emulsões; difícil de automatizar; trabalhosa; não é ideal para substâncias altamente polares e metabólitos; evaporação do solvente necessária; gera grandes volumes de solventes orgânicos.
( ) seletividade mínima, não remove a maioria dos interferentes da matriz; não há extração ou pré-concentração da amostra; evaporação do solvente pode ser necessária.
( ) pode exigir o desenvolvimento do método para otimizar o protocolo; considerada a mais difícil e cara entre as quatro técnicas.
( ) sem purificação e concentração da amostra; não-seletiva, interferentes podem causar supressão iônica ou formatos ruins de picos; propicia contaminação da coluna analítica e do instrumento.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Coluna I – técnica
1. diluição simples
2. precipitação de proteínas
3. extração líquido-líquido
4. extração por fase sólida (SPE, do inglês solid phase extraction)
Coluna II – desvantagens
( ) menos seletiva que SPE, não remove fosfolipídeos endógenos; pode formar emulsões; difícil de automatizar; trabalhosa; não é ideal para substâncias altamente polares e metabólitos; evaporação do solvente necessária; gera grandes volumes de solventes orgânicos.
( ) seletividade mínima, não remove a maioria dos interferentes da matriz; não há extração ou pré-concentração da amostra; evaporação do solvente pode ser necessária.
( ) pode exigir o desenvolvimento do método para otimizar o protocolo; considerada a mais difícil e cara entre as quatro técnicas.
( ) sem purificação e concentração da amostra; não-seletiva, interferentes podem causar supressão iônica ou formatos ruins de picos; propicia contaminação da coluna analítica e do instrumento.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Em relação à eficiência de ionização de uma substância
no modo de ionização eletrospray (ESI) na espectrometria
de massas de alta resolução (HRMS, do inglês High Resolution Mass Spectrometry), avalie se são verdadeiras (V) ou
falsas (F) as afirmativas a seguir:
I – um maior conteúdo de solvente orgânico no eluente aumenta a eficiência de ionização da maioria das substâncias.
II – o pH do eluente não influencia na eficiência de ionização de nenhuma substância.
III – diferentes soluções-tampão, com o mesmo pH, resultam em eficiências de ionização iguais.
As afirmativas I, II e III são, respectivamente:
I – um maior conteúdo de solvente orgânico no eluente aumenta a eficiência de ionização da maioria das substâncias.
II – o pH do eluente não influencia na eficiência de ionização de nenhuma substância.
III – diferentes soluções-tampão, com o mesmo pH, resultam em eficiências de ionização iguais.
As afirmativas I, II e III são, respectivamente:
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