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I. ( ) Responsabilidade: definir rigorosamente os critérios prescricionais (dose, tempo e via mais apropriados).
II. ( ) Realocação: considere a utilização de alternativas não antimicrobianas sempre que possível. Nem toda infecção deve ser tratada com antibióticos. Sugere-se o tratamento adjunto com terapia prebiótica, probiótica, enzimática, terapias imunoestimulantes, entre outras, para as quais esteja comprovada a sua segurança e eficácia.
III. ( ) Refinamento: fazer valer o ato médico veterinário no momento de decidir sobre o uso de um antimicrobiano.
IV. ( ) Redução: concentrar esforços no controle dos focos infecciosos e nos programas de prevenção, com medidas de biosseguridade, que podem minimizar o risco de introdução, desenvolvimento e disseminação infecções bacterianas e uso de antimicrobianos.
V. ( ) Revisão: avaliar o programa de gestão antimicrobiana periodicamente, avaliando a quantidade e qualidade de prescrições; buscar avaliações externas para ampliar a base da tomada de decisão, determinação de fatores de risco para doenças infecciosas para identificar intervenções de gerenciamento de risco e definição de novos objetivos para o próximo ciclo de melhoria.
As afirmativas I, II, III, IV e V são, respectivamente:
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Coluna I
1. Indução 2. Seleção 3. Introdução 4. Disseminação
Coluna II
( ) ocorre quando uma cepa bacteriana resistente é transmitida e se espalha em uma dada população.
( ) quando cepas bacterianas antes susceptíveis a um antimicrobiano se tornam resistentes a ele; este mecanismo normalmente ocorre após o uso de determinada classe de antimicrobiano, por mutação genética.
( ) ocorre pelo crescimento de reservatórios de bactérias multirresistentes em determinada comunidade que antes não apresentavam aquele perfil de resistência bacteriana.
( ) quando bactérias resistentes e susceptíveis a um determinado antimicrobiano coexistem em um determinado sítio; a ação do antimicrobiano causa a morte das bactérias susceptíveis não-patogênicas, ocorrendo o crescimento das cepas resistentes patogênicas.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Estabeleça a correta correspondência com os elementos da Coluna II.
1. Nível de Biossegurança (NB-1)
2. Níveis de Biossegurança 2 (NB-2)
3. Nível de Biossegurança 3 (NB-3)
4. Nível de Biossegurança 4 (NB-4)
( ) a equipe laboratorial deve possuir treinamento específico no manejo de agentes patogênicos; todos os procedimentos que envolverem a manipulação de agentes biológicos devem ser conduzidos dentro de cabines de segurança biológica.
( ) o acesso ao laboratório deve ser limitado durante os procedimentos operacionais; precauções extremas serão tomadas em relação a objetos cortantes infectados; procedimentos com possibilidade de formação de aerossóis devem ser conduzidos em cabines de segurança biológica ou em outros equipamentos de contenção física.
( ) para entrar no laboratório, a roupa comum deverá ser trocada por roupa protetora completa e descartável; a equipe do laboratório deverá ter um treinamento específico e completo direcionado para a manipulação dos agentes infecciosos em questão, e ser capaz de entender as funções da contenção primária e secundária, das práticas padrão específicas, e das características do planejamento do laboratório.
( ) o laboratório não está separado das demais dependências do edifício, sendo o trabalho conduzido com adoção das boas práticas laboratoriais (BPL).
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I. Classe de risco 1 inclui os agentes biológicos conhecidos por não causarem doenças no ser humano ou nos animais adultos sadios, como exemplos Lactobacillus spp. e Bacillus subtilis.
II. Classe de risco 2 inclui os agentes biológicos que provocam infecções no ser humano ou nos animais, cujo potencial de propagação é limitado, e para os quais existem medidas profiláticas e terapêuticas conhecidas eficazes, como exemplos Schistosoma mansoni e Coxiella burnetii.
III. Classe de risco 3 inclui os agentes biológicos que possuem capacidade de transmissão, em especial por via respiratória, e que causam doenças potencialmente letais em humanos ou animais, e para as quais existem, usualmente, medidas profiláticas e terapêuticas. Os agentes biológicos representam risco se disseminados na comunidade e no meio ambiente, podendo se propagar de pessoa a pessoa, como exemplos Sporothrix brasiliensis e Bartonella henselae.
IV. Classe de risco 4 inclui os agentes biológicos com grande poder de transmissibilidade, em especial por via respiratória, ou de transmissão desconhecida. Até o momento, não há nenhuma medida profilática ou terapêutica eficaz. Eles causam doenças de alta gravidade em humanos e animais, tendo grande capacidade de disseminação na comunidade e no meio ambiente, como exemplos o vírus ebola e vírus da varíola.
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I. a contenção primária, que se refere à proteção do ambiente contra a exposição aos agentes de risco, pela adequação das instalações e da infraestrutura do local de trabalho, uso adequado de equipamentos de segurança, adoção de técnicas e práticas de trabalho em conformidade com a classe de risco do agente manipulado, e à proteção individual;
II. a contenção física que envolve a estrutura física, equipamentos de proteção (individuais e coletivos) e procedimentos para prevenir o contato e disseminação de agentes de risco;
III. a contenção biológica que inclui a imunização e a seleção de agentes biológicos e hospedeiros que minimizem o risco em caso de exposição aos mesmos.
Das afirmativas acima:
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I. exercer o poder de polícia ambiental.
II. executar ações das políticas nacionais de meio ambiente, referentes às atribuições federais, relativas ao licenciamento ambiental, ao controle da qualidade ambiental, à autorização de uso dos recursos naturais e à fiscalização, monitoramento e controle ambiental, observadas as diretrizes emanadas do Ministério do Meio Ambiente.
III. executar as ações supletivas de competência da União, de conformidade com a legislação ambiental vigente.
Das afirmativas acima:
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