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Sobre o caso clínico a seguir, responda às questões 34, 35 e 36. Secundigesta, G2P1A0, de 27sem, fazendo pré-natal em convênio sem intercorrências até dois meses atrás quando iniciou edema de mãos e face. Nessa época, marcou consulta de rotina onde foi aferido PA de 130/90mmHg e medicada com metildopa 750mg/dia. Voltou uma semana depois com PA 140/100mmHg, referindo náuseas e vômitos.
Qual o diagnóstico?
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Com base no partograma abaixo, responda às questões 32 e 33.

Qual a sua conduta diante do diagnóstico?
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Com base no partograma abaixo, responda às questões 32 e 33.

Qual a hipótese diagnóstica?
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Sobre as doenças tromboembólicas na gestação, podemos afirmar que:
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Com relação à diabetes mellitus e gravidez, é INCORRETO afirmar que:
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O hipotireoidismo mal controlado na gravidez está associado a todos os itens a seguir, EXCETO:
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M.S.C.S, 33 anos, G3P1A1, na 33ª semana de gestação, vem à urgência com queixa de 2º episódio de sangramento transvaginal. Desta vez, informa que o sangramento veio intenso há aproximadamente 3 horas. Nega perda de líquido e dor abdominal. Movimentos fetais presentes. Ao exame especular, colo fechado, não se observa sangramento. A ultrassonografia da urgência evidencia biometria fetal compatível com 33 semanas, PBF normal, placenta prévia total. Informa que no seu primeiro episódio de sangramento, há 4 semanas, recebeu corticoterapia com betametasona 24mg. Sua conduta é:
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Gestante, 28ª semana, dois partos normais anteriores a termo, refere perda de líquido claro, por via vaginal há 1 semana. Ao exame: afebril, exame abdominal revela dor uterina, apresentação de vértice, frequência cardíaca fetal 170 bpm, colo pérvio para 4 cm. O próximo passo no manejo é:
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Primigesta de 32 semanas comparece à urgência referindo diminuição dos movimentos fetais. Ao exame obstétrico, nota-se altura do fundo uterino de 31 cm, BCF 156, tônus uterino normal. Cartão do pré-natal evidencia baixo risco, exames de rotina sem alterações. Você resolve fazer uma cardiotocografia. Que parâmetro o tranquiliza?
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Leia o caso abaixo, para em seguida responder às questões 24 e 25.
G.A.Z, 29 anos, G2P1A0, vem para maternidade com 40 semanas de gestação para indução do trabalho de parto. O exame cervical mostra um colo com 2 cm de dilatação, anterior, firme, 50% apagado e na altura de -1 de DeLee. Ela recebe medicação para maturação cervical e é colocada em monitorização fetal com cardiotocografia.
Após algumas horas de indução do parto, o traçado da monitorização fetal é:

A explicação mais provável para o fato é:
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