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Freire (2008), ao discutir a relação ensinar-aprender, afirma que ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção.
Para Freire, a relação ensinar-aprender efetiva-se, EXCETO,
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A dimensão crítico-social dos conteúdos é uma metodologia de estudo e interpretação dos objetos de conhecimento, explicitados nas matérias de ensino, como produtos da atividade humana e a serviço da prática social. Nas matérias de estudo, estudam-se as leis objetivas dos fatos, os fenômenos da natureza e da sociedade, investigando-se as suas relações internas e a sua essência constitutiva por trás das aparências (LIBÂNEO, 2013).
Avalie as afirmações sobre o ensino dos conteúdos escolares, segundo a dimensão crítico-social na prática pedagógica.
I. Usa de material concreto mostrado, demonstrado, manipulado, sendo a chave do ensino atualizado para gravar na mente o que é captado pelos sentidos.
II. Objetiva a apropriação de conhecimentos e habilidades mediante o domínio ativo e prático de modos de atuação crítica e criativa na vida, na profissão, no exercício da cidadania.
III. Predomina o método pela lógica e sequência da matéria apresentada ao aluno, para facilitar a condução didática dos conteúdos.
IV. Emprega os métodos didáticos e os próprios da ciência: observação da realidade, identificação das propriedades e relações de eventos com outros, comparação de diferentes situações.
Está correto APENAS o que se afirma em:
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Em várias circunstâncias do nosso meio escolar, algumas falas cotidianas são dirigidas aos estudantes, na sala de aula, para alertá-los quanto aos seus estudos. Entre essas, a da prática comum de dizer-lhes que não estão atentos e brincando, por isso, devem esperar pelo pior, o que lhes acontecerá no dia da prova (LUCKESI, 2018).
Sob essa perspectiva, é INCORRETO afirmar que essa prática tem sido corroborada por meio
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Segundo Vasconcellos (2002), na perspectiva do planejamento participativo, o processo de elaboração do Projeto Político-Pedagógico (PPP) deve ser feito sob o rigor teórico-metodológico, tendo em conta etapas que norteiam a sua construção.
Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir, quanto às etapas do processo de construção do PPP, conforme proposto por Vasconcellos (2002).
A elaboração do Projeto Político-Pedagógico é uma oportunidade da comunidade definir, em conjunto, a escola que deseja construir, o que é caracterizado na etapa denominada ________________. O registro da avaliação da distância em que se encontra a escola e o horizonte almejado ocorre na etapa ________________. Para definir os passos a serem dados, diminuindo-se essa distância, registra-se na etapa ________________. O grande potencial do planejamento participativo está em oferecer os instrumentos de passagem do desejado à realidade. Isto é registrado nas etapas ________________ e ________________.
A sequência que preenche, CORRETAMENTE, as lacunas do texto é:
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Os artigos 26 e 26-A da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nº 9394/96 regulamentam a organização dos currículos das escolas de Educação Básica brasileira (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio), sendo uma Base Nacional Comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada.
Avalie as afirmações sobre a organização desses currículos, considerando o que regulamentam esses artigos.
I. A parte diversificada que integrará esses currículos será exigida conforme as características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos.
II. A exibição de filmes de produção nacional constituirá componente curricular da Base Nacional Comum, sendo a sua exibição obrigatória por, no mínimo, 6 (seis) horas mensais.
III. O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e americana.
IV. O estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira na formação da sociedade nacional resgatarão as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
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As Diretrizes Curriculares Nacionais reforçam que uma Educação Básica de qualidade é um direito assegurado pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. O acesso e a permanência na escola são fatores para a conquista dessa qualidade (BRASIL, DCNEB, 2013).
Indique se é Verdadeiro (V) ou Falso (F) o que se afirma sobre os requisitos listados para o investimento no acesso e na permanência na escola.
( ) Conhecimento dos interesses sociais da comunidade escolar para interação efetivada entre princípios e finalidades educacionais, objetivos, conhecimentos e concepções curriculares.
( ) Socialização da cultura inserida no padrão de qualidade da educação escolar, em vista dos sujeitos das aprendizagens, da redução da evasão e da repetência e correção da distorção idade, ano e série.
( ) Realização da proposta pedagógica da escola mediante mais envolvimento dos sujeitos da comunidade educativa e menos utilização de laboratórios, salas-ambiente, biblioteca e videoteca no ensino.
( ) Entendimento do conceito de qualidade, inserido no conceito de escola de qualidade social, o que pressupõe priorizar ações no estabelecimento de ensino para a carreira profissional do professor.
( ) Atendimento a quesitos da qualidade na escola, como o da revisão das referências conceituais quanto aos diferentes espaços e tempos educativos, abrangendo espaços sociais na escola e fora dela.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplemento Nominal
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração Coordenada
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Para responder às questões 9 e 10, considere a letra de canção abaixo.
Lama nas ruas
Deixa desaguar tempestade,
inundar a cidade,
porque arde um sol dentro de nós.
Queixas, sabes bem que não temos.
E seremos serenos.
Sentiremos prazer no tom da nossa voz.
Veja o olhar de quem ama.
Não reflete um drama, não.
É a expressão mais sincera, sim.
Vim pra provar que o amor, quando é puro,
desperta e alerta o mortal.
Aí é que o bem vence o mal.
Deixa a chuva cair, que o bom tempo há de vir.
Quando o amor decidir mudar o visual,
trazendo a paz no sol,
que importa se o tempo lá fora vai mal?
Que importa?
Se há tanta lama nas ruas
e o céu é deserto e sem brilho de luar,
se o clarão da luz
do teu olhar vem me guiar,
conduz meus passos
por onde quer que eu vá.
(GUINETO, Almir; PAGODINHO, Zeca. Lama nas ruas. In: Site Letras. Disponível em: https://www.letras.mus.br/zeca-pagodinho/78416/. Acesso em: 13 jul.2020. Adaptado.)
Considere as sentenças acerca do trecho “Vim pra provar que o amor, quando é puro, / desperta e alerta o mortal”:
I. Trata-se de um período composto por subordinação e coordenação.
II. O termo “o amor, quando é puro” é uma oração subordinada adverbial temporal.
III. A expressão “pra provar que” exige complemento nominal.
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Para responder às questões 9 e 10, considere a letra de canção abaixo.
Lama nas ruas
Deixa desaguar tempestade,
inundar a cidade,
porque arde um sol dentro de nós.
Queixas, sabes bem que não temos.
E seremos serenos.
Sentiremos prazer no tom da nossa voz.
Veja o olhar de quem ama.
Não reflete um drama, não.
É a expressão mais sincera, sim.
Vim pra provar que o amor, quando é puro,
desperta e alerta o mortal.
Aí é que o bem vence o mal.
Deixa a chuva cair, que o bom tempo há de vir.
Quando o amor decidir mudar o visual,
trazendo a paz no sol,
que importa se o tempo lá fora vai mal?
Que importa?
Se há tanta lama nas ruas
e o céu é deserto e sem brilho de luar,
se o clarão da luz
do teu olhar vem me guiar,
conduz meus passos
por onde quer que eu vá.
(GUINETO, Almir; PAGODINHO, Zeca. Lama nas ruas. In: Site Letras. Disponível em: https://www.letras.mus.br/zeca-pagodinho/78416/. Acesso em: 13 jul.2020. Adaptado.)
Em comparação à tradição lírica cultivada pelas escolas literárias, o texto apresenta:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG
Considere o fragmento literário a seguir, ao responder às questões 7 e 8.
Campo geral
Em todo dia, também, arrastavam os bichos matados, por caça. O coelhinho tinha toca na borda da mata, saía só no escurecer, queria comer, queria brincar, sessepe, serelé, coelhinho da silva, remexendo com a boquinha de muitos jeitos, esticava pinotes e sentava a bundinha no chão, cismado, as orelhas dele estremeciam constantemente. Devia de ter o companheiro, marido ou mulher, ou irmão, que agora esperava lá na beira do mato, onde eles moravam, sozim. [...] Mais que matavam eram os tatus, tanto tatu lá, por tudo. Tatu de morada era o que assistia num buraco exato, a gente podia abrir com ferramenta, então-se via: o caminho comprido debaixo do chão, todo formando voltas de ziguezague. Aí tinha outros buracos, deixados, não eram mais moradia de tatu, ou eram só de acaso, ou prontos de lado, para eles temperarem de escapulir. Tão gordotes, tão espertos ― e estavam assim só para morrer, o povo ia acabar com todos? O tatu correndo sopressado dos cachorros, fazia aquele barulhinho com o casculho dele, as chapas arrepiadas, pobrezinho ― quase um assovio. Ecô! ― os cachorros mascaravam de um demônio. Tatu corria com o rabozinho levantado ― abre que abria, cavouca o buraco e empruma suas escamas de uma só vez, entrando lá, tão depressa, tão depressa ― e Miguilim ansiava para ver quando o tatu conseguia fugir a salvo.
(ROSA, João Guimarães. Campo geral. In: . Manuelzão e Miguilim (Corpo de baile). 11. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001, p. 40-41. Adaptado.)
No texto, são traços da linguagem literária de Guimarães Rosa:
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Considere o fragmento literário a seguir, ao responder às questões 7 e 8.
Campo geral
Em todo dia, também, arrastavam os bichos matados, por caça. O coelhinho tinha toca na borda da mata, saía só no escurecer, queria comer, queria brincar, sessepe, serelé, coelhinho da silva, remexendo com a boquinha de muitos jeitos, esticava pinotes e sentava a bundinha no chão, cismado, as orelhas dele estremeciam constantemente. Devia de ter o companheiro, marido ou mulher, ou irmão, que agora esperava lá na beira do mato, onde eles moravam, sozim. [...] Mais que matavam eram os tatus, tanto tatu lá, por tudo. Tatu de morada era o que assistia num buraco exato, a gente podia abrir com ferramenta, então-se via: o caminho comprido debaixo do chão, todo formando voltas de ziguezague. Aí tinha outros buracos, deixados, não eram mais moradia de tatu, ou eram só de acaso, ou prontos de lado, para eles temperarem de escapulir. Tão gordotes, tão espertos ― e estavam assim só para morrer, o povo ia acabar com todos? O tatu correndo sopressado dos cachorros, fazia aquele barulhinho com o casculho dele, as chapas arrepiadas, pobrezinho ― quase um assovio. Ecô! ― os cachorros mascaravam de um demônio. Tatu corria com o rabozinho levantado ― abre que abria, cavouca o buraco e empruma suas escamas de uma só vez, entrando lá, tão depressa, tão depressa ― e Miguilim ansiava para ver quando o tatu conseguia fugir a salvo.
(ROSA, João Guimarães. Campo geral. In: . Manuelzão e Miguilim (Corpo de baile). 11. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001, p. 40-41. Adaptado.)
Na novela “Campo geral”, de Guimarães Rosa, os fatos são narrados a partir da consciência infantil do protagonista Miguilim. Nesse trecho da obra, o comentário sobre o costume sertanejo da caça de coelhos e tatus indica:
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