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Foram encontradas 40 questões.

3777640 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: HCPA
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A questão se refere ao texto abaixo.

Mariana desceu pouco depois das três horas, o porteiro estava encostado na grande porta de vidro, olhando as pessoas que passavam, os carros e os aviões, os navios e os cachorros que cheiravam floreiras e cantos de parede. Fingiu que apanhava qualquer coisa no chão e espiou sob a borda do degrau. Nada. Foi um pouco além, voltou e subiu novamente. Repetiu muitas vezes a manobra e lá estava a pedra vazia de sinal. Ficou a passear nervosa, Cássio podia aparecer de um momento para outro, a encontraria sem ser preciso gastar lápis-cera, sairiam os dois de mãos dadas, a tarde estava sem vento, os carros prosseguiam na sua faina interminável de ir e de vir, como se não tivessem um destino certo. Mais uma volta e nada do sinal combinado.

Cássio não viria mais, alguma coisa dentro de seu coração lhe dizia isso, olhava confrangida para os casais de namorados que andavam pela rua, abraçados, muito juntos, trocando beijos, indiferentes aos passantes, às velhas que estacavam e se escandalizavam diante da cena. 

Por fim decidiu subir, escreveria uma carta havia muito devida a uma colega que seguira por um ano para Nova York, pensou até em desabafar para ela, contar tudo, pedir conselhos, descrever Cássio da cabeça aos pés. 

Mas quando subiu encontrou a mãe sentada lendo um livro sob a lâmpada que fora colocada a um canto da sala especialmente para ela, os seus cabelos pareciam mais claros e dourados, os traços de antiga beleza. 

A mãe fechou o livro depois de marcar a página com uma tira de seda azul, presente de Mariana num dia distante: diga lá dentro o que você quer jantar, há salada pronta na geladeira, mande passar um filé, quem sabe um caldo quente, tenho a impressão de que a minha filha está emagrecendo, anda com a fisionomia abatida. Fez uma pausa, rodou a cadeira e perguntou: por que ele não telefona mais? Surpresa, Mariana exclamou: eu mesma não sei, simplesmente ele disse que não ia telefonar mais, a gente nunca consegue saber direito das pessoas e depois é o rapaz mais estranho que encontrei em toda a minha vida. 

Adaptado de: GUIMARÃES, J. É tarde para saber. Porto Alegre: L&PM, 2011.

Assinale a alternativa que apresenta somente substantivos retirados do texto.

 

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3777639 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: HCPA
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A questão se refere ao texto abaixo.

Mariana desceu pouco depois das três horas, o porteiro estava encostado na grande porta de vidro, olhando as pessoas que passavam, os carros e os aviões, os navios e os cachorros que cheiravam floreiras e cantos de parede. Fingiu que apanhava qualquer coisa no chão e espiou sob a borda do degrau. Nada. Foi um pouco além, voltou e subiu novamente. Repetiu muitas vezes a manobra e lá estava a pedra vazia de sinal. Ficou a passear nervosa, Cássio podia aparecer de um momento para outro, a encontraria sem ser preciso gastar lápis-cera, sairiam os dois de mãos dadas, a tarde estava sem vento, os carros prosseguiam na sua faina interminável de ir e de vir, como se não tivessem um destino certo. Mais uma volta e nada do sinal combinado.

Cássio não viria mais, alguma coisa dentro de seu coração lhe dizia isso, olhava confrangida para os casais de namorados que andavam pela rua, abraçados, muito juntos, trocando beijos, indiferentes aos passantes, às velhas que estacavam e se escandalizavam diante da cena. 

Por fim decidiu subir, escreveria uma carta havia muito devida a uma colega que seguira por um ano para Nova York, pensou até em desabafar para ela, contar tudo, pedir conselhos, descrever Cássio da cabeça aos pés. 

Mas quando subiu encontrou a mãe sentada lendo um livro sob a lâmpada que fora colocada a um canto da sala especialmente para ela, os seus cabelos pareciam mais claros e dourados, os traços de antiga beleza. 

A mãe fechou o livro depois de marcar a página com uma tira de seda azul, presente de Mariana num dia distante: diga lá dentro o que você quer jantar, há salada pronta na geladeira, mande passar um filé, quem sabe um caldo quente, tenho a impressão de que a minha filha está emagrecendo, anda com a fisionomia abatida. Fez uma pausa, rodou a cadeira e perguntou: por que ele não telefona mais? Surpresa, Mariana exclamou: eu mesma não sei, simplesmente ele disse que não ia telefonar mais, a gente nunca consegue saber direito das pessoas e depois é o rapaz mais estranho que encontrei em toda a minha vida. 

Adaptado de: GUIMARÃES, J. É tarde para saber. Porto Alegre: L&PM, 2011.

Assinale a alternativa que contém uma oração subordinada que desempenha a função sintática de objeto direto no texto.

 

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3777638 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: HCPA
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A questão se refere ao texto abaixo.

Mariana desceu pouco depois das três horas, o porteiro estava encostado na grande porta de vidro, olhando as pessoas que passavam, os carros e os aviões, os navios e os cachorros que cheiravam floreiras e cantos de parede. Fingiu que apanhava qualquer coisa no chão e espiou sob a borda do degrau. Nada. Foi um pouco além, voltou e subiu novamente. Repetiu muitas vezes a manobra e lá estava a pedra vazia de sinal. Ficou a passear nervosa, Cássio podia aparecer de um momento para outro, a encontraria sem ser preciso gastar lápis-cera, sairiam os dois de mãos dadas, a tarde estava sem vento, os carros prosseguiam na sua faina interminável de ir e de vir, como se não tivessem um destino certo. Mais uma volta e nada do sinal combinado.

Cássio não viria mais, alguma coisa dentro de seu coração lhe dizia isso, olhava confrangida para os casais de namorados que andavam pela rua, abraçados, muito juntos, trocando beijos, indiferentes aos passantes, às velhas que estacavam e se escandalizavam diante da cena. 

Por fim decidiu subir, escreveria uma carta havia muito devida a uma colega que seguira por um ano para Nova York, pensou até em desabafar para ela, contar tudo, pedir conselhos, descrever Cássio da cabeça aos pés. 

Mas quando subiu encontrou a mãe sentada lendo um livro sob a lâmpada que fora colocada a um canto da sala especialmente para ela, os seus cabelos pareciam mais claros e dourados, os traços de antiga beleza. 

A mãe fechou o livro depois de marcar a página com uma tira de seda azul, presente de Mariana num dia distante: diga lá dentro o que você quer jantar, há salada pronta na geladeira, mande passar um filé, quem sabe um caldo quente, tenho a impressão de que a minha filha está emagrecendo, anda com a fisionomia abatida. Fez uma pausa, rodou a cadeira e perguntou: por que ele não telefona mais? Surpresa, Mariana exclamou: eu mesma não sei, simplesmente ele disse que não ia telefonar mais, a gente nunca consegue saber direito das pessoas e depois é o rapaz mais estranho que encontrei em toda a minha vida. 

Adaptado de: GUIMARÃES, J. É tarde para saber. Porto Alegre: L&PM, 2011.

Assinale a alternativa que apresenta a versão gramaticalmente correta do trecho é o rapaz mais estranho que encontrei em toda a minha vida (em azul), se a forma verbal encontrei fosse substituída por gostei.

 

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3777637 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: HCPA
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A questão se refere ao texto abaixo.

Mariana desceu pouco depois das três horas, o porteiro estava encostado na grande porta de vidro, olhando as pessoas que passavam, os carros e os aviões, os navios e os cachorros que cheiravam floreiras e cantos de parede. Fingiu que apanhava qualquer coisa no chão e espiou sob a borda do degrau. Nada. Foi um pouco além, voltou e subiu novamente. Repetiu muitas vezes a manobra e lá estava a pedra vazia de sinal. Ficou a passear nervosa, Cássio podia aparecer de um momento para outro, a encontraria sem ser preciso gastar lápis-cera, sairiam os dois de mãos dadas, a tarde estava sem vento, os carros prosseguiam na sua faina interminável de ir e de vir, como se não tivessem um destino certo. Mais uma volta e nada do sinal combinado.

Cássio não viria mais, alguma coisa dentro de seu coração lhe dizia isso, olhava confrangida para os casais de namorados que andavam pela rua, abraçados, muito juntos, trocando beijos, indiferentes aos passantes, às velhas que estacavam e se escandalizavam diante da cena. 

Por fim decidiu subir, escreveria uma carta havia muito devida a uma colega que seguira por um ano para Nova York, pensou até em desabafar para ela, contar tudo, pedir conselhos, descrever Cássio da cabeça aos pés.

Mas quando subiu encontrou a mãe sentada lendo um livro sob a lâmpada que fora colocada a um canto da sala especialmente para ela, os seus cabelos pareciam mais claros e dourados, os traços de antiga beleza.

 A mãe fechou o livro depois de marcar a página com uma tira de seda azul, presente de Mariana num dia distante: diga lá dentro o que você quer jantar, há salada pronta na geladeira, mande passar um filé, quem sabe um caldo quente, tenho a impressão de que a minha filha está emagrecendo, anda com a fisionomia abatida. Fez uma pausa, rodou a cadeira e perguntou: por que ele não telefona mais? Surpresa, Mariana exclamou: eu mesma não sei, simplesmente ele disse que não ia telefonar mais, a gente nunca consegue saber direito das pessoas e depois é o rapaz mais estranho que encontrei em toda a minha vida. 

Adaptado de: GUIMARÃES, J. É tarde para saber. Porto Alegre: L&PM, 2011.

Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmações a seguir.

(   ) O sujeito da forma verbal foi (em verde) é o porteiro (em azul).
(   ) O objeto direto da forma verbal sairiam (em roxo) é os dois (em laranja).
(   ) O sujeito da forma verbal Fez (em roxo) é Mariana (em vermelho).

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

 

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3777636 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: HCPA
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A questão se refere ao texto abaixo.

Mariana desceu pouco depois das três horas, o porteiro estava encostado na grande porta de vidro, olhando as pessoas que passavam, os carros e os aviões, os navios e os cachorros que cheiravam floreiras e cantos de parede. Fingiu que apanhava qualquer coisa no chão e espiou sob a borda do degrau. Nada. Foi um pouco além, voltou e subiu novamente. Repetiu muitas vezes a manobra e lá estava a pedra vazia de sinal. Ficou a passear nervosa, Cássio podia aparecer de um momento para outro, a encontraria sem ser preciso gastar lápis-cera, sairiam os dois de mãos dadas, a tarde estava sem vento, os carros prosseguiam na sua faina interminável de ir e de vir, como se não tivessem um destino certo. Mais uma volta e nada do sinal combinado.

 

Cássio não viria mais, alguma coisa dentro de seu coração lhe dizia isso, olhava confrangida para os casais de namorados que andavam pela rua, abraçados, muito juntos, trocando beijos, indiferentes aos passantes, às velhas que estacavam e se escandalizavam diante da cena.

 

Por fim decidiu subir, escreveria uma carta havia muito devida a uma colega que seguira por um ano para Nova York, pensou até em desabafar para ela, contar tudo, pedir conselhos, descrever Cássio da cabeça aos pés.

 

Mas quando subiu encontrou a mãe sentada lendo um livro sob a lâmpada que fora colocada a um canto da sala especialmente para ela, os seus cabelos pareciam mais claros e dourados, os traços de antiga beleza.

 

A mãe fechou o livro depois de marcar a página com uma tira de seda azul, presente de Mariana num dia distante: diga lá dentro o que você quer jantar, há salada pronta na geladeira, mande passar um filé, quem sabe um caldo quente, tenho a impressão de que a minha filha está emagrecendo, anda com a fisionomia abatida. Fez uma pausa, rodou a cadeira e perguntou: por que ele não telefona mais? Surpresa, Mariana exclamou: eu mesma não sei, simplesmente ele disse que não ia telefonar mais, a gente nunca consegue saber direito das pessoas e depois é o rapaz mais estranho que encontrei em toda a minha vida.

 

Adaptado de: GUIMARÃES, J. É tarde para saber. Porto Alegre: L&PM, 2011.

 

Assinale a alternativa que apresenta palavras que contenham prefixos em sua formação morfológica.

 

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3777635 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: HCPA
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A questão se refere ao texto abaixo.

Marie Skłodowska-Curie, nascida Maria Salomea Skłodowska (1867-1934), foi uma física e química polonesa naturalizada francesa que conduziu pesquisas pioneiras sobre radioatividade. Ela foi a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel, sendo também a primeira pessoa e a única mulher a ganhá-lo duas vezes, além de ser a única pessoa a ser premiada em dois campos científicos diferentes. Ela teve papel fundamental no legado da família Curie, de cinco prêmios Nobel. Ela também foi a primeira mulher a se tornar professora na Universidade de Paris e, em 1995, se tornou a primeira mulher a ser sepultada por seus próprios méritos no Panteão de Paris.

Nascida em Varsóvia, no que era então o Reino da Polônia, parte do Império Russo, ela estudou na clandestina Universidade Volante de Varsóvia e iniciou seu treinamento científico prático na mesma cidade. Em 1891, aos 24 anos, seguiu sua irmã mais velha, Bronisława, para estudar em Paris, onde obteve seus diplomas superiores e conduziu seus trabalhos científicos subsequentes. Ela compartilhou o Prêmio Nobel de Física de 1903 com seu marido, Pierre Curie, e com o físico Henri Becquerel. Ela também ganhou o Prêmio Nobel de Química de 1911. 

Suas realizações incluem o desenvolvimento da teoria da “radioatividade” (um termo que ela cunhou), técnicas para isolar isótopos radioativos e a descoberta de dois elementos químicos, o polônio e o rádio. Sob sua direção, foram conduzidos os primeiros estudos para o tratamento de neoplasias usando isótopos radioativos. Ela fundou o Instituto Curie em Paris e sua contraparte em Varsóvia, que continuam sendo grandes centros de pesquisa médica. Durante a Primeira Guerra Mundial, ela desenvolveu unidades de radiografia móvel para fornecer serviços de raio-X ___ hospitais de campanha. 

Apesar de ter se tornado cidadã francesa, Marie Skłodowska-Curie, que usava os dois sobrenomes, nunca perdeu o senso de identidade polonesa. Ela ensinou ___ filhas ___ língua polonesa e as levava em visitas ___ Polônia. Ela nomeou o primeiro elemento químico que descobriu, o polônio, em homenagem ao seu país natal. Marie Curie morreu em 1934, aos 66 anos, em um sanatório em Sancellemoz, na França, de anemia aplástica, causada por exposição à radiação durante sua pesquisa científica e seu trabalho radiológico em hospitais de campanha durante a Primeira Guerra Mundial. 

Adaptado de: Marie Curie, disponível em https://pt.wikipedia. org/wiki/Marie_Curie.

Se o nome próprio Marie Skłodowska-Curie (em verde) fosse substituído por as irmãs Skłodowska-Curie, quantas outras palavras na frase deveriam sofrer ajustes para fins de concordância verbal ou nominal?

 

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3777634 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: HCPA
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A questão se refere ao texto abaixo.

Marie Skłodowska-Curie, nascida Maria Salomea Skłodowska (1867-1934), foi uma física e química polonesa naturalizada francesa que conduziu pesquisas pioneiras sobre radioatividade. Ela foi a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel, sendo também a primeira pessoa e a única mulher a ganhá-lo duas vezes, além de ser a única pessoa a ser premiada em dois campos científicos diferentes. Ela teve papel fundamental no legado da família Curie, de cinco prêmios Nobel. Ela também foi a primeira mulher a se tornar professora na Universidade de Paris e, em 1995, se tornou a primeira mulher a ser sepultada por seus próprios méritos no Panteão de Paris.

Nascida em Varsóvia, no que era então o Reino da Polônia, parte do Império Russo, ela estudou na clandestina Universidade Volante de Varsóvia e iniciou seu treinamento científico prático na mesma cidade. Em 1891, aos 24 anos, seguiu sua irmã mais velha, Bronisława, para estudar em Paris, onde obteve seus diplomas superiores e conduziu seus trabalhos científicos subsequentes. Ela compartilhou o Prêmio Nobel de Física de 1903 com seu marido, Pierre Curie, e com o físico Henri Becquerel. Ela também ganhou o Prêmio Nobel de Química de 1911.

Suas realizações incluem o desenvolvimento da teoria da “radioatividade” (um termo que ela cunhou), técnicas para isolar isótopos radioativos e a descoberta de dois elementos químicos, o polônio e o rádio. Sob sua direção, foram conduzidos os primeiros estudos para o tratamento de neoplasias usando isótopos radioativos. Ela fundou o Instituto Curie em Paris e sua contraparte em Varsóvia, que continuam sendo grandes centros de pesquisa médica. Durante a Primeira Guerra Mundial, ela desenvolveu unidades de radiografia móvel para fornecer serviços de raio-X ___ hospitais de campanha.

Apesar de ter se tornado cidadã francesa, Marie Skłodowska-Curie, que usava os dois sobrenomes, nunca perdeu o senso de identidade polonesa. Ela ensinou ___ filhas ___ língua polonesa e as levava em visitas ___ Polônia. Ela nomeou o primeiro elemento químico que descobriu, o polônio, em homenagem ao seu país natal. Marie Curie morreu em 1934, aos 66 anos, em um sanatório em Sancellemoz, na França, de anemia aplástica, causada por exposição à radiação durante sua pesquisa científica e seu trabalho radiológico em hospitais de campanha durante a Primeira Guerra Mundial. 

Adaptado de: Marie Curie, disponível em https://pt.wikipedia. org/wiki/Marie_Curie.

Observe as propostas de reescrita para o seguinte trecho do texto e assinale a única que preserva a significação do trecho original. 

Em 1891, aos 24 anos, seguiu sua irmã mais velha, Bronisława, para estudar em Paris, onde obteve seus diplomas superiores e conduziu seus trabalhos científicos subsequentes. (em vermelho).

 

 

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3777633 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: HCPA
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A questão se refere ao texto abaixo.

Marie Skłodowska-Curie, nascida Maria Salomea Skłodowska (1867-1934), foi uma física e química polonesa naturalizada francesa que conduziu pesquisas pioneiras sobre radioatividade. Ela foi a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel, sendo também a primeira pessoa e a única mulher a ganhá-lo duas vezes, além de ser a única pessoa a ser premiada em dois campos científicos diferentes. Ela teve papel fundamental no legado da família Curie, de cinco prêmios Nobel. Ela também foi a primeira mulher a se tornar professora na Universidade de Paris e, em 1995, se tornou a primeira mulher a ser sepultada por seus próprios méritos no Panteão de Paris.

Nascida em Varsóvia, no que era então o Reino da Polônia, parte do Império Russo, ela estudou na clandestina Universidade Volante de Varsóvia e iniciou seu treinamento científico prático na mesma cidade. Em 1891, aos 24 anos, seguiu sua irmã mais velha, Bronisława, para estudar em Paris, onde obteve seus diplomas superiores e conduziu seus trabalhos científicos subsequentes. Ela compartilhou o Prêmio Nobel de Física de 1903 com seu marido, Pierre Curie, e com o físico Henri Becquerel. Ela também ganhou o Prêmio Nobel de Química de 1911. 

Suas realizações incluem o desenvolvimento da teoria da “radioatividade” (um termo que ela cunhou), técnicas para isolar isótopos radioativos e a descoberta de dois elementos químicos, o polônio e o rádio. Sob sua direção, foram conduzidos os primeiros estudos para o tratamento de neoplasias usando isótopos radioativos. Ela fundou o Instituto Curie em Paris e sua contraparte em Varsóvia, que continuam sendo grandes centros de pesquisa médica. Durante a Primeira Guerra Mundial, ela desenvolveu unidades de radiografia móvel para fornecer serviços de raio-X ___ hospitais de campanha. 

Apesar de ter se tornado cidadã francesa, Marie Skłodowska-Curie, que usava os dois sobrenomes, nunca perdeu o senso de identidade polonesa. Ela ensinou ___ filhas ___ língua polonesa e as levava em visitas ___ Polônia. Ela nomeou o primeiro elemento químico que descobriu, o polônio, em homenagem ao seu país natal. Marie Curie morreu em 1934, aos 66 anos, em um sanatório em Sancellemoz, na França, de anemia aplástica, causada por exposição à radiação durante sua pesquisa científica e seu trabalho radiológico em hospitais de campanha durante a Primeira Guerra Mundial. 

Adaptado de: Marie Curie, disponível em https://pt.wikipedia. org/wiki/Marie_Curie.

Considere as seguintes afirmações.

I - As vírgulas presentes no trecho, parte do Império Russo, (em vermelho) poderiam ser substituídas por parênteses, sem que o sentido da frase seja alterado e sem que se cometa erro de pontuação.
II - As vírgulas destacadas em roxo poderiam ser excluídas sem que o sentido da frase seja alterado e sem que se cometa erro de pontuação.
III - As vírgulas no trecho, que usava os dois sobrenomes, (em verde) poderiam ser excluídas sem que o sentido da frase seja alterado e sem que se cometa erro de pontuação.

Quais estão corretas?

 

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3777632 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: HCPA
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A questão se refere ao texto abaixo.

Marie Skłodowska-Curie, nascida Maria Salomea Skłodowska (1867-1934), foi uma física e química polonesa naturalizada francesa que conduziu pesquisas pioneiras sobre radioatividade. Ela foi a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel, sendo também a primeira pessoa e a única mulher a ganhá-lo duas vezes, além de ser a única pessoa a ser premiada em dois campos científicos diferentes. Ela teve papel fundamental no legado da família Curie, de cinco prêmios Nobel. Ela também foi a primeira mulher a se tornar professora na Universidade de Paris e, em 1995, se tornou a primeira mulher a ser sepultada por seus próprios méritos no Panteão de Paris.

Nascida em Varsóvia, no que era então o Reino da Polônia, parte do Império Russo, ela estudou na clandestina Universidade Volante de Varsóvia e iniciou seu treinamento científico prático na mesma cidade. Em 1891, aos 24 anos, seguiu sua irmã mais velha, Bronisława, para estudar em Paris, onde obteve seus diplomas superiores e conduziu seus trabalhos científicos subsequentes. Ela compartilhou o Prêmio Nobel de Física de 1903 com seu marido, Pierre Curie, e com o físico Henri Becquerel. Ela também ganhou o Prêmio Nobel de Química de 1911.

Suas realizações incluem o desenvolvimento da teoria da “radioatividade” (um termo que ela cunhou), técnicas para isolar isótopos radioativos e a descoberta de dois elementos químicos, o polônio e o rádio. Sob sua direção, foram conduzidos os primeiros estudos para o tratamento de neoplasias usando isótopos radioativos. Ela fundou o Instituto Curie em Paris e sua contraparte em Varsóvia, que continuam sendo grandes centros de pesquisa médica. Durante a Primeira Guerra Mundial, ela desenvolveu unidades de radiografia móvel para fornecer serviços de raio-X ___ hospitais de campanha. Apesar de ter se tornado cidadã francesa, Marie Skłodowska-Curie, que usava os dois sobrenomes, nunca perdeu o senso de identidade polonesa. Ela ensinou ___ filhas ___ língua polonesa e as levava em visitas ___ Polônia. Ela nomeou o primeiro elemento químico que descobriu, o polônio, em homenagem ao seu país natal. Marie Curie morreu em 1934, aos 66 anos, em um sanatório em Sancellemoz, na França, de anemia aplástica, causada por exposição à radiação durante sua pesquisa científica e seu trabalho radiológico em hospitais de campanha durante a Primeira Guerra Mundial.  

Adaptado de: Marie Curie, disponível em https://pt.wikipedia. org/wiki/Marie_Curie.

Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmações a seguir. 

(   ) O pronome que (em verde) refere-se a pesquisas pioneiras sobre radioatividade (em azul).
(   ) O pronome lo (em roxo) refere-se a o Prêmio Nobel (em amarelo).
(   ) O pronome as (em laranja) refere-se a filhas (em vermelho).

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

 

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3777631 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: HCPA
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A questão se refere ao texto abaixo.

Marie Skłodowska-Curie, nascida Maria Salomea Skłodowska (1867-1934), foi uma física e química polonesa naturalizada francesa que conduziu pesquisas pioneiras sobre radioatividade. Ela foi a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel, sendo também a primeira pessoa e a única mulher a ganhá-lo duas vezes, além de ser a única pessoa a ser premiada em dois campos científicos diferentes. Ela teve papel fundamental no legado da família Curie, de cinco prêmios Nobel. Ela também foi a primeira mulher a se tornar professora na Universidade de Paris e, em 1995, se tornou a primeira mulher a ser sepultada por seus próprios méritos no Panteão de Paris.

 

Nascida em Varsóvia, no que era então o Reino da Polônia, parte do Império Russo, ela estudou na clandestina Universidade Volante de Varsóvia e iniciou seu treinamento científico prático na mesma cidade. Em 1891, aos 24 anos, seguiu sua irmã mais velha, Bronisława, para estudar em Paris, onde obteve seus diplomas superiores e conduziu seus trabalhos científicos subsequentes. Ela compartilhou o Prêmio Nobel de Física de 1903 com seu marido, Pierre Curie, e com o físico Henri Becquerel. Ela também ganhou o Prêmio Nobel de Química de 1911.

 

Suas realizações incluem o desenvolvimento da teoria da “radioatividade” (um termo que ela cunhou), técnicas para isolar isótopos radioativos e a descoberta de dois elementos químicos, o polônio e o rádio. Sob sua direção, foram conduzidos os primeiros estudos para o tratamento de neoplasias usando isótopos radioativos. Ela fundou o Instituto Curie em Paris e sua contraparte em Varsóvia, que continuam sendo grandes centros de pesquisa médica. Durante a Primeira Guerra Mundial, ela desenvolveu unidades de radiografia móvel para fornecer serviços de raio-X ___ hospitais de campanha.

 

Apesar de ter se tornado cidadã francesa, Marie Skłodowska-Curie, que usava os dois sobrenomes, nunca perdeu o senso de identidade polonesa. Ela ensinou ___ filhas ___ língua polonesa e as levava em visitas ___ Polônia. Ela nomeou o primeiro elemento químico que descobriu, o polônio, em homenagem ao seu país natal. Marie Curie morreu em 1934, aos 66 anos, em um sanatório em Sancellemoz, na França, de anemia aplástica, causada por exposição à radiação durante sua pesquisa científica e seu trabalho radiológico em hospitais de campanha durante a Primeira Guerra Mundial.

 

Adaptado de: Marie Curie, disponível em https://pt.wikipedia. org/wiki/Marie_Curie.

 

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das linhas 35, 40 e 41.

 

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