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A espécie de fungo dermatófito antropofílico de distribuição cosmopolita, que apresenta em sua micromorfologia grande quantidade de microconídeos piriformes, dispostos em acladium, é
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Sobre micologia, numere a segunda coluna de acordo com a primeira, associando os corantes/colorações utilizados aos seus objetivos diagnósticos.
(1) Grocott-Gomori
(2) Tinta da China
(3) Kinyoun
(4) KOH
(5) PAS
( ) Visualização de cápsulas de Cryptococcus sp.
( ) Corar actinomicetos, que adquirem coloração vermelha.
( ) Diagnóstico de fungos demáceos.
( ) Diagnóstico de Pneumocystis jirorecii.
( ) Clarificação de pele e pelos.
A sequência numérica correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas
- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções Subordinativas
Instrução: As questões 01 a 05 referem-se ao texto abaixo.
- Desde muito cedo, de criancinhas ___ adolescentes,
- aprendemos na escola uma porção de lições de língua
- portuguesa. Do “bê a bá” lá dos primeiros anos da
- alfabetização até as orações subordinadas mais terrifi-
- cantes do ensino médio, somos sempre levados ___
- crer que, se aprendemos só o português na escola,
- então essa é a única língua falada no país. Reside aí,
- no entanto, um mito gigantesco!
- O que queremos dizer é que, embora hoje se ensine
- somente o português e algumas outras línguas estran-
- geiras na escola, nosso país é multilíngue! E esse
- multilinguismo tem raízes muito profundas e antigas,
- que remontam ___ muito antes da história da própria
- colonização e implantação do português no Brasil.
- Como sabemos, antes da chegada dos portugueses
- ___ terras brasileiras, já vivia aqui um sem-número de
- indígenas. Há estimativas, por exemplo, de que vivia
- no Brasil à época do “descobrimento” uma população
- estimada entre seis e nove milhões de indígenas, que
- falava cerca de 1.200 línguas distintas. Dá para ver,
- portanto, que, muito antes da colonização, o Brasil já
- era um país multilíngue, local onde conviviam povos
- falantes de línguas muito diversas e cenário de um
- intenso intercâmbio linguístico.
- Essa situação de multilinguismo se alterou, mas não
- ficou menos complexa depois da colonização. Se, por
- um lado, centenas de povos indígenas (com suas
- línguas) foram exterminados ao longo dos últimos
- cinco séculos, por outro lado, centenas de comunidades
- de imigrantes se estabeleceram por todo o território
- brasileiro, ao longo dos últimos dois séculos, introdu-
- zindo no país cerca de duas dezenas de novas línguas.
- O grande processo de migração que teve lugar em
- nosso país deu-se de forma violenta e impositiva para
- as pessoas africanas escravizadas, que aqui chegaram
- a partir de 1532, e de forma voluntária para muitos
- europeus e asiáticos – a maioria dos quais fugindo de
- uma situação de pobreza ou de guerras – que vieram
- para o Brasil, a partir da primeira metade do século XIX.
- A convivência entre africanos, europeus e asiáticos,
- juntamente com os povos indígenas que já habitavam
- o país, contribuiu para a formação de uma situação de
- constante multilinguismo ao longo dos séculos.
- E as línguas indígenas resistem até hoje. Embora
- tenham sido faladas, como vimos, mais de mil línguas
- indígenas no passado, ainda hoje temos muitos
- idiomas sendo falados em nosso país: são faladas
- atualmente, aqui no Brasil, cerca de 170 línguas indíge-
- nas, de diferentes povos, de diferentes regiões do país,
- e não apenas aquelas línguas instrumentalizadas pelo
- ensino escolar. Essa história de que nosso país é
- monolíngue, portanto, não passa de um mito capenga,
- uma birutice sem fim, fruto de um processo de genocídio
- e silenciamento dos povos indígenas e de suas línguas,
- que já dura mais de cinco séculos.
Adaptado de: D’ANGELIS, W. R.; FELIPE, P. H. Línguas indígenas e diversidade linguística no Brasil. Roseta, v. 2, n. 1, 2019.
Assinale a alternativa que apresenta as ideias expressas pelos conectores se (l. 06), no entanto (l. 08) e portanto (l. 52), respectivamente.
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Considere a seguinte descrição morfológica da dissociação de uma de colônia incubada a 25° C ao realizar visualização no microscópio: macroconídeos com estruturas de 8 a 16 µm de diâmetro, redondos ou piriformes, inicialmente de parede lisa, desenvolvendo, com o envelhecimento da colônia, numerosas projeções digitiformes, semelhantes a tubérculos em toda a sua superfície, passando a ser conhecidos como macroconídeos tuberculados. Essa morfologia é compatível com qual dos fungos abaixo?
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Sobre o gênero Aspergillus, considere as afirmações abaixo.
I - No exame microscópico direto do material clínico, com KOH, podem-se observar hifas hialinas, septadas e frequentemente mostrando dicotomia com filamentos em ângulo agudo.
II - Cabeças aspergilares podem ser observadas em lesões bem aeradas como nos aspergilomas, em lesões superficiais em grandes queimados e nos quadros de otomicose.
III - Apresenta tempo de crescimento intermediário, em torno de 12-16 dias após a semeadura primária.
Quais estão corretas?
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Instrução: As questões 01 a 05 referem-se ao texto abaixo.
- Desde muito cedo, de criancinhas ___ adolescentes,
- aprendemos na escola uma porção de lições de língua
- portuguesa. Do “bê a bá” lá dos primeiros anos da
- alfabetização até as orações subordinadas mais terrifi-
- cantes do ensino médio, somos sempre levados ___
- crer que, se aprendemos só o português na escola,
- então essa é a única língua falada no país. Reside aí,
- no entanto, um mito gigantesco!
- O que queremos dizer é que, embora hoje se ensine
- somente o português e algumas outras línguas estran-
- geiras na escola, nosso país é multilíngue! E esse
- multilinguismo tem raízes muito profundas e antigas,
- que remontam ___ muito antes da história da própria
- colonização e implantação do português no Brasil.
- Como sabemos, antes da chegada dos portugueses
- ___ terras brasileiras, já vivia aqui um sem-número de
- indígenas. Há estimativas, por exemplo, de que vivia
- no Brasil à época do “descobrimento” uma população
- estimada entre seis e nove milhões de indígenas, que
- falava cerca de 1.200 línguas distintas. Dá para ver,
- portanto, que, muito antes da colonização, o Brasil já
- era um país multilíngue, local onde conviviam povos
- falantes de línguas muito diversas e cenário de um
- intenso intercâmbio linguístico.
- Essa situação de multilinguismo se alterou, mas não
- ficou menos complexa depois da colonização. Se, por
- um lado, centenas de povos indígenas (com suas
- línguas) foram exterminados ao longo dos últimos
- cinco séculos, por outro lado, centenas de comunidades
- de imigrantes se estabeleceram por todo o território
- brasileiro, ao longo dos últimos dois séculos, introdu-
- zindo no país cerca de duas dezenas de novas línguas.
- O grande processo de migração que teve lugar em
- nosso país deu-se de forma violenta e impositiva para
- as pessoas africanas escravizadas, que aqui chegaram
- a partir de 1532, e de forma voluntária para muitos
- europeus e asiáticos – a maioria dos quais fugindo de
- uma situação de pobreza ou de guerras – que vieram
- para o Brasil, a partir da primeira metade do século XIX.
- A convivência entre africanos, europeus e asiáticos,
- juntamente com os povos indígenas que já habitavam
- o país, contribuiu para a formação de uma situação de
- constante multilinguismo ao longo dos séculos.
- E as línguas indígenas resistem até hoje. Embora
- tenham sido faladas, como vimos, mais de mil línguas
- indígenas no passado, ainda hoje temos muitos
- idiomas sendo falados em nosso país: são faladas
- atualmente, aqui no Brasil, cerca de 170 línguas indíge-
- nas, de diferentes povos, de diferentes regiões do país,
- e não apenas aquelas línguas instrumentalizadas pelo
- ensino escolar. Essa história de que nosso país é
- monolíngue, portanto, não passa de um mito capenga,
- uma birutice sem fim, fruto de um processo de genocídio
- e silenciamento dos povos indígenas e de suas línguas,
- que já dura mais de cinco séculos.
Adaptado de: D’ANGELIS, W. R.; FELIPE, P. H. Línguas indígenas e diversidade linguística no Brasil. Roseta, v. 2, n. 1, 2019.
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmações a seguir, sobre algumas das ideias expressas no texto.
( ) Segundo os autores, apesar de o número de línguas indígenas no país ter caído de 1.200 para cerca de 170 línguas nos últimos cinco séculos, não se pode falar que o Brasil é um país monolíngue.
( ) De acordo com os autores, um dos motivos por que se pensa que só se fala português no Brasil é que a língua portuguesa é a principal língua ensinada nas escolas do país.
( ) Segundo os autores, a maneira de acabar com o mito de que o Brasil é um país monolíngue é ensinar línguas indígenas, africanas e europeias nas escolas.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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O exame microscópico direto com hidróxido de potássio (KOH) 10% apresentou leveduras de parede espessa e duplo contorno, diâmetro variando entre 5 e 30-40 µm, com uma ou duas vesículas de lipídios no interior do citoplasma e múltiplos brotamentos. Os brotamentos se dispõem em torno da levedura-mãe, à qual estão ligados por pontes celulares estreitas e curtas. Qual o provável patógeno desse caso?
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O Comitê Europeu de Teste de Sensibilidade aos Antimicrobianos (EUCAST) padronizou o teste rápido de sensibilidade aos antimicrobianos (RAST). Em relação a esse teste, assinale a alternativa correta.
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Instrução: As questões 01 a 05 referem-se ao texto abaixo.
- Desde muito cedo, de criancinhas ___ adolescentes,
- aprendemos na escola uma porção de lições de língua
- portuguesa. Do “bê a bá” lá dos primeiros anos da
- alfabetização até as orações subordinadas mais terrifi-
- cantes do ensino médio, somos sempre levados ___
- crer que, se aprendemos só o português na escola,
- então essa é a única língua falada no país. Reside aí,
- no entanto, um mito gigantesco!
- O que queremos dizer é que, embora hoje se ensine
- somente o português e algumas outras línguas estran-
- geiras na escola, nosso país é multilíngue! E esse
- multilinguismo tem raízes muito profundas e antigas,
- que remontam ___ muito antes da história da própria
- colonização e implantação do português no Brasil.
- Como sabemos, antes da chegada dos portugueses
- ___ terras brasileiras, já vivia aqui um sem-número de
- indígenas. Há estimativas, por exemplo, de que vivia
- no Brasil à época do “descobrimento” uma população
- estimada entre seis e nove milhões de indígenas, que
- falava cerca de 1.200 línguas distintas. Dá para ver,
- portanto, que, muito antes da colonização, o Brasil já
- era um país multilíngue, local onde conviviam povos
- falantes de línguas muito diversas e cenário de um
- intenso intercâmbio linguístico.
- Essa situação de multilinguismo se alterou, mas não
- ficou menos complexa depois da colonização. Se, por
- um lado, centenas de povos indígenas (com suas
- línguas) foram exterminados ao longo dos últimos
- cinco séculos, por outro lado, centenas de comunidades
- de imigrantes se estabeleceram por todo o território
- brasileiro, ao longo dos últimos dois séculos, introdu-
- zindo no país cerca de duas dezenas de novas línguas.
- O grande processo de migração que teve lugar em
- nosso país deu-se de forma violenta e impositiva para
- as pessoas africanas escravizadas, que aqui chegaram
- a partir de 1532, e de forma voluntária para muitos
- europeus e asiáticos – a maioria dos quais fugindo de
- uma situação de pobreza ou de guerras – que vieram
- para o Brasil, a partir da primeira metade do século XIX.
- A convivência entre africanos, europeus e asiáticos,
- juntamente com os povos indígenas que já habitavam
- o país, contribuiu para a formação de uma situação de
- constante multilinguismo ao longo dos séculos.
- E as línguas indígenas resistem até hoje. Embora
- tenham sido faladas, como vimos, mais de mil línguas
- indígenas no passado, ainda hoje temos muitos
- idiomas sendo falados em nosso país: são faladas
- atualmente, aqui no Brasil, cerca de 170 línguas indíge-
- nas, de diferentes povos, de diferentes regiões do país,
- e não apenas aquelas línguas instrumentalizadas pelo
- ensino escolar. Essa história de que nosso país é
- monolíngue, portanto, não passa de um mito capenga,
- uma birutice sem fim, fruto de um processo de genocídio
- e silenciamento dos povos indígenas e de suas línguas,
- que já dura mais de cinco séculos.
Adaptado de: D’ANGELIS, W. R.; FELIPE, P. H. Línguas indígenas e diversidade linguística no Brasil. Roseta, v. 2, n. 1, 2019.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das linhas 01, 05, 13 e 16.
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Sobre resistência, numere a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os fenótipos de resistência com os genes que a codificam.
(1) Resistência à vancomicina e sensibilidade à teicoplanina em Enterococcus faecalis e Enterococcus faecium.
(2) Resistência aos macrolídeos em Staphylococcus spp.
(3) Resistência à oxacilina em Staphylococcus spp.
(4) Resistência aos carbapenêmicos em Enterobacterales.
( ) Gene msr(A)
( ) Gene blaOXA-48
( ) Gene vanB
( ) Gene mecA
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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