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Foram encontradas 120 questões.

1652902 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: Hemocentro-SP
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A Guerra da Crimeia acontecia no mar Negro, entre

1853 e 1856: um conflito sangrento entre a Rússia e uma

coligação entre Inglaterra, França e Império Otomano. Uma

guerra normal, com os feridos e mortos de sempre. Mas, às

vezes, temos a capacidade de aprender com as tragédias. E

esse foi o caso das fatalidades na guerra: elas causaram uma

revolução nos hospitais do mundo que, ainda hoje, reduz

bastante o risco de morte por infecção hospitalar.

O cerne dessa revolução foi uma imagem. Uma

imagem que não mostra campos de batalha, soldados feridos

ou crianças mortas. É uma imagem de números – um gráfico.

Florence Nightingale, uma enfermeira inglesa, resolveu usar

estatísticas sobre a morte de soldados para pintar um retrato

da situação. O diagrama revelou que a maioria dos soldados

morria nos leitos de hospitais, e não nos campos de

batalha – eram 10 vezes mais mortes causadas por tifo, cólera

e disenteria do que por ferimentos de batalha. A falta de ar

fresco, luz e higiene nos hospitais provocava milhares de

mortes desnecessárias. Era a primeira vez que se viam

fatalidades militares com números – e o diagrama era tão

dramático que o governo inglês resolveu melhorar as

condições sanitárias dos hospitais militares. E, assim, reduziu

a mortalidade de soldados de 42% para 2,2%. Tudo graças a

uma imagem.

Internet: https://super.abril.com.br.

Considerando os aspectos linguísticos do texto e as ideias nele expressas, julgue os itens subsequentes.

O autor empregou as palavras “guerra” e “revolução” para formar um jogo de palavras entre o primeiro e o segundo parágrafos do texto. Em “O cerne dessa revolução foi uma imagem” (linha 9), com a expressão “dessa revolução”, o autor faz referência à própria guerra, no caso, a Guerra da Crimeia.
 

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1652901 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: Hemocentro-SP
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A Guerra da Crimeia acontecia no mar Negro, entre

1853 e 1856: um conflito sangrento entre a Rússia e uma

coligação entre Inglaterra, França e Império Otomano. Uma

guerra normal, com os feridos e mortos de sempre. Mas, às

vezes, temos a capacidade de aprender com as tragédias. E

esse foi o caso das fatalidades na guerra: elas causaram uma

revolução nos hospitais do mundo que, ainda hoje, reduz

bastante o risco de morte por infecção hospitalar.

O cerne dessa revolução foi uma imagem. Uma

imagem que não mostra campos de batalha, soldados feridos

ou crianças mortas. É uma imagem de números – um gráfico.

Florence Nightingale, uma enfermeira inglesa, resolveu usar

estatísticas sobre a morte de soldados para pintar um retrato

da situação. O diagrama revelou que a maioria dos soldados

morria nos leitos de hospitais, e não nos campos de

batalha – eram 10 vezes mais mortes causadas por tifo, cólera

e disenteria do que por ferimentos de batalha. A falta de ar

fresco, luz e higiene nos hospitais provocava milhares de

mortes desnecessárias. Era a primeira vez que se viam

fatalidades militares com números – e o diagrama era tão

dramático que o governo inglês resolveu melhorar as

condições sanitárias dos hospitais militares. E, assim, reduziu

a mortalidade de soldados de 42% para 2,2%. Tudo graças a

uma imagem.

Internet: https://super.abril.com.br.

Considerando os aspectos linguísticos do texto e as ideias nele expressas, julgue os itens subsequentes.

Ao apresentar um gráfico visual que comparava o número de mortes de soldados no campo de batalha e nos hospitais onde eram socorridos, uma enfermeira comprovou, pela primeira vez, a necessidade de manutenção da higiene no ambiente hospitalar.
 

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1652900 Ano: 2018
Disciplina: Redação Oficial
Banca: QUADRIX
Orgão: Hemocentro-SP
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O texto a seguir é um e-mail fictício, enviado por um

funcionário de um hemocentro a um de seus fornecedores.

Prezado Sr. Silva, venho por meio deste confirmar o

recebimento de material descartável na sexta feira à tarde.

Nossos sinceros agradecimentos e sem mais para o

momento!!!

Bjos e abs!

Com base no texto e nas normas da redação oficial, julgue os próximos itens.

O campo assunto do formulário de correio eletrônico mensagem deve ser sempre preenchido de modo a facilitar a organização documental tanto do destinatário quanto do remetente.
 

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1652899 Ano: 2018
Disciplina: Redação Oficial
Banca: QUADRIX
Orgão: Hemocentro-SP
Provas:

O texto a seguir é um e-mail fictício, enviado por um

funcionário de um hemocentro a um de seus fornecedores.

Prezado Sr. Silva, venho por meio deste confirmar o

recebimento de material descartável na sexta feira à tarde.

Nossos sinceros agradecimentos e sem mais para o

momento!!!

Bjos e abs!

Com base no texto e nas normas da redação oficial, julgue os próximos itens.

Os problemas de clareza e adequação às normas do português escrito na redação oficial seriam resolvidos na seguinte reescritura:

Senhor Silva,
Confirmamos o recebimento do material
descartável solicitado no pedido de n.º 201, no dia
12/6/2018.
Atenciosamente,
José Melo
Departamento de Compras

 

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1652898 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: Hemocentro-SP
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Frequentemente os estoques dos bancos de sangue

chegam a níveis muito baixos, colocando em risco a vida de

muitas pessoas que precisam urgentemente receber

transfusões sanguíneas. Talvez você já tenha se questionado:

se transplantes de órgãos são possíveis, por que os mortos

não “doam” sangue? Pode parecer um pouco macabro, mas

esta ideia faz sentido e já foi usada pelo Instituto Sklifosovsky

na Rússia, que coletou sangue de cadáveres, suprindo 70%

das necessidades clínicas. Porém, há vários impasses que

fazem com que essa fonte não seja utilizada.

Para que a doação de sangue seja segura, é necessário

que o doador preencha vários quesitos, que protegem sua

saúde e a de quem irá receber o sangue. Neste caso, então, o

cuidado com a saúde obviamente volta-se somente ao

receptor.

Muitas pessoas não são aptas a serem doadoras por

possuírem, por exemplo, deficiências sanguíneas ou doenças

transmissíveis. E, tratando-se de pessoas mortas, as

probabilidades de elas terem alguma doença que torne seu

sangue impróprio à doação são maiores.

A impossibilidade de realizar a comum entrevista é

outro fator que põe em risco a segurança do procedimento.

Muitos pensam que essa não seja necessária, já que, de

qualquer modo, inúmeros testes e análises serão feitos à

procura de vírus, bactérias e outros fatores que possam

comprometer a saúde do receptor. Mas, sem a entrevista,

que busca obter informações sobre situações ou

comportamentos de risco do doador, aumentam as chances

de que o sangue seja coletado durante a janela imunológica

de alguma doença. Nesse período, o organismo está

infectado, mas ainda não produz anticorpos suficientes para

serem detectados nos testes.

Outra barreira é o curto tempo de conservação do

sangue. Poucas são as oportunidades em que a coleta

poderia acontecer antes que o sangue comece a coagular ou

que fique com muitos produtos residuais.

A conclusão é a de que, apesar da escassez de sangue,

atualmente ainda é mais fácil (e mais barato) investir para

que mais pessoas, vivas, doem sangue voluntariamente.

Internet: www.biologiatotal.com.br (com adaptações).

Acerca dos aspectos linguísticos do texto e das ideias nele expressas, julgue os itens de 1 a 6.

É correto inferir da leitura do texto que as transfusões com sangue coletado de cadáveres são evitadas tanto porque expõem o receptor a muitos riscos de saúde, como também porque custam mais caro que aquelas feitas com doadores vivos.
 

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1652897 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: Hemocentro-SP
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Frequentemente os estoques dos bancos de sangue

chegam a níveis muito baixos, colocando em risco a vida de

muitas pessoas que precisam urgentemente receber

transfusões sanguíneas. Talvez você já tenha se questionado:

se transplantes de órgãos são possíveis, por que os mortos

não “doam” sangue? Pode parecer um pouco macabro, mas

esta ideia faz sentido e já foi usada pelo Instituto Sklifosovsky

na Rússia, que coletou sangue de cadáveres, suprindo 70%

das necessidades clínicas. Porém, há vários impasses que

fazem com que essa fonte não seja utilizada.

Para que a doação de sangue seja segura, é necessário

que o doador preencha vários quesitos, que protegem sua

saúde e a de quem irá receber o sangue. Neste caso, então, o

cuidado com a saúde obviamente volta-se somente ao

receptor.

Muitas pessoas não são aptas a serem doadoras por

possuírem, por exemplo, deficiências sanguíneas ou doenças

transmissíveis. E, tratando-se de pessoas mortas, as

probabilidades de elas terem alguma doença que torne seu

sangue impróprio à doação são maiores.

A impossibilidade de realizar a comum entrevista é

outro fator que põe em risco a segurança do procedimento.

Muitos pensam que essa não seja necessária, já que, de

qualquer modo, inúmeros testes e análises serão feitos à

procura de vírus, bactérias e outros fatores que possam

comprometer a saúde do receptor. Mas, sem a entrevista,

que busca obter informações sobre situações ou

comportamentos de risco do doador, aumentam as chances

de que o sangue seja coletado durante a janela imunológica

de alguma doença. Nesse período, o organismo está

infectado, mas ainda não produz anticorpos suficientes para

serem detectados nos testes.

Outra barreira é o curto tempo de conservação do

sangue. Poucas são as oportunidades em que a coleta

poderia acontecer antes que o sangue comece a coagular ou

que fique com muitos produtos residuais.

A conclusão é a de que, apesar da escassez de sangue,

atualmente ainda é mais fácil (e mais barato) investir para

que mais pessoas, vivas, doem sangue voluntariamente.

Internet: www.biologiatotal.com.br (com adaptações).

Acerca dos aspectos linguísticos do texto e das ideias nele expressas, julgue os itens de 1 a 6.

O pronome demonstrativo “essa”, em “Muitos pensam que essa não seja necessária” (linha 23), foi empregado para retomar o termo “segurança do procedimento” (linha 22), que seria fato dispensável diante de um doador que já está morto.
 

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1652896 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: Hemocentro-SP
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Frequentemente os estoques dos bancos de sangue

chegam a níveis muito baixos, colocando em risco a vida de

muitas pessoas que precisam urgentemente receber

transfusões sanguíneas. Talvez você já tenha se questionado:

se transplantes de órgãos são possíveis, por que os mortos

não “doam” sangue? Pode parecer um pouco macabro, mas

esta ideia faz sentido e já foi usada pelo Instituto Sklifosovsky

na Rússia, que coletou sangue de cadáveres, suprindo 70%

das necessidades clínicas. Porém, há vários impasses que

fazem com que essa fonte não seja utilizada.

Para que a doação de sangue seja segura, é necessário

que o doador preencha vários quesitos, que protegem sua

saúde e a de quem irá receber o sangue. Neste caso, então, o

cuidado com a saúde obviamente volta-se somente ao

receptor.

Muitas pessoas não são aptas a serem doadoras por

possuírem, por exemplo, deficiências sanguíneas ou doenças

transmissíveis. E, tratando-se de pessoas mortas, as

probabilidades de elas terem alguma doença que torne seu

sangue impróprio à doação são maiores.

A impossibilidade de realizar a comum entrevista é

outro fator que põe em risco a segurança do procedimento.

Muitos pensam que essa não seja necessária, já que, de

qualquer modo, inúmeros testes e análises serão feitos à

procura de vírus, bactérias e outros fatores que possam

comprometer a saúde do receptor. Mas, sem a entrevista,

que busca obter informações sobre situações ou

comportamentos de risco do doador, aumentam as chances

de que o sangue seja coletado durante a janela imunológica

de alguma doença. Nesse período, o organismo está

infectado, mas ainda não produz anticorpos suficientes para

serem detectados nos testes.

Outra barreira é o curto tempo de conservação do

sangue. Poucas são as oportunidades em que a coleta

poderia acontecer antes que o sangue comece a coagular ou

que fique com muitos produtos residuais.

A conclusão é a de que, apesar da escassez de sangue,

atualmente ainda é mais fácil (e mais barato) investir para

que mais pessoas, vivas, doem sangue voluntariamente.

Internet: www.biologiatotal.com.br (com adaptações).

Acerca dos aspectos linguísticos do texto e das ideias nele expressas, julgue os itens de 1 a 6.

Em “A impossibilidade de realizar a comum entrevista” (linha 21), a palavra “comum” tem o sentido de usual, costumeira.
 

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1652895 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: Hemocentro-SP
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Frequentemente os estoques dos bancos de sangue

chegam a níveis muito baixos, colocando em risco a vida de

muitas pessoas que precisam urgentemente receber

transfusões sanguíneas. Talvez você já tenha se questionado:

se transplantes de órgãos são possíveis, por que os mortos

não “doam” sangue? Pode parecer um pouco macabro, mas

esta ideia faz sentido e já foi usada pelo Instituto Sklifosovsky

na Rússia, que coletou sangue de cadáveres, suprindo 70%

das necessidades clínicas. Porém, há vários impasses que

fazem com que essa fonte não seja utilizada.

Para que a doação de sangue seja segura, é necessário

que o doador preencha vários quesitos, que protegem sua

saúde e a de quem irá receber o sangue. Neste caso, então, o

cuidado com a saúde obviamente volta-se somente ao

receptor.

Muitas pessoas não são aptas a serem doadoras por

possuírem, por exemplo, deficiências sanguíneas ou doenças

transmissíveis. E, tratando-se de pessoas mortas, as

probabilidades de elas terem alguma doença que torne seu

sangue impróprio à doação são maiores.

A impossibilidade de realizar a comum entrevista é

outro fator que põe em risco a segurança do procedimento.

Muitos pensam que essa não seja necessária, já que, de

qualquer modo, inúmeros testes e análises serão feitos à

procura de vírus, bactérias e outros fatores que possam

comprometer a saúde do receptor. Mas, sem a entrevista,

que busca obter informações sobre situações ou

comportamentos de risco do doador, aumentam as chances

de que o sangue seja coletado durante a janela imunológica

de alguma doença. Nesse período, o organismo está

infectado, mas ainda não produz anticorpos suficientes para

serem detectados nos testes.

Outra barreira é o curto tempo de conservação do

sangue. Poucas são as oportunidades em que a coleta

poderia acontecer antes que o sangue comece a coagular ou

que fique com muitos produtos residuais.

A conclusão é a de que, apesar da escassez de sangue,

atualmente ainda é mais fácil (e mais barato) investir para

que mais pessoas, vivas, doem sangue voluntariamente.

Internet: www.biologiatotal.com.br (com adaptações).

Acerca dos aspectos linguísticos do texto e das ideias nele expressas, julgue os itens de 1 a 6.

A oração “tratando-se de pessoas mortas” (linha 18) pode ser corretamente desenvolvida como quando se trata de pessoas mortas.
 

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1652894 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: Hemocentro-SP
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Frequentemente os estoques dos bancos de sangue

chegam a níveis muito baixos, colocando em risco a vida de

muitas pessoas que precisam urgentemente receber

transfusões sanguíneas. Talvez você já tenha se questionado:

se transplantes de órgãos são possíveis, por que os mortos

não “doam” sangue? Pode parecer um pouco macabro, mas

esta ideia faz sentido e já foi usada pelo Instituto Sklifosovsky

na Rússia, que coletou sangue de cadáveres, suprindo 70%

das necessidades clínicas. Porém, há vários impasses que

fazem com que essa fonte não seja utilizada.

Para que a doação de sangue seja segura, é necessário

que o doador preencha vários quesitos, que protegem sua

saúde e a de quem irá receber o sangue. Neste caso, então, o

cuidado com a saúde obviamente volta-se somente ao

receptor.

Muitas pessoas não são aptas a serem doadoras por

possuírem, por exemplo, deficiências sanguíneas ou doenças

transmissíveis. E, tratando-se de pessoas mortas, as

probabilidades de elas terem alguma doença que torne seu

sangue impróprio à doação são maiores.

A impossibilidade de realizar a comum entrevista é

outro fator que põe em risco a segurança do procedimento.

Muitos pensam que essa não seja necessária, já que, de

qualquer modo, inúmeros testes e análises serão feitos à

procura de vírus, bactérias e outros fatores que possam

comprometer a saúde do receptor. Mas, sem a entrevista,

que busca obter informações sobre situações ou

comportamentos de risco do doador, aumentam as chances

de que o sangue seja coletado durante a janela imunológica

de alguma doença. Nesse período, o organismo está

infectado, mas ainda não produz anticorpos suficientes para

serem detectados nos testes.

Outra barreira é o curto tempo de conservação do

sangue. Poucas são as oportunidades em que a coleta

poderia acontecer antes que o sangue comece a coagular ou

que fique com muitos produtos residuais.

A conclusão é a de que, apesar da escassez de sangue,

atualmente ainda é mais fácil (e mais barato) investir para

que mais pessoas, vivas, doem sangue voluntariamente.

Internet: www.biologiatotal.com.br (com adaptações).

Acerca dos aspectos linguísticos do texto e das ideias nele expressas, julgue os itens de 1 a 6.

O seguinte trecho do segundo parágrafo: “Para que a doação de sangue seja segura, é necessário que o doador preencha vários quesitos” admite a seguinte reescritura, sem prejuízos para as ideias do texto ou a correção gramatical: A fim de que a doação de sangue seja segura é necessário vários quesitos preenchidos pelo doador.
 

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1652893 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: Hemocentro-SP
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Frequentemente os estoques dos bancos de sangue

chegam a níveis muito baixos, colocando em risco a vida de

muitas pessoas que precisam urgentemente receber

transfusões sanguíneas. Talvez você já tenha se questionado:

se transplantes de órgãos são possíveis, por que os mortos

não “doam” sangue? Pode parecer um pouco macabro, mas

esta ideia faz sentido e já foi usada pelo Instituto Sklifosovsky

na Rússia, que coletou sangue de cadáveres, suprindo 70%

das necessidades clínicas. Porém, há vários impasses que

fazem com que essa fonte não seja utilizada.

Para que a doação de sangue seja segura, é necessário

que o doador preencha vários quesitos, que protegem sua

saúde e a de quem irá receber o sangue. Neste caso, então, o

cuidado com a saúde obviamente volta-se somente ao

receptor.

Muitas pessoas não são aptas a serem doadoras por

possuírem, por exemplo, deficiências sanguíneas ou doenças

transmissíveis. E, tratando-se de pessoas mortas, as

probabilidades de elas terem alguma doença que torne seu

sangue impróprio à doação são maiores.

A impossibilidade de realizar a comum entrevista é

outro fator que põe em risco a segurança do procedimento.

Muitos pensam que essa não seja necessária, já que, de

qualquer modo, inúmeros testes e análises serão feitos à

procura de vírus, bactérias e outros fatores que possam

comprometer a saúde do receptor. Mas, sem a entrevista,

que busca obter informações sobre situações ou

comportamentos de risco do doador, aumentam as chances

de que o sangue seja coletado durante a janela imunológica

de alguma doença. Nesse período, o organismo está

infectado, mas ainda não produz anticorpos suficientes para

serem detectados nos testes.

Outra barreira é o curto tempo de conservação do

sangue. Poucas são as oportunidades em que a coleta

poderia acontecer antes que o sangue comece a coagular ou

que fique com muitos produtos residuais.

A conclusão é a de que, apesar da escassez de sangue,

atualmente ainda é mais fácil (e mais barato) investir para

que mais pessoas, vivas, doem sangue voluntariamente.

Internet: www.biologiatotal.com.br (com adaptações).

Acerca dos aspectos linguísticos do texto e das ideias nele expressas, julgue os itens de 1 a 6.

Entende-se, do primeiro parágrafo do texto, que, embora seja possível fazer transfusões com sangue coletado de cadáveres, essa fonte de doação não costuma ser utilizada por suprir apenas 70% das necessidades clínicas.
 

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