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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Dissertativo-argumentativoEstratégias Argumentativas
A Guerra da Crimeia acontecia no mar Negro, entre
1853 e 1856: um conflito sangrento entre a Rússia e uma
coligação entre Inglaterra, França e Império Otomano. Uma
guerra normal, com os feridos e mortos de sempre. Mas, às
vezes, temos a capacidade de aprender com as tragédias. E
esse foi o caso das fatalidades na guerra: elas causaram uma
revolução nos hospitais do mundo que, ainda hoje, reduz
bastante o risco de morte por infecção hospitalar.
O cerne dessa revolução foi uma imagem. Uma
imagem que não mostra campos de batalha, soldados feridos
ou crianças mortas. É uma imagem de números – um gráfico.
Florence Nightingale, uma enfermeira inglesa, resolveu usar
estatísticas sobre a morte de soldados para pintar um retrato
da situação. O diagrama revelou que a maioria dos soldados
morria nos leitos de hospitais, e não nos campos de
batalha – eram 10 vezes mais mortes causadas por tifo, cólera
e disenteria do que por ferimentos de batalha. A falta de ar
fresco, luz e higiene nos hospitais provocava milhares de
mortes desnecessárias. Era a primeira vez que se viam
fatalidades militares com números – e o diagrama era tão
dramático que o governo inglês resolveu melhorar as
condições sanitárias dos hospitais militares. E, assim, reduziu
a mortalidade de soldados de 42% para 2,2%. Tudo graças a
uma imagem.
Internet: https://super.abril.com.br.
Considerando os aspectos linguísticos do texto e as ideias nele expressas, julgue os itens subsequentes.
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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Dissertativo-argumentativoEstratégias Argumentativas
A Guerra da Crimeia acontecia no mar Negro, entre
1853 e 1856: um conflito sangrento entre a Rússia e uma
coligação entre Inglaterra, França e Império Otomano. Uma
guerra normal, com os feridos e mortos de sempre. Mas, às
vezes, temos a capacidade de aprender com as tragédias. E
esse foi o caso das fatalidades na guerra: elas causaram uma
revolução nos hospitais do mundo que, ainda hoje, reduz
bastante o risco de morte por infecção hospitalar.
O cerne dessa revolução foi uma imagem. Uma
imagem que não mostra campos de batalha, soldados feridos
ou crianças mortas. É uma imagem de números – um gráfico.
Florence Nightingale, uma enfermeira inglesa, resolveu usar
estatísticas sobre a morte de soldados para pintar um retrato
da situação. O diagrama revelou que a maioria dos soldados
morria nos leitos de hospitais, e não nos campos de
batalha – eram 10 vezes mais mortes causadas por tifo, cólera
e disenteria do que por ferimentos de batalha. A falta de ar
fresco, luz e higiene nos hospitais provocava milhares de
mortes desnecessárias. Era a primeira vez que se viam
fatalidades militares com números – e o diagrama era tão
dramático que o governo inglês resolveu melhorar as
condições sanitárias dos hospitais militares. E, assim, reduziu
a mortalidade de soldados de 42% para 2,2%. Tudo graças a
uma imagem.
Internet: https://super.abril.com.br.
Considerando os aspectos linguísticos do texto e as ideias nele expressas, julgue os itens subsequentes.
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisTipos de documentoCorreio eletrônico (e-mail) 1
O texto a seguir é um e-mail fictício, enviado por um
funcionário de um hemocentro a um de seus fornecedores.
Prezado Sr. Silva, venho por meio deste confirmar o
recebimento de material descartável na sexta feira à tarde.
Nossos sinceros agradecimentos e sem mais para o
momento!!!
Bjos e abs!
Com base no texto e nas normas da redação oficial, julgue os próximos itens.
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisAspectos Gerais da Redação Oficial
O texto a seguir é um e-mail fictício, enviado por um
funcionário de um hemocentro a um de seus fornecedores.
Prezado Sr. Silva, venho por meio deste confirmar o
recebimento de material descartável na sexta feira à tarde.
Nossos sinceros agradecimentos e sem mais para o
momento!!!
Bjos e abs!
Com base no texto e nas normas da redação oficial, julgue os próximos itens.
Os problemas de clareza e adequação às normas do português escrito na redação oficial seriam resolvidos na seguinte reescritura:
Senhor Silva,
Confirmamos o recebimento do material
descartável solicitado no pedido de n.º 201, no dia
12/6/2018.
Atenciosamente,
José Melo
Departamento de Compras
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Frequentemente os estoques dos bancos de sangue
chegam a níveis muito baixos, colocando em risco a vida de
muitas pessoas que precisam urgentemente receber
transfusões sanguíneas. Talvez você já tenha se questionado:
se transplantes de órgãos são possíveis, por que os mortos
não “doam” sangue? Pode parecer um pouco macabro, mas
esta ideia faz sentido e já foi usada pelo Instituto Sklifosovsky
na Rússia, que coletou sangue de cadáveres, suprindo 70%
das necessidades clínicas. Porém, há vários impasses que
fazem com que essa fonte não seja utilizada.
Para que a doação de sangue seja segura, é necessário
que o doador preencha vários quesitos, que protegem sua
saúde e a de quem irá receber o sangue. Neste caso, então, o
cuidado com a saúde obviamente volta-se somente ao
receptor.
Muitas pessoas não são aptas a serem doadoras por
possuírem, por exemplo, deficiências sanguíneas ou doenças
transmissíveis. E, tratando-se de pessoas mortas, as
probabilidades de elas terem alguma doença que torne seu
sangue impróprio à doação são maiores.
A impossibilidade de realizar a comum entrevista é
outro fator que põe em risco a segurança do procedimento.
Muitos pensam que essa não seja necessária, já que, de
qualquer modo, inúmeros testes e análises serão feitos à
procura de vírus, bactérias e outros fatores que possam
comprometer a saúde do receptor. Mas, sem a entrevista,
que busca obter informações sobre situações ou
comportamentos de risco do doador, aumentam as chances
de que o sangue seja coletado durante a janela imunológica
de alguma doença. Nesse período, o organismo está
infectado, mas ainda não produz anticorpos suficientes para
serem detectados nos testes.
Outra barreira é o curto tempo de conservação do
sangue. Poucas são as oportunidades em que a coleta
poderia acontecer antes que o sangue comece a coagular ou
que fique com muitos produtos residuais.
A conclusão é a de que, apesar da escassez de sangue,
atualmente ainda é mais fácil (e mais barato) investir para
que mais pessoas, vivas, doem sangue voluntariamente.
Internet: www.biologiatotal.com.br (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos do texto e das ideias nele expressas, julgue os itens de 1 a 6.
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Frequentemente os estoques dos bancos de sangue
chegam a níveis muito baixos, colocando em risco a vida de
muitas pessoas que precisam urgentemente receber
transfusões sanguíneas. Talvez você já tenha se questionado:
se transplantes de órgãos são possíveis, por que os mortos
não “doam” sangue? Pode parecer um pouco macabro, mas
esta ideia faz sentido e já foi usada pelo Instituto Sklifosovsky
na Rússia, que coletou sangue de cadáveres, suprindo 70%
das necessidades clínicas. Porém, há vários impasses que
fazem com que essa fonte não seja utilizada.
Para que a doação de sangue seja segura, é necessário
que o doador preencha vários quesitos, que protegem sua
saúde e a de quem irá receber o sangue. Neste caso, então, o
cuidado com a saúde obviamente volta-se somente ao
receptor.
Muitas pessoas não são aptas a serem doadoras por
possuírem, por exemplo, deficiências sanguíneas ou doenças
transmissíveis. E, tratando-se de pessoas mortas, as
probabilidades de elas terem alguma doença que torne seu
sangue impróprio à doação são maiores.
A impossibilidade de realizar a comum entrevista é
outro fator que põe em risco a segurança do procedimento.
Muitos pensam que essa não seja necessária, já que, de
qualquer modo, inúmeros testes e análises serão feitos à
procura de vírus, bactérias e outros fatores que possam
comprometer a saúde do receptor. Mas, sem a entrevista,
que busca obter informações sobre situações ou
comportamentos de risco do doador, aumentam as chances
de que o sangue seja coletado durante a janela imunológica
de alguma doença. Nesse período, o organismo está
infectado, mas ainda não produz anticorpos suficientes para
serem detectados nos testes.
Outra barreira é o curto tempo de conservação do
sangue. Poucas são as oportunidades em que a coleta
poderia acontecer antes que o sangue comece a coagular ou
que fique com muitos produtos residuais.
A conclusão é a de que, apesar da escassez de sangue,
atualmente ainda é mais fácil (e mais barato) investir para
que mais pessoas, vivas, doem sangue voluntariamente.
Internet: www.biologiatotal.com.br (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos do texto e das ideias nele expressas, julgue os itens de 1 a 6.
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Frequentemente os estoques dos bancos de sangue
chegam a níveis muito baixos, colocando em risco a vida de
muitas pessoas que precisam urgentemente receber
transfusões sanguíneas. Talvez você já tenha se questionado:
se transplantes de órgãos são possíveis, por que os mortos
não “doam” sangue? Pode parecer um pouco macabro, mas
esta ideia faz sentido e já foi usada pelo Instituto Sklifosovsky
na Rússia, que coletou sangue de cadáveres, suprindo 70%
das necessidades clínicas. Porém, há vários impasses que
fazem com que essa fonte não seja utilizada.
Para que a doação de sangue seja segura, é necessário
que o doador preencha vários quesitos, que protegem sua
saúde e a de quem irá receber o sangue. Neste caso, então, o
cuidado com a saúde obviamente volta-se somente ao
receptor.
Muitas pessoas não são aptas a serem doadoras por
possuírem, por exemplo, deficiências sanguíneas ou doenças
transmissíveis. E, tratando-se de pessoas mortas, as
probabilidades de elas terem alguma doença que torne seu
sangue impróprio à doação são maiores.
A impossibilidade de realizar a comum entrevista é
outro fator que põe em risco a segurança do procedimento.
Muitos pensam que essa não seja necessária, já que, de
qualquer modo, inúmeros testes e análises serão feitos à
procura de vírus, bactérias e outros fatores que possam
comprometer a saúde do receptor. Mas, sem a entrevista,
que busca obter informações sobre situações ou
comportamentos de risco do doador, aumentam as chances
de que o sangue seja coletado durante a janela imunológica
de alguma doença. Nesse período, o organismo está
infectado, mas ainda não produz anticorpos suficientes para
serem detectados nos testes.
Outra barreira é o curto tempo de conservação do
sangue. Poucas são as oportunidades em que a coleta
poderia acontecer antes que o sangue comece a coagular ou
que fique com muitos produtos residuais.
A conclusão é a de que, apesar da escassez de sangue,
atualmente ainda é mais fácil (e mais barato) investir para
que mais pessoas, vivas, doem sangue voluntariamente.
Internet: www.biologiatotal.com.br (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos do texto e das ideias nele expressas, julgue os itens de 1 a 6.
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Frequentemente os estoques dos bancos de sangue
chegam a níveis muito baixos, colocando em risco a vida de
muitas pessoas que precisam urgentemente receber
transfusões sanguíneas. Talvez você já tenha se questionado:
se transplantes de órgãos são possíveis, por que os mortos
não “doam” sangue? Pode parecer um pouco macabro, mas
esta ideia faz sentido e já foi usada pelo Instituto Sklifosovsky
na Rússia, que coletou sangue de cadáveres, suprindo 70%
das necessidades clínicas. Porém, há vários impasses que
fazem com que essa fonte não seja utilizada.
Para que a doação de sangue seja segura, é necessário
que o doador preencha vários quesitos, que protegem sua
saúde e a de quem irá receber o sangue. Neste caso, então, o
cuidado com a saúde obviamente volta-se somente ao
receptor.
Muitas pessoas não são aptas a serem doadoras por
possuírem, por exemplo, deficiências sanguíneas ou doenças
transmissíveis. E, tratando-se de pessoas mortas, as
probabilidades de elas terem alguma doença que torne seu
sangue impróprio à doação são maiores.
A impossibilidade de realizar a comum entrevista é
outro fator que põe em risco a segurança do procedimento.
Muitos pensam que essa não seja necessária, já que, de
qualquer modo, inúmeros testes e análises serão feitos à
procura de vírus, bactérias e outros fatores que possam
comprometer a saúde do receptor. Mas, sem a entrevista,
que busca obter informações sobre situações ou
comportamentos de risco do doador, aumentam as chances
de que o sangue seja coletado durante a janela imunológica
de alguma doença. Nesse período, o organismo está
infectado, mas ainda não produz anticorpos suficientes para
serem detectados nos testes.
Outra barreira é o curto tempo de conservação do
sangue. Poucas são as oportunidades em que a coleta
poderia acontecer antes que o sangue comece a coagular ou
que fique com muitos produtos residuais.
A conclusão é a de que, apesar da escassez de sangue,
atualmente ainda é mais fácil (e mais barato) investir para
que mais pessoas, vivas, doem sangue voluntariamente.
Internet: www.biologiatotal.com.br (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos do texto e das ideias nele expressas, julgue os itens de 1 a 6.
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Frequentemente os estoques dos bancos de sangue
chegam a níveis muito baixos, colocando em risco a vida de
muitas pessoas que precisam urgentemente receber
transfusões sanguíneas. Talvez você já tenha se questionado:
se transplantes de órgãos são possíveis, por que os mortos
não “doam” sangue? Pode parecer um pouco macabro, mas
esta ideia faz sentido e já foi usada pelo Instituto Sklifosovsky
na Rússia, que coletou sangue de cadáveres, suprindo 70%
das necessidades clínicas. Porém, há vários impasses que
fazem com que essa fonte não seja utilizada.
Para que a doação de sangue seja segura, é necessário
que o doador preencha vários quesitos, que protegem sua
saúde e a de quem irá receber o sangue. Neste caso, então, o
cuidado com a saúde obviamente volta-se somente ao
receptor.
Muitas pessoas não são aptas a serem doadoras por
possuírem, por exemplo, deficiências sanguíneas ou doenças
transmissíveis. E, tratando-se de pessoas mortas, as
probabilidades de elas terem alguma doença que torne seu
sangue impróprio à doação são maiores.
A impossibilidade de realizar a comum entrevista é
outro fator que põe em risco a segurança do procedimento.
Muitos pensam que essa não seja necessária, já que, de
qualquer modo, inúmeros testes e análises serão feitos à
procura de vírus, bactérias e outros fatores que possam
comprometer a saúde do receptor. Mas, sem a entrevista,
que busca obter informações sobre situações ou
comportamentos de risco do doador, aumentam as chances
de que o sangue seja coletado durante a janela imunológica
de alguma doença. Nesse período, o organismo está
infectado, mas ainda não produz anticorpos suficientes para
serem detectados nos testes.
Outra barreira é o curto tempo de conservação do
sangue. Poucas são as oportunidades em que a coleta
poderia acontecer antes que o sangue comece a coagular ou
que fique com muitos produtos residuais.
A conclusão é a de que, apesar da escassez de sangue,
atualmente ainda é mais fácil (e mais barato) investir para
que mais pessoas, vivas, doem sangue voluntariamente.
Internet: www.biologiatotal.com.br (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos do texto e das ideias nele expressas, julgue os itens de 1 a 6.
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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Dissertativo-expositivo
Frequentemente os estoques dos bancos de sangue
chegam a níveis muito baixos, colocando em risco a vida de
muitas pessoas que precisam urgentemente receber
transfusões sanguíneas. Talvez você já tenha se questionado:
se transplantes de órgãos são possíveis, por que os mortos
não “doam” sangue? Pode parecer um pouco macabro, mas
esta ideia faz sentido e já foi usada pelo Instituto Sklifosovsky
na Rússia, que coletou sangue de cadáveres, suprindo 70%
das necessidades clínicas. Porém, há vários impasses que
fazem com que essa fonte não seja utilizada.
Para que a doação de sangue seja segura, é necessário
que o doador preencha vários quesitos, que protegem sua
saúde e a de quem irá receber o sangue. Neste caso, então, o
cuidado com a saúde obviamente volta-se somente ao
receptor.
Muitas pessoas não são aptas a serem doadoras por
possuírem, por exemplo, deficiências sanguíneas ou doenças
transmissíveis. E, tratando-se de pessoas mortas, as
probabilidades de elas terem alguma doença que torne seu
sangue impróprio à doação são maiores.
A impossibilidade de realizar a comum entrevista é
outro fator que põe em risco a segurança do procedimento.
Muitos pensam que essa não seja necessária, já que, de
qualquer modo, inúmeros testes e análises serão feitos à
procura de vírus, bactérias e outros fatores que possam
comprometer a saúde do receptor. Mas, sem a entrevista,
que busca obter informações sobre situações ou
comportamentos de risco do doador, aumentam as chances
de que o sangue seja coletado durante a janela imunológica
de alguma doença. Nesse período, o organismo está
infectado, mas ainda não produz anticorpos suficientes para
serem detectados nos testes.
Outra barreira é o curto tempo de conservação do
sangue. Poucas são as oportunidades em que a coleta
poderia acontecer antes que o sangue comece a coagular ou
que fique com muitos produtos residuais.
A conclusão é a de que, apesar da escassez de sangue,
atualmente ainda é mais fácil (e mais barato) investir para
que mais pessoas, vivas, doem sangue voluntariamente.
Internet: www.biologiatotal.com.br (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos do texto e das ideias nele expressas, julgue os itens de 1 a 6.
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