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Foram encontradas 40 questões.

888376 Ano: 2018
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FUNDEP
Orgão: HRTN-MG
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O programa terapêutico para pessoas com amputações de membro inferior requer integração da equipe multiprofissional.

Em relação a esse programa, numere a coluna II de acordo com a coluna I, associando os procedimentos terapêuticos ocupacionais para pessoas com amputações de membro inferior à sua descrição.

COLUNA I

1. Treinamento de atividades de vida diária (AVD)

2. Habilidades de transferência

3. Fixação do suporte da prótese transfemoral

4. Segurança do paciente

COLUNA II

( ) Durante o deslocamento funcional ou na posição em pé, a atenção deve ser ao equilíbrio, à postura e à sustentação equilibrada do peso corporal.

( ) São praticadas com e sem a prótese, incluindo todas as mudanças da posição básica do corpo no leito, no vaso sanitário, no chuveiro, nas mobílias da residência e no transporte.

( ) É uma tarefa feita na posição de pé para assegurar contato total com o soquete, e os envoltórios são fixados com velcro.

( ) Envolve o enfaixamento do segmento corporal amputado, mobilidade e locomoção funcional para o desempenho ocupacional de todas as AVD.

Assinale a sequência correta.

 

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888373 Ano: 2018
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FUNDEP
Orgão: HRTN-MG
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Os sinais de alerta de intolerância à atividade como a manutenção ou a mudança das posições básicas do corpo, incluindo tarefas com alcance e preensão de objetos, dependem dos sinais vitais e outros sintomas que podem sugerir complicações ou contraindicações de continuidade da intervenção.

Sobre a observação do comportamento e monitoramento dos sinais vitais que indicam alerta ou contraindicações de continuidade do desempenho das tarefas, assinale a alternativa incorreta.

 

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888372 Ano: 2018
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FUNDEP
Orgão: HRTN-MG
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Diferentemente dos hospitais de reabilitação, em hospitais da rede de urgência e de emergência (RUE) com concentração de ações voltadas para as disfunções físicas, os dados vitais são condição determinante para iniciar, continuar, interromper ou retornar as intervenções de avaliação e de atendimento.

Sobre os sinais vitais normais ou em faixas de normalidade que são considerados seguros para iniciar os procedimentos terapêuticos ocupacionais de avaliação ou de intervenção, segundo Smith-Gatai e Holm (2017), assinale a alternativa incorreta.

 

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888371 Ano: 2018
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FUNDEP
Orgão: HRTN-MG
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No tratamento da disfagia, deve-se considerar os objetivos das estratégias de remediação versus compensatórias, conforme os resultados das avaliações instrumentais, por eletromiografia entre outros.

Considerando as possibilidades de tratamento da disfagia, assinale a alternativa incorreta.

 

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888370 Ano: 2018
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FUNDEP
Orgão: HRTN-MG
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À medida que o profissional conhece melhor os diferentes tipos de câncer, pode prever os problemas relacionados ao diagnóstico e ao tratamento, além da relação com outras doenças.

Considerando o sarcoma como diagnóstico, assinale a alternativa incorreta.

 

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888363 Ano: 2018
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FUNDEP
Orgão: HRTN-MG
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Considerando as disfunções traumato-ortopédicas no contexto hospitalar, segundo Cazeiro e Casacio (2017, in: DE CARLO; KUDO), e as pessoas submetidas à fixação externa, assinale a alternativa incorreta.

 

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888357 Ano: 2018
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FUNDEP
Orgão: HRTN-MG
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A dor oncológica pode ser resultante de progressão tumoral, metástases, intervenções contingentes ao tratamento, como cirurgias, quimioterapia e radioterapia, e também de infecções. Também pode ter origem musculoesquelética por baixa atividade motora.

A respeito da dor oncológica, numere a coluna II de acordo com a coluna I, fazendo a relação da técnica com a indicação e o que se espera da abordagem por meios físicos para o alívio da dor, conforme descrito por Shelton, Lipoma e Oertli (2013, in: RADOMSKI; LATHAM).

COLUNA I

1. Calor superficial quente, como compressas e bolsas, turbilhão, hidroterapia, lâmpadas quentes

2. Calor superficial frio ou crioterapia, como compressas e bolsas, sprays apropriados

3. Órteses

4. Massagem com técnica manual por deslizamento, percussão, amassamento, fricção, compressão e vibração

COLUNA II

( ) Indicado em casos de edemas, dor e espasmos musculoesqueléticos, com algumas contraindicações, quando o que se espera é o aumento do limiar de dor, vasoconstrição superficial, diminuição do metabolismo.

( ) Indicado em casos de dor e espasmos, distúrbios do sono e quadros de ansiedade, além da ocorrência de linfoedema, quando o que se espera é o aumento do fluxo sanguíneo e linfático, sensação de conforto, bem-estar e alívio da tensão.

( ) Indicado para espasmo muscular, dor articular e condições inflamatórias subagudas, com algumas contraindicações, quando o que se espera é o aumento do metabolismo e da circulação sanguínea locais.

( ) Indicado no calo de fraturas patológicas, contraturas e proteção articular, quando se espera a imobilização e, consequentemente, o alívio da dor.

Assinale a sequência correta.

 

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479776 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: HRTN-MG

Leia o texto a seguir para responder às questões de 3 a 10.

Nossas cidades têm passados (e presentes) negros

[...]

Existe aquele bairro que surgiu por causa de um grande produtor de café, açúcar ou milho, aquele outro que apareceu quando uma indústria europeia chegou no Brasil e construiu uma pequena vila operária, ou ainda um formado por imigrantes alemães, italianos ou japoneses que chegaram durante ou após as duas Guerras Mundiais. Porém, você já ouviu falar de algum bairro da sua cidade que começou com a população negra após a abolição da escravidão (ou mesmo antes dela)? Não? Mas não existiam negros por aí durante a época das grandes fazendas, da indústria estrangeira ou das Guerras Mundiais?

Provavelmente existiam, mas você não ouviu falar de bairros iniciados por negros e negras porque essa parte da história precisou ser apagada, infelizmente. Isso faz parte da tentativa de embranquecimento da população brasileira e de esquecimento do período mais sombrio da nossa história. Esse apagamento da história preta faz com que muitas vezes negros e negras não se sintam pertencentes a suas cidades, mesmo que seus bisavós, avós e pais tenham construído esses municípios tanto quanto operários europeus e camponeses orientais.

Falando especificamente de São Paulo, os bairros nos quais isso fica mais evidente são o Bixiga e a Liberdade. O primeiro fica bem próximo ao centro da cidade e hoje é conhecido pelos descendentes de imigrantes italianos que ali habitam, além das festas e inúmeros restaurantes de comida típica de várias regiões da Itália existentes por lá. Contudo, quase ninguém sabe que anteriormente esse bairro era chamado de Saracura, uma parte de várzea de um córrego com o mesmo nome, que frequentemente transbordava e gerava alagamentos. No século 19, existiam tantos negros naquela área que o bairro era chamado de “Pequena África”. Já o bairro da Liberdade, atualmente conhecido pela forte cultura oriental em suas ruas e pelos restaurantes japoneses, foi uma grande zona de tortura e cemitério de escravos. E foi por serem regiões com terrenos de baixo custo que, posteriormente, os imigrantes europeus e orientais se alojaram por lá, sendo os cortiços comuns nesses bairros.

O preconceito e a especulação imobiliária após o desenvolvimento de maior infraestrutura nestas regiões afastaram as famílias negras desses espaços centrais, o que as levaram a ocupar as zonas periféricas da cidade, já que a percepção social sobre a população negra não foi modificada, diferentemente do que ocorreu com os imigrantes europeus e orientais, de modo que nunca teve as mesmas oportunidades de exercer funções melhores remuneradas.

Atualmente os bairros com a maior população negra da capital paulistana ficam no extremo de suas zonas leste e sul ou nas pequenas cidades ao redor do município, que formam a chamada zona metropolitana e costumam ser cidades dormitórios. Essa situação não é exclusiva de São Paulo, acontecendo também no Rio de Janeiro, em Brasília e em várias outras cidades do país. É claro que nas periferias ou nas cidades dormitórios moram brancos, mas o fato de existir uma maioria negra nessas localidades não é coincidência.

Desta forma, ao falarmos de esquecimento de bairros negros, podemos falar sob duas perspectivas: o apagamento de negros da construção histórica de bairros tradicionais das mais diversas cidades do Brasil ou da falta de infraestrutura e da aparente falta de memória de alguns governantes quanto a serviços básicos, como saneamento, educação e saúde, nas periferias. Em ambos os casos, o direito de negros e negras em participar ativamente de suas cidades e terem orgulho delas é podado.

Portanto, relembrar as histórias dos bairros construídos por negros em nossas cidades, reconhecendo a importância de pretos e pretas na urbanização e produção de espaços, é uma forma de resistir à lógica racista e dar força aos movimentos que lutam pelo direito de ocupação da cidade por todos os seus cidadãos e reivindicam que os “novos bairros negros” sejam parte integral dos planos das cidades, de forma que não seja negada a eles a infraestrutura e o direito à moradia digna.

[...]

BORGES, Ester. Revista Capitolina. Disponível em: < https://bit.ly/2IJ03zv >. Acesso em: 24 maio 2018 (Fragmento adaptado).

As ideias expostas entre colchetes estão presentes nos respectivos trechos, exceto em:

 

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479761 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: HRTN-MG

Leia o texto a seguir para responder às questões de 3 a 10.

Nossas cidades têm passados (e presentes) negros

[...]

Existe aquele bairro que surgiu por causa de um grande produtor de café, açúcar ou milho, aquele outro que apareceu quando uma indústria europeia chegou no Brasil e construiu uma pequena vila operária, ou ainda um formado por imigrantes alemães, italianos ou japoneses que chegaram durante ou após as duas Guerras Mundiais. Porém, você já ouviu falar de algum bairro da sua cidade que começou com a população negra após a abolição da escravidão (ou mesmo antes dela)? Não? Mas não existiam negros por aí durante a época das grandes fazendas, da indústria estrangeira ou das Guerras Mundiais?

Provavelmente existiam, mas você não ouviu falar de bairros iniciados por negros e negras porque essa parte da história precisou ser apagada, infelizmente. Isso faz parte da tentativa de embranquecimento da população brasileira e de esquecimento do período mais sombrio da nossa história. Esse apagamento da história preta faz com que muitas vezes negros e negras não se sintam pertencentes a suas cidades, mesmo que seus bisavós, avós e pais tenham construído esses municípios tanto quanto operários europeus e camponeses orientais.

Falando especificamente de São Paulo, os bairros nos quais isso fica mais evidente são o Bixiga e a Liberdade. O primeiro fica bem próximo ao centro da cidade e hoje é conhecido pelos descendentes de imigrantes italianos que ali habitam, além das festas e inúmeros restaurantes de comida típica de várias regiões da Itália existentes por lá. Contudo, quase ninguém sabe que anteriormente esse bairro era chamado de Saracura, uma parte de várzea de um córrego com o mesmo nome, que frequentemente transbordava e gerava alagamentos. No século 19, existiam tantos negros naquela área que o bairro era chamado de “Pequena África”. Já o bairro da Liberdade, atualmente conhecido pela forte cultura oriental em suas ruas e pelos restaurantes japoneses, foi uma grande zona de tortura e cemitério de escravos. E foi por serem regiões com terrenos de baixo custo que, posteriormente, os imigrantes europeus e orientais se alojaram por lá, sendo os cortiços comuns nesses bairros.

O preconceito e a especulação imobiliária após o desenvolvimento de maior infraestrutura nestas regiões afastaram as famílias negras desses espaços centrais, o que as levaram a ocupar as zonas periféricas da cidade, já que a percepção social sobre a população negra não foi modificada, diferentemente do que ocorreu com os imigrantes europeus e orientais, de modo que nunca teve as mesmas oportunidades de exercer funções melhores remuneradas.

Atualmente os bairros com a maior população negra da capital paulistana ficam no extremo de suas zonas leste e sul ou nas pequenas cidades ao redor do município, que formam a chamada zona metropolitana e costumam ser cidades dormitórios. Essa situação não é exclusiva de São Paulo, acontecendo também no Rio de Janeiro, em Brasília e em várias outras cidades do país. É claro que nas periferias ou nas cidades dormitórios moram brancos, mas o fato de existir uma maioria negra nessas localidades não é coincidência.

Desta forma, ao falarmos de esquecimento de bairros negros, podemos falar sob duas perspectivas: o apagamento de negros da construção histórica de bairros tradicionais das mais diversas cidades do Brasil ou da falta de infraestrutura e da aparente falta de memória de alguns governantes quanto a serviços básicos, como saneamento, educação e saúde, nas periferias. Em ambos os casos, o direito de negros e negras em participar ativamente de suas cidades e terem orgulho delas é podado.

Portanto, relembrar as histórias dos bairros construídos por negros em nossas cidades, reconhecendo a importância de pretos e pretas na urbanização e produção de espaços, é uma forma de resistir à lógica racista e dar força aos movimentos que lutam pelo direito de ocupação da cidade por todos os seus cidadãos e reivindicam que os “novos bairros negros” sejam parte integral dos planos das cidades, de forma que não seja negada a eles a infraestrutura e o direito à moradia digna.

[...]

BORGES, Ester. Revista Capitolina. Disponível em: < https://bit.ly/2IJ03zv >. Acesso em: 24 maio 2018 (Fragmento adaptado).

Releia o trecho a seguir.

“[...] como saneamento, educação e saúde, nas periferias.”

A palavra destacada nos trechos a seguir acentuada pelo mesmo motivo daquela destacada no trecho anterior é

 

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479760 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: HRTN-MG

Leia o texto a seguir para responder às questões de 3 a 10.

Nossas cidades têm passados (e presentes) negros

[...]

Existe aquele bairro que surgiu por causa de um grande produtor de café, açúcar ou milho, aquele outro que apareceu quando uma indústria europeia chegou no Brasil e construiu uma pequena vila operária, ou ainda um formado por imigrantes alemães, italianos ou japoneses que chegaram durante ou após as duas Guerras Mundiais. Porém, você já ouviu falar de algum bairro da sua cidade que começou com a população negra após a abolição da escravidão (ou mesmo antes dela)? Não? Mas não existiam negros por aí durante a época das grandes fazendas, da indústria estrangeira ou das Guerras Mundiais?

Provavelmente existiam, mas você não ouviu falar de bairros iniciados por negros e negras porque essa parte da história precisou ser apagada, infelizmente. Isso faz parte da tentativa de embranquecimento da população brasileira e de esquecimento do período mais sombrio da nossa história. Esse apagamento da história preta faz com que muitas vezes negros e negras não se sintam pertencentes a suas cidades, mesmo que seus bisavós, avós e pais tenham construído esses municípios tanto quanto operários europeus e camponeses orientais.

Falando especificamente de São Paulo, os bairros nos quais isso fica mais evidente são o Bixiga e a Liberdade. O primeiro fica bem próximo ao centro da cidade e hoje é conhecido pelos descendentes de imigrantes italianos que ali habitam, além das festas e inúmeros restaurantes de comida típica de várias regiões da Itália existentes por lá. Contudo, quase ninguém sabe que anteriormente esse bairro era chamado de Saracura, uma parte de várzea de um córrego com o mesmo nome, que frequentemente transbordava e gerava alagamentos. No século 19, existiam tantos negros naquela área que o bairro era chamado de “Pequena África”. Já o bairro da Liberdade, atualmente conhecido pela forte cultura oriental em suas ruas e pelos restaurantes japoneses, foi uma grande zona de tortura e cemitério de escravos. E foi por serem regiões com terrenos de baixo custo que, posteriormente, os imigrantes europeus e orientais se alojaram por lá, sendo os cortiços comuns nesses bairros.

O preconceito e a especulação imobiliária após o desenvolvimento de maior infraestrutura nestas regiões afastaram as famílias negras desses espaços centrais, o que as levaram a ocupar as zonas periféricas da cidade, já que a percepção social sobre a população negra não foi modificada, diferentemente do que ocorreu com os imigrantes europeus e orientais, de modo que nunca teve as mesmas oportunidades de exercer funções melhores remuneradas.

Atualmente os bairros com a maior população negra da capital paulistana ficam no extremo de suas zonas leste e sul ou nas pequenas cidades ao redor do município, que formam a chamada zona metropolitana e costumam ser cidades dormitórios. Essa situação não é exclusiva de São Paulo, acontecendo também no Rio de Janeiro, em Brasília e em várias outras cidades do país. É claro que nas periferias ou nas cidades dormitórios moram brancos, mas o fato de existir uma maioria negra nessas localidades não é coincidência.

Desta forma, ao falarmos de esquecimento de bairros negros, podemos falar sob duas perspectivas: o apagamento de negros da construção histórica de bairros tradicionais das mais diversas cidades do Brasil ou da falta de infraestrutura e da aparente falta de memória de alguns governantes quanto a serviços básicos, como saneamento, educação e saúde, nas periferias. Em ambos os casos, o direito de negros e negras em participar ativamente de suas cidades e terem orgulho delas é podado.

Portanto, relembrar as histórias dos bairros construídos por negros em nossas cidades, reconhecendo a importância de pretos e pretas na urbanização e produção de espaços, é uma forma de resistir à lógica racista e dar força aos movimentos que lutam pelo direito de ocupação da cidade por todos os seus cidadãos e reivindicam que os “novos bairros negros” sejam parte integral dos planos das cidades, de forma que não seja negada a eles a infraestrutura e o direito à moradia digna.

[...]

BORGES, Ester. Revista Capitolina. Disponível em: < https://bit.ly/2IJ03zv >. Acesso em: 24 maio 2018 (Fragmento adaptado).

Em relação ao seu gênero, esse texto é, predominantemente, um(a)

 

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