Magna Concursos

Foram encontradas 150 questões.

A perda de hábitats e a fragmentação são processos fundamentais a serem considerados nas estratégias de conservação de biodiversidade. A perda de hábitat refere-se à diminuição genérica de ambientes que possuem características ecológicas que possibilitam a manutenção de diversas espécies, populações e comunidades. É conseqüência direta das modificações realizadas pelo homem na superfície terrestre, ocupando vastas áreas com atividades agropecuárias, urbanas, industriais e outras. O termo fragmentação é usado para descrever transformações que ocorrem quando blocos de vegetação são desmatados de forma incompleta, deixando pequenos blocos separados uns dos outros.

A fragmentação dos hábitats é um processo dinâmico constituído basicamente de três componentes: a perda de hábitats na paisagem como um todo, a redução do tamanho dos remanescentes e o crescente isolamento do fragmento por novas formas de uso. Essas transformações produzem grandes efeitos sobre a biodiversidade. Os fragmentos são mais suscetíveis aos riscos demográficos e genéticos associados com o pequeno tamanho da população, com o efeito das bordas do hábitat e com os perigos enfrentados pelos organismos ao se moverem entre os fragmentos. A magnitude de tais efeitos depende da extensão e da forma do fragmento, de seu número, da distância entre eles e do ambiente do entorno.

Nurit Bensusan. Os pressupostos biológicos do sistema nacional de
unidades de conservação.
In: Antônio Herman Benjamin. Direito ambiental
das áreas protegidas. Rio de Janeiro: Forense, 2001 (com adaptações).

Considerando as idéias apresentadas no texto acima e o disposto no Decreto n.º4.340/2000, julgue o item a seguir.

Um dos instrumentos da lei para combater os efeitos deletérios da fragmentação de hábitats é estabelecer a possibilidade de criação de mosaicos de unidades de conservação e incluir, nesses mosaicos, os corredores ecológicos reconhecidos pelo MMA.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O abate de animais da fauna autóctone, seja para fins comerciais, esportivos ou científicos, gera polêmicas. Com relação a esse tema e considerando a legislação pertinente a possibilidades de uso da fauna, crimes contra a fauna e licenciamento ambiental no âmbito faunístico, julgue o item subseqüente.

A captura e o abate de animais nativos para fins científicos pode ser feita por cientistas estrangeiros, desde que eles sejam autorizados pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e contem com a co-participação e co-responsabilidade de instituição brasileira de elevado valor e de reconhecido conceito técnico-científico.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O abate de animais da fauna autóctone, seja para fins comerciais, esportivos ou científicos, gera polêmicas. Com relação a esse tema e considerando a legislação pertinente a possibilidades de uso da fauna, crimes contra a fauna e licenciamento ambiental no âmbito faunístico, julgue o item subseqüente.

Nos estados em que a caça desportiva for autorizada, os clubes ou sociedades amadoristas de caça e de tiro ao vôo poderão emitir porte de arma para uso com fins desportivos.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O abate de animais da fauna autóctone, seja para fins comerciais, esportivos ou científicos, gera polêmicas. Com relação a esse tema e considerando a legislação pertinente a possibilidades de uso da fauna, crimes contra a fauna e licenciamento ambiental no âmbito faunístico, julgue o item subseqüente.

A caça esportiva é permitida somente em parques de caça federais, estaduais ou municipais, em caráter permanente ou temporário.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Fiscais do IBAMA encontraram oitenta animais mortos no zoológico Bwana Park, em Guaratiba, na zona oeste do Rio de Janeiro. Entre os animais mortos, havia macacos, jacarés, cisnes, araras, corujas, jabutis, gaviões, cobras e até uma onça pintada.

Segundo o delegado titular da Delegacia Móvel do Meio Ambiente (DMMA), os animais morreram devido a maus-tratos e inanição. Todos eles foram encontrados dentro de um freezer.

Além das carcaças, os fiscais do IBAMA encontraram cem animais vivos e muito magros. A delegacia enviou meia tonelada de alimentos para eles.

Folha de S. Paulo, 16/8/2001 (com adaptações).

Acerca de maus-tratos a animais domésticos e selvagens em cativeiro, julgue o item abaixo.

Na hipótese de cassação da licença de funcionamento de um jardim zoológico, os animais poderão ser libertados em seu hábitat natural, dependendo de suas condições de adaptação à vida silvestre.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Apesar de sua importância para o estudo das espécies, a falta de um plano de preservação e fiscalização faz que as ilhas se tornem alvo de especulação imobiliária, turismo predatório e urbanização acelerada. “Só o estado de São Paulo tem 1,3 milhão de hectares de águas territoriais e menos de 10 mil deles protegidos”, alerta o biólogo e diretor de Operações da Fundação Florestal, Fausto Pires de Campos. Apesar de a legislação determinar que não só a União como também estados e municípios respondam pela preservação ambiental, os ambientes marinhos não estão sendo nem estudados nem protegidos.

Segundo a professora do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP) Sueli Ângelo Furlan, há no litoral de São Paulo 106 ilhas, 23 ilhotas e 20 lajes (formação rochosa quase sem vegetação). Pelo menos um terço é unidade de proteção integral e as demais estão tombadas. Mesmo assim, várias espécies da flora e da fauna foram reduzidas pela ação humana.

Sem defesas contra espécies invasoras, as ilhas têm como grandes inimigos os desmatamentos, queimadas, caça, coleta de ovos e filhotes e introdução de animais e plantas. (...) Às vezes, até as boas intenções prejudicam. Triste com a situação da ilha do Apara, em São Sebastião – SP, um pescador plantou mudas de coqueiro e cana-de-açúcar, espécies que nada têm a ver com a região. Na ilha do Toque-Toque, foram introduzidas cabras, que estavam destruindo a vegetação nativa. “Apesar de ter placa proibindo o desembarque, sempre tem barco e lancha parando ali, gente armando rede de pesca ou pessoas estressando as aves”, conta o dono de um camping em Ilhabela, Enzo Marques Cabezaolias, que vive expulsando intrusos de uma ilhota em frente da Praia da Prainha, onde no inverno andorinhas do mar, vindas da Argentina e do Chile, fazem ninhos. “Uma vez peguei um garoto enchendo um saco com ovinhos.”

O Estado de S. Paulo, 26/1/2003 (com adaptações).

A respeito dos temas abordados no texto acima, julgue o item que se seguem.

A Lei n.º 5.197/1967 permite a coleta de ovos, desde que destinados a criadouros legalizados e quando solicitada licença.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Apesar de sua importância para o estudo das espécies, a falta de um plano de preservação e fiscalização faz que as ilhas se tornem alvo de especulação imobiliária, turismo predatório e urbanização acelerada. “Só o estado de São Paulo tem 1,3 milhão de hectares de águas territoriais e menos de 10 mil deles protegidos”, alerta o biólogo e diretor de Operações da Fundação Florestal, Fausto Pires de Campos. Apesar de a legislação determinar que não só a União como também estados e municípios respondam pela preservação ambiental, os ambientes marinhos não estão sendo nem estudados nem protegidos.

Segundo a professora do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP) Sueli Ângelo Furlan, há no litoral de São Paulo 106 ilhas, 23 ilhotas e 20 lajes (formação rochosa quase sem vegetação). Pelo menos um terço é unidade de proteção integral e as demais estão tombadas. Mesmo assim, várias espécies da flora e da fauna foram reduzidas pela ação humana.

Sem defesas contra espécies invasoras, as ilhas têm como grandes inimigos os desmatamentos, queimadas, caça, coleta de ovos e filhotes e introdução de animais e plantas. (...) Às vezes, até as boas intenções prejudicam. Triste com a situação da ilha do Apara, em São Sebastião – SP, um pescador plantou mudas de coqueiro e cana-de-açúcar, espécies que nada têm a ver com a região. Na ilha do Toque-Toque, foram introduzidas cabras, que estavam destruindo a vegetação nativa. “Apesar de ter placa proibindo o desembarque, sempre tem barco e lancha parando ali, gente armando rede de pesca ou pessoas estressando as aves”, conta o dono de um camping em Ilhabela, Enzo Marques Cabezaolias, que vive expulsando intrusos de uma ilhota em frente da Praia da Prainha, onde no inverno andorinhas do mar, vindas da Argentina e do Chile, fazem ninhos. “Uma vez peguei um garoto enchendo um saco com ovinhos.”

O Estado de S. Paulo, 26/1/2003 (com adaptações).

A respeito dos temas abordados no texto acima, julgue o item que se seguem.

Inventariar e mapear as espécies exóticas invasoras e as espécies-problema, bem como promover e apoiar pesquisas para subsidiar sua prevenção, erradicação e controle é um dos objetivos explicitados pela Política Nacional de Meio Ambiente.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia) é um animal de rara beleza e fragilidade que existe apenas na mata Atlântica. Mas não em toda a superfície desse ameaçado ecossistema. Ele somente ocorre nas florestas de baixadas litorâneas do estado do Rio de Janeiro, estando atualmente limitado ao que restou desse ambiente nos municípios de Silva Jardim, Casimiro de Abreu, Rio das Ostras, Cabo Frio, Armação de Búzios, Saquarema e Rio Bonito.

Existem na natureza pouco mais de 1.000 indivíduos agrupados em algumas centenas de famílias, todos vivendo nas áreas da Reserva Biológica de Poço das Antas, da Reserva Biológica União e em fazendas particulares da região. Menos de 2% de seu hábitat original ainda existe, sendo poucas as grandes áreas de florestas contínuas. A fragmentação florestal resultante da contínua exploração madeireira, do desenvolvimento agropecuário e da urbanização, é uma característica marcante do hábitat dessa espécie.

Nurit Bensusan (org.). Seria melhor ladrilhar? biodiversidade,
como, para que, por quê. Brasília: ISA/UnB, 2000 (com adaptações).

Com base nos assuntos tratados no texto, julgue o seguinte item.

O mico-leão-dourado pode ser considerado uma espéciebandeira — aquela que, ao ser conservada em seu ambiente natural, resulta na conservação de inúmeras outras espécies e no funcionamento de sistemas naturais.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia) é um animal de rara beleza e fragilidade que existe apenas na mata Atlântica. Mas não em toda a superfície desse ameaçado ecossistema. Ele somente ocorre nas florestas de baixadas litorâneas do estado do Rio de Janeiro, estando atualmente limitado ao que restou desse ambiente nos municípios de Silva Jardim, Casimiro de Abreu, Rio das Ostras, Cabo Frio, Armação de Búzios, Saquarema e Rio Bonito.

Existem na natureza pouco mais de 1.000 indivíduos agrupados em algumas centenas de famílias, todos vivendo nas áreas da Reserva Biológica de Poço das Antas, da Reserva Biológica União e em fazendas particulares da região. Menos de 2% de seu hábitat original ainda existe, sendo poucas as grandes áreas de florestas contínuas. A fragmentação florestal resultante da contínua exploração madeireira, do desenvolvimento agropecuário e da urbanização, é uma característica marcante do hábitat dessa espécie.

Nurit Bensusan (org.). Seria melhor ladrilhar? biodiversidade,
como, para que, por quê. Brasília: ISA/UnB, 2000 (com adaptações).

Com base nos assuntos tratados no texto, julgue o seguinte item.

Uma das alternativas para melhorar as condições de conservação das populações de Leontopithecus rosalia na região é o estabelecimento de corredores ecológicos, que são uma das categorias de unidades de conservação previstas na Lei n.º 9.985/2000.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia) é um animal de rara beleza e fragilidade que existe apenas na mata Atlântica. Mas não em toda a superfície desse ameaçado ecossistema. Ele somente ocorre nas florestas de baixadas litorâneas do estado do Rio de Janeiro, estando atualmente limitado ao que restou desse ambiente nos municípios de Silva Jardim, Casimiro de Abreu, Rio das Ostras, Cabo Frio, Armação de Búzios, Saquarema e Rio Bonito.

Existem na natureza pouco mais de 1.000 indivíduos agrupados em algumas centenas de famílias, todos vivendo nas áreas da Reserva Biológica de Poço das Antas, da Reserva Biológica União e em fazendas particulares da região. Menos de 2% de seu hábitat original ainda existe, sendo poucas as grandes áreas de florestas contínuas. A fragmentação florestal resultante da contínua exploração madeireira, do desenvolvimento agropecuário e da urbanização, é uma característica marcante do hábitat dessa espécie.

Nurit Bensusan (org.). Seria melhor ladrilhar? biodiversidade,
como, para que, por quê. Brasília: ISA/UnB, 2000 (com adaptações).

Com base nos assuntos tratados no texto, julgue o seguinte item.

No caso de captura não-autorizada de exemplares de Leontopithecus rosalia, a pena aplicada pela justiça deve ser semelhante, quer se trate de crime cometido em uma das fazendas que abrigam exemplares da espécie, ou no interior de uma das unidades de conservação.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas