Foram encontradas 643 questões.
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA
O Brasil volta a ser membro temporário do Conselho de Segurança da ONU. Ele ocupará a cadeira (que hoje pertence ao México) a partir de janeiro de 2004. A candidatura brasileira foi endossada por unanimidade pelo grupo regional da ONU que reúne os países da América Latina (GRULAC).
Para o diretor do Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade da Califórnia, o apoio dos países do GRULAC à indicação brasileira mostra o peso do país na América Latina. “Acredito que muitos desses países sintam que o Brasil pode ser uma voz importante no Conselho de Segurança. O país tem exercido uma real liderança na região e oferece alternativas diplomáticas concretas quando há situações complicadas”, disse.
Folha de S. Paulo, 23/10/2003, p. A14 (com adaptações).23/10/2003, p. A14 (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue o item que se seguem, relativos à política externa brasileira, ao contexto latino-americano e ao papel da ONU — com alguns de seus principais organismos — na política internacional contemporânea.
A ONU foi criada no imediato pós-Segunda Guerra Mundial, tendo entre seus principais objetivos zelar pela paz e pela segurança internacionais e promover o desenvolvimento dos povos.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA
A Argentina vai ficar ao lado do Brasil na queda-de-braço travada com os EUA nas negociações da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA). “O MERCOSUL e as relações com o Brasil são uma opção estratégica”, afirmou o ministro das Relações Exteriores do país vizinho, Rafael Bielsa. Segundo o chanceler, Brasil e Argentina têm propostas conjuntas e a intenção é fortalecer a parceria. “Nossas posições são muito parecidas com as do Brasil”.
Folha de S. Paulo, 23/10/2003, p. B9 (com adaptações).
Considerando o texto acima e o processo de formação de blocos econômicos no continente americano, julgue o item a seguir.
A ALCA é uma proposta de integração comercial bastante ampla, que almeja envolver todos os países das Américas.
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Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA
A Argentina vai ficar ao lado do Brasil na queda-de-braço travada com os EUA nas negociações da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA). “O MERCOSUL e as relações com o Brasil são uma opção estratégica”, afirmou o ministro das Relações Exteriores do país vizinho, Rafael Bielsa. Segundo o chanceler, Brasil e Argentina têm propostas conjuntas e a intenção é fortalecer a parceria. “Nossas posições são muito parecidas com as do Brasil”.
Folha de S. Paulo, 23/10/2003, p. B9 (com adaptações).
Considerando o texto acima e o processo de formação de blocos econômicos no continente americano, julgue o item a seguir.
Brasil e Argentina são os principais parceiros do MERCOSUL, o qual, por ser uma união aduaneira, possui uma tarifa externa comum.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
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Orgão: IBAMA
Duas questões marcaram os primeiros meses de 2003.
Por um lado, a mobilização militar e diplomática dos Estados Unidos da América (EUA) e do Reino Unido para invadir o Iraque. Por outro, a retórica do regime da Coréia do Norte em torno de seu programa nuclear. A evolução das duas questões deixou a impressão de que possuir um programa de desenvolvimento de armas nucleares teria efeito de dissuasão contra agressões armadas externas.
Essa falsa conclusão se devia ao fato de o Iraque, que não possuía armas nucleares, ter sido alvo de ameaças de invasão — e ter sido de fato invadido —, enquanto a Coréia do Norte, que dizia ter desenvolvido armas nucleares, não sofreu sequer ameaças de invasão. Ou seja, a proliferação nuclear passou aparentemente a ter bônus.
Nizar Messari. A crença da paz pela bomba atômica. In:
Jornal do Brasil, 6/10/2003, p. A11 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando aspectos marcantes da política internacional contemporânea, julgue o item seguinte.
A América Latina, provavelmente em função do poderio e dos interesses da Argentina e do Brasil, recusou-se a assinar tratado para livrar a região, sobretudo o Atlântico Sul, da corrida nuclear.
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Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA
Duas questões marcaram os primeiros meses de 2003.
Por um lado, a mobilização militar e diplomática dos Estados Unidos da América (EUA) e do Reino Unido para invadir o Iraque. Por outro, a retórica do regime da Coréia do Norte em torno de seu programa nuclear. A evolução das duas questões deixou a impressão de que possuir um programa de desenvolvimento de armas nucleares teria efeito de dissuasão contra agressões armadas externas.
Essa falsa conclusão se devia ao fato de o Iraque, que não possuía armas nucleares, ter sido alvo de ameaças de invasão — e ter sido de fato invadido —, enquanto a Coréia do Norte, que dizia ter desenvolvido armas nucleares, não sofreu sequer ameaças de invasão. Ou seja, a proliferação nuclear passou aparentemente a ter bônus.
Nizar Messari. A crença da paz pela bomba atômica. In:
Jornal do Brasil, 6/10/2003, p. A11 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando aspectos marcantes da política internacional contemporânea, julgue o item seguinte.
Seguindo a linha de raciocínio esboçada no texto, é correto afirmar que em áreas de tensão pronunciada, como a que abriga Índia e Paquistão, a posse de armas nucleares por países inimigos acabou por criar um equilíbrio de forças que afastou, na prática, a possibilidade de conflito entre eles.
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Duas questões marcaram os primeiros meses de 2003.
Por um lado, a mobilização militar e diplomática dos Estados Unidos da América (EUA) e do Reino Unido para invadir o Iraque. Por outro, a retórica do regime da Coréia do Norte em torno de seu programa nuclear. A evolução das duas questões deixou a impressão de que possuir um programa de desenvolvimento de armas nucleares teria efeito de dissuasão contra agressões armadas externas.
Essa falsa conclusão se devia ao fato de o Iraque, que não possuía armas nucleares, ter sido alvo de ameaças de invasão — e ter sido de fato invadido —, enquanto a Coréia do Norte, que dizia ter desenvolvido armas nucleares, não sofreu sequer ameaças de invasão. Ou seja, a proliferação nuclear passou aparentemente a ter bônus.
Nizar Messari. A crença da paz pela bomba atômica. In:
Jornal do Brasil, 6/10/2003, p. A11 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando aspectos marcantes da política internacional contemporânea, julgue o item seguinte.
Não foram poucos os analistas, diplomatas e profissionais das relações internacionais que enxergaram na decisão soviética e norte-americana de assinar um tratado de não-proliferação de armas nucleares uma opção estratégica para congelar o poder bélico em mãos das superpotências.
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Duas questões marcaram os primeiros meses de 2003.
Por um lado, a mobilização militar e diplomática dos Estados Unidos da América (EUA) e do Reino Unido para invadir o Iraque. Por outro, a retórica do regime da Coréia do Norte em torno de seu programa nuclear. A evolução das duas questões deixou a impressão de que possuir um programa de desenvolvimento de armas nucleares teria efeito de dissuasão contra agressões armadas externas.
Essa falsa conclusão se devia ao fato de o Iraque, que não possuía armas nucleares, ter sido alvo de ameaças de invasão — e ter sido de fato invadido —, enquanto a Coréia do Norte, que dizia ter desenvolvido armas nucleares, não sofreu sequer ameaças de invasão. Ou seja, a proliferação nuclear passou aparentemente a ter bônus.
Nizar Messari. A crença da paz pela bomba atômica. In:
Jornal do Brasil, 6/10/2003, p. A11 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando aspectos marcantes da política internacional contemporânea, julgue o item seguinte.
Bastaram alguns meses de ocupação norte-americana no Iraque para que se comprovasse a existência do arsenal com armas de destruição em massa que o regime de Saddam Hussein escondera dos inspetores internacionais e que fora o motivo principal da invasão dos EUA ao país.
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Duas questões marcaram os primeiros meses de 2003.
Por um lado, a mobilização militar e diplomática dos Estados Unidos da América (EUA) e do Reino Unido para invadir o Iraque. Por outro, a retórica do regime da Coréia do Norte em torno de seu programa nuclear. A evolução das duas questões deixou a impressão de que possuir um programa de desenvolvimento de armas nucleares teria efeito de dissuasão contra agressões armadas externas.
Essa falsa conclusão se devia ao fato de o Iraque, que não possuía armas nucleares, ter sido alvo de ameaças de invasão — e ter sido de fato invadido —, enquanto a Coréia do Norte, que dizia ter desenvolvido armas nucleares, não sofreu sequer ameaças de invasão. Ou seja, a proliferação nuclear passou aparentemente a ter bônus.
Nizar Messari. A crença da paz pela bomba atômica. In:
Jornal do Brasil, 6/10/2003, p. A11 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando aspectos marcantes da política internacional contemporânea, julgue o item seguinte.
Reino Unido, França e Alemanha foram os mais importantes Estados da União Européia a apoiarem a invasão do Iraque pelos EUA. A diferença do tipo de apoio é que apenas os ingleses enviaram tropas para os locais de combate.
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Duas questões marcaram os primeiros meses de 2003.
Por um lado, a mobilização militar e diplomática dos Estados Unidos da América (EUA) e do Reino Unido para invadir o Iraque. Por outro, a retórica do regime da Coréia do Norte em torno de seu programa nuclear. A evolução das duas questões deixou a impressão de que possuir um programa de desenvolvimento de armas nucleares teria efeito de dissuasão contra agressões armadas externas.
Essa falsa conclusão se devia ao fato de o Iraque, que não possuía armas nucleares, ter sido alvo de ameaças de invasão — e ter sido de fato invadido —, enquanto a Coréia do Norte, que dizia ter desenvolvido armas nucleares, não sofreu sequer ameaças de invasão. Ou seja, a proliferação nuclear passou aparentemente a ter bônus.
Nizar Messari. A crença da paz pela bomba atômica. In:
Jornal do Brasil, 6/10/2003, p. A11 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando aspectos marcantes da política internacional contemporânea, julgue o item seguinte.
Um dos poucos regimes autodefinidos como comunista ainda de pé, a Coréia do Norte se mantém firme devido aos excelentes índices econômicos que apresenta, o que praticamente lhe permite a auto-suficiência.
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Duas questões marcaram os primeiros meses de 2003.
Por um lado, a mobilização militar e diplomática dos Estados Unidos da América (EUA) e do Reino Unido para invadir o Iraque. Por outro, a retórica do regime da Coréia do Norte em torno de seu programa nuclear. A evolução das duas questões deixou a impressão de que possuir um programa de desenvolvimento de armas nucleares teria efeito de dissuasão contra agressões armadas externas.
Essa falsa conclusão se devia ao fato de o Iraque, que não possuía armas nucleares, ter sido alvo de ameaças de invasão — e ter sido de fato invadido —, enquanto a Coréia do Norte, que dizia ter desenvolvido armas nucleares, não sofreu sequer ameaças de invasão. Ou seja, a proliferação nuclear passou aparentemente a ter bônus.
Nizar Messari. A crença da paz pela bomba atômica. In:
Jornal do Brasil, 6/10/2003, p. A11 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando aspectos marcantes da política internacional contemporânea, julgue o item seguinte.
A existência, ainda hoje, de dois Estados na península coreana é reflexo de antiga ferida ainda aberta, isto é, de um dos mais graves embates internacionais ocorridos na primeira metade dos anos 50, em plena vigência da Guerra Fria.
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