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Foram encontradas 145 questões.

2413392 Ano: 2011
Disciplina: Economia
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
Considerando um modelo Mundell-Fleming (IL-LM-BP) marque a afirmativa INCORRETA.
 

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2413362 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE

Quem cuidará de você?

Em 2030, os idosos brasileiros serão, segundo o IBGE, quase tão numerosos quanto os jovens. Esta é uma notícia positiva, pois estamos vivendo mais, e preocupante, pois não existe planejamento no atendimento adequado aos cuidados, necessários que tal população exige – sejam médicos, domiciliares, de lazer, de alternativas profissionais.

O problema não é somente brasileiro. Os países desenvolvidos também estão diante de uma situação complicada, só que muitos estão enfrentando o desafio há décadas. Alguns conseguiram um planejamento exitoso.

Em 2030, os EUA terão 72,1 milhões de adultos acima de 65 anos, mais que o dobro do número de idosos em 2005. Os americanos têm por regra poupar para chegar à terceira idade em condições de viver em lugares planejados, em comunidade. Os que podem, planejam essa independência e assistência.

Na França, com grande número de idosos solitários, a ex-ministra do Trabalho Martine Aubry criou um programa que capacitava jovens a serem visitadores de idosos. Eles realizavam compras, levavam os idosos para caminhar, pegavam o metrô para levá-los à fisioterapia, a consultas.

No Brasil, os idosos têm aposentadoria. Porém, mais que tudo, contam com a família. Para falar a verdade, com as mulheres da família. A filha solteira, a que larga o emprego para cuidar dos pais, a casada que abriga o idoso em sua residência. E sempre houve uma ojeriza da família ou do próprio idoso a ir para uma casa de repouso. Isso está mudando: mais pessoas envelhecem e a família não dá conta.

Um grande número de mulheres não querem ou não podem mais abdicar de suas profissões para cuidar dos pais. Um enorme número que tinha como “natural” cuidar dos filhos e depois dos pais abriu mão desse programa por necessidade ou por mudanças de expectativa de realizações femininas neste século.

A Constituição de 1988 fez avanços importantes, mas envelhecemos em plena fase de desenvolvimento, com um país sendo construído em todas as áreas. A redução da pobreza extrema que tivemos é recente. Parte dos idosos são chefes de família e não têm como pensar em si mesmos.

Quando o idoso não chefia a família, mas depende dela, enfrenta graves problemas. Quem tem um pouco mais de poder aquisitivo não encontra bons cuidadores com facilidade. Falta qualificação. Quem procura casas de repouso encontra, nas mais acessíveis, péssimos serviços.

Existem programas em andamento, mas precisamos acelerar soluções. Em particular, ações que façam frente ao crescimento de demandas de saúde, previdência e assistência social. E, urgentemente, capacitar cuidadores. O jovem Brasil envelhece rapidamente.

(Marta Suplicy, Folha de São Paulo, 23/07/2011)

As palavras “médicos”, “notícia”, “países”, “porém” são acentuadas obedecendo, respectivamente, às mesmas regras que as seguintes palavras

 

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2413188 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE

O legado da servidão

Político, advogado, diplomata, literato e militante abolicionista, Joaquim Nabuco tinha lá sua veia de cientista social. Logo após a assinatura da Lei Áurea, pondo fim à escravidão, ele vaticinou que o estigma do regime ainda perduraria por dois séculos na sociedade brasileira. Filho de senhor de engenho e monarquista, Nabuco conhecia como poucos a visão de mundo das elites da nossa terra. E a História lhe daria inteira razão. A herança cultural da escravidão, oficialmente abolida em 13 de maio de 1888, permanece ainda hoje assustadoramente viva no Brasil.

O debate sobre a existência, ou não, de racismo entre nós, embora válido, apenas tangencia o problema relacionado à cultura de resistência à inclusão e ao progresso das pessoas oriundas das classes situadas na base da pirâmide social. Pois esta discriminação logo superaria a simples questão da cor da pele para se fixar na população pobre de um modo geral. Negra, mestiça, ou mesmo branca. O rancor dos antigos donos de escravos com a vitória abolicionista seria transmitido a seus descendentes na forma de arraigado desprezo contra todos que viessem a exercer o mesmo trabalho daqueles, fossem eles negros ou não. Esse desdém pela ralé seria responsável pela cunhagem de inúmeras expressões pejorativas para designar “a gente mal nascida”, tais como zé-povinho, patuleia, gentinha, gentalha, choldra, escumalha, negrada, criouléu e tantas outras. E também pelo mito da indolência do brasileiro.

Mas como nem só de epítetos depreciativos e mitos vive o preconceito, o ranço ideológico da escravidão deitaria raízes bem mais profundas na mentalidade das elites brasileiras, sob a forma de um olhar dicotômico sobre a própria condição humana, reclassificada de acordo com a condição social do aspirante à cidadania. Esta deformação está na origem da hostilidade de boa parte de nossa burguesia aos reclamos de ascensão social das classes mais desfavorecidas. É comum a objeção: estão ganhando pouco? Ah, mas pra cervejinha do final de semana, eles têm dinheiro; como se o uísque com os amigos fosse sagrado, mas o lazer do pobre algo imoral. O projeto dos Cieps de Darcy Ribeiro, destinado a oferecer educação de qualidade às crianças de famílias de baixa renda, foi impiedosamente sabotado pela reação conservadora, entre outros pretextos, sob a alegação de que as construções “eram caras demais”. “E favelado lá precisa de quadra poliesportiva e piscina?”, questionava-se.

Não é exatamente por sovinice que, de um modo geral, as elites se opõem às recentes e inéditas políticas públicas de redistribuição de renda. Afinal, cumprindo-se os desígnios da macroeconomia, mesmo obrigados a pagar mais impostos para financiar programas sociais e a oferecer salários melhores a seus empregados, os ricos ficaram ainda mais ricos quando tantos pobres deixaram de ser tão pobres. O problema está no inconformismo dos herdeiros ideológicos do sistema escravocrata, não necessariamente ricos, com o progressivo desaparecimento das marcas da servidão humana no cenário social brasileiro. Como dizia uma conhecida socialite há alguns anos, para espanto de suas amigas francesas: “Adoro o Brasil, pois lá meus empregados contentam-se em comer banana com farinha...”

(Com adaptações, José Carlos Tórtima, “O Globo”, 26/07/2011)

Quanto à concordância verbal e nominal marque a alternativa correta.

 

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2413143 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
“Muitas empresas tentaram aprender e usar os métodos que a Toyota refinou em uma rotina, uma ciência, uma maneira de estar e pensar. Não menos importantes entre elas estão a GM, Ford e Chrysler. Por mais de 20 anos, a Toyota e a GM operaram uma fábrica de automóveis conjuntamente na Califórnia – o Projeto Nummi – as três Grandes melhoraram na produção de carros: na última década, a GM e a Chrysler cortaram um terço das horas necessárias para montar um carro. No entanto, elas ainda estão atrás da Toyota.”
(HSM Management – Maio/Junho 2007)
O fator que diferencia a Toyota das demais empresas a obter resultados positivos é
 

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2413081 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
Com relação aos componentes de um computador relacione as colunas a seguir.
1.Gabinete.
2. Monitor.
3. Teclado.
4. Mouse.
5. CPU.
( ) Periférico de entrada, pelo qual se controla o cursor que aponta para os itens na tela.
( ) Caixa metálica onde ficam vários componentes eletrônicos que fazem o processamento da informação.
( ) Periférico de saída, responsável por exibir as respostas que o computador fornece.
( ) Componente eletrônico interno, responsável por realizar o processamento de todas as informações que passam pelo computador.
( ) Periférico de entrada, constituído de um conjunto de teclas pela qual ocorre a entrada de dados no computador.
A sequência está correta em
 

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2412961 Ano: 2011
Disciplina: Economia
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
O preço afeta a quantidade demandada tanto direta quanto indiretamente. A equação de Slutsky, Efeito Total = Efeito Substituição – X * Efeito Renda, em que x é a demanda marshalliana, mostra como esses dois efeitos se comportam. A partir dessas informações, é correto afirmar que
 

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2412919 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
Associe as colunas relacionando os tipos de planos com suas respectivas características.
Tipos de planos Características básicas
1. Estratégico.
2. Tático.
3. Operacional.
( ) Foco em tarefas rotineiras.
( ) Orientação de médio prazo.
( ) Objetivos gerais e planos genéricos.
( ) Define procedimentos e processos específicos.
( ) Orientação de longo prazo.
( ) Foco em unidades ou departamentos da organização.
( ) Define as principais ações a empreender para cada unidade.
( ) Objetivos especificam os resultados esperados de grupos ou indivíduos.
A sequência está correta em
 

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2412907 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
“Aluno de um determinado curso a distância precisa enviar o seu trabalho de português através de um site fornecido pela instituição de ensino, para que possa ser corrigido pelo professor.” O recurso que permite ao aluno realizar este procedimento é conhecido como
 

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2412801 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
Quando ocorrem tragédias como as provocadas pelo tsunami no Japão, dois fenômenos acontecem quase que simultaneamente. O primeiro é o da solidariedade, que surge de onde menos se espera e se espalha entre pessoas, cidades e continentes. O segundo fenômeno é o da colaboração. Trata-se de um tipo de ação solidária que une pessoas em busca de objetivos comuns. O ideal, porém, seria que esse espírito de união e colaboração estivesse sempre presente no enfrentamento de todas as dificuldades que uma pessoa encontrasse. As organizações buscam incessantemente o trabalho em equipe para melhorar seu desempenho.
(Revista Você S.A – abril/2011)
Diante do exposto, pode-se afirmar que
I. os administradores e as equipes determinam e planejam em conjunto o trabalho.
II. as pessoas trabalham sozinhas.
III. a maioria da informação é livremente partilhada em todos os níveis.
IV. as recompensas baseiam-se no desempenho individual e em contribuições para o desempenho da equipe.
V. a disposição a tomar risco é desencorajada e punida.
Os resultados do trabalho em equipe são caracterizados apenas nas alternativas
 

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2412729 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE

O legado da servidão

Político, advogado, diplomata, literato e militante abolicionista, Joaquim Nabuco tinha lá sua veia de cientista social. Logo após a assinatura da Lei Áurea, pondo fim à escravidão, ele vaticinou que o estigma do regime ainda perduraria por dois séculos na sociedade brasileira. Filho de senhor de engenho e monarquista, Nabuco conhecia como poucos a visão de mundo das elites da nossa terra. E a História lhe daria inteira razão. A herança cultural da escravidão, oficialmente abolida em 13 de maio de 1888, permanece ainda hoje assustadoramente viva no Brasil.

O debate sobre a existência, ou não, de racismo entre nós, embora válido, apenas tangencia o problema relacionado à cultura de resistência à inclusão e ao progresso das pessoas oriundas das classes situadas na base da pirâmide social. Pois esta discriminação logo superaria a simples questão da cor da pele para se fixar na população pobre de um modo geral. Negra, mestiça, ou mesmo branca. O rancor dos antigos donos de escravos com a vitória abolicionista seria transmitido a seus descendentes na forma de arraigado desprezo contra todos que viessem a exercer o mesmo trabalho daqueles, fossem eles negros ou não. Esse desdém pela ralé seria responsável pela cunhagem de inúmeras expressões pejorativas para designar “a gente mal nascida”, tais como zé-povinho, patuleia, gentinha, gentalha, choldra, escumalha, negrada, criouléu e tantas outras. E também pelo mito da indolência do brasileiro.

Mas como nem só de epítetos depreciativos e mitos vive o preconceito, o ranço ideológico da escravidão deitaria raízes bem mais profundas na mentalidade das elites brasileiras, sob a forma de um olhar dicotômico sobre a própria condição humana, reclassificada de acordo com a condição social do aspirante à cidadania. Esta deformação está na origem da hostilidade de boa parte de nossa burguesia aos reclamos de ascensão social das classes mais desfavorecidas. É comum a objeção: estão ganhando pouco? Ah, mas pra cervejinha do final de semana, eles têm dinheiro; como se o uísque com os amigos fosse sagrado, mas o lazer do pobre algo imoral. O projeto dos Cieps de Darcy Ribeiro, destinado a oferecer educação de qualidade às crianças de famílias de baixa renda, foi impiedosamente sabotado pela reação conservadora, entre outros pretextos, sob a alegação de que as construções “eram caras demais”. “E favelado lá precisa de quadra poliesportiva e piscina?”, questionava-se.

Não é exatamente por sovinice que, de um modo geral, as elites se opõem às recentes e inéditas políticas públicas de redistribuição de renda. Afinal, cumprindo-se os desígnios da macroeconomia, mesmo obrigados a pagar mais impostos para financiar programas sociais e a oferecer salários melhores a seus empregados, os ricos ficaram ainda mais ricos quando tantos pobres deixaram de ser tão pobres. O problema está no inconformismo dos herdeiros ideológicos do sistema escravocrata, não necessariamente ricos, com o progressivo desaparecimento das marcas da servidão humana no cenário social brasileiro. Como dizia uma conhecida socialite há alguns anos, para espanto de suas amigas francesas: “Adoro o Brasil, pois lá meus empregados contentam-se em comer banana com farinha...”

(Com adaptações, José Carlos Tórtima, “O Globo”, 26/07/2011)

A ideia principal do texto é

 

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