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Foram encontradas 145 questões.

2411549 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
Numa sala há um abajur, uma luminária e uma vela. Sabe-se que
  • se a vela não está acesa, então a luminária está ligada.
  • ou o abajur está desligado, ou a vela está acesa.
Considerando que a vela está acesa, então
 

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2411431 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
O Benchmarking interno é aquele que consiste na comparação
 

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2411397 Ano: 2011
Disciplina: Estatística
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE

Torna-se necessário realizar um levantamento a respeito do percentual de pessoas que aprovam a administração feita por um determinado Governador. Neste levantamento, deseja-se que o erro seja no máximo de mais ou menos 2%, com uma confiança de 98% e que a estimativa intervalar contenha o valor real do percentual de aprovação do Governador. Considerando que se adote uma amostragem aleatória simples, o tamanho da amostra aproximado que deverá ser realizada é

 

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2411354 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
Enunciado 2789978-1
Em relação ao Microsoft Office Word 2003 (configuração padrão), analise a figura e marque a alternativa correspondente.
 

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2411351 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE

O legado da servidão

Político, advogado, diplomata, literato e militante abolicionista, Joaquim Nabuco tinha lá sua veia de cientista social. Logo após a assinatura da Lei Áurea, pondo fim à escravidão, ele vaticinou que o estigma do regime ainda perduraria por dois séculos na sociedade brasileira. Filho de senhor de engenho e monarquista, Nabuco conhecia como poucos a visão de mundo das elites da nossa terra. E a História lhe daria inteira razão. A herança cultural da escravidão, oficialmente abolida em 13 de maio de 1888, permanece ainda hoje assustadoramente viva no Brasil.

O debate sobre a existência, ou não, de racismo entre nós, embora válido, apenas tangencia o problema relacionado à cultura de resistência à inclusão e ao progresso das pessoas oriundas das classes situadas na base da pirâmide social. Pois esta discriminação logo superaria a simples questão da cor da pele para se fixar na população pobre de um modo geral. Negra, mestiça, ou mesmo branca. O rancor dos antigos donos de escravos com a vitória abolicionista seria transmitido a seus descendentes na forma de arraigado desprezo contra todos que viessem a exercer o mesmo trabalho daqueles, fossem eles negros ou não. Esse desdém pela ralé seria responsável pela cunhagem de inúmeras expressões pejorativas para designar “a gente mal nascida”, tais como zé-povinho, patuleia, gentinha, gentalha, choldra, escumalha, negrada, criouléu e tantas outras. E também pelo mito da indolência do brasileiro.

Mas como nem só de epítetos depreciativos e mitos vive o preconceito, o ranço ideológico da escravidão deitaria raízes bem mais profundas na mentalidade das elites brasileiras, sob a forma de um olhar dicotômico sobre a própria condição humana, reclassificada de acordo com a condição social do aspirante à cidadania. Esta deformação está na origem da hostilidade de boa parte de nossa burguesia aos reclamos de ascensão social das classes mais desfavorecidas. É comum a objeção: estão ganhando pouco? Ah, mas pra cervejinha do final de semana, eles têm dinheiro; como se o uísque com os amigos fosse sagrado, mas o lazer do pobre algo imoral. O projeto dos Cieps de Darcy Ribeiro, destinado a oferecer educação de qualidade às crianças de famílias de baixa renda, foi impiedosamente sabotado pela reação conservadora, entre outros pretextos, sob a alegação de que as construções “eram caras demais”. “E favelado lá precisa de quadra poliesportiva e piscina?”, questionava-se.

Não é exatamente por sovinice que, de um modo geral, as elites se opõem às recentes e inéditas políticas públicas de redistribuição de renda. Afinal, cumprindo-se os desígnios da macroeconomia, mesmo obrigados a pagar mais impostos para financiar programas sociais e a oferecer salários melhores a seus empregados, os ricos ficaram ainda mais ricos quando tantos pobres deixaram de ser tão pobres. O problema está no inconformismo dos herdeiros ideológicos do sistema escravocrata, não necessariamente ricos, com o progressivo desaparecimento das marcas da servidão humana no cenário social brasileiro. Como dizia uma conhecida socialite há alguns anos, para espanto de suas amigas francesas: “Adoro o Brasil, pois lá meus empregados contentam-se em comer banana com farinha...”

(Com adaptações, José Carlos Tórtima, “O Globo”, 26/07/2011)

Assinale a alternativa cujos parônimos completam correta e sequencialmente as lacunas a seguir.

1. “Nabuco vaticinou que a racial perduraria por dois séculos na sociedade brasileira.” (descriminação / discriminação)

2. “As ações das elites brasileiras o que Nabuco vaticinou.” (ratificam / retificam)

3. “O de escravos no Brasil foi de proporções assustadoras.” (tráfico / tráfego)

 

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2411143 Ano: 2011
Disciplina: Estatística
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE

Seja X e Y variáveis aleatórias independentes e identicamente (i.i.d.). A Função Geradora de Momentos (F.G.M.) de cada uma delas é dada por

Enunciado 2785097-1

Com base nestas informações, encontre a F.G.M. de uma variável Z = 2 . X – Y + 3.

 

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2411119 Ano: 2011
Disciplina: Administração Pública
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
Estudos mostram que o empowerment sustenta que a motivação individual aumenta e os resultados melhoram. Para os idealizadores desse conceito, empowerment
 

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2410977 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
“O assassinato de Chico Mendes, em 1988, em Xapuri, no estado do(e) despertou a atenção do mundo para as disputas entre grandes proprietários e na Amazônia, um grave problema que persiste até hoje.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmação anterior.
 

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2410842 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
A família de Natália comemorou em um único mês os seguintes eventos: um casamento, um batizado e uma bodas de ouro. Sabe-se que
  • Glória, mãe de Natália comemorou bodas de ouro de seu casamento com Francisco.
  • Márcia, irmã de Natália, é mãe de Pedro, que foi a criança batizada.
  • Natália casou-se com Reinaldo que é irmão de Guilherme.
Sobre o parentesco entre essas pessoas, conclui-se que
 

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2410821 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE

O legado da servidão

Político, advogado, diplomata, literato e militante abolicionista, Joaquim Nabuco tinha lá sua veia de cientista social. Logo após a assinatura da Lei Áurea, pondo fim à escravidão, ele vaticinou que o estigma do regime ainda perduraria por dois séculos na sociedade brasileira. Filho de senhor de engenho e monarquista, Nabuco conhecia como poucos a visão de mundo das elites da nossa terra. E a História lhe daria inteira razão. A herança cultural da escravidão, oficialmente abolida em 13 de maio de 1888, permanece ainda hoje assustadoramente viva no Brasil.

O debate sobre a existência, ou não, de racismo entre nós, embora válido, apenas tangencia o problema relacionado à cultura de resistência à inclusão e ao progresso das pessoas oriundas das classes situadas na base da pirâmide social. Pois esta discriminação logo superaria a simples questão da cor da pele para se fixar na população pobre de um modo geral. Negra, mestiça, ou mesmo branca. O rancor dos antigos donos de escravos com a vitória abolicionista seria transmitido a seus descendentes na forma de arraigado desprezo contra todos que viessem a exercer o mesmo trabalho daqueles, fossem eles negros ou não. Esse desdém pela ralé seria responsável pela cunhagem de inúmeras expressões pejorativas para designar “a gente mal nascida”, tais como zé-povinho, patuleia, gentinha, gentalha, choldra, escumalha, negrada, criouléu e tantas outras. E também pelo mito da indolência do brasileiro.

Mas como nem só de epítetos depreciativos e mitos vive o preconceito, o ranço ideológico da escravidão deitaria raízes bem mais profundas na mentalidade das elites brasileiras, sob a forma de um olhar dicotômico sobre a própria condição humana, reclassificada de acordo com a condição social do aspirante à cidadania. Esta deformação está na origem da hostilidade de boa parte de nossa burguesia aos reclamos de ascensão social das classes mais desfavorecidas. É comum a objeção: estão ganhando pouco? Ah, mas pra cervejinha do final de semana, eles têm dinheiro; como se o uísque com os amigos fosse sagrado, mas o lazer do pobre algo imoral. O projeto dos Cieps de Darcy Ribeiro, destinado a oferecer educação de qualidade às crianças de famílias de baixa renda, foi impiedosamente sabotado pela reação conservadora, entre outros pretextos, sob a alegação de que as construções “eram caras demais”. “E favelado lá precisa de quadra poliesportiva e piscina?”, questionava-se.

Não é exatamente por sovinice que, de um modo geral, as elites se opõem às recentes e inéditas políticas públicas de redistribuição de renda. Afinal, cumprindo-se os desígnios da macroeconomia, mesmo obrigados a pagar mais impostos para financiar programas sociais e a oferecer salários melhores a seus empregados, os ricos ficaram ainda mais ricos quando tantos pobres deixaram de ser tão pobres. O problema está no inconformismo dos herdeiros ideológicos do sistema escravocrata, não necessariamente ricos, com o progressivo desaparecimento das marcas da servidão humana no cenário social brasileiro. Como dizia uma conhecida socialite há alguns anos, para espanto de suas amigas francesas: “Adoro o Brasil, pois lá meus empregados contentam-se em comer banana com farinha...”

(Com adaptações, José Carlos Tórtima, “O Globo”, 26/07/2011)

Observando-se o termo regente, assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas a seguir.

1. É comum a elite fazer críticas , pertencendo à classe pobre, tenha lazer.

2. Não somos favoráveis vive na ociosidade.

3. O assunto discutimos referia-se ao racismo no Brasil.

 

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