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I. A primeira etapa do Plano Real tinha como função promover um ajuste fiscal que levasse ao estabelecimento do equilíbrio das contas do governo, com o objetivo de eliminar a principal causa da inflação brasileira, por meio, por exemplo, do Programa de Ação Imediata PAI, em maio de 1993 e a aprovação do Fundo Social de Emergência FSE, em fevereiro de 1994.
II. A segunda fase visava à criação de um padrão estável de valor, denominado Unidade Real de Valor URV. Esta fase buscava, na verdade, eliminar os componentes de custos e de demanda da inflação, pois isso visava eliminar, por meio do congelamento de preços, a desindexação e a memória inflacionária do país.
III. A terceira fase concedia poder liberatório à unidade de conta e estabelecia as regras de emissão e lastreamento da nova moeda ou seja, o real R$, com o objetivo de garantir a estabilidade. Esta fase apresentava um conjunto de medidas sobrepostas por meio da Medida Provisória MP, 542 que apresentava, dentre estas medidas, metas monetárias, tentativas de autonomia do Banco Central, paridade fixa do dólar em relação ao limite superior de uma banda.
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Sejam PL e PK os preços do trabalho (L) e do capital ( K ) , respectivamente, e que CT = PL . L + PK.K representa o orçamento de custos que a firma tem disponível para gastar na compra dos dois insumos – L e K. Ao mesmo tempo, seja Q = 20L + 65K - 0,5L2 - 0,5K2 a função de produção desta firma. Sabe-se que esta firma deseja determinar a forma mais eficiente pela qual pode-se alocar o orçamento na contratação de capital e trabalho, de forma a maximizar a quantidade produzida (Q) sujeita à restrição de que o dispêndio total deve ser igual ao CT.
Sabendo-se que CT = $ 2.200; PL = $ 20,00; PK = $ 50,00, e diante de tais informações, os valores de K e L que irão fazer com que Q seja máxima, são:
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- História EconômicaEscola Clássica
- MacroeconomiaIntrodução à Macroeconomia
- MicroeconomiaOferta e Demanda
I. Em uma armadilha de liquidez, a taxa de juros é constante porque a demanda por moeda é completamente elástica no que tange à taxa de juros. Neste sentido, a política monetária não tem nenhum efeito sobre a economia, enquanto a política fiscal tem seu efeito multiplicador sobre a produção e nenhum efeito sobre a taxa de juros.
II. No caso clássico, a demanda por moeda é independente da taxa de juros. Neste caso, as variações no estoquemonetário fazema renda variar. Entretanto, a política fiscal não tem nenhum efeito sobre a renda, ela afeta somente a taxa de juros. Neste sentido, há um efeito deslocamento completo dos gastos privados pelos gastos do governo.
III. Em uma economia que opere abaixo do pleno emprego, o efeito deslocamento não precisa ocorrer. As autoridades monetárias podem promover uma política monetária acomodativa que evite o aumento nas taxas de juros associado à expansão produtiva.
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- Economia do Setor PúblicoBens Públicos (Economia)
- MicroeconomiaFundamentos de Microeconomia
- MicroeconomiaFalhas de MercadoExternalidades
- MicroeconomiaOferta e Demanda
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A partir de 1870, há um deslocamento do centro de preocupações de grande número de economistas. Para determinados autores, este deslocamento é definido como revolução marginalista, pois a ideia central que o preside é o chamado princípio marginal. Neste sentido, leia as proposições abaixo e marque a alternativa correta.
I. A crítica que os economistas marginalistas enfatizaram sobre a teoria clássica, era de que os preços também dependiam de um certo grau de demanda, que por sua vez dependiam da satisfação dos consumidores em relação às mercadorias (bens e serviços) , individualmente.
II. Os marginalistas forneceram modernos conceitos microeconômicos, utilizando ferramentas básicas de demanda e oferta, satisfação dos consumidores e uma base matemática para a utilização dessas ferramentas.
III. Os marginalistas mostraram também que em uma economia aberta, os fatores de produção – terra, trabalho e capital – têm retornos equitativos às suas contribuições para a produção. Este princípio foi, algumas vezes, utilizado para justificar a existência de distribuição de renda: os agentes ganhavam exatamente o que contribuíam para a produção.
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I. A empresa de concorrência perfeita maximiza o lucro total quando produz no nível de produção em que a receita marginal, que é igual ao preço unitário do produto, equivale ao customarginal.
II. A curva de oferta no curto prazo de uma empresa perfeitamente competitiva, coincide com o segmento de sua curva de custo marginal situado acima do valor mínimo do custo variávelmédio.
III. No longo prazo, o ponto de equilíbrio do setor perfeitamente competitivo situa-se no ponto de mínimo da curva de custo médio de longo prazo; na verdade, esta é a condição de lucro econômico nulo.
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