Foram encontradas 50 questões.
Analise os períodos abaixo quanto à regência verbal, de acordo com a norma culta, e assinale a alternativa correspondente.
I- Pedro participa do concurso porque aspira uma das vagas do IFAC.
lI- Prefiro vinho a cerveja.
IlI- Nenhum dos alunos simpatizava com aquela professora.
IV- O médico assistiu o paciente no hospital.
V- A candidata que me referi foi aprovada.
VI- Esqueci do nome dela.
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Analise as seguintes afirmativas, a respeito da sintaxe da oração e do período, e assinale a alternativa INCORRETA.
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Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas no seguinte fragmento da crônica "Assim caminha a humanidade", de Carlos Heitor Cony, divulgada no www.uol.com.br, em 27/09/2005, observando a grafia e crase.
Não sei _____ , lembrei ainda __ pouco um comentário de Mussolini, o ditador que levou a Itália __ tragédia. Um repórter inglês, quando o regime fascista começou a despencar, revelando os crimes e erros daquele período nefasto, perguntou-lhe se era difícil governar os italianos. Mussolini respondeu: "Não é difícil. É inútil". Mudando-se o_____ pulando da Itália devastada pela guerra para o Brasil invadido pelos delúbios e valérios, indagamos uns aos outros se é difícil consertar a vida pública nacional, colocando-a nos trilhos da ______ e da eficiência.
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As palavras sublinhadas nos períodos abaixo são homônimas, que têm a mesma pronúncia, mas significados diferentes, como, bucho (estômago) e buxo (arbusto) ou são parónimas, pois têm significados diferentes, mas são parecidas na grafia ou na pronúncia, como inflação (alta dos preços) e infração (violação).
Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada está grafada de forma INCORRETA.
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Assinale a alternativa cuja palavra sublinhada está ERRADA quanto à concordância nominal ou verbal.
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Leia o texto a seguir.
Políticos e políticos
Não existe nada mais antigo que a tal concepção de Esquerda e Direita para os nossos·· políticos. Em primeiro lugar, porque é difícil saber hoje em dia, no Brasil, quem está de que lado. Tem gente chutando com as duas, jogando no meio de campo, atacando e se defendendo como podem. Em segundo lugar, porque os políticos brasileiros poderiam ser divididos em outras categorias, mais de acordo com eles mesmos. Corruptos e nãocorruptos, honestos ou desonestos, coerentes ou incoerentes e outros adjetivos. Mesmo porque, no plenário, ninguém se conserva nem à Direita, nem à Esquerda (como na conservadora Inglaterra) e sim, embolados lá na frente, numa gritaria de campos de futebol em jogo de clássico. Sai até porrada. Com a (mão) Direita ou com a Esquerda, sem nada de ideológico nisso.
Mas é sempre interessante pensar sobre a Esquerda e a Direita, nos dias de hoje. Vocês já notaram que quem trabalha mesmo é a Direita, e a Esquerda fica sempre na dela, na maciota?
E não é de hoje. Observem uma pessoa a tirar água num poço. Quem fica girando a manivela do sarilho é a Direita. A Esquerda fica apenas alisando a corda, numa boa.
Quem é que penteia o cabelo? A Direita. A Esquerda fica numa coadjuvância, armando um possível topete.
Quem é que dirige o carro? É a mão Direita. Manobras, câmbio. A mão Esquerda fica encostada na janela, relaxada, tomando um solzinho. E a perna Esquerda, que apenas empurra a embreagem? Quem trabalha mesmo é a Direita, que acelera, que freia. Hoje em dia, nos países do primeiro mundo, com a invenção do carro hidramático, suprimiram de vez a função da Esquerda. Nos EUA a Direita é quem faz tudo.
Quem é que pisca? A vista Direita. Enquanto a Direita se esforça para ficar se abrindo e fechando, a Esquerda fica de olho arregalado, na paquera, talvez. Tem gente que pisca com a Esquerda também, mas é muito mais complicado.
Na hora da impressão digital, as autoridades exigem o dedão da Direita, que fica todo sujo.
E quando fazemos o sinal da cruz com a Direita a Esquerda fica na dela para, apenas no final, junta as palmas das mãos, como que agradecendo o trabalho da outra, a Direita.
No jogo do baralho então é impressionante. A Direita tem que comprar as cartas, descartar, pegar o copo. E a Esquerda? Fica o tempo todo na dela apoiada no cotovelo, apenas segurando as cartas: como se nem estivesse ali, esperando que a Direita introduza ali a carta certa, a boa, a da vez.
O próprio Aurélio, que a gente folheia com a Direita, diz que o canhoto é o "inábil, desajeitado", não poupando elogios para o verbete destreza: "habilidade, aptidão".
Tudo isso foi resultado de um papo de bar, noite dessas, com um amigo meu. Mas, ao terminarmos toda essa elucubração, segurando ainda os copos com as Direitas, nos lembramos do perigo da extrema Direita e constatamos felizes que tanto o coração dele, como o meu e o seu estão na Esquerda. Já é alguma coisa direita.
Mário Prata - O Estado de São Paulo - 24/04/1995
Analise as palavras sublinhadas nos seguintes fragmentos do texto e assinale a alternativa INCORRETA quanto às regras de acentuação. "Nada mais antigo que a concepção de Esquerda e Direita para nossos políticos, porque é difícil saber quem está de que lado. No plenário, ninguém se conserva nem à Direita, nem à Esquerda e sim, embolados lá na frente, como em jogo de clássico. Sai até porrada. Com a (mão) Direita ou com a Esquerda, sem nada de ideológico nisso. O próprio Aurélio diz que o canhoto é o inábil".
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Leia o texto a seguir.
Políticos e políticos
Não existe nada mais antigo que a tal concepção de Esquerda e Direita para os nossos·· políticos. Em primeiro lugar, porque é difícil saber hoje em dia, no Brasil, quem está de que lado. Tem gente chutando com as duas, jogando no meio de campo, atacando e se defendendo como podem. Em segundo lugar, porque os políticos brasileiros poderiam ser divididos em outras categorias, mais de acordo com eles mesmos. Corruptos e nãocorruptos, honestos ou desonestos, coerentes ou incoerentes e outros adjetivos. Mesmo porque, no plenário, ninguém se conserva nem à Direita, nem à Esquerda (como na conservadora Inglaterra) e sim, embolados lá na frente, numa gritaria de campos de futebol em jogo de clássico. Sai até porrada. Com a (mão) Direita ou com a Esquerda, sem nada de ideológico nisso.
Mas é sempre interessante pensar sobre a Esquerda e a Direita, nos dias de hoje. Vocês já notaram que quem trabalha mesmo é a Direita, e a Esquerda fica sempre na dela, na maciota?
E não é de hoje. Observem uma pessoa a tirar água num poço. Quem fica girando a manivela do sarilho é a Direita. A Esquerda fica apenas alisando a corda, numa boa.
Quem é que penteia o cabelo? A Direita. A Esquerda fica numa coadjuvância, armando um possível topete.
Quem é que dirige o carro? É a mão Direita. Manobras, câmbio. A mão Esquerda fica encostada na janela, relaxada, tomando um solzinho. E a perna Esquerda, que apenas empurra a embreagem? Quem trabalha mesmo é a Direita, que acelera, que freia. Hoje em dia, nos países do primeiro mundo, com a invenção do carro hidramático, suprimiram de vez a função da Esquerda. Nos EUA a Direita é quem faz tudo.
Quem é que pisca? A vista Direita. Enquanto a Direita se esforça para ficar se abrindo e fechando, a Esquerda fica de olho arregalado, na paquera, talvez. Tem gente que pisca com a Esquerda também, mas é muito mais complicado.
Na hora da impressão digital, as autoridades exigem o dedão da Direita, que fica todo sujo.
E quando fazemos o sinal da cruz com a Direita a Esquerda fica na dela para, apenas no final, junta as palmas das mãos, como que agradecendo o trabalho da outra, a Direita.
No jogo do baralho então é impressionante. A Direita tem que comprar as cartas, descartar, pegar o copo. E a Esquerda? Fica o tempo todo na dela apoiada no cotovelo, apenas segurando as cartas: como se nem estivesse ali, esperando que a Direita introduza ali a carta certa, a boa, a da vez.
O próprio Aurélio, que a gente folheia com a Direita, diz que o canhoto é o "inábil, desajeitado", não poupando elogios para o verbete destreza: "habilidade, aptidão".
Tudo isso foi resultado de um papo de bar, noite dessas, com um amigo meu. Mas, ao terminarmos toda essa elucubração, segurando ainda os copos com as Direitas, nos lembramos do perigo da extrema Direita e constatamos felizes que tanto o coração dele, como o meu e o seu estão na Esquerda. Já é alguma coisa direita.
Mário Prata - O Estado de São Paulo - 24/04/1995
"Mas, ao terminarmos toda essa elucubracão, segurando ainda os copos com as Direitas, nos lembramos do perigo da extrema Direita e constatamos felizes que tanto o coração dele, como o meu e o seu estão na Esquerda" (último paragrafo). A palavra elucubração pode ser substituída, mantendo o mesmo sentido, por.
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Leia o texto a seguir.
Políticos e políticos
Não existe nada mais antigo que a tal concepção de Esquerda e Direita para os nossos·· políticos. Em primeiro lugar, porque é difícil saber hoje em dia, no Brasil, quem está de que lado. Tem gente chutando com as duas, jogando no meio de campoB), atacando e se defendendo como podem. Em segundo lugar, porque os políticos brasileiros poderiam ser divididos em outras categorias, mais de acordo com eles mesmos. Corruptos e nãocorruptos, honestos ou desonestos, coerentes ou incoerentes e outros adjetivos. Mesmo porque, no plenário, ninguém se conserva nem à Direita, nem à Esquerda (como na conservadora Inglaterra) e sim, embolados lá na frente, numa gritaria de campos de futebol em jogo de clássico. Sai até porrada. Com a (mão) Direita ou com a Esquerda, sem nada de ideológico nisso.
Mas é sempre interessante pensar sobre a Esquerda e a Direita, nos dias de hoje. Vocês já notaram que quem trabalha mesmo é a Direita, e a Esquerda fica sempre na dela, na maciota?
E não é de hoje. Observem uma pessoa a tirar água num poço. Quem fica girando a manivela do sarilho é a Direita. A Esquerda fica apenas alisando a corda, numa boa.
Quem é que penteia o cabelo? A Direita. A Esquerda fica numa coadjuvância, armando um possível topeteE).
Quem é que dirige o carro? É a mão Direita. Manobras, câmbio. A mão Esquerda fica encostada na janela, relaxada, tomando um solzinho. E a perna Esquerda, que apenas empurra a embreagem? Quem trabalha mesmo é a Direita, que acelera, que freia. Hoje em dia, nos países do primeiro mundo, com a invenção do carro hidramático, suprimiram de vez a função da Esquerda. Nos EUA a Direita é quem faz tudo.
Quem é que pisca? A vista Direita. Enquanto a Direita se esforça para ficar se abrindo e fechando, a Esquerda fica de olho arregalado, na paquera, talvez. Tem gente que pisca com a Esquerda também, mas é muito mais complicado.
Na hora da impressão digital, as autoridades exigem o dedão da Direita, que fica todo sujo.
E quando fazemos o sinal da cruz com a Direita a Esquerda fica na dela para, apenas no final, junta as palmas das mãos, como que agradecendo o trabalho da outra, a Direita.
No jogo do baralho então é impressionante. A Direita tem que comprar as cartas, descartar, pegar o copo. E a Esquerda? Fica o tempo todo na dela apoiada no cotovelo, apenas segurando as cartas: como se nem estivesse ali, esperando que a Direita introduza ali a carta certa, a boa, a da vez.
O próprio Aurélio, que a gente folheia com a Direita, diz que o canhoto é o "inábil, desajeitado", não poupando elogios para o verbete destreza: "habilidade, aptidão".
Tudo isso foi resultado de um papo de bar, noite dessas, com um amigo meu. Mas, ao terminarmos toda essa elucubração, segurando ainda os copos com as Direitas, nos lembramos do perigo da extrema Direita e constatamos felizes que tanto o coração dele, como o meu e o seu estão na Esquerda. Já é alguma coisa direita.
Mário Prata - O Estado de São Paulo - 24/04/1995
Analise as afirmativas abaixo, com base no texto, e assinale a alternativa INCORRETA.
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Leia o texto a seguir.
Políticos e políticos
Não existe nada mais antigo que a tal concepção de Esquerda e Direita para os nossos·· políticos. Em primeiro lugar, porque é difícil saber hoje em dia, no Brasil, quem está de que lado. Tem gente chutando com as duas, jogando no meio de campo, atacando e se defendendo como podem. Em segundo lugar, porque os políticos brasileiros poderiam ser divididos em outras categorias, mais de acordo com eles mesmos. Corruptos e nãocorruptos, honestos ou desonestos, coerentes ou incoerentes e outros adjetivos. Mesmo porque, no plenário, ninguém se conserva nem à Direita, nem à Esquerda (como na conservadora Inglaterra) e sim, embolados lá na frente, numa gritaria de campos de futebol em jogo de clássico. Sai até porrada. Com a (mão) Direita ou com a Esquerda, sem nada de ideológico nisso.
Mas é sempre interessante pensar sobre a Esquerda e a Direita, nos dias de hoje. Vocês já notaram que quem trabalha mesmo é a Direita, e a Esquerda fica sempre na dela, na maciota?
E não é de hoje. Observem uma pessoa a tirar água num poço. Quem fica girando a manivela do sarilho é a Direita. A Esquerda fica apenas alisando a corda, numa boa.
Quem é que penteia o cabelo? A Direita. A Esquerda fica numa coadjuvância, armando um possível topete.
Quem é que dirige o carro? É a mão Direita. Manobras, câmbio. A mão Esquerda fica encostada na janela, relaxada, tomando um solzinho. E a perna Esquerda, que apenas empurra a embreagem? Quem trabalha mesmo é a Direita, que acelera, que freia. Hoje em dia, nos países do primeiro mundo, com a invenção do carro hidramático, suprimiram de vez a função da Esquerda. Nos EUA a Direita é quem faz tudo.
Quem é que pisca? A vista Direita. Enquanto a Direita se esforça para ficar se abrindo e fechando, a Esquerda fica de olho arregalado, na paquera, talvez. Tem gente que pisca com a Esquerda também, mas é muito mais complicado.
Na hora da impressão digital, as autoridades exigem o dedão da Direita, que fica todo sujo.
E quando fazemos o sinal da cruz com a Direita a Esquerda fica na dela para, apenas no final, junta as palmas das mãos, como que agradecendo o trabalho da outra, a Direita.
No jogo do baralho então é impressionante. A Direita tem que comprar as cartas, descartar, pegar o copo. E a Esquerda? Fica o tempo todo na dela apoiada no cotovelo, apenas segurando as cartas: como se nem estivesse ali, esperando que a Direita introduza ali a carta certa, a boa, a da vez.
O próprio Aurélio, que a gente folheia com a Direita, diz que o canhoto é o "inábil, desajeitado", não poupando elogios para o verbete destreza: "habilidade, aptidão".
Tudo isso foi resultado de um papo de bar, noite dessas, com um amigo meu. Mas, ao terminarmos toda essa elucubração, segurando ainda os copos com as Direitas, nos lembramos do perigo da extrema Direita e constatamos felizes que tanto o coração dele, como o meu e o seu estão na Esquerda. Já é alguma coisa direita.
Mário Prata - O Estado de São Paulo - 24/04/1995
Observe este período: "A cantora que se apresentou é ótima". O pronome relativo "que" refere-se à palavra anterior (cantora), corresponde ao pronome relativo a qual, e introduz uma oração subordinada. Mário Prata também usou inúmeras vezes a palavra "que", como nos períodos citados a seguir.
A palavra sublinhada ("que") também é um pronome relativo em todas as alternativas a seguir, EXCETO em: -
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Considere as seguintes afirmações a respeito do MS Office Word 2013 e assinale a alternativa que contém a informação INCORRETA.
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