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Expressões banidas do português
Flávia Boggio*
A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.
Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.
Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.
Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.
Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.
"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos.
Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.
Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.
O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.
O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.
* Roteirista. Escreve para programas e séries. Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.
Com base nos dois textos a seguir, preencha corretamente as lacunas.
TEXTO I
“Consideradas machistas, sentenças como ‘mal-amada’ e ‘essa é para casar’ também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal”.
TEXTO II

Disponível em: <http://guilhermelauxen.pbworks.com/w/page/82218322/ HQ%27s>.
No TEXTO I, a palavra “cancelamento” foi empregada no sentido . Já no TEXTO II, esse termo designa uma técnica matemática. Assim, de acordo com Cegalla (2010, p. 312), “uma palavra pode ter mais de uma significação. A esse fato linguístico dá-se o nome de . Ainda segundo o gramático, as palavras “têm grande poder evocativo, uma extraordinária carga ; são capazes de sugerir muito mais do que o objeto designado, desencadeando, conforme a situação, ideias, sentimentos e emoções de toda ordem”.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
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Expressões banidas do português
Flávia Boggio*
A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.
Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.
Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.
Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.
Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.
"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos.
Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.
Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.
O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.
O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.
* Roteirista. Escreve para programas e séries. Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.
“Para descrever e analisar uma situação de comunicação, Jakobson propõe que se considerem seis elementos essenciais: o locutor, o locutário (receptor), a mensagem, o código, o canal e o referente. [...] A cada um desses elementos corresponde uma função da linguagem, dependendo da finalidade principal de cada texto produzido (expressar emoções, explorar recursos linguísticos, transmitir informações etc.)”.
CEREJA, William Roberto, MAGALHÃES, Thereza Cochar. Gramática reflexiva: texto, semântica e interação. São Paulo: Atual, 2013, p. 19.
No seu texto, para explicar semanticamente expressões idiomáticas, a autora valoriza, principalmente, a função da linguagem denominada
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Expressões banidas do português
Flávia Boggio*
A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.
Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.
Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.
Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.
Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.
"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos.
Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.
Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.
O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.
O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.
* Roteirista. Escreve para programas e séries. Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.
Avalie o que se afirma acerca do texto e das estratégias discursivas empregadas pela autora.
O texto veicula algumas “expressões idiomáticas” que integram o léxico luso-brasileiro, utilizando recursos linguístico-estilísticos caracterizados por
I - construir sentidos para aquelas mais presentes no cotidiano dos menos letrados.
II - externar os preconceitos contra as pessoas que insistem em utilizá-las no dia a dia.
III - elaborar definições, indicando a que grupos sociais elas estão diretamente relacionadas.
IV - esclarecer, em tom crítico-irônico, mas bem-humorado, seus significados e contextos de uso.
V – demonstrar que elas adquirem novos sentidos, conotativos, ultrapassando seus significados literais.
Está correto apenas o que se afirma em
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Expressões banidas do português
Flávia Boggio*
A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.
Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.
Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.
Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.
Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.
"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos.
Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.
Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.
O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.
O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.
* Roteirista. Escreve para programas e séries. Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.
Sabendo-se que o texto de Flávia Boggio foi publicado em um veículo impresso de circulação nacional, é correto afirmar que os leitores poderão encontrá-lo na seção do jornal denominada
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Na região amazônica, o açaí exerce importante papel socioeconômico e cultural, sendo considerado um alimento de grande valor nutricional, pela riqueza em fibra alimentar e pigmento. O pigmento que predomina no açaí é denominado
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Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre o Node.js.
( ) É um interpretador de código JavaScript.
( ) É um ambiente de execução client-side.
( ) É código aberto.
( ) É multiplataforma e gratuito.
( ) O Angular depende dele para funcionar.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
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A linguagem C++ não possui o recurso de garbage collector e, com isso, toda liberação da memória deve ser feita de forma explícita através do destrutor de cada classe.
Sobre o destrutor de uma classe, é correto afirmar que
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A figura a seguir apresenta a janela principal do LibreOffice Impress.

Quando se cria uma nova apresentação, o Impress mostra apenas um slide no painel Slides e na área de trabalho. Considere as seguintes afirmações sobre os possíveis métodos para inserir um novo slide e as classifique como verdadeira (V) ou falsa (F).
( ) Vá em Slide > Novo slide na barra de Menus.
( ) Clique com o botão direito no painel Slides e selecione Novo slide no menu de contexto.
( ) Use o atalho de teclado Ctrl+M.
( ) Vá na visualização do organizador de slides na área de trabalho, clique com o botão direito em um slide e selecione Novo slide no menu de contexto.
( ) Clique no ícone Novo slide na barra de ferramentas Apresentação. Se a barra de ferramentas Apresentação não estiver visível, vá em Exibir > Barras de ferramentas na barra de Menus e selecione Apresentação na lista suspensa.
A sequência correta é
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