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Foram encontradas 50 questões.

2653465 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: IF-BA

Piscar (;) e chorar (;-;)

Mário Sérgio Conti*

O ponto e vírgula corre risco de extinção: o simpático sinal de pontuação não foi usado nos últimos três dias na Folha. Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho. Em contrapartida, abundam os pontos de exclamação, enterrados no jornal pelo bate-estaca de colunistas fanfarrões. Adicione-se ao estrondo exclamativo o ponto final por extenso.

Escasseiam também as reticências, irônicas ou não; o travessão, que abre uma fala ou completa o escrito; até os parênteses, que encapsulam outro sentido, como faz Drummond em "(não cantarei o mar: que ele se vingue de meu silêncio nesta concha)".

A pontuação é uma forma histórica. Os livros de Aristóteles, Platão e da Bíblia não tinham pontuação; nem minúsculas; nem espaço entre as palavras! Deus não escrevia certo por linhas tortas; escrevia embolado. O evangelho de João começava assim:

NOPRINCÍPIOERAOVERBOEOVERBOESTAVAEMDEUSEOVERBOERADEUS.

Foi com tijolos textuais como esse que se construiu o saber ocidental. Porque, como disse Aristóteles, OHOMEMÉUMANIMALPOLÍTICO. Gregários, os homens adotam convenções para se comunicar e mudar; mudar inclusive as convenções.

Foi o que fez Aldus Manutius, o editor veneziano que, em fevereiro de 1494, inventou o ponto e vírgula.

Quem conta sua história é a professora Cecelia Watson, num livro delicioso, "Semicolon: Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark". Renascentista, Manutius queria popularizar o conhecimento.

Não havia padronização nem academias que policiassem o idioma. Era uma algazarra. Cada um pontuava como lhe desse na telha.

Ao publicar "O Etna", ensaio em forma de diálogo sobre o vulcão - de autoria do cardeal Pietro Bembo, Manutius teve a divina ideia de captar a elocução do distinto prelado. Criou o símbolo gráfico que marca pausa maior que a da vírgula e menor que a do ponto. Com a obra pronta, vieram as regras: o ponto e vírgula separa orações numa mesma frase; organiza listas; economiza conectivos (e) ou adversativas (mas). Permaneceu perene, porém, o preceito básico - registrar um silêncio específico, advindo da linguagem oral.

A engenhoca de Manutius ganhou o mundo. "Moby-Dick" tem 4.000 pontos e vírgulas, informa Cecelia Watson, "um a cada 52 palavras". Machado de Assis, mais comedido e certeiro, mereceria o título de mestre do ponto e vírgula na periferia do capitalismo. Henry James não escrevia sem ter ao lado da escrivaninha um barril de pontos e vírgulas. Chegou à inverter a ordem de importância entre pontuação e palavras. Numa rara entrevista, ao Times, insistiu para que o repórter anotasse sua "pontuação, bem como as palavras".

A coisa mudou no século passado. Orwell, Barthelme, Chandler e tantos outros desprezaram o miniponto de Manutius. Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são "hermafroditas que não representam absolutamente nada".

É meio assim no Brasil. Nos seis contos exímios que Dalton Trevisan publicou e distribuiu no início do ano, num livreto de 32 páginas, não há um único ponto e vírgula. Dalton deixa que seus personagens e leitores deem uma paradinha onde bem entenderem.

Em contrapartida, o ponto e vírgula virou emoji, um derivado dos signos de pontuação. Dois pontos e vírgulas, com um travessão no meio, mostram uma carinha derramando uma lágrima de cada olho ;–;. Sozinho, representa uma piscada ;.

No ensaio "Sinais de Pontuação", Adorno prefigurou esse uso figurativo. O ponto de exclamação é um dedo em riste ameaçador, disse. Os dois pontos abrem a boca, "e coitado do escritor que não souber saciá-los". "Marotas e satisfeitas", as aspas "lambem os lábios".

Para Adorno, o ponto e vírgula parece "um bigode caído" e passa "um sabor rústico". Como quase ninguém mais tem bigode, o ponto e vírgula, com tantos serviços prestados, está à beira do desuso.

* Jornalista e escritor.

Folha de São Paulo, 27 de maio de 2022. Adaptado.

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma acerca dos aspectos estilísticos e semânticos do texto.

( ) Na passagem “Foi com tijolos textuais como esse que se construiu o saber ocidental.”, a palavra “tijolos” está empregada no sentido próprio.

( ) No trecho “Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram.”, o vocábulo sublinhado apresenta novos significados se usado em outros contextos.

( ) No período “Para Adorno, o ponto e vírgula parece ‘um bigode caído’ e passa ‘um sabor rústico.’”, identifica-se um pleonasmo e uma antítese, respectivamente.

( ) Em “Gregários, os homens adotam convenções para se comunicar e mudar...”, o termo em destaque, sem prejuízo para o sentido, pode ser substituído por “visionários”.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é

 

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2653464 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: IF-BA

Piscar (;) e chorar (;-;)

Mário Sérgio Conti*

O ponto e vírgula corre risco de extinção: o simpático sinal de pontuação não foi usado nos últimos três dias na Folha. Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho. Em contrapartida, abundam os pontos de exclamação, enterrados no jornal pelo bate-estaca de colunistas fanfarrões. Adicione-se ao estrondo exclamativo o ponto final por extenso.

Escasseiam também as reticências, irônicas ou não; o travessão, que abre uma fala ou completa o escrito; até os parênteses, que encapsulam outro sentido, como faz Drummond em "(não cantarei o mar: que ele se vingue de meu silêncio nesta concha)".

A pontuação é uma forma histórica. Os livros de Aristóteles, Platão e da Bíblia não tinham pontuação; nem minúsculas; nem espaço entre as palavras! Deus não escrevia certo por linhas tortas; escrevia embolado. O evangelho de João começava assim:

NOPRINCÍPIOERAOVERBOEOVERBOESTAVAEMDEUSEOVERBOERADEUS.

Foi com tijolos textuais como esse que se construiu o saber ocidental. Porque, como disse Aristóteles, OHOMEMÉUMANIMALPOLÍTICO. Gregários, os homens adotam convenções para se comunicar e mudar; mudar inclusive as convenções.

Foi o que fez Aldus Manutius, o editor veneziano que, em fevereiro de 1494, inventou o ponto e vírgula.

Quem conta sua história é a professora Cecelia Watson, num livro delicioso, "Semicolon: Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark". Renascentista, Manutius queria popularizar o conhecimento.

Não havia padronização nem academias que policiassem o idioma. Era uma algazarra. Cada um pontuava como lhe desse na telha.

Ao publicar "O Etna", ensaio em forma de diálogo sobre o vulcão - de autoria do cardeal Pietro Bembo, Manutius teve a divina ideia de captar a elocução do distinto prelado. Criou o símbolo gráfico que marca pausa maior que a da vírgula e menor que a do ponto. Com a obra pronta, vieram as regras: o ponto e vírgula separa orações numa mesma frase; organiza listas; economiza conectivos (e) ou adversativas (mas). Permaneceu perene, porém, o preceito básico - registrar um silêncio específico, advindo da linguagem oral.

A engenhoca de Manutius ganhou o mundo. "Moby-Dick" tem 4.000 pontos e vírgulas, informa Cecelia Watson, "um a cada 52 palavras". Machado de Assis, mais comedido e certeiro, mereceria o título de mestre do ponto e vírgula na periferia do capitalismo. Henry James não escrevia sem ter ao lado da escrivaninha um barril de pontos e vírgulas. Chegou à inverter a ordem de importância entre pontuação e palavras. Numa rara entrevista, ao Times, insistiu para que o repórter anotasse sua "pontuação, bem como as palavras".

A coisa mudou no século passado. Orwell, Barthelme, Chandler e tantos outros desprezaram o miniponto de Manutius. Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são "hermafroditas que não representam absolutamente nada".

É meio assim no Brasil. Nos seis contos exímios que Dalton Trevisan publicou e distribuiu no início do ano, num livreto de 32 páginas, não há um único ponto e vírgula. Dalton deixa que seus personagens e leitores deem uma paradinha onde bem entenderem.

Em contrapartida, o ponto e vírgula virou emoji, um derivado dos signos de pontuação. Dois pontos e vírgulas, com um travessão no meio, mostram uma carinha derramando uma lágrima de cada olho ;–;. Sozinho, representa uma piscada ;.

No ensaio "Sinais de Pontuação", Adorno prefigurou esse uso figurativo. O ponto de exclamação é um dedo em riste ameaçador, disse. Os dois pontos abrem a boca, "e coitado do escritor que não souber saciá-los". "Marotas e satisfeitas", as aspas "lambem os lábios".

Para Adorno, o ponto e vírgula parece "um bigode caído" e passa "um sabor rústico". Como quase ninguém mais tem bigode, o ponto e vírgula, com tantos serviços prestados, está à beira do desuso.

* Jornalista e escritor.

Folha de São Paulo, 27 de maio de 2022. Adaptado.

É correto afirmar que a frase título do texto – “Piscar (;) e chorar (;-;)” – remete, principalmente, a um(a)

 

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2653463 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: IF-BA

Piscar (;) e chorar (;-;)

Mário Sérgio Conti*

O ponto e vírgula corre risco de extinção: o simpático sinal de pontuação não foi usado nos últimos três dias na Folha. Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho. Em contrapartida, abundam os pontos de exclamação, enterrados no jornal pelo bate-estaca de colunistas fanfarrões. Adicione-se ao estrondo exclamativo o ponto final por extenso.

Escasseiam também as reticências, irônicas ou não; o travessão, que abre uma fala ou completa o escrito; até os parênteses, que encapsulam outro sentido, como faz Drummond em "(não cantarei o mar: que ele se vingue de meu silêncio nesta concha)".

A pontuação é uma forma histórica. Os livros de Aristóteles, Platão e da Bíblia não tinham pontuação; nem minúsculas; nem espaço entre as palavras! Deus não escrevia certo por linhas tortas; escrevia embolado. O evangelho de João começava assim:

NOPRINCÍPIOERAOVERBOEOVERBOESTAVAEMDEUSEOVERBOERADEUS.

Foi com tijolos textuais como esse que se construiu o saber ocidental. Porque, como disse Aristóteles, OHOMEMÉUMANIMALPOLÍTICO. Gregários, os homens adotam convenções para se comunicar e mudar; mudar inclusive as convenções.

Foi o que fez Aldus Manutius, o editor veneziano que, em fevereiro de 1494, inventou o ponto e vírgula.

Quem conta sua história é a professora Cecelia Watson, num livro delicioso, "Semicolon: Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark". Renascentista, Manutius queria popularizar o conhecimento.

Não havia padronização nem academias que policiassem o idioma. Era uma algazarra. Cada um pontuava como lhe desse na telha.

Ao publicar "O Etna", ensaio em forma de diálogo sobre o vulcão - de autoria do cardeal Pietro Bembo, Manutius teve a divina ideia de captar a elocução do distinto prelado. Criou o símbolo gráfico que marca pausa maior que a da vírgula e menor que a do ponto. Com a obra pronta, vieram as regras: o ponto e vírgula separa orações numa mesma frase; organiza listas; economiza conectivos (e) ou adversativas (mas). Permaneceu perene, porém, o preceito básico - registrar um silêncio específico, advindo da linguagem oral.

A engenhoca de Manutius ganhou o mundo. "Moby-Dick" tem 4.000 pontos e vírgulas, informa Cecelia Watson, "um a cada 52 palavras". Machado de Assis, mais comedido e certeiro, mereceria o título de mestre do ponto e vírgula na periferia do capitalismo. Henry James não escrevia sem ter ao lado da escrivaninha um barril de pontos e vírgulas. Chegou à inverter a ordem de importância entre pontuação e palavras. Numa rara entrevista, ao Times, insistiu para que o repórter anotasse sua "pontuação, bem como as palavras".

A coisa mudou no século passado. Orwell, Barthelme, Chandler e tantos outros desprezaram o miniponto de Manutius. Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são "hermafroditas que não representam absolutamente nada".

É meio assim no Brasil. Nos seis contos exímios que Dalton Trevisan publicou e distribuiu no início do ano, num livreto de 32 páginas, não há um único ponto e vírgula. Dalton deixa que seus personagens e leitores deem uma paradinha onde bem entenderem.

Em contrapartida, o ponto e vírgula virou emoji, um derivado dos signos de pontuação. Dois pontos e vírgulas, com um travessão no meio, mostram uma carinha derramando uma lágrima de cada olho ;–;. Sozinho, representa uma piscada ;.

No ensaio "Sinais de Pontuação", Adorno prefigurou esse uso figurativo. O ponto de exclamação é um dedo em riste ameaçador, disse. Os dois pontos abrem a boca, "e coitado do escritor que não souber saciá-los". "Marotas e satisfeitas", as aspas "lambem os lábios".

Para Adorno, o ponto e vírgula parece "um bigode caído" e passa "um sabor rústico". Como quase ninguém mais tem bigode, o ponto e vírgula, com tantos serviços prestados, está à beira do desuso.

* Jornalista e escritor.

Folha de São Paulo, 27 de maio de 2022. Adaptado.

“De acordo com os diferentes aspectos sob os quais se podem encarar os fatos linguísticos, divide-se a gramática em cinco partes distintas.” (CEGALLA, 2010)

A partir desse posicionamento do gramático, é correto afirmar que a discussão proposta por Mário Sérgio Conti no seu texto, e enfatizada especialmente no terceiro parágrafo, é objeto da

 

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2653462 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: IF-BA

Piscar (;) e chorar (;-;)

Mário Sérgio Conti*

O ponto e vírgula corre risco de extinção: o simpático sinal de pontuação não foi usado nos últimos três dias na Folha. Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho. Em contrapartida, abundam os pontos de exclamação, enterrados no jornal pelo bate-estaca de colunistas fanfarrões. Adicione-se ao estrondo exclamativo o ponto final por extenso.

Escasseiam também as reticências, irônicas ou não; o travessão, que abre uma fala ou completa o escrito; até os parênteses, que encapsulam outro sentido, como faz Drummond em "(não cantarei o mar: que ele se vingue de meu silêncio nesta concha)".

A pontuação é uma forma histórica. Os livros de Aristóteles, Platão e da Bíblia não tinham pontuação; nem minúsculas; nem espaço entre as palavras! Deus não escrevia certo por linhas tortas; escrevia embolado. O evangelho de João começava assim:

NOPRINCÍPIOERAOVERBOEOVERBOESTAVAEMDEUSEOVERBOERADEUS.

Foi com tijolos textuais como esse que se construiu o saber ocidental. Porque, como disse Aristóteles, OHOMEMÉUMANIMALPOLÍTICO. Gregários, os homens adotam convenções para se comunicar e mudar; mudar inclusive as convenções.

Foi o que fez Aldus Manutius, o editor veneziano que, em fevereiro de 1494, inventou o ponto e vírgula.

Quem conta sua história é a professora Cecelia Watson, num livro delicioso, "Semicolon: Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark". Renascentista, Manutius queria popularizar o conhecimento.

Não havia padronização nem academias que policiassem o idioma. Era uma algazarra. Cada um pontuava como lhe desse na telha.

Ao publicar "O Etna", ensaio em forma de diálogo sobre o vulcão - de autoria do cardeal Pietro Bembo, Manutius teve a divina ideia de captar a elocução do distinto prelado. Criou o símbolo gráfico que marca pausa maior que a da vírgula e menor que a do ponto. Com a obra pronta, vieram as regras: o ponto e vírgula separa orações numa mesma frase; organiza listas; economiza conectivos (e) ou adversativas (mas). Permaneceu perene, porém, o preceito básico - registrar um silêncio específico, advindo da linguagem oral.

A engenhoca de Manutius ganhou o mundo. "Moby-Dick" tem 4.000 pontos e vírgulas, informa Cecelia Watson, "um a cada 52 palavras". Machado de Assis, mais comedido e certeiro, mereceria o título de mestre do ponto e vírgula na periferia do capitalismo. Henry James não escrevia sem ter ao lado da escrivaninha um barril de pontos e vírgulas. Chegou à inverter a ordem de importância entre pontuação e palavras. Numa rara entrevista, ao Times, insistiu para que o repórter anotasse sua "pontuação, bem como as palavras".

A coisa mudou no século passado. Orwell, Barthelme, Chandler e tantos outros desprezaram o miniponto de Manutius. Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são "hermafroditas que não representam absolutamente nada".

É meio assim no Brasil. Nos seis contos exímios que Dalton Trevisan publicou e distribuiu no início do ano, num livreto de 32 páginas, não há um único ponto e vírgula. Dalton deixa que seus personagens e leitores deem uma paradinha onde bem entenderem.

Em contrapartida, o ponto e vírgula virou emoji, um derivado dos signos de pontuação. Dois pontos e vírgulas, com um travessão no meio, mostram uma carinha derramando uma lágrima de cada olho ;–;. Sozinho, representa uma piscada ;.

No ensaio "Sinais de Pontuação", Adorno prefigurou esse uso figurativo. O ponto de exclamação é um dedo em riste ameaçador, disse. Os dois pontos abrem a boca, "e coitado do escritor que não souber saciá-los". "Marotas e satisfeitas", as aspas "lambem os lábios".

Para Adorno, o ponto e vírgula parece "um bigode caído" e passa "um sabor rústico". Como quase ninguém mais tem bigode, o ponto e vírgula, com tantos serviços prestados, está à beira do desuso.

* Jornalista e escritor.

Folha de São Paulo, 27 de maio de 2022. Adaptado.

Considerando-se a leitura do texto, é correto afirmar que

 

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2653892 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: FCM
Orgão: IF-BA

O Google Meet (antigo Hangouts Meet) é um serviço para reuniões virtuais com alta qualidade e segurança.

Sobre o Google Meet é correto afirmar que

Questão Anulada

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2653891 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: FCM
Orgão: IF-BA

Com relação ao pacote Office LibreOffice, informe (V) para verdadeiro ou (F) para falso.

( ) O LibreOffice é um software gratuito; no entanto, após sua instalação, é necessária a sua ativação utilizando o número de série do software.

( ) As planilhas criadas e posteriormente salvas pelo LibreOffice Calc possuem a extensão .ods.

( ) O LibreOffice é baseado em software livre (que pode ser copiado, modificado, estudado e distribuído às alterações); portanto, não tem problemas com licenças.

( ) Por ser multiplataforma, o LibreOffice pode funcionar em Linux, Windows, Mac OS X e FreeBSD.

( ) O LibreOffice Base é a ferramenta de sustentação para todas as outras ferramentas.

A correta sequência é

Questão Anulada

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2653890 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: FCM
Orgão: IF-BA

Os pacotes Office são compostos por ferramentas as quais possibilitam ao usuário criar textos, planilhas e apresentações de slides.

São exemplos de pacotes Office, EXCETO

Questão Anulada

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2653887 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: FCM
Orgão: IF-BA

Existem sites na internet especializados em pesquisa através da digitação de palavras-chave (os argumentos de pesquisa). Pode-se procurar por algum assunto que esteja contido em alguma página da internet em todo o planeta.

São exemplos de sites de pesquisa, EXCETO

Questão Anulada

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2653770 Ano: 2022
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FCM
Orgão: IF-BA
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Julgue se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir.

( ) Os revestimentos cerâmicos com PEI 1 podem ser utilizados apenas em banheiros e dormitórios.

( ) Para revestimentos em gesso a espessura tecnicamente recomendável é de 8 !$ \pm !$ 3 mm.

( ) Para revestimentos de pedra em função das dimensões das pedras, se a argamassa não for suficiente para sua fixação, serão utilizados grampos de metal inoxidável e parafusos, colocados de modo a ficarem ocultos, pré-fixados nas pedras.

( ) Nos projetos de revestimento cerâmico a escolha deve ser em função de características funcionais como: estanqueidade à água, higiene, facilidade de limpeza, durabilidade, resistência a produtos químicos e necessidades estéticas.

( ) O ensaio de verificação do comportamento de sistemas de vedação vertical externo (SVVE) da NBR 15575 recomenda que o painel radiante seja capaz de fornecer calor em quantidade tal que a face externa da parede atinja temperatura igual a (80 !$ \pm !$ 3) °C.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é

Questão Anulada

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2653769 Ano: 2022
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FCM
Orgão: IF-BA
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Segundo a ABNT NBR 9050 (2020), para acessos e circulação, a construção de escadas e de rampas de uso comum ou coletivo deverá atender aos seguintes parâmetros:

I – Os degraus das escadas devem ter dimensões que atendam as seguintes equações: 0,28 m !$ \le !$ p !$ \le !$ 0,32 m; 0,16 m !$ \le !$ e !$ \le !$ 0,18 m e 0,63 m < p + 2e < 0,65 m, onde e = espelhos e p = pisos.

II – Para os pisos com inclinação de até 3%, a cada 50 m de percursos recomenda-se a criação de uma área de descanso fora da faixa de circulação.

III – Os materiais de revestimento e acabamento dos pisos devem apresentar superfície regular, firme, estável, contínua e antiderrapante sob quaisquer condições climáticas e inclinação transversal da superfície de, no máximo, 2% para pisos internos e 3% para pisos externos.

IV – As escadas que interligam os diversos pavimentos, exclusive as de emergência, junto às portas corta- fogo, não precisam ter sinalização tátil, visual e/ ou sonora, apenas devem informar o número do pavimento.

V – As escadas e as rampas devem ter largura mínima de 1,50 m nas edificações de uso comum e de uso coletivo.

Está correto apenas o que se afirma em

Questão Anulada

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