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De acordo com Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União,
 

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A Lei 8.112/1990 determina que
 

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De acordo com o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, associe as colunas, relacionando os termos com suas respectivas definições.
Termos
1. Readaptação
2. Reversão
3. Reintegração
4. Recondução
Definições
( ) É a investidura do servidor em cargo de atribuições e de responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental, verificada em inspeção médica.
( ) É a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens.
( ) É o retorno à atividade de servidor aposentado.
( ) É o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado.
A sequência correta dessa associação é
 

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Sobre os partidos políticos, a Constituição Federal de 1988 dispõe que

 

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No tocante à Constituição Federal de 1988, analise as afirmações abaixo e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso.

( ) As entidades associativas independem de autorização para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente.

( ) A locomoção no território nacional é livre até mesmo em caso de guerra declarada, podendo qualquer pessoa nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens.

( ) A prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva é assegurada, nos termos da lei.

( ) O exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão é livre, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer.

Com relação às afirmações, a sequência correta é

 

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Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
Não posso adiar este abraço
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração
(ROSA, António Ramos. Animal olhar. São Paulo: Escrituras Editora, 2005).
Nesse poema, o terceiro e quarto versos da primeira estrofe, além do segundo e terceiro versos da terceira estrofe estabelecem com suas respectivas orações antecedentes uma relação de sentido de
 

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De acordo como o Manual de Redação da Presidência da República, para que uma mensagem de correio eletrônico tenha valor documental, demanda-se que haja
 

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No Brasil, o discurso em favor da educação popular é antigo: precedeu mesmo a Proclamação da República. Já em 1822, Rui Barbosa, baseado em exaustivo diagnóstico da realidade brasileira da época, denunciava a vergonhosa precariedade do ensino e apresentava propostas de multiplicação de escolas e de melhoria qualitativa.
Desde então, e até hoje, diagnósticos, denúncias e propostas de educação popular têm estado sempre presentes no discurso político sobre a educação no Brasil. E também desde então, e até hoje, esse discurso vem sempre inspirado nos ideais democráticoliberais: o objetivo é a igualdade social, e a democratização do ensino é vista como instrumento essencial para a conquista desse objetivo.
Assim, as expressões “igualdade de oportunidades educacionais” e “educação como direito de todos” tornaram-se lugarescomuns, num repetido discurso em favor da democratização do ensino.
Ao longo do tempo, esse discurso ora toma uma direção quantitativa, em defesa da ampliação de ofertas educacionais — aumento do número de escolas para as classes populares, obrigatoriedade e gratuidade do ensino elementar —, ora se volta para a melhoria qualitativa do ensino — reformas educacionais, reformulações da organização escolar, introdução de novas metodologias, aperfeiçoamento de professores.
Na verdade, o discurso oficial pela democratização da escola, seja na direção quantitativa, seja na direção qualitativa, procura responder à demanda popular por educação, por acesso à instrução e ao saber. A escola pública não é, como erroneamente se pretende que seja, uma doação do Estado ao povo; ao contrário, ela é uma progressiva e lenta conquista das camadas populares em sua luta pela democratização do saber, através da democratização da escola.
(SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1989. Adaptado).
“[...] o discurso em favor da educação popular é antigo: precedeu mesmo a Proclamação da República.” (1º parágrafo)
Em qual reestruturação do período acima a norma-padrão foi atendida?
 

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2546288 Ano: 2017
Disciplina: Direito Empresarial (Comercial)
Banca: FCM
Orgão: IF Baiano
No que se refere às características históricas do surgimento do cooperativismo no Brasil e na Europa, assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso.
( ) Na Europa, o cooperativismo surge como uma reação proletária aos problemas socioeconômicos criados pelo capitalismo.
( ) No Brasil, o cooperativismo nasce como uma promoção das elites em uma economia predominantemente agroexportadora.
( ) Como movimento social operário, o cooperativismo europeu é um movimento de expressão predominantemente urbano.
( ) No Brasil, o cooperativismo, como movimento das elites, se localizará sobretudo no meio rural.
Com relação às afirmações, a sequência correta é
 

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No Brasil, o discurso em favor da educação popular é antigo: precedeu mesmo a Proclamação da República. Já em 1822, Rui Barbosa, baseado em exaustivo diagnóstico da realidade brasileira da época, denunciava a vergonhosa precariedade do ensino e apresentava propostas de multiplicação de escolas e de melhoria qualitativa.
Desde então, e até hoje, diagnósticos, denúncias e propostas de educação popular têm estado sempre presentes no discurso político sobre a educação no Brasil. E também desde então, e até hoje, esse discurso vem sempre inspirado nos ideais democráticoliberais: o objetivo é a igualdade social, e a democratização do ensino é vista como instrumento essencial para a conquista desse objetivo.
Assim, as expressões “igualdade de oportunidades educacionais” e “educação como direito de todos” tornaram-se lugarescomuns, num repetido discurso em favor da democratização do ensino.
Ao longo do tempo, esse discurso ora toma uma direção quantitativa, em defesa da ampliação de ofertas educacionais — aumento do número de escolas para as classes populares, obrigatoriedade e gratuidade do ensino elementar —, ora se volta para a melhoria qualitativa do ensino — reformas educacionais, reformulações da organização escolar, introdução de novas metodologias, aperfeiçoamento de professores.
Na verdade, o discurso oficial pela democratização da escola, seja na direção quantitativa, seja na direção qualitativa, procura responder à demanda popular por educação, por acesso à instrução e ao saber. A escola pública não é, como erroneamente se pretende que seja, uma doação do Estado ao povo; ao contrário, ela é uma progressiva e lenta conquista das camadas populares em sua luta pela democratização do saber, através da democratização da escola.
(SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1989. Adaptado).
A perspectiva que norteia esse texto pressupõe o entendimento da educação como
 

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