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TRABALHO E LAZER: UMA UNIÃO CRIATIVA
Às dez horas da manhã você acorda. Toma o café ainda de pijama. Lê alguns jornais. Confortavelmente acomodado numa poltrona, você começa a organizar suas tarefas. Ouvindo uma boa música, se lembra das idéias que teve na noite anterior para aquele texto que precisa entregar no fim do dia. Faz algumas anotações e, finalmente, se senta em frente ao computador para concretizar a obra. Você já está em ritmo de trabalho.
Este deve ser o sonho de muita gente e é também a descrição do ideal de um trabalhador moderno. Ou seria melhor dizer pós-moderno? Vivemos na era pós-industrial. Ao mesmo tempo em que a sociedade da informação se instaura, ainda estamos sob a pressão da produção industrial. Apesar de tantas transformações, o tempo ainda é escasso.
Cada vez mais, a criatividade se apresenta como o valor máximo desse novo mundo. Dizem que daqui a algum tempo ela será a única capaz de manter os nossos empregos. Até porque as máquinas já fazem quase todo o trabalho braçal. Mas não há como nos tornarmos criativos sem termos a oportunidade de vivenciar experiências prazerosas e construtivas.
O sociólogo italiano Domenico de Masi desenvolveu a teoria do Ócio criativo – um sincretismo entre trabalho, aprendizado e prazer, para que o homem se desenvolva em todas as suas condições e tenha um aproveitamento inteligente e construtivo do tempo. Ele aposta numa sociedade em que as pessoas aprendam a ocupar o tempo com atividades que tragam satisfação e agreguem valor.
Na era da informação, o poder não está mais vinculado aos donos dos meios de produção de bens materiais, como na sociedade industrial, mas à produção de valores, símbolos, serviços, design, estética e conhecimento. A sociedade das idéias passa, então, a exigir ainda mais da inovação e da criatividade.
Diante desta perspectiva, a educação para criação e empreendedorismo assume um papel fundamental na formação de pessoas que saibam utilizar o seu tempo livre para acumular conhecimento e fertilizar novas idéias. Saber escolher um bom filme, um bom livro e estar aberto a boas relações de amizade são grandes elementos para a troca e fruição de experiências, alimentando a criatividade e o espaço de reflexão e crítica.
A professora da PUC-Rio Karina Kuschnir, doutora em antropologia social, aponta a importância de reservar um tempo para sentir-se bem fazendo o que se gosta, para aprender e refletir. Segundo ela, a repetição automática das atividades diárias leva à robotização do ser humano. Conversar sobre diferentes assuntos e contemplar a arte ajudam a desacelerar e a desenvolver o pensamento.
AMARAL, Fabíola; ROIZEN, Izabel; VIEIRA, Joana. Trabalho e lazer: uma união criativa. Eclética. Janeiro-junho/2004.p.56-57.
As frases do trecho “Às dez horas da manhã você acorda. Toma o café ainda de pijama. Lê alguns jornais. Confortavelmente acomodado numa poltrona, você começa a organizar suas tarefas” exprimem:
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De acordo com a Resolução CNE/CEB Nº04/99, a escola poderá aproveitar conhecimentos e experiências anteriores, desde que diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão da respectiva qualificação ou habilitação profissional, adquiridos:
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TRABALHO E LAZER: UMA UNIÃO CRIATIVA
Às dez horas da manhã você acorda. Toma o café ainda de pijama. Lê alguns jornais. Confortavelmente acomodado numa poltrona, você começa a organizar suas tarefas. Ouvindo uma boa música, se lembra das idéias que teve na noite anterior para aquele texto que precisa entregar no fim do dia. Faz algumas anotações e, finalmente, se senta em frente ao computador para concretizar a obra. Você já está em ritmo de trabalho.
Este deve ser o sonho de muita gente e é também a descrição do ideal de um trabalhador moderno. Ou seria melhor dizer pós-moderno? Vivemos na era pós-industrial. Ao mesmo tempo em que a sociedade da informação se instaura, ainda estamos sob a pressão da produção industrial. Apesar de tantas transformações, o tempo ainda é escasso(c).
Cada vez mais, a criatividade se apresenta como o valor máximo desse novo mundo. Dizem que daqui a algum tempo ela será a única capaz de manter os nossos empregos. Até porque as máquinas já fazem quase todo o trabalho braçal. Mas não há como nos tornarmos criativos sem termos a oportunidade de vivenciar experiências prazerosas e construtivas.
O sociólogo italiano Domenico de Masi desenvolveu a teoria do Ócio criativo – um sincretismo entre trabalho, aprendizado e prazer(b), para que o homem se desenvolva em todas as suas condições e tenha um aproveitamento inteligente e construtivo do tempo. Ele aposta numa sociedade em que as pessoas aprendam a ocupar o tempo com atividades que tragam satisfação e agreguem valor.
Na era da informação, o poder não está mais vinculado aos donos dos meios de produção de bens materiais, como na sociedade industrial, mas à produção de valores, símbolos, serviços, design, estética e conhecimento(d). A sociedade das idéias passa, então, a exigir ainda mais da inovação e da criatividade.
Diante desta perspectiva, a educação para criação e empreendedorismo assume um papel fundamental na formação de pessoas que saibam utilizar o seu tempo livre para acumular conhecimento e fertilizar novas idéias. Saber escolher um bom filme, um bom livro(a) e estar aberto a boas relações de amizade são grandes elementos para a troca e fruição de experiências, alimentando a criatividade e o espaço de reflexão e crítica.
A professora da PUC-Rio Karina Kuschnir, doutora em antropologia social, aponta a importância de reservar um tempo(e) para sentir-se bem fazendo o que se gosta, para aprender e refletir. Segundo ela, a repetição automática das atividades diárias leva à robotização do ser humano. Conversar sobre diferentes assuntos e contemplar a arte ajudam a desacelerar e a desenvolver o pensamento.
AMARAL, Fabíola; ROIZEN, Izabel; VIEIRA, Joana. Trabalho e lazer: uma união criativa. Eclética. Janeiro-junho/2004.p.56-57.
Assinale a alternativa em que a vírgula é usada pela mesma razão que na frase “Cada vez mais, a criatividade se apresenta como o valor máximo...” (linha 10).
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Leia o trecho a seguir:
“... oferecida somente a quem já tenha concluído o Ensino Fundamental, sendo o curso planejado de modo a conduzir o aluno à habilitação profissional técnica de nível médio, na mesma instituição de ensino, contando com matrícula única para cada aluno”.
De acordo com o § 1º do Artigo 4º do Decreto nº 5.154/2004, a forma possível de concretização da articulação entre a Educação Profissional Técnica de nível médio e o Ensino Médio descrita na frase acima se refere à:
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As leis orgânicas que estruturaram o ensino técnico-profissional durante o período do Governo de Getúlio Vargas, no Estado Novo, e logo após o seu governo eram:
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TRABALHO E LAZER: UMA UNIÃO CRIATIVA
Às dez horas da manhã você acorda. Toma o café ainda de pijama. Lê alguns jornais. Confortavelmente acomodado numa poltrona, você começa a organizar suas tarefas. Ouvindo uma boa música, se lembra das idéias que teve na noite anterior para aquele texto que precisa entregar no fim do dia. Faz algumas anotações e, finalmente, se senta em frente ao computador para concretizar a obra. Você já está em ritmo de trabalho.
Este deve ser o sonho de muita gente(b) e é também a descrição do ideal de um trabalhador moderno. Ou seria melhor dizer pós-moderno?(a) Vivemos na era pós-industrial. Ao mesmo tempo em que a sociedade da informação se instaura, ainda estamos sob a pressão da produção industrial. Apesar de tantas transformações, o tempo ainda é escasso.
Cada vez mais, a criatividade se apresenta como o valor máximo desse novo mundo. Dizem que daqui a algum tempo ela será a única capaz de manter os nossos empregos. Até porque as máquinas já fazem quase todo o trabalho braçal(d). Mas não há como nos tornarmos criativos sem termos a oportunidade de vivenciar experiências prazerosas e construtivas.
O sociólogo italiano Domenico de Masi desenvolveu a teoria do Ócio criativo(e) – um sincretismo entre trabalho, aprendizado e prazer, para que o homem se desenvolva em todas as suas condições e tenha um aproveitamento inteligente e construtivo do tempo. Ele aposta numa sociedade em que as pessoas aprendam a ocupar o tempo com atividades que tragam satisfação e agreguem valor.
Na era da informação, o poder não está mais vinculado aos donos dos meios de produção de bens materiais, como na sociedade industrial, mas à produção de valores, símbolos, serviços, design, estética e conhecimento. A sociedade das idéias passa, então, a exigir ainda mais da inovação e da criatividade.
Diante desta perspectiva, a educação para criação e empreendedorismo assume um papel fundamental na formação de pessoas que saibam utilizar o seu tempo livre(c) para acumular conhecimento e fertilizar novas idéias. Saber escolher um bom filme, um bom livro e estar aberto a boas relações de amizade são grandes elementos para a troca e fruição de experiências, alimentando a criatividade e o espaço de reflexão e crítica.
A professora da PUC-Rio Karina Kuschnir, doutora em antropologia social, aponta a importância de reservar um tempo para sentir-se bem fazendo o que se gosta, para aprender e refletir. Segundo ela, a repetição automática das atividades diárias leva à robotização do ser humano. Conversar sobre diferentes assuntos e contemplar a arte ajudam a desacelerar e a desenvolver o pensamento.
AMARAL, Fabíola; ROIZEN, Izabel; VIEIRA, Joana. Trabalho e lazer: uma união criativa. Eclética. Janeiro-junho/2004.p.56-57.
Assinale a alternativa em que há a possibilidade de vírgula, sem prejuízo do sentido.
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Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de professores o projeto pedagógico de cada curso, levará em conta que:
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TRABALHO E LAZER: UMA UNIÃO CRIATIVA
Às dez horas da manhã você acorda. Toma o café ainda de pijama. Lê alguns jornais. Confortavelmente acomodado numa poltrona, você começa a organizar suas tarefas. Ouvindo uma boa música, se lembra das idéias que teve na noite anterior para aquele texto que precisa entregar no fim do dia. Faz algumas anotações e, finalmente, se senta em frente ao computador para concretizar a obra. Você já está em ritmo de trabalho.
Este deve ser o sonho de muita gente e é também a descrição do ideal de um trabalhador moderno. Ou seria melhor dizer pós-moderno? Vivemos na era pós-industrial. Ao mesmo tempo em que a sociedade da informação se instaura, ainda estamos sob a pressão da produção industrial. Apesar de tantas transformações, o tempo ainda é escasso.
Cada vez mais, a criatividade se apresenta como o valor máximo desse novo mundo. Dizem que daqui a algum tempo ela será a única capaz de manter os nossos empregos. Até porque as máquinas já fazem quase todo o trabalho braçal. Mas não há como nos tornarmos criativos sem termos a oportunidade de vivenciar experiências prazerosas e construtivas.
O sociólogo italiano Domenico de Masi desenvolveu a teoria do Ócio criativo – um sincretismo entre trabalho, aprendizado e prazer, para que o homem se desenvolva em todas as suas condições e tenha um aproveitamento inteligente e construtivo do tempo. Ele aposta numa sociedade em que as pessoas aprendam a ocupar o tempo com atividades que tragam satisfação e agreguem valor.
Na era da informação, o poder não está mais vinculado aos donos dos meios de produção de bens materiais, como na sociedade industrial, mas à produção de valores, símbolos, serviços, design, estética e conhecimento. A sociedade das idéias passa, então, a exigir ainda mais da inovação e da criatividade.
Diante desta perspectiva, a educação para criação e empreendedorismo assume um papel fundamental na formação de pessoas que saibam utilizar o seu tempo livre para acumular conhecimento e fertilizar novas idéias. Saber escolher um bom filme, um bom livro e estar aberto a boas relações de amizade são grandes elementos para a troca e fruição de experiências, alimentando a criatividade e o espaço de reflexão e crítica.
A professora da PUC-Rio Karina Kuschnir, doutora em antropologia social, aponta a importância de reservar um tempo para sentir-se bem fazendo o que se gosta, para aprender e refletir. Segundo ela, a repetição automática das atividades diárias leva à robotização do ser humano. Conversar sobre diferentes assuntos e contemplar a arte ajudam a desacelerar e a desenvolver o pensamento.
AMARAL, Fabíola; ROIZEN, Izabel; VIEIRA, Joana. Trabalho e lazer: uma união criativa. Eclética. Janeiro-junho/2004.p.56-57.
Na frase “Apesar de tantas transformações, o tempo ainda é escasso”, a expressão sublinhada tem valor de:
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Marque a alternativa que traz o conceito do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI).
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Marque a alternativa que apresenta as principais características discentes da Didática Histórico-Crítica.
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