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Com base nos dados da tabela abaixo, contendo os valores do produto de solubilidade, à 25ºC, qual a substância mais solúvel em água?
| Substância | P.S |
| Ca(OH)2 | 4,0 x10-6 |
| CdS | 8,0 x 10-27 |
| Mn(OH)2 | 3,5 x10-14 |
| AgCl | 2,6 x 10-10 |
| Ag2S | 32 x 10-51 |
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Desejando-se preparar uma solução de NaOH decinormal e padronizá-la, titulando com solução de biftalato de potássio de mesma concentração, gastou-se 11,2mL da solução padrão primário na bureta, após descorar 10,0mL da solução do erlenmeyer contendo fenolftaleína.
A solução desejada de NaOH deve ser rotulada, ter data e o fator de correção f, cujo valor encontrado na titulação é igual a:
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Dois recipientes iguais contêm o mesmo volume de líquidos diferentes, sob as condições ambientais. Após algum tempo, o volume do líquido no recipiente A é a metade do volume do líquido em B. Pode-se concluir que:
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O equilíbrio da dissolução do fosfato de cálcio em água é representado por:
!$ Ca_3(PO_4)_2 \longrightarrow 3Ca_{(aquo)}^{2+} + 2 PO_{4(aquo)}^{3-} !$
A expressão do produto de solubilidade correspondente é:
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A análise de dados científicos pode ser precedida pela noção de grandeza ou dimensões. Considerando um copo comum, contendo água pura, à temperatura ambiente [= 25ºC], pode-se ter uma idéia da massa de água quando ocupa a metade do volume deste copo. Qual das alternativas reproduz de forma mais aproximada a ordem de grandeza?
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Solucionando a equação abaixo, ao usar os coeficientes mínimos e inteiros, a soma total destes números é igual a:
!$ \mathbf{a} NO_{3 (aq)}^{1-} + \mathbf{b} I_{2(s)} + \mathbf{c} H_{(aq)}^+ \rightarrow \mathbf{d} IO_{3(aq)}^{1-} + \mathbf{e} NO_{2(g)} + \mathbf{f} H_2O_{(liq)} !$
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Dois utensílios imprescindíveis em uma titulação no laboratório são:
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A separação que se verifica nas cromatografias gás-líquido (CGL), líquido-líquido (CLL) e cromatografia em papel (CP) se encontra fundamentada no princípio da:
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DECIFRANDO A ESCRITA DA VIDA
Todas as culturas tendem a atribuir um poder mágico(c) à palavra escrita. A tradição judaico-cristã repousa sobre um livro, a Bíblia, que vem sendo lido com unção e respeito há milhares de anos. A expressão árabe Maktub, “estava escrito”, diz que o Destino, para ser verdadeiramente Destino, deve estar escrito. Adivinhos, por sua vez, leem o futuro nas linhas da mãos, nas folhas do chá, nos búzios, que passam então(d) a adquirir o significado de mensagens.
São crenças de natureza religiosa ou mágica, mas às quais a ciência acabou recorrendo, ainda que em caráter de metáfora, para responder à pergunta que sempre(d) intrigou a humanidade: como se transmitem os caracteres hereditários? De que maneira o ser que vai nascer é “informado” — no sentido de receber uma forma?
Difícil questão. Muito mais difícil que decifrar os hieróglifos, por exemplo. Neste caso, o achado da pedra de Rosetta, com os misteriosos(c) caracteres egípcios ao lado da familiar escrita grega, resolveu o problema. No caso da hereditariedade, era preciso, em primeiro lugar(d) (e), achar onde estava a mensagem, o que só ocorreu no século vinte, com a descoberta dos cromossomas e dos genes(c). E aí constatou-se que a escritura da vida é dada pela disposição de substâncias químicas dentro da grande molécula do ácido desoxiribonucleico, o DNA. Cada gene é, portanto, um texto. Um texto que, decifrado, permite responder por que uma pessoa(e) tem tal ou qual doença, tal ou qual defeito congênito. E permitirá também corrigir defeitos, mediante a engenharia genética.
“No começo era o verbo.” Exatamente: no começo, era a palavra, o texto. O que está escrito — não no Livro do Destino, mas em nossas células(c) — condiciona nossa existência. Estamos aprendendo a nos comunicar com a natureza, mas na linguagem desta. Mil histórias poderão ser agora contadas. Histórias para as quais o final feliz não é só um exercício ficcional, mas é uma gloriosa possibilidade.
SCLIAR, Moacyr. In: Omint fala com você. São Paulo: Omint Assistencial, n. 10, out. 2000.
A coesão do texto é construída principalmente a partir do (a):
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DECIFRANDO A ESCRITA DA VIDA
Todas as culturas tendem a atribuir um poder mágico à palavra escrita. A tradição judaico-cristã repousa sobre um livro, a Bíblia, que vem sendo lido com unção e respeito há milhares de anos. A expressão árabe Maktub, “estava escrito”, diz que o Destino, para ser verdadeiramente Destino, deve estar escrito. Adivinhos, por sua vez, leem o futuro nas linhas da mãos, nas folhas do chá, nos búzios, que passam então a adquirir o significado de mensagens.
São crenças de natureza religiosa ou mágica, mas às quais a ciência acabou recorrendo, ainda que em caráter de metáfora, para responder à pergunta que sempre intrigou a humanidade: como se transmitem os caracteres hereditários? De que maneira o ser que vai nascer é “informado” — no sentido de receber uma forma?
Difícil questão. Muito mais difícil que decifrar os hieróglifos, por exemplo. Neste caso, o achado da pedra de Rosetta, com os misteriosos caracteres egípcios ao lado da familiar escrita grega, resolveu o problema. No caso da hereditariedade, era preciso, em primeiro lugar, achar onde estava a mensagem, o que só ocorreu no século vinte, com a descoberta dos cromossomas e dos genes. E aí constatou-se que a escritura da vida é dada pela disposição de substâncias químicas dentro da grande molécula do ácido desoxiribonucleico, o DNA. Cada gene é, portanto, um texto. Um texto que, decifrado, permite responder por que uma pessoa tem tal ou qual doença, tal ou qual defeito congênito. E permitirá também corrigir defeitos, mediante a engenharia genética.
“No começo era o verbo.” Exatamente: no começo, era a palavra, o texto. O que está escrito — não no Livro do Destino, mas em nossas células — condiciona nossa existência. Estamos aprendendo a nos comunicar com a natureza, mas na linguagem desta. Mil histórias poderão ser agora contadas. Histórias para as quais o final feliz não é só um exercício ficcional, mas é uma gloriosa possibilidade.
SCLIAR, Moacyr. In: Omint fala com você. São Paulo: Omint Assistencial, n. 10, out. 2000.
Existem palavras que podem suscitar dúvidas quanto ao gênero. É o caso de “cromossomas”. Identifique o item em que as palavras estão classificadas corretamente no que concerne ao gênero:
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