Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

1300986 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

DECIFRANDO A ESCRITA DA VIDA

Todas as culturas tendem a atribuir um poder mágico à palavra escrita. A tradição judaico-cristã repousa sobre um livro, a Bíblia, que vem sendo lido com unção e respeito há milhares de anos. A expressão árabe Maktub, “estava escrito”, diz que o Destino, para ser verdadeiramente Destino, deve estar escrito. Adivinhos, por sua vez, leem o futuro nas linhas da mãos, nas folhas do chá, nos búzios, que passam então a adquirir o significado de mensagens.

São crenças de natureza religiosa ou mágica, mas às quais a ciência acabou recorrendo, ainda que em caráter de metáfora, para responder à pergunta que sempre intrigou a humanidade: como se transmitem os caracteres hereditários? De que maneira o ser que vai nascer é “informado” — no sentido de receber uma forma?

Difícil questão. Muito mais difícil que decifrar os hieróglifos, por exemplo. Neste caso, o achado da pedra de Rosetta, com os misteriosos caracteres egípcios ao lado da familiar escrita grega, resolveu o problema. No caso da hereditariedade, era preciso, em primeiro lugar, achar onde estava a mensagem, o que só ocorreu no século vinte, com a descoberta dos cromossomas e dos genes. E aí constatou-se que a escritura da vida é dada pela disposição de substâncias químicas dentro da grande molécula do ácido desoxiribonucleico, o DNA. Cada gene é, portanto, um texto. Um texto que, decifrado, permite responder por que uma pessoa tem tal ou qual doença, tal ou qual defeito congênito. E permitirá também corrigir defeitos, mediante a engenharia genética.

“No começo era o verbo.” Exatamente: no começo, era a palavra, o texto. O que está escrito — não no Livro do Destino, mas em nossas células — condiciona nossa existência. Estamos aprendendo a nos comunicar com a natureza, mas na linguagem desta. Mil histórias poderão ser agora contadas. Histórias para as quais o final feliz não é só um exercício ficcional, mas é uma gloriosa possibilidade.

SCLIAR, Moacyr. In: Omint fala com você. São Paulo: Omint Assistencial, n. 10, out. 2000.

Identifique o item que melhor expressa a idéia central do texto de Moacyr Scliar:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Acerca da redação oficial, assinale o item incorreto:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1300877 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

DECIFRANDO A ESCRITA DA VIDA

Todas as culturas tendem a atribuir um poder mágico à palavra escrita. A tradição judaico-cristã repousa sobre um livro, a Bíblia, que vem sendo lido com unção e respeito há milhares de anos. A expressão árabe Maktub, “estava escrito”, diz que o Destino, para ser verdadeiramente Destino, deve estar escrito. Adivinhos, por sua vez, leem o futuro nas linhas da mãos, nas folhas do chá, nos búzios, que passam então a adquirir o significado de mensagens.

São crenças de natureza religiosa ou mágica, mas às quais a ciência acabou recorrendo, ainda que em caráter de metáfora, para responder à pergunta que sempre intrigou a humanidade: como se transmitem os caracteres hereditários? De que maneira o ser que vai nascer é “informado” — no sentido de receber uma forma?

Difícil questão. Muito mais difícil que decifrar os hieróglifos, por exemplo. Neste caso, o achado da pedra de Rosetta, com os misteriosos caracteres egípcios ao lado da familiar escrita grega, resolveu o problema. No caso da hereditariedade, era preciso, em primeiro lugar, achar onde estava a mensagem, o que só ocorreu no século vinte, com a descoberta dos cromossomas e dos genes. E aí constatou-se que a escritura da vida é dada pela disposição de substâncias químicas dentro da grande molécula do ácido desoxiribonucleico, o DNA. Cada gene é, portanto, um texto. Um texto que, decifrado, permite responder por que uma pessoa tem tal ou qual doença, tal ou qual defeito congênito. E permitirá também corrigir defeitos, mediante a engenharia genética.

“No começo era o verbo.” Exatamente: no começo, era a palavra, o texto. O que está escrito — não no Livro do Destino, mas em nossas células — condiciona nossa existência. Estamos aprendendo a nos comunicar com a natureza, mas na linguagem desta. Mil histórias poderão ser agora contadas. Histórias para as quais o final feliz não é só um exercício ficcional, mas é uma gloriosa possibilidade.

SCLIAR, Moacyr. In: Omint fala com você. São Paulo: Omint Assistencial, n. 10, out. 2000.

A forma plural do adjetivo “judaico-cristã” é judaico-cristãs. Assinale o item em que o adjetivo composto segue essa mesma regra:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1300855 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

DECIFRANDO A ESCRITA DA VIDA

Todas as culturas tendem a atribuir um poder mágico à palavra escrita. A tradição judaico-cristã repousa sobre um livro, a Bíblia, que vem sendo lido com unção e respeito há milhares de anos. A expressão árabe Maktub, “estava escrito”, diz que o Destino, para ser verdadeiramente Destino, deve estar escrito. Adivinhos, por sua vez, leem o futuro nas linhas da mãos, nas folhas do chá, nos búzios, que passam então a adquirir o significado de mensagens.

São crenças de natureza religiosa ou mágica, mas às quais a ciência acabou recorrendo, ainda que em caráter de metáfora, para responder à pergunta que sempre intrigou a humanidade: como se transmitem os caracteres hereditários? De que maneira o ser que vai nascer é “informado” — no sentido de receber uma forma?

Difícil questão. Muito mais difícil que decifrar os hieróglifos, por exemplo. Neste caso, o achado da pedra de Rosetta, com os misteriosos caracteres egípcios ao lado da familiar escrita grega, resolveu o problema. No caso da hereditariedade, era preciso, em primeiro lugar, achar onde estava a mensagem, o que só ocorreu no século vinte, com a descoberta dos cromossomas e dos genes. E aí constatou-se que a escritura da vida é dada pela disposição de substâncias químicas dentro da grande molécula do ácido desoxiribonucleico, o DNA. Cada gene é, portanto, um texto. Um texto que, decifrado, permite responder por que uma pessoa tem tal ou qual doença, tal ou qual defeito congênito. E permitirá também corrigir defeitos, mediante a engenharia genética.

“No começo era o verbo.” Exatamente: no começo, era a palavra, o texto. O que está escrito — não no Livro do Destino, mas em nossas células — condiciona nossa existência. Estamos aprendendo a nos comunicar com a natureza, mas na linguagem desta. Mil histórias poderão ser agora contadas. Histórias para as quais o final feliz não é só um exercício ficcional, mas é uma gloriosa possibilidade.

SCLIAR, Moacyr. In: Omint fala com você. São Paulo: Omint Assistencial, n. 10, out. 2000.

A palavra “unção” pode ser substituída, sem causar prejuízo para o entendimento do texto, por:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1300815 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

As constantes do equilíbrio Ka do ácido carbônico é do ácido oxálico são:

!$ H_2CO_3 { \begin{cases}\,\,K_1 = 4,3 x10^{-7}\\K_2= 7,0 x 10^{-11} \end{cases}}\,\,\,\,\,\,\,\,\,\,\,H_2C_2O_4{ \begin{cases} K_1 = 5,4 x 10^{2-}\\K_2 = 6,4 x10^{5-} \end{cases}} !$

Com base nestes dados, medidos à temperatura de 25ºC, é CORRETO afirmar:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1300799 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

Uma pepita de 1,2g de ouro contendo ferro foi dissolvida parcialmente em ácido, obtendo-se uma solução aquosa que contém Fe2+. Em seguida a solução foi titulada com KMnO4 0,1N gastando-se 20,0mL da solução até mudança de coloração violeta para incolor. Pode-se afirmar que o teor de ferro no ouro é de: (Dados: Fe = 56u)

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1300790 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

A 25ºC, adiciona-se 1,0mL de uma solução aquosa 0,8mol/L em NaOH a 9mL de outra solução aquosa 0,10mol/L em HCI. Após este fato, um potenciômetro registrou o pH da mistura final igual a:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1300770 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

DECIFRANDO A ESCRITA DA VIDA

Todas as culturas tendem a atribuir um poder mágico à palavra escrita. A tradição judaico-cristã repousa sobre um livro, a Bíblia, que vem sendo lido com unção e respeito há milhares de anos. A expressão árabe Maktub, “estava escrito”, diz que o Destino, para ser verdadeiramente Destino, deve estar escrito. Adivinhos, por sua vez, leem o futuro nas linhas da mãos, nas folhas do chá, nos búzios, que passam então a adquirir o significado de mensagens.

São crenças de natureza religiosa ou mágica, mas às quais a ciência acabou recorrendo, ainda que em caráter de metáfora, para responder à pergunta que sempre intrigou a humanidade: como se transmitem os caracteres hereditários? De que maneira o ser que vai nascer é “informado” — no sentido de receber uma forma?

Difícil questão. Muito mais difícil que decifrar os hieróglifos, por exemplo. Neste caso, o achado da pedra de Rosetta, com os misteriosos caracteres egípcios ao lado da familiar escrita grega, resolveu o problema. No caso da hereditariedade, era preciso, em primeiro lugar, achar onde estava a mensagem, o que só ocorreu no século vinte, com a descoberta dos cromossomas e dos genes. E aí constatou-se que a escritura da vida é dada pela disposição de substâncias químicas dentro da grande molécula do ácido desoxiribonucleico, o DNA. Cada gene é, portanto, um texto. Um texto que, decifrado, permite responder por que uma pessoa tem tal ou qual doença, tal ou qual defeito congênito. E permitirá também corrigir defeitos, mediante a engenharia genética.

“No começo era o verbo.” Exatamente: no começo, era a palavra, o texto. O que está escrito — não no Livro do Destino, mas em nossas células — condiciona nossa existência. Estamos aprendendo a nos comunicar com a natureza, mas na linguagem desta. Mil histórias poderão ser agora contadas. Histórias para as quais o final feliz não é só um exercício ficcional, mas é uma gloriosa possibilidade.

SCLIAR, Moacyr. In: Omint fala com você. São Paulo: Omint Assistencial, n. 10, out. 2000.

Moacyr Scliar emprega várias aspas ao longo do texto. Todos os itens a seguir apresentam regras para o uso desse sinal de pontuação, exceto:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1300754 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

DECIFRANDO A ESCRITA DA VIDA

Todas as culturas tendem a atribuir um poder mágico à palavra escrita. A tradição judaico-cristã repousa sobre um livro, a Bíblia, que vem sendo lido com unção e respeito há milhares de anos. A expressão árabe Maktub, “estava escrito”, diz que o Destino, para ser verdadeiramente Destino, deve estar escrito. Adivinhos, por sua vez, leem o futuro nas linhas da mãos, nas folhas do chá, nos búzios, que passam então a adquirir o significado de mensagens.

São crenças de natureza religiosa ou mágica, mas às quais a ciência acabou recorrendo, ainda que em caráter de metáfora, para responder à pergunta que sempre intrigou a humanidade: como se transmitem os caracteres hereditários? De que maneira o ser que vai nascer é “informado” — no sentido de receber uma forma?

Difícil questão. Muito mais difícil que decifrar os hieróglifos, por exemplo. Neste caso, o achado da pedra de Rosetta, com os misteriosos caracteres egípcios ao lado da familiar escrita grega, resolveu o problema. No caso da hereditariedade, era preciso, em primeiro lugar, achar onde estava a mensagem, o que só ocorreu no século vinte, com a descoberta dos cromossomas e dos genes. E aí constatou-se que a escritura da vida é dada pela disposição de substâncias químicas dentro da grande molécula do ácido desoxiribonucleico, o DNA. Cada gene é, portanto, um texto. Um texto que, decifrado, permite responder por que uma pessoa tem tal ou qual doença, tal ou qual defeito congênito. E permitirá também corrigir defeitos, mediante a engenharia genética.

“No começo era o verbo.” Exatamente: no começo, era a palavra, o texto. O que está escrito — não no Livro do Destino, mas em nossas células — condiciona nossa existência. Estamos aprendendo a nos comunicar com a natureza, mas na linguagem desta. Mil histórias poderão ser agora contadas. Histórias para as quais o final feliz não é só um exercício ficcional, mas é uma gloriosa possibilidade.

SCLIAR, Moacyr. In: Omint fala com você. São Paulo: Omint Assistencial, n. 10, out. 2000.

Assim como “ tradição”, escrevem-se com ç todas as palavras do grupo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1300670 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

Uma amostra de um mineral foi inicialmente dissolvida com HNO3 concentrado, obtendo-se uma solução límpida após filtração das impurezas insolúveis no ácido. Esta solução foi dividida em três alíquotas iguais em tubos de ensaios diferentes A, B e C. No tubo A, com adição de algumas gotas de HCI, observou-se a formação de um p.p.t branco, que logo se dissolveu após a adição de gotas excessivas de NH4OH. No tubo B, ao ser adicionado o hidróxido de amônio até meio alcalino, observou-se uma coloração azul escura na solução. No tubo C, houve formação de um precipitado preto e denso, que após, dissolvido com ácido acético e seguida da adição de algumas gotas de !$ K_2 CrO_4 !$ forneceu um precipitado amarelo forte.

Com base nas informações dadas neste procedimento de análise qualitativa, pode-se afirmar seguramente que os cátions presentes na amostra são respectivamente:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas