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Uma amostra de 20,0mL coletada de água clorada foi tratada com solução de iodeto de potássio em excesso. O iodo liberado foi titulado com 18,0mL de uma solução decinormal de tio-sulfato de sódio. Dadas as equações abaixo, não balanceadas, envolvidas no problema e a massa molar do cloro (Massa molar em g/mol: CI = 35,5)
!$ \,\,\,\,\,\,\,Cl_2 + Kl \rightarrow KCl + I_2\\I_2+ Na_2S_2O_3 \rightarrow Nal + Na_2S_4O_6 !$
A alternativa que contém aproximadamente a concentração de Cl2 em g/L é:
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DECIFRANDO A ESCRITA DA VIDA
Todas as culturas tendem a atribuir um poder mágico à palavra escrita. A tradição judaico-cristã repousa sobre um livro, a Bíblia, que vem sendo lido com unção e respeito há milhares de anos. A expressão árabe Maktub, “estava escrito”, diz que o Destino, para ser verdadeiramente Destino, deve estar escrito. Adivinhos, por sua vez, leem o futuro nas linhas da mãos, nas folhas do chá, nos búzios, que passam então a adquirir o significado de mensagens.
São crenças de natureza religiosa ou mágica, mas às quais a ciência acabou recorrendo, ainda que em caráter de metáfora, para responder à pergunta que sempre intrigou a humanidade: como se transmitem os caracteres hereditários?(a) De que maneira o ser que vai nascer é “informado” — no sentido de receber uma forma?
Difícil questão. Muito mais difícil que decifrar os hieróglifos, por exemplo. Neste caso, o achado da pedra de Rosetta, com os misteriosos caracteres egípcios ao lado da familiar escrita grega, resolveu o problema. No caso da hereditariedade, era preciso, em primeiro lugar, achar onde estava a mensagem, o que só ocorreu no século vinte, com a descoberta dos cromossomas e dos genes(b). E aí constatou-se que a escritura da vida é dada pela disposição de substâncias químicas dentro da grande molécula do ácido desoxiribonucleico, o DNA. Cada gene é, portanto, um texto(d). Um texto que, decifrado, permite responder por que uma pessoa tem tal ou qual doença, tal ou qual defeito congênito. E permitirá também corrigir defeitos, mediante a engenharia genética.
“No começo era o verbo.” Exatamente: no começo, era a palavra, o texto. O que está escrito — não no Livro do Destino, mas em nossas células — condiciona nossa existência(c). Estamos aprendendo a nos comunicar com a natureza, mas na linguagem desta. Mil histórias poderão ser agora contadas(e). Histórias para as quais o final feliz não é só um exercício ficcional, mas é uma gloriosa possibilidade.
SCLIAR, Moacyr. In: Omint fala com você. São Paulo: Omint Assistencial, n. 10, out. 2000.
Pode-se depreender desse texto que a descoberta científica muitas vezes está associada à identificação de uma linguagem. Enquanto essa linguagem não é identificada, o problema permanece indecifrável. Assinale qual passagem do texto comprova essa informação.
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Tem-se uma solução de ácido sulfúrico, cuja concentração é 5,0 x 10 “mol/L. Pode-se afirmar que esta solução apresenta um valor de pH igual a: (Obs: O !$ H_2SO_4 !$, é um ácido diprótico e forte, portanto considere a = 100%).
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DECIFRANDO A ESCRITA DA VIDA
Todas as culturas tendem a atribuir um poder mágico à palavra escrita. A tradição judaico-cristã repousa sobre um livro, a Bíblia, que vem sendo lido com unção e respeito há milhares de anos. A expressão árabe Maktub, “estava escrito”, diz que o Destino, para ser verdadeiramente Destino, deve estar escrito. Adivinhos, por sua vez, leem o futuro nas linhas da mãos, nas folhas do chá, nos búzios, que passam então a adquirir o significado de mensagens.
São crenças de natureza religiosa ou mágica, mas às quais a ciência acabou recorrendo, ainda que em caráter de metáfora, para responder à pergunta que sempre intrigou a humanidade: como se transmitem os caracteres hereditários? De que maneira o ser que vai nascer é “informado” — no sentido de receber uma forma?
Difícil questão. Muito mais difícil que decifrar os hieróglifos, por exemplo. Neste caso, o achado da pedra de Rosetta, com os misteriosos caracteres egípcios ao lado da familiar escrita grega, resolveu o problema. No caso da hereditariedade, era preciso, em primeiro lugar, achar onde estava a mensagem, o que só ocorreu no século vinte, com a descoberta dos cromossomas e dos genes. E aí constatou-se que a escritura da vida é dada pela disposição de substâncias químicas dentro da grande molécula do ácido desoxiribonucleico, o DNA. Cada gene é, portanto, um texto. Um texto que, decifrado, permite responder por que uma pessoa tem tal ou qual doença, tal ou qual defeito congênito. E permitirá também corrigir defeitos, mediante a engenharia genética.
“No começo era o verbo.” Exatamente: no começo, era a palavra, o texto. O que está escrito — não no Livro do Destino, mas em nossas células — condiciona nossa existência. Estamos aprendendo a nos comunicar com a natureza, mas na linguagem desta. Mil histórias poderão ser agora contadas. Histórias para as quais o final feliz não é só um exercício ficcional, mas é uma gloriosa possibilidade.
SCLIAR, Moacyr. In: Omint fala com você. São Paulo: Omint Assistencial, n. 10, out. 2000.
Com base no texto acima, pode-se inferir o seguinte.
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A auto-ionização da amônia forma duas espécies iônicas, ou seja, o cátion amônio e o ânion amideto, conforme a reação abaixo:
!$ 2NH_3 \rightarrow NH_4^{+1} + NH_2^{1-} !$
Assinale a afirmativa correta:
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Tem-se 20mL de uma solução 0,5N de NaOH, que foram diluídos com água destilada até o volume de 100mL. A seguir, 25mL desta solução foram misturados a 25mL de uma solução de H2SO4 0,2N; juntamente com duas gotas de solução alcoólica de fenolftaleína. Em vista do fato, pode-se afirmar que a mistura contém, então:
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Por causa da altitude, a pressão atmosférica no topo do Pico da Bandeira é pouco menor que 1,0atm. Entretanto, ao nível do mar pode ser considerada igual a 1,0atm. Considerando um recipiente aberto contendo água pura fervendo, é CORRETO afirmar.
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No rótulo de uma garrafa de água mineral, lê-se, entre outras coisas:
| Conteúdo: 1,5L |
!$ p.p.m = { \Large { mg\,do\,soluto \over litro\,de\,solução\,aquosa}} !$
A massa do bicarbonato de cálcio, no conteúdo da garrafa, é:
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Qual das técnicas a seguir é a mais apropriada para analisar o teor de alumínio no sangue de um indivíduo, sabendo-se que a presença deste elemento no sangue pode estar quantizada na ordem de p.p.b?
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Adicionando-se solução concentrada de ácido sulfúrico com carbonato de cálcio são observados os seguintes fatos:
l. Houve total dissolução do carbonato de cálcio e a solução obtida ficou incolor.
Il. Observou-se um desprendimento de um gás inodoro e incolor.
III. A solução resultante adquiriu turvação branca com o depósito de um p.p.t.
IV. Não ocorreu evidência de qualquer reação química.
Estão CORRETAS:
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