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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
Um módulo isolador tem a seguinte especificação: entrada full range (95Vca a 250Vca) e saída de 115Vca isolada. Essa especificação caracteriza:
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
Deseja-se instalar um HD padrão IDE em um computador que possui apenas conectores padrão SATA. Como pode ser realizada essa instalação?
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MUDANÇA SEMÂNTICA
Perto do final do século XIX, um estudioso francês, Michel Bréal, se dispôs a determinar as leis que regem as mudanças no significado das palavras. Esta foi a tarefa que dominou a pesquisa semântica até a década de 1930, quando os semanticistas começaram a voltar sua atenção para o estudo sincrônico do significado. Diversos sistemas para a classificação das mudanças de significado foram propostos, e uma variedade de princípios explanatórios foram sugeridos. Até agora, não descobriu nenhuma “lei” de mudança semântica comparável às leis de mudanças fonéticas dos fonologistas. Parece que as mudanças de significado podem ser ocasionadas por diversos fatores. O mais importante, talvez – e aquele que mais foi enfatizado pelo chamado movimento “palavras e coisas” na semântica histórica –, é a mudança sofrida no curso do tempo pelos objetos ou instituições que as palavras designam. Por exemplo, a palavra CARRO remonta, através do latim CARRUS, a um termo celta que designava uma carroça de quatro rodas. Hoje ela designa uma espécie de veículo muito diferente; confrontado com um modelo da carroça celta num museu, um contemporâneo nosso não a descreveria como um carro.
Algumas mudanças no significado das palavras são causadas por seu uso habitual em contextos particulares. O verbo PENSAR provém de verbo latino (PENSARE) que significava “pesar, calcular o peso”; o uso específico de PENSAR como “pesar as ideias” originou seu sentido atual. De igual modo, a palavra VEADO adquiriu um significado especializado, designando um tipo especial de animal selvagem, ao passo que o latim VENATU significasse “caça morta” de maneira geral. Nesses exemplos, o sentido mais restrito se desenvolveu do uso constante da palavra num contexto mais particularizado, e as pressuposições contextuais da palavra se tornaram, com o tempo, parte de seu significado.
WEEDWOOD, Barbara. História concisa da linguística.
Trad. de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2002, pp. 114, 115
Ao se retirar o ponto e vírgula do trecho Hoje ela designa uma espécie de veículo muito diferente; confrontado com um modelo da carroça celta num museu, um contemporâneo nosso não a descreveria como um carro, para não se perder o sentido do enunciado, deve-se substituí-lo por
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MUDANÇA SEMÂNTICA
Perto do final do século XIX, um estudioso francês, Michel Bréal, se dispôs a determinar as leis que regem as mudanças no significado das palavras. Esta foi a tarefa que dominou a pesquisa semântica até a década de 1930, quando os semanticistas começaram a voltar sua atenção para o estudo sincrônico do significado. Diversos sistemas para a classificação das mudanças de significado foram propostos, e uma variedade de princípios explanatórios foram sugeridos. Até agora, não descobriu nenhuma “lei” de mudança semântica comparável às leis de mudanças fonéticas dos fonologistas. Parece que as mudanças de significado podem ser ocasionadas por diversos fatores. O mais importante, talvez – e aquele que mais foi enfatizado pelo chamado movimento “palavras e coisas” na semântica histórica –, é a mudança sofrida no curso do tempo pelos objetos ou instituições que as palavras designam. Por exemplo, a palavra CARRO remonta, através do latim CARRUS, a um termo celta que designava uma carroça de quatro rodas. Hoje ela designa uma espécie de veículo muito diferente; confrontado com um modelo da carroça celta num museu, um contemporâneo nosso não a descreveria como um carro.
Algumas mudanças no significado das palavras são causadas por seu uso habitual em contextos particulares. O verbo PENSAR provém de verbo latino (PENSARE) que significava “pesar, calcular o peso”; o uso específico de PENSAR como “pesar as ideias” originou seu sentido atual. De igual modo, a palavra VEADO adquiriu um significado especializado, designando um tipo especial de animal selvagem, ao passo que o latim VENATU significasse “caça morta” de maneira geral. Nesses exemplos, o sentido mais restrito se desenvolveu do uso constante da palavra num contexto mais particularizado, e as pressuposições contextuais da palavra se tornaram, com o tempo, parte de seu significado.
WEEDWOOD, Barbara. História concisa da linguística.
Trad. de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2002, pp. 114, 115
Dos campos de estudos gramaticais de uma língua, o que se apresenta como tema neste texto é a
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MUDANÇA SEMÂNTICA
Perto do final do século XIX, um estudioso francês, Michel Bréal, se dispôs a determinar as leis que regem as mudanças no significado das palavras. Esta foi a tarefa que dominou a pesquisa semântica até a década de 1930, quando os semanticistas começaram a voltar sua atenção para o estudo sincrônico do significado. Diversos sistemas para a classificação das mudanças de significado foram propostos, e uma variedade de princípios explanatórios foram sugeridos. Até agora, não descobriu nenhuma “lei” de mudança semântica comparável às leis de mudanças fonéticas dos fonologistas. Parece que as mudanças de significado podem ser ocasionadas por diversos fatores. O mais importante, talvez – e aquele que mais foi enfatizado pelo chamado movimento “palavras e coisas” na semântica histórica –, é a mudança sofrida no curso do tempo pelos objetos ou instituições que as palavras designam. Por exemplo, a palavra CARRO remonta, através do latim CARRUS, a um termo celta que designava uma carroça de quatro rodas. Hoje ela designa uma espécie de veículo muito diferente; confrontado com um modelo da carroça celta num museu, um contemporâneo nosso não a descreveria como um carro.
Algumas mudanças no significado das palavras são causadas por seu uso habitual em contextos particulares. O verbo PENSAR provém de verbo latino (PENSARE) que significava “pesar, calcular o peso”; o uso específico de PENSAR como “pesar as ideias” originou seu sentido atual. De igual modo, a palavra VEADO adquiriu um significado especializado, designando um tipo especial de animal selvagem, ao passo que o latim VENATU significasse “caça morta” de maneira geral. Nesses exemplos, o sentido mais restrito se desenvolveu do uso constante da palavra num contexto mais particularizado, e as pressuposições contextuais da palavra se tornaram, com o tempo, parte de seu significado.
WEEDWOOD, Barbara. História concisa da linguística.
Trad. de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2002, pp. 114, 115
No período composto por coordenação Diversos sistemas para a classificação das mudanças de significado foram propostos, e uma variedade de princípios explanatórios foram sugeridos, é possível observar-se que
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MUDANÇA SEMÂNTICA
Perto do final do século XIX, um estudioso francês, Michel Bréal, se dispôs a determinar as leis que regem as mudanças no significado das palavras. Esta foi a tarefa que dominou a pesquisa semântica até a década de 1930, quando os semanticistas começaram a voltar sua atenção para o estudo sincrônico do significado. Diversos sistemas para a classificação das mudanças de significado foram propostos, e uma variedade de princípios explanatórios foram sugeridos. Até agora, não descobriu nenhuma “lei” de mudança semântica comparável às leis de mudanças fonéticas dos fonologistas. Parece que as mudanças de significado podem ser ocasionadas por diversos fatores. O mais importante, talvez – e aquele que mais foi enfatizado pelo chamado movimento “palavras e coisas” na semântica histórica –, é a mudança sofrida no curso do tempo pelos objetos ou instituições que as palavras designam. Por exemplo, a palavra CARRO remonta, através do latim CARRUS, a um termo celta que designava uma carroça de quatro rodas. Hoje ela designa uma espécie de veículo muito diferente; confrontado com um modelo da carroça celta num museu, um contemporâneo nosso não a descreveria como um carro.
Algumas mudanças no significado das palavras são causadas por seu uso habitual em contextos particulares. O verbo PENSAR provém de verbo latino (PENSARE) que significava “pesar, calcular o peso”; o uso específico de PENSAR como “pesar as ideias” originou seu sentido atual. De igual modo, a palavra VEADO adquiriu um significado especializado, designando um tipo especial de animal selvagem, ao passo que o latim VENATU significasse “caça morta” de maneira geral. Nesses exemplos, o sentido mais restrito se desenvolveu do uso constante da palavra num contexto mais particularizado, e as pressuposições contextuais da palavra se tornaram, com o tempo, parte de seu significado.
WEEDWOOD, Barbara. História concisa da linguística.
Trad. de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2002, pp. 114, 115
As mudanças no significado das palavras em virtude do contexto, pressupõem a conotação de sentido em oposição à denotação. Reconheça o único momento em que a palavra francês não está em sentido denotativo.
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MUDANÇA SEMÂNTICA
Perto do final do século XIX, um estudioso francês, Michel Bréal, se dispôs a determinar as leis que regem as mudanças no significado das palavras. Esta foi a tarefa que dominou a pesquisa semântica até a década de 1930, quando os semanticistas começaram a voltar sua atenção para o estudo sincrônico do significado. Diversos sistemas para a classificação das mudanças de significado foram propostos, e uma variedade de princípios explanatórios foram sugeridos. Até agora, não descobriu nenhuma “lei” de mudança semântica comparável às leis de mudanças fonéticas dos fonologistas. Parece que as mudanças de significado podem ser ocasionadas por diversos fatores. O mais importante, talvez – e aquele que mais foi enfatizado pelo chamado movimento “palavras e coisas” na semântica histórica –, é a mudança sofrida no curso do tempo pelos objetos ou instituições que as palavras designam. Por exemplo, a palavra CARRO remonta, através do latim CARRUS, a um termo celta que designava uma carroça de quatro rodas. Hoje ela designa uma espécie de veículo muito diferente; confrontado com um modelo da carroça celta num museu, um contemporâneo nosso não a descreveria como um carro.
Algumas mudanças no significado das palavras são causadas por seu uso habitual em contextos particulares. O verbo PENSAR provém de verbo latino (PENSARE) que significava “pesar, calcular o peso”; o uso específico de PENSAR como “pesar as ideias” originou seu sentido atual. De igual modo, a palavra VEADO adquiriu um significado especializado, designando um tipo especial de animal selvagem, ao passo que o latim VENATU significasse “caça morta” de maneira geral. Nesses exemplos, o sentido mais restrito se desenvolveu do uso constante da palavra num contexto mais particularizado, e as pressuposições contextuais da palavra se tornaram, com o tempo, parte de seu significado.
WEEDWOOD, Barbara. História concisa da linguística.
Trad. de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2002, pp. 114, 115
O pronome ela é de sua oração, mas seu sentido e flexão no feminino estão decididos na oração anterior pelo segmento .
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Como deve ser realizada a instalação de uma pequena rede local (LAN) com quatro computadores e com acesso à internet?
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Quando um pacote chega ao enlace de entrada de um roteador este deve conduzi-lo a um enlace de saída apropriado. Esse processo é conhecido como:
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MUDANÇA SEMÂNTICA
Perto do final do século XIX, um estudioso francês, Michel Bréal, se dispôs a determinar as leis que regem as mudanças no significado das palavras. Esta foi a tarefa que dominou a pesquisa semântica até a década de 1930, quando os semanticistas começaram a voltar sua atenção para o estudo sincrônico do significado. Diversos sistemas para a classificação das mudanças de significado foram propostos, e uma variedade de princípios explanatórios foram sugeridos. Até agora, não descobriu nenhuma “lei” de mudança semântica comparável às leis de mudanças fonéticas dos fonologistas. Parece que as mudanças de significado podem ser ocasionadas por diversos fatores. O mais importante, talvez – e aquele que mais foi enfatizado pelo chamado movimento “palavras e coisas” na semântica histórica –, é a mudança sofrida no curso do tempo pelos objetos ou instituições que as palavras designam. Por exemplo, a palavra CARRO remonta, através do latim CARRUS, a um termo celta que designava uma carroça de quatro rodas. Hoje ela designa uma espécie de veículo muito diferente; confrontado com um modelo da carroça celta num museu, um contemporâneo nosso não a descreveria como um carro.
Algumas mudanças no significado das palavras são causadas por seu uso habitual em contextos particulares. O verbo PENSAR provém de verbo latino (PENSARE) que significava “pesar, calcular o peso”; o uso específico de PENSAR como “pesar as ideias” originou seu sentido atual. De igual modo, a palavra VEADO adquiriu um significado especializado, designando um tipo especial de animal selvagem, ao passo que o latim VENATU significasse “caça morta” de maneira geral. Nesses exemplos, o sentido mais restrito se desenvolveu do uso constante da palavra num contexto mais particularizado, e as pressuposições contextuais da palavra se tornaram, com o tempo, parte de seu significado.
WEEDWOOD, Barbara. História concisa da linguística.
Trad. de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2002, pp. 114, 115
Resultaria num diminutivo coloquial de concepção pejorativa, bem como numa mudança de classe gramatical, a retirada do acento da palavra
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