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1518605 Ano: 2010
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Considere o seguinte comando SQL:

SELECT A.Campo1, B.Campo2

FROM TabelaA A TabelaB B

ON A.Campo1 = B.Campo1

A operação deve criar uma nova tabela combinando os valores das duas tabelas (TabelaA e TabelaB) com base na condição de junção. A consulta deve comparar cada linha da TabelaA com cada linha da TabelaB para encontrar todos os pares de linhas que satisfaçam a condição. Quando a condição for satisfeita, valores da coluna para cada par de linha encontrado das tabelas A e B são combinados em uma linha da nova tabela. Se em uma das tabelas existir uma linha que não satisfaça a condição desejada, esta linha não aparecerá no resultado da operação.

Para atender aos requisitos do texto acima, aponte dentre as cláusulas abaixo, aquela que preenche corretamente o espaço em branco na consulta.

 

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1518396 Ano: 2010
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Julgue os itens a seguir com verdadeiro ou falso, e marque a opção que indica a sequência correta.

( ) A revisão do processo disciplinar poderá dar-se a qualquer tempo, a pedido ou de ofício, quando se aduzirem fatos novos ou circunstâncias suscetíveis de justificar a inocência do punido ou a inadequação da penalidade aplicada.

( ) Da sindicância poderá resultar: arquivamento do processo, aplicação de penalidade de advertência ou suspensão de até 60 (sessenta) dias; instauração de processo disciplinar.

( ) O processo administrativo disciplinar desenvolve-se nas seguintes fases: instauração, inquérito administrativo e julgamento.

( ) Sempre que o ilícito praticado pelo servidor ensejar a imposição de penalidade de suspensão por mais de 30 (trinta) dias, de demissão, cassação de aposentadoria ou disponibilidade, ou destituição de cargo em comissão, será recomendado a instauração de processo disciplinar.

 

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1518388 Ano: 2010
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Quando um pacote chega ao enlace de entrada de um roteador este deve conduzi-lo a um enlace de saída apropriado. Esse processo é conhecido como:

 

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1518212 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

PARA QUE SERVE A ADOLESCÊNCIA

Muitas das habilidades exclusivas aos seres humanos são desenvolvidas durante o período da adolescência. E foram essas capacidades que ajudaram nossa espécie a sobreviver ao longo da evolução. Com a adolescência, ganhamos um tempo extra, além da infância, para organizar o cérebro: dos 11 aos 20 anos. Esse tempo a mais de reordenação cerebral permitiu que a espécie humana desenvolvesse uma capacidade intelectual incrível. Sem a adolescência, os humanos não passariam de uns bobos incoerentes dotados de um cérebro enorme.

É só olhar uma criança aos 10 anos e uma pessoa aos 20. No final da adolescência, conseguimos articular pensamentos e levantar hipóteses a partir de abstrações, algo que é tremendamente difícil para uma criança de 10 anos, acostumada a pensar em termos mais concretos. Com 20 anos, somos capazes de estabelecer objetivos de longo prazo e esperar que eles aconteçam. Para uma criança, o tempo não passa. Elas precisam obter recompensas imediatamente. Essas habilidades que vêm com a adolescência – abstração, planejamento, além de uma boa dose de autonomia – são importantes para garantir nossa sobrevivência na vida adulta.

O cérebro atinge o tamanho que terá na vida adulta aos 12 anos nas meninas e aos 14 nos garotos. Desde antes do nascimento até essa idade, nossos neurônios construíram ligações uns com os outros, estabeleceram novos caminhos para as informações circularem dentro do cérebro. Na adolescência, esse grande emaranhado de massa cinzenta precisa ser reorganizado. Muitas dessas conexões são desligadas. Outras são ativadas.

Tantas alterações afetam a capacidade dos adolescentes de prever consequências. Por isso, eles costumam ser impulsivos. Mudanças no nível de dopamina, uma substância que transporta as informações entre os neurônios, também podem explicar as alterações na personalidade. Ela inibe o funcionamento de algumas regiões do cérebro que controlam o prazer. Isso explica por que os adolescentes procuram experiências arriscadas. Eles precisam compensar a sensação de tédio causada pela supressão das atividades dessas áreas. Essa também é a raiz do comportamento de contestação e rebeldia.

Nos Estados Unidos e na Europa, as aulas em algumas escolas começam mais tarde porque a direção leva em consideração que o relógio biológico dos adolescentes está sempre desajustado. Em se tratando de adultos e nas crianças, ele é perfeitamente programado para 24 horas. Para os adolescentes, parece que está sempre funcionado atrasado, com 25 ou 26 horas. É por isso que eles querem ficar acordados até mais tarde e não conseguem acordar cedo.

Precisamos igualmente entender que não é possível mudar a disposição dos adolescentes para correr riscos. O que podemos e precisamos fazer é alertá-los para as atitudes muito perigosas, como fazer sexo sem proteção. Temos de lembrar que os adolescentes existem para tornar nossa espécie bem-sucedida. Não para fazer a vida dos adultos mais fácil.

BAINBRIDGE, David. Revista Época. Seção Ciência e Tecnologia. 20/07/2009

O verbo PARECER, presente no trecho “... parece que...”, está flexionado de acordo com as normas de concordância verbal em:

 

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1516666 Ano: 2010
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

O processo de preservação que consiste em revestir totalmente papeis e documentos com papel japonês, protegendo-os totalmente do meio ambiente, é chamado técnica de:

 

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1516585 Ano: 2010
Disciplina: Auditoria
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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A principal finalidade de uma auditoria independente é:

 

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1516439 Ano: 2010
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

Segundo o Código de Catalogação Anglo Americano vigente, a escolha do cabeçalho de entrada para autores que se apresentam com pseudônimo deve ser pautada pela seguinte orientação:

 

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1516039 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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MUDANÇA SEMÂNTICA

Perto do final do século XIX, um estudioso francês, Michel Bréal, se dispôs a determinar as leis que regem as mudanças no significado das palavras. Esta foi a tarefa que dominou a pesquisa semântica até a década de 1930, quando os semanticistas começaram a voltar sua atenção para o estudo sincrônico do significado. Diversos sistemas para a classificação das mudanças de significado foram propostos, e uma variedade de princípios explanatórios foram sugeridos. Até agora, não descobriu nenhuma “lei” de mudança semântica comparável às leis de mudanças fonéticas dos fonologistas. Parece que as mudanças de significado podem ser ocasionadas por diversos fatores. O mais importante, talvez – e aquele que mais foi enfatizado pelo chamado movimento “palavras e coisas” na semântica histórica –, é a mudança sofrida no curso do tempo pelos objetos ou instituições que as palavras designam. Por exemplo, a palavra CARRO remonta, através do latim CARRUS, a um termo celta que designava uma carroça de quatro rodas. Hoje ela designa uma espécie de veículo muito diferente; confrontado com um modelo da carroça celta num museu, um contemporâneo nosso não a descreveria como um carro.

Algumas mudanças no significado das palavras são causadas por seu uso habitual em contextos particulares. O verbo PENSAR provém de verbo latino (PENSARE) que significava “pesar, calcular o peso”; o uso específico de PENSAR como “pesar as ideias” originou seu sentido atual. De igual modo, a palavra VEADO adquiriu um significado especializado, designando um tipo especial de animal selvagem, ao passo que o latim VENATU significasse “caça morta” de maneira geral. Nesses exemplos, o sentido mais restrito se desenvolveu do uso constante da palavra num contexto mais particularizado, e as pressuposições contextuais da palavra se tornaram, com o tempo, parte de seu significado.

WEEDWOOD, Barbara. História concisa da linguística.

Trad. de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2002, pp. 114, 115

Resultaria num diminutivo coloquial de concepção pejorativa, bem como numa mudança de classe gramatical, a retirada do acento da palavra

 

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1515992 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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MUDANÇA SEMÂNTICA

Perto do final do século XIX, um estudioso francês, Michel Bréal, se dispôs a determinar as leis que regem as mudanças no significado das palavras. Esta foi a tarefa que dominou a pesquisa semântica até a década de 1930, quando os semanticistas começaram a voltar sua atenção para o estudo sincrônico do significado. Diversos sistemas para a classificação das mudanças de significado foram propostos, e uma variedade de princípios explanatórios foram sugeridos. Até agora, não descobriu nenhuma “lei” de mudança semântica comparável às leis de mudanças fonéticas dos fonologistas. Parece que as mudanças de significado podem ser ocasionadas por diversos fatores. O mais importante, talvez – e aquele que mais foi enfatizado pelo chamado movimento “palavras e coisas” na semântica histórica –, é a mudança sofrida no curso do tempo pelos objetos ou instituições que as palavras designam. Por exemplo, a palavra CARRO remonta, através do latim CARRUS, a um termo celta que designava uma carroça de quatro rodas. Hoje ela designa uma espécie de veículo muito diferente; confrontado com um modelo da carroça celta num museu, um contemporâneo nosso não a descreveria como um carro.

Algumas mudanças no significado das palavras são causadas por seu uso habitual em contextos particulares. O verbo PENSAR provém de verbo latino (PENSARE) que significava “pesar, calcular o peso”; o uso específico de PENSAR como “pesar as ideias” originou seu sentido atual. De igual modo, a palavra VEADO adquiriu um significado especializado, designando um tipo especial de animal selvagem, ao passo que o latim VENATU significasse “caça morta” de maneira geral. Nesses exemplos, o sentido mais restrito se desenvolveu do uso constante da palavra num contexto mais particularizado, e as pressuposições contextuais da palavra se tornaram, com o tempo, parte de seu significado.

WEEDWOOD, Barbara. História concisa da linguística.

Trad. de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2002, pp. 114, 115

Em termos de regência verbal, os termos diversos fatores e uso habitual

 

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1515889 Ano: 2010
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Dentre os conceitos abaixo relacionados à normalização de dados, aponte a opção que apresenta erro.

 

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