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O Art. 21 da LEI Nº 4.084, DE 30 DE JUNHO DE 1962 determina, em seu Parágrafo Único que.
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São exemplos de procedimentos para identificar eventos subsequentes:
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MUDANÇA SEMÂNTICA
Perto do final do século XIX, um estudioso francês, Michel Bréal, se dispôs a determinar as leis que regem as mudanças no significado das palavras. Esta foi a tarefa que dominou a pesquisa semântica até a década de 1930, quando os semanticistas começaram a voltar sua atenção para o estudo sincrônico do significado. Diversos sistemas para a classificação das mudanças de significado foram propostos, e uma variedade de princípios explanatórios foram sugeridos. Até agora, não descobriu nenhuma “lei” de mudança semântica comparável às leis de mudanças fonéticas dos fonologistas. Parece que as mudanças de significado podem ser ocasionadas por diversos fatores. O mais importante, talvez – e aquele que mais foi enfatizado pelo chamado movimento “palavras e coisas” na semântica histórica –, é a mudança sofrida no curso do tempo pelos objetos ou instituições que as palavras designam. Por exemplo, a palavra CARRO remonta, através do latim CARRUS, a um termo celta que designava uma carroça de quatro rodas. Hoje ela designa uma espécie de veículo muito diferente; confrontado com um modelo da carroça celta num museu, um contemporâneo nosso não a descreveria como um carro.
Algumas mudanças no significado das palavras são causadas por seu uso habitual em contextos particulares. O verbo PENSAR provém de verbo latino (PENSARE) que significava “pesar, calcular o peso”; o uso específico de PENSAR como “pesar as ideias” originou seu sentido atual. De igual modo, a palavra VEADO adquiriu um significado especializado, designando um tipo especial de animal selvagem, ao passo que o latim VENATU significasse “caça morta” de maneira geral. Nesses exemplos, o sentido mais restrito se desenvolveu do uso constante da palavra num contexto mais particularizado, e as pressuposições contextuais da palavra se tornaram, com o tempo, parte de seu significado.
WEEDWOOD, Barbara. História concisa da linguística.
Trad. de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2002, pp. 114, 115
Ao se retirar o ponto e vírgula do trecho Hoje ela designa uma espécie de veículo muito diferente; confrontado com um modelo da carroça celta num museu, um contemporâneo nosso não a descreveria como um carro, para não se perder o sentido do enunciado, deve-se substituí-lo por
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é a consolidação de dados operacionais, geralmente extraídos de sistemas OLTP (On Line Transaction Processing - sistemas de processamento online de informações) corporativos, gerando dados analíticos que servirão de base em decisões estratégicas de negócio. Nesses sistemas, os dados são trabalhados de forma a expressar a informação necessária ao corpo diretor da empresa, agregando informação de diferentes sistemas da empresa. A manipulação desses dados dá origem aos cubos, que são elementos que permitem enxergar os dados a partir de diversas perspectivas atinentes ao negócio.
Dentre as opções abaixo, selecione aquela que preenche corretamente a lacuna do texto acima.
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MUDANÇA SEMÂNTICA
Perto do final do século XIX, um estudioso francês, Michel Bréal, se dispôs a determinar as leis que regem as mudanças no significado das palavras. Esta foi a tarefa que dominou a pesquisa semântica até a década de 1930, quando os semanticistas começaram a voltar sua atenção para o estudo sincrônico do significado. Diversos sistemas para a classificação das mudanças de significado foram propostos, e uma variedade de princípios explanatórios foram sugeridos. Até agora, não descobriu nenhuma “lei” de mudança semântica comparável às leis de mudanças fonéticas dos fonologistas. Parece que as mudanças de significado podem ser ocasionadas por diversos fatores. O mais importante, talvez – e aquele que mais foi enfatizado pelo chamado movimento “palavras e coisas” na semântica histórica –, é a mudança sofrida no curso do tempo pelos objetos ou instituições que as palavras designam. Por exemplo, a palavra CARRO remonta, através do latim CARRUS, a um termo celta que designava uma carroça de quatro rodas. Hoje ela designa uma espécie de veículo muito diferente; confrontado com um modelo da carroça celta num museu, um contemporâneo nosso não a descreveria como um carro.
Algumas mudanças no significado das palavras são causadas por seu uso habitual em contextos particulares. O verbo PENSAR provém de verbo latino (PENSARE) que significava “pesar, calcular o peso”; o uso específico de PENSAR como “pesar as ideias” originou seu sentido atual. De igual modo, a palavra VEADO adquiriu um significado especializado, designando um tipo especial de animal selvagem, ao passo que o latim VENATU significasse “caça morta” de maneira geral. Nesses exemplos, o sentido mais restrito se desenvolveu do uso constante da palavra num contexto mais particularizado, e as pressuposições contextuais da palavra se tornaram, com o tempo, parte de seu significado.
WEEDWOOD, Barbara. História concisa da linguística.
Trad. de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2002, pp. 114, 115
Dos campos de estudos gramaticais de uma língua, o que se apresenta como tema neste texto é a
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MUDANÇA SEMÂNTICA
Perto do final do século XIX, um estudioso francês, Michel Bréal, se dispôs a determinar as leis que regem as mudanças no significado das palavras. Esta foi a tarefa que dominou a pesquisa semântica até a década de 1930, quando os semanticistas começaram a voltar sua atenção para o estudo sincrônico do significado. Diversos sistemas para a classificação das mudanças de significado foram propostos, e uma variedade de princípios explanatórios foram sugeridos. Até agora, não descobriu nenhuma “lei” de mudança semântica comparável às leis de mudanças fonéticas dos fonologistas. Parece que as mudanças de significado podem ser ocasionadas por diversos fatores. O mais importante, talvez – e aquele que mais foi enfatizado pelo chamado movimento “palavras e coisas” na semântica histórica –, é a mudança sofrida no curso do tempo pelos objetos ou instituições que as palavras designam. Por exemplo, a palavra CARRO remonta, através do latim CARRUS, a um termo celta que designava uma carroça de quatro rodas. Hoje ela designa uma espécie de veículo muito diferente; confrontado com um modelo da carroça celta num museu, um contemporâneo nosso não a descreveria como um carro.
Algumas mudanças no significado das palavras são causadas por seu uso habitual em contextos particulares. O verbo PENSAR provém de verbo latino (PENSARE) que significava “pesar, calcular o peso”; o uso específico de PENSAR como “pesar as ideias” originou seu sentido atual. De igual modo, a palavra VEADO adquiriu um significado especializado, designando um tipo especial de animal selvagem, ao passo que o latim VENATU significasse “caça morta” de maneira geral. Nesses exemplos, o sentido mais restrito se desenvolveu do uso constante da palavra num contexto mais particularizado, e as pressuposições contextuais da palavra se tornaram, com o tempo, parte de seu significado.
WEEDWOOD, Barbara. História concisa da linguística.
Trad. de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2002, pp. 114, 115
No período composto por coordenação Diversos sistemas para a classificação das mudanças de significado foram propostos, e uma variedade de princípios explanatórios foram sugeridos, é possível observar-se que
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É correto afirmar:
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- Análise de Demonstrações ContábeisEstrutura de Capital e SolvênciaIndicadores de Endividamento e Solvência
Dado o Balanço Patrimonial abaixo, qual o percentual do Capital Próprio e de Terceiros, respectivamente:
| Ativo | Passivo | ||
| Ativo Circulante | R$ 5.000,00 | Passivo Circulante | R$ 6.700,00 |
| Caixa | R$ 1.500,00 | Fornecedores | R$ 2.700,00 |
| Banco conta Movimento | R$ 2.000,00 | Empréstimos a Pagar | R$ 4.000,00 |
| Clientes | R$ 1.500,00 | ||
| Ativo Permanente | R$ 5.000,00 | Patrimônio Líquido | R$ 3.300,00 |
| Veículos | 5.000,00 | Capital Social | R$ 3.300,00 |
| Total do Ativo | R$ 10.000,00 | Total do Passivo | 10.000,00 |
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Uma empresa apresenta os seguintes saldos contábeis, desconsiderando os aspectos tributários: Estoque Inicial R$ 1.400,00; Compras R$ 1.700,00; Devolução de Vendas R$ 400,00; Estoque Final R$ 1.600,00; Devolução de Compras R$ 400,00; Receita com Vendas de Mercadorias R$ 2.600,00; Despesas Administrativas R$ 260,00; Despesas Financeiras R$ 240,00. Considerando estes saldos, o Custo das Mercadorias Vendidas e o Resultado Operacional Bruto, respectivamente, são:
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é um protocolo de segurança de dados que garante a confidencialidade na troca de informações entre dois hosts através de um meio não confiável, utilizando técnicas de criptografia.
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