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Foram encontradas 640 questões.

1509803 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Com relação aos transtornos do humor em crianças e adolescentes, é correto afirmar, exceto
 

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1509403 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
A Empresa Comercial Bahia S.A. apresentou, em seu Balanço Patrimonial projetado, antes do final do ano, os seguintes valores no Circulante.
ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE
$ 1.200.000 $ 1.000.000
!$ { \large 1.200 \over 1.000} = 1,20 !$
O seu presidente não está contente com o índice de 1,20. Ele determinou ao gestor financeiro que o índice deverá ser igual a 2,00. Sobre isso, é correto afirmar-se que
 

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O emprego da vírgula é gramaticalmente facultativo em
 

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1498888 Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
Não é exemplo de máquina pulverizadora:
 

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1419812 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Os benzodiazepínicos (BZDs), que devem seu nome à sua estrutura molecular, constituída por um anel benzeno, são bastante utilizados no Brasil. Sobre os BZDs, é certo afirmar-se que
 

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1321074 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio, em seu Capítulo II, definem os princípios norteadores da Educação Profissional Técnica de Nível Médio, que têm por finalidade propiciar aos estudantes os conhecimentos, os saberes e as competências profissionais necessários ao exercício profissional e da cidadania, ancorados nos fundamentos científico-tecnológicos, socio-históricos e culturais. Considerando-se esses princípios norteadores, é correto afirmar-se que
 

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1235034 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
Acerca da palavra “administração”, quanto aos encontros vocálicos e consonantais, ela apresenta
 

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1221637 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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A Psiquiatria de emergência requer habilidades específicas, para lidar com situações para as quais intervenção terapêutica imediata é frequentemente necessária. Sobre as emergências psiquiátricas, é correto afirmar-se que
 

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1211636 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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TEXTO – O GIGOLÔ DAS PALAVRAS

Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável, para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da revisão! Culpa da revisão!”). Mas os alunos desfizeram o equívoco, antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E, quando possível, surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra, para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua, mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura.
Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática, na certa, se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam, vocês, a intimidade com a Gramática é tão indispensável, que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. E tenho com elas exemplar conduta de um cáften profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis, para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que outros já fizeram com elas. Se bem que não tenha também o mínimo escrúpulo em roubá-las de outro, quando acho que vou ganhar com isto. As palavras, afinal, vivem na boca do povo. São faladíssimas. Algumas são de baixíssimo calão. Não merecem o mínimo respeito.
Um escritor que passasse a respeitar a intimidade gramatical das suas palavras seria tão ineficiente quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel. Acabaria tratando-as com a deferência de um namorado ou com a tediosa formalidade de um marido. A palavra seria a sua patroa! Com que cuidados, com que temores e obséquios ele consentiria em sair com elas em público, alvo da impiedosa atenção de lexicógrafos, etimologistas e colegas. Acabaria impotente, incapaz de uma conjunção. A Gramática precisa apanhar todos os dias para saber quem é que manda.
VERÍSSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras. In: ______. Para gostar de ler; Luis Fernando
Veríssimo: o nariz e outras crônicas. 10 ed. v. 14. São Paulo: Ática, 2002. p. 77-8.
Sobre a linguagem utilizada pelo autor, associe (V) para as afirmativas verdadeiras ou (F) para as falsas.
I. ( ) O autor, famoso por produzir crônicas para os jornais, propositadamente, não segue à risca o que determina a gramática.
II. ( ) Distante de uma tradição da norma culta, por muitas vezes, o coloquialismo é presente em seus textos, chegando a fazer parte do seu estilo.
III. ( ) Mesmo defendendo que seguir a Gramática seja imprescindível, o autor opta por uma clareza vocabular, a fim de tornar-se acessível a todos os leitores.
IV. ( ) Como exímio usuário da língua e com notório saber gramatical, o autor faz de seus textos fonte de conhecimento vernacular da língua.
V. ( ) O autor defende o bom senso no uso da língua, em vez de um purismo gramatical, muitas vezes incompreensível a muitos.
A sequencia correta é
 

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1211578 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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TEXTO – HISTÓRICO DA REVISÃO TEXTUAL

Houve tempo em que os revisores eram pessoas de grande preparo intelectual. Segundo Arezio (1925:10), “as constantes divergências de crenças religiosas e a falsa interpretação dos textos sacros deram lugar a discussões e controvérsias. Daí a necessidade de formarem um corpo de revisão, entre os homens de maior fama intelectual e erudição comprovada, para fazerem a correção ou a revisão dos manuscritos antigos, dando-lhes nova forma, alterando-lhes os períodos, de modo que as subsequentes edições saíssem isentas daqueles senões”.
A instituição da revisão de provas tipográficas provocou à época, na França, a revolta dos copistas, que se insurgiram contra a inovação da reprodução por meio da tipografia. Muito bem relacionados com a nobreza reinante, conseguiram o apoio do parlamento francês, para condenar os impressores (proprietários de tipografias ou editores) e colaboradores à perda dos seus bens. Era mais um momento da história em que a ignorância prevalecia, já que novos métodos eram considerados, com base na religião, obra do demônio. Os impressores, perseguidos, obviamente continuaram a trabalhar, embora na clandestinidade. E os copistas continuaram a copiar os breves e as orações, por seu método primitivo. Mas os erros passaram a frequentes. Os copistas já não atendiam à demanda. Em consequência, a clientela, gradativamente, acabou por procurar outros recursos. Se os copistas, que se julgavam de extrema competência, deixavam passar erros, os impressores também – estes últimos acusados pelos primeiros de adulterar os livros. Assim, dos impressores, quem mais se preocupasse com a revisão adquiria fama pelas edições corretas. Ao se referir aos impressores Ulrich Gering, Martin Krantz e Michel Friburger, que se instalaram na Sorbonne, Arezio (1925: 10) dá conta de que “liam as primeiras provas antes de começar a impressão, para que elas saíssem escoimadas dos erros da caixa ou dos cometidos pelos tipógrafos”.
O desenvolvimento da indústria da impressão tipográfica e a prática de emendar (corrigir), a partir de provas de prelo – de prensa ou rolo –, abriram campo para profissionais encarregados de acompanhar os autores na leitura das provas. Precursores dos atuais revisores de texto, eram eles comumente “os tipógrafos mais inteligentes e mais eruditos”.
Antigamente, os erros das primeiras edições eram corrigidos a pena. Citando o Manual de tipografia, de R. Ogier, de 1832, Arezio (1925: 12-3) informa que, nas obras de Gering, não se usava a errata. “Esta apareceu, pela primeira vez, na edição do Juvenal, impresso em Veneza, por Gabriel Pierres, 1478, e constava de duas páginas.” Duas páginas de errata deixam qualquer revisor em maus lençóis – o escritor Nélson Rodrigues dizia que “o único erro que merece a pena de fuzilamento é o erro de revisão”.
A despeito de os revisores se desdobrarem na correção geralmente difícil e custosa, muitas vezes a atenção é comprometida pelo cansaço, e sempre acaba havendo lugar para a abominável errata ao final.
O escritor cubano Antón Arrufat (De la pequeñas cosas, 1935) faz uma reflexão sobre a “insidiosa errata” e fala da preocupação quase doentia do poeta Baudelaire com os erros tipográficos. Outros mais eram cuidadosos, pois tinham na errata um atestado de incompetência. O impressor Estienne Dolet exaltava tanto a revisão, que pregava suas provas tipográficas na porta da oficina, “dando um prêmio àqueles que nelas descobrissem um pastel”. (AREZIO, 1925:13)
Dolet era poeta, escritor, orador, revisor. Viveu no séc. XVI e foi contemporâneo de Marot e de Rabelais (considerados dois dos maiores escritores franceses na década de 1530). Antes de se projetar, era revisor em Lyon, quando compôs o Pantagruel e o Gargantua. A máxima “andar com bons, para se tornar um deles” funcionou para Dolet. “Do convívio com os homens ilustrados daquela época, Dolet se propôs a revedor de provas da imprensa: dedicou-se à literatura e ganhou nome entre os principais autores franceses”, afirma Arezio.
Apesar de sistemático e exigente, e de oferecer prêmios a quem apontasse falhas em suas obras, Dolet não conseguiu se livrar da abominável errata. Em 1925, Arezio comenta que a obra-prima da arte tipográfica, os Comentários da língua latina (2 v., 1536-1538), de Dolet, com 854 páginas, contou com apenas oito erros de revisão compondo a errata ao fim do segundo volume.
ARISTIDES, Coelho Neto. Além da revisão: critérios para revisão textual. Brasília: Editora SENAC – DF, 2013.
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas.
I. O preparo dos revisores mais antigos se dava por uma formação intelectual, ao entrar em contato com outros homens ilustrados daquela época.
II. Os copistas e os impressores eram concorrentes dos revisores da época, mas, mesmo com o apoio da nobreza, aqueles ainda tinham mais respaldo social.
III. O perfeccionismo deve ser um atributo imprescindível do trabalho do revisor, tendo em vista que uma errata representava um atestado de incompetência.
IV. A notabilidade de Dolet deveu-se, principalmente, pelo seu rigor e competência, embora tenha reconhecido falhas, elaborando uma errata.
Estão corretas:
 

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