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- LinguagensJava
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosDefinição Técnica: Orientação a Objetos
- Paradigmas de ProgramaçãoProgramação Estruturada
- Paradigmas de ProgramaçãoProgramação Estruturada vs Orientada a Objetos
No que diz respeito aos paradigmas de linguagens de programação, há vários tipos, dos quais dois são detalhados a seguir.
I. Esse paradigma é bastante conhecido e foi popularizado com a linguagem de programação Java, ao permitir uma programação multiplataforma de uma mesma maneira. Surgiu como uma grande aposta para resolver gargalos da indústria de software, como produzir programas de forma mais rápida, com maior confiabilidade e a um custo menor. Para que uma linguagem de programação seja enquadrada neste tipo de paradigma, deve implementar seus três alicerces básicos, que são os conceito de herança, polimorfismo e encapsulamento.
II. Esse paradigma é também chamado de procedural, no qual as instruções devem ser passadas ao computador na sequência em que devem ser executadas, sendo suportado por diversos tipos de linguagem de programação como Cobol, Fortran e Pascal. Nesse tipo, o programador passa uma espécie de passo-a-passo dos procedimentos que a máquina deverá executar - daí o nome procedural. É recomendado em projetos nos quais não se espera que haja mudanças significativas ao longo do tempo, quando se tratar de uma operação complexa ou quando não existiram muitos elementos compartilhados. Esse paradigma tem a vantagem de ser eficiente e de permitir uma modelagem tal qual o mundo real, além de ser bem estabelecido e bastante flexível. Por outro lado, o código fonte gerado é de difícil legibilidade.
Os paradigmas descritos em I e II são denominados, respectivamente
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- Engenharia de SoftwareDefeitos, Erros e Falhas em Software
- Engenharia de SoftwareTestes
- Qualidade de SoftwareAtributos de Qualidade de Software
Testes de software devem exibir um conjunto de características que atingem o objetivo de encontrar a maioria dos erros com um mínimo de esforço, o que resulta um software testável. Por meio de perguntas relacionadas, duas características são destacadas a seguir.
I. “Quanto melhor funciona, mais eficientemente pode ser testado.” – Se um sistema é projetado e implementado com qualidade, poucos defeitos vão bloquear a execução dos testes, permitindo que o teste progrida sem problemas.
II. “Quanto menos modificações, menos interrupções no teste.” – Modificações no software não são frequentes, controladas quando ocorrem e não invalidam os testes existentes. O software recupera-se bem de falhas.
As características destacadas em I e II são denominadas, respectivamente
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- Engenharia de SoftwareTestes
- Qualidade de SoftwareAtributos de Qualidade de Software
- Qualidade de SoftwareSQA: Garantia da Qualidade de Software
- Qualidade de SoftwareVerificação e Validação (V&V)
Uma estratégia de teste de software integra métodos de projetos de casos de teste em uma série bem planejada de passos, que resultam na construção bem sucedida de software. Neste contexto, dois termos são definidos a seguir.
I. Constitui um conjunto de atividades que garante que o software implementa corretamente uma função específica. Neste caso, a pergunta é “ESTAMOS CONSTRUINDO O PRODUTO CORRETAMENTE?”
II. Constitui um conjunto de atividades que garante que o software construído corresponde aos requisitos do cliente. Neste caso, a pergunta é “ESTAMOS CONSTRUINDO O PRODUTO CERTO?”
Os termos definidos em I e II são denominados, respectivamente
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Uma estratégia de teste de software pode ser vista no contexto da espiral, conforme a figura abaixo, englobando quatro tipos de teste.

Os identificadores ALFA, BETA, GAMA e DELTA representam, respectivamente, os tipos de testes de
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- Engenharia de SoftwarePrincípios de Engenharia de Software
- Manutenção e Evolução de SoftwareReúso de Software
- Qualidade de SoftwareBoas Práticas de Desenvolvimento
No processo de desenvolvimento de um sistema, pode se aplicar o reuso de software em vários momentos. Existe a possibilidade de se reusar ideias, especificações, projetos, códigos-fonte e outros produtos nas diversas fases do processo de desenvolvimento. A seguir são descritas três tipos de reuso.
I. é o que ocorre dentro de um mesmo domínio de aplicação. O objetivo é derivar um modelo genérico para ser usado dentro de um único domínio de aplicação na criação de novos sistemas. Este tipo de reuso é o que ocorre em fábricas de software.
II. é o visa eliminar a necessidade do desenvolvedor de um conhecimento da implementação de algum componente de software que fará parte do processo de reuso. Em vez disso, o reuso se dá através da descrição de interfaces ou contratos bem definidos que devem ser respeitados pela implementação a ser elaborada. O esforço sempre é usado na nova implementação e nunca ocorre um desperdício tentando entender implementações de terceiros.
III. é o mais utilizado na prática, sendo a maioria das ferramentas de reuso e métodos voltados para este tipo de reuso.
Os três tipos descritos em I, II e III são conhecidos, respectivamente, como reuso
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- Engenharia de SoftwareEngenharia de Requisitos
- Engenharia de SoftwareModelos de DesenvolvimentoÁgeis
- Engenharia de SoftwarePrototipagem e MVP
No contexto dos padrões de desenvolvimento de sistemas automatizados, “uma abordagem alternativa para a definição dos requisitos de um sistema é obter um conjunto inicial de necessidades e implementá-las rapidamente, com a intenção declarada de expandi-las e refiná-las iterativamente, à proporção do aumento do conhecimento mútuo do sistema por parte do cliente e do desenvolvedor”. Esta abordagem possibilita que se possa lidar melhor com a incerteza, a ambigüidade e a inconstância dos projetos do mundo real. Essa abordagem é conhecida como
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Em um sistema de software, a fase de manutenção é provavelmente a mais demorada e, em teoria, pode durar para sempre. Com relação aos tipos de manutenção, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) CORRETIVA – as atividades de manutenção podem começar imediatamente a seguir à colocação do sistema em produção, quando os usuários começarem a solicitar mudanças quanto à forma como algumas funcionalidades foram implementadas.
( ) PREVENTIVA – trata-se de um tipo de manutenção que tem por objetivo evitar problemas futuros ou melhorar o atual estado das coisas, principalmente a confiabilidade e robustez, podendo ser realizada para oferecer uma melhor estrutura de suporte para futuras alterações do software.
( ) EVOLUTIVA – é realizada devido a alterações no ambiente em que o negócio da empresa está inserido, como por exemplo, alterações no cálculo dos impostos (IRRP, ICMS, INSS, ...)
As afirmativas são, respectivamente
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- Banco de Dados RelacionalRestrições de IntegridadeIntegridade de Domínio
- Banco de Dados RelacionalRestrições de IntegridadeIntegridade de Entidade
- Banco de Dados RelacionalRestrições de IntegridadeIntegridade Referencial
As restrições de integridade são um dos objetivos primordiais de um SGBD e, nesse contexto, existem três tipos de integridade, descritos a seguir.
I. Cada linha de uma tabela deve poder ser identificada univocamente, significando que cada tabela deverá possuir uma chave primária na sua definição. A existência deve chave primária garante que o atributo ou os atributos selecionados não podem ser nulos, nem podem aparecer repetidos. Funciona ao nível da linha e da tabela do BD.
II. É a forma mais elementar de restrição de integridade. O valor do campo deve obedecer ao tipo de dados e às restrições de valores admitidos para essa coluna. Funciona ao nível da coluna do BD.
III. Tem por objetivo manter os dados sincronizados entre tabelas que estejam relacionadas. A relação é feita entre a chave primária de uma tabela e a chave estrangeira de outra tabela. O valor dos campos que constituem a chave estrangeira de uma tabela deve estar também presente na chave primária da tabela que referenciam, ou quando muito, podem ter o valor NULL. Funciona ao nível da tabela do BD.
As descrições em I, II e III referem-se a tipos conhecidos, respectivamente, como integridade
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O objetivo de um SGBD é garantir um ambiente apropriado para acessar e armazenar informações no BD de forma confiável e eficiente, fornecendo aos usuários uma visão abstrata daquilo que gerencia, ao ocultar detalhes como a localização dos dados e o formato interno dos arquivos onde os dados são armazenados. É atribuição de um SGBD gerenciar o acesso de múltiplos usuários aos seus dados, mantendo a consistência da informação a que cada usuário tem acesso. Essa atribuição corresponde a ao de gerenciamento
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A arquitetura ANSI/SPARC tem por objetivo permitir que um mesmo SGBD possa ser utilizado por vários tipos de usuários, respeitando as particularidades e necessidades de cada um. Esta arquitetura permite três tipos de independência, descritas a seguir.
I. As alterações no nível interno não repercutem no nível conceitual.
II. As alterações no esquema conceitual não tem, necessariamente, de alterar o esquema externo.
III. As alterações que envolvam a estrutura dos dados ou a sua implementação física, não obrigam a alterações no nível da aplicação.
As descrições em I, II e III referem-se a tipos de independência, respectivamente,
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