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Sobre o Ensino Médio:
I. Sua duração é de no máximo três anos;
II. O currículo adotará metodologias de ensino e de avaliação que estimulará a iniciativa dos estudantes;
III. O currículo destacará a educação tecnológica básica;
IV. Será incluída uma língua estrangeira moderna, como disciplina obrigatória, escolhida pela comunidade escolar, e uma segunda, em caráter optativo, dentro das disponibilidades da instituição;
V. Sua duração é de no mínimo três anos.
O Ensino Médio é a etapa final da educação básica e é correto afirmar que:
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As ações concernentes à estruturação do Plano Nacional de Educação configuramse, portanto, como fruto da ação política desencadeada pela sociedade civil organizada, em fazer valer as disposições legais contidas no artigo 214 da Constituição Federal de 1988. Assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas no que refere a ações do poder público no PNE.
( ) Erradicação do analfabetismo.
( ) Universalização do atendimento escolar.
( ) Melhoria da qualidade do ensino.
( ) Formação par ao trabalho.
( ) Promoção humanística, científica e tecnológica do país.
A seqüência correta está representada na alternativa:
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Avalia o rendimento dos alunos dos cursos de graduação, ingressantes e concluintes, em relação aos conteúdos programáticos dos cursos em que estão matriculados. O exame é obrigatório para os alunos selecionados e condição indispensável para a emissão do histórico escolar. A primeira aplicação ocorreu em 2004 e a periodicidade máxima com que cada área do conhecimento é avaliada é trienal. A informação refere-se a(o):
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QUANDO A ESCOLA É DE VIDRO
Trecho do livro de Ruth Rocha
Eu ia a escola todos os dias de manhã e quando
chegava, logo, logo, eu tinha que me meter no vidro. É,
no vidro!
Cada menino ou menina tinha um vidro e o vidro não
dependia do tamanho de cada um, não! O vidro
dependia da classe em que a gente estudava.
Se você estava no primeiro ano, ganhava um vidro de
um tamanho. Se você fosse do segundo ano, seu vidro
era um pouquinho maior. E assim, os vidros iam
crescendo à medida que você ia passando de ano.
Se não passasse de ano era um horror. Você tinha que
usar o mesmo vidro do ano passado.
Coubesse ou não coubesse.
Aliás nunca ninguém se preocupou em saber se a gente
cabia nos vidros. E para falar a verdade, ninguém cabia
direito.
Uns eram gordos, outros eram muito grandes, uns eram
pequenos e ficavam afundados no vidro, nem assim era
confortável.
A gente não escutava direito o que os professores
diziam, os professores não entendiam o que a gente
falava, e a gente nem podia respirar direito...
A gente só podia respirar direito na hora do recreio ou
na aula de educação física. Mas aí a gente já estava
desesperado de tanto ficar preso e começava a correr, a
gritar, a bater uns nos outros.
O livro Educação: um Tesouro a Descobrir , sob a coordenação de Jacques Delors, aborda de forma bastante didática e com muita propriedade os quatro pilares de uma educação para o século XXI, associando-os e identificando-os com algumas máximas da Pedagogia Prospectiva, e subsidia o trabalho de pessoas comprometidas a buscar uma educação de qualidade. Diz o texto na página 89: “ À educação cabe fornecer, de algum modo, os mapas de um mundo complexo e constantemente agitado e, ao mesmo tempo, a bússola que permite navegar através dele” . Avaliar não consiste em colocar em vidros, mas libertar o homem na construção de sua identidade. Assim, Jacques Delors nos apresenta os quatro pilares que, se valorizados, permitirão fazer da educação um instrumento para viver junto e em paz. São eles:
I. Aprender a aprender.
II. Aprender a fazer.
III. Aprender a viver junto.
IV. Aprender a ser. Relacione os quatro pilares às suas características que fomentam a significatividade da avaliação da aprendizagem.
( ) Apresenta o exercício de fraternidade como caminho de entendimento.
( ) Mostra a coragem de executar, correr riscos, de errar mesmo na busca de acertar.
( ) Indica o interesse, a abertura para o conhecimento que verdadeiramente liberta da ignorância.
( ) Explicita o papel do cidadão e o objetivo de viver.
A seqüência correta corresponde a alternativa:
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Avaliação da aprendizagem
O termo avaliar tem sido constantemente associado a expressões como: fazer prova, fazer exame, atribuir notas, repetir ou passar de ano. Esta associação, tão freqüente em nossa escola é resultante de uma concepção pedagógica arcaica, porém tradicionalmente dominante. Nela a educação é concebida como mera transmissão e memorização de informações prontas e o aluno é visto como um ser passivo e receptivo.
Dentro de uma concepção pedagógica mais moderna, baseada na psicologia genética a educação é concebida como experiência de vivência multiplicada e variadas, tendo em vista o desenvolvimento motor, cognitivo, objetivo e social do educando. Nessa abordagem o educando é um ser ativo e dinâmico, que participa da construção de seu próprio conhecimento.
Dentro dessa visão, em que educar é formar e aprender é construir o próprio saber, a avaliação, contempla dimensões, e não se reduz apenas em atribuir notas. Se o ato de ensinar e aprender, consiste na realização em mudanças e aquisições de comportamentos motores, cognitivos, afetivos e sociais, o ato de avaliar consiste em verificar se eles estão sendo realmente atingidos e em que grau se dá essa consecução, para ajudar o aluno a avançar na aprendizagem e na construção do seu saber. Nessa perspectiva, a avaliação assume um sentido orientador e cooperativo. Assim a avaliação assume uma dimensão orientadora, pois permite que o aluno tome consciência de seus avanços e dificuldades, para continuar progredindo na construção do conhecimento.
A forma de encarar e realizar a avaliação reflete a atitude do professor em sua interação com a classe bem como sua relação com o aluno. Por exemplo, um professor autoritário e inseguro, poderá ver na avaliação uma arma de tortura ou punição para alunos apáticos ou indisciplinados. Por sua vez, seu professor sério e responsável, que orienta as atividades de aprendizagem dos educandos, tenderá a encarar a avaliação como uma forma de diagnóstico dos avanços e dificuldades dos alunos e como indicador para o replanejamento de seu trabalho docente. Nessa perspectiva, a avaliação ajuda o aluno a progredir na aprendizagem, e o professor aperfeiçoar sua prática pedagógica.
Em termos gerais a avaliação é um processo de coleta e análise de dados, tendo em vista verificar se os objetivos propostos foram atingidos, sempre respeitando as características individuais e o ambiente em que o educando vive. A avaliação deve ser integral considerando o aluno como um ser total e integrado e não de forma fragmentada.
Os professores precisam verificar o conhecimento prévio de seus alunos, com isso conseguindo planejar seus conteúdos e detectar o que o aluno aprendeu nos anos anteriores. Precisa também identificar a dificuldades de aprendizagem, diagnosticando e tentando identificar e caracterizar as possíveis causas.
O professo também deve estabelecer ao iniciar o período letivo, os conhecimentos que seus alunos devem adquirir bem como as habilidades e atitudes a serem desenvolvidas. Esses conhecimentos e habilidades devem ser constantemente avaliados durante a realização da atividade, fornecendo informações tanto para o professor como para o aluno sobre o que já foi assimilado e o que ainda precisa ser dominado. Caso o aluno não consiga atingir as metas propostas, cabe ao professor organizar novas situações de aprendizagem para dar a todos, condições de êxito nesse processo.
O ato de avaliar fornece dados que permitem verificar diretamente o nível de aprendizagem dos alunos, e também, indiretamente determinar a qualidade do processo de ensino. Ao avaliar o progresso de seus alunos na aprendizagem, o professor pode obter informações valiosas sobre seu próprio trabalho. Nesse sentido a avaliação tem uma função de retroalimentação ou feedback, porque fornece ao professor dados para que ele possa repensar e replanejar sua atuação didática, visando aperfeiçoá-la, para que seus alunos obtenham mais êxito na aprendizagem.
De acordo com a LDB 9.394/96, artigo 24, inciso 5, a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:
I. avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais;
II. Possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso escolar;
III. Possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado;
IV. Aproveitamento de estudos concluídos com êxito;
V. Obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos.
Estão corretos os seguintes critérios:
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Leia as informações a seguir:
-É uma avaliação pedagógica e não punitiva, que vai além da prova clássica, cujo objetivo é contabilizar acertos e erros, conforme definido por Yves de la Taille.
-Com este tipo de avaliação, o professor deve ser capaz de chegar à matriz do erro ou do acerto, interpretando a produção do aluno.
-De acordo com esta avaliação, o professor precisa localizar, num determinado momento, em que etapa do processo de construção do conhecimento encontra-se o estudante e, em seguida, identificar as intervenções pedagógicas que são necessárias para estimular o seu progresso.Esse diagnóstico, onde se avalia a qualidade do erro ou do acerto, permite que o professor possa adequar suas estratégias de ensino às necessidades de cada aluno.
-Esta avaliação surgiu a partir da abolição da repetência no ensino fundamental nas escolas públicas, com a chamada progressão continuada, implantada com base nas recomendações contidas na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1996.
De acordo com as informações adquiridas, concluímos que avaliação que antecede a elaboração de um projeto pedagógico, de um plano de curso, de um plano de unidade ou de qualquer outra atividade é a avaliação:
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Sobre a avaliação escolar:
(I). Avaliar significa apropriar-se do saber. Surge um novo olhar sobre a avaliação, qual seja, uma mudança do eixo do ensinar para o do aprender. A avaliação hoje é tida com o sentido de acompanhamento e verificação de como está o aluno naquele momento, com a idéia de vir a ser, visto que o diagnóstico do desempenho do aluno traz ao professor uma visão clara e objetiva de como este aluno está, para que possa tomar as providências necessárias no sentido de superar as carências que porventura se apresentem quanto ao objetivo planejado. A avaliação é individual e ainda deve ser calcada nos objetivos e não em notas.
(II). A avaliação é reflexão transformada em ação. Ação essa que nos impulsiona para novas reflexões. Reflexão permanente do educador sobre a realidade, e acompanhamento, passo-apasso do educando, na sua trajetória de construção de conhecimento.
(III). Na avaliação da aprendizagem, o professor não deve permitir que os resultados das provas periódicas, geralmente de caráter classificatório, sejam supervalorizados em detrimento de suas observações diárias, de caráter diagnóstico.
(IV). Avaliar é o ato de diagnosticar uma experiência, tendo em vista reorientá-la para produzir o melhor resultado possível; por isso, não é classificatória, nem seletiva, ao contrário, é diagnóstica e inclusiva.
(V). Os erros e dúvidas dos alunos são considerados episódios significativos e impulsionadores da ação educativa. As proposições acima estão relacionadas a:
( ) Pedro Demo
( ) LDB 9.394/66
( ) Luckesi
( ) Jussara Hoffmann
( ) Perrenoud
A seqüência correta corresponde a:
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A LDB 9.394/96 define como princípio na definição de normas de gestão democrática do ensino público:
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A gestão democrática ocorre na medida em que as práticas escolares sejam orientadas por filosofia, valores e princípios e idéias consistentes, presentes na mente e no coração das pessoas, determinando o seu modo de ser e de fazer. Como a escola existe para o aluno, iniciamos por analisar a questão da democratização a partir da sua vivência na escola. Para tanto, podemos afirmar sobre a democratização da escola no cerne do alunado que:
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O Artigo 48, inciso I, da Lei 9.394/96 afirma que “ os diplomas de cursos superiores reconhecidos, quando registrados, terão validade nacional como prova de formação recebida por seu titular” . Os diplomas conferidos por instituições não-universitárias serão registradas em universidades indicadas pelo:
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