Foram encontradas 50 questões.
Uma biblioteca teve sua frequência da semana representada pela tabela abaixo:
| Dia | Segunda | Terça | Quarta | Quinta | Sexta | Sábado | Domingo |
| Frequência | 100 | 120 | 70 | 60 | 105 | 60 | 150 |
A frequência média dessa biblioteca nessa semana foi de:
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Pedro recebe hoje um salário sem descontos no valor de R$ 700,00. O salário de Pedro, sem descontos, nesse mês virá com reajuste de 5%. Pedro receberá nesse mês, sem descontos, o valor de:
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Certo remédio é vendido em galões cilíndricos de altura de medida 10cm e diâmetro da base de medida 6cm. Se uma dose mede 3ml, o número máximo de doses que é possível obter com um galão desse remédio é: (Considere !$ \pi = 3,14 !$)
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Capitão de indústria
(VALLE, Marcos; VALLE, Paulo Sérgio. Capitão de Indústria. Intérprete: Os Paralamas do Sucesso. In: Os Paralamas do sucesso. Nove luas. Rio de Janeiro: Emi, 1996. 1 CD.)
Eu às vezes fico a pensar
Em outra vida ou lugar
Estou cansado demais
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
É quando eu me encontro perdido
Nas coisas que eu criei
E eu não sei
Eu não vejo além da fumaça
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
Eu acordo pra trabalhar
Eu durmo pra trabalhar
Eu corro pra trabalhar
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
Eu não vejo além da fumaça que passa
E polui o ar
Eu nada sei
Eu não vejo além disso tudo
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
Considerando-se os versos 10 a 12, o vocábulo “poluídas” está ligado sintaticamente a
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Capitão de indústria
(VALLE, Marcos; VALLE, Paulo Sérgio. Capitão de Indústria. Intérprete: Os Paralamas do Sucesso. In: Os Paralamas do sucesso. Nove luas. Rio de Janeiro: Emi, 1996. 1 CD.)
Eu às vezes fico a pensar
Em outra vida ou lugar
Estou cansado demais
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
É quando eu me encontro perdido
Nas coisas que eu criei
E eu não sei
Eu não vejo além da fumaça
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
Eu acordo pra trabalhar
Eu durmo pra trabalhar
Eu corro pra trabalhar
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
Eu não vejo além da fumaça que passa
E polui o ar
Eu nada sei
Eu não vejo além disso tudo
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
Os autores desse texto empregam o conectivo “que” nos versos 06 (“De nada ter que fazer”) e 19 (“Eu não vejo além da fumaça que passa”). Observando aspectos da organização, estruturação e funcionalidade dos elementos que articulam o texto, o conectivo em questão
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Capitão de indústria
(VALLE, Marcos; VALLE, Paulo Sérgio. Capitão de Indústria. Intérprete: Os Paralamas do Sucesso. In: Os Paralamas do sucesso. Nove luas. Rio de Janeiro: Emi, 1996. 1 CD.)
Eu às vezes fico a pensar
Em outra vida ou lugar
Estou cansado demais
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
É quando eu me encontro perdido
Nas coisas que eu criei
E eu não sei
Eu não vejo além da fumaça
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
Eu acordo pra trabalhar
Eu durmo pra trabalhar
Eu corro pra trabalhar
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
Eu não vejo além da fumaça que passa
E polui o ar
Eu nada sei
Eu não vejo além disso tudo
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
NÃO se percebe na voz do enunciador quando projeta os versos 11 e 12, “o amor e as coisas livres, coloridas”, “nada poluídas”, um tom de
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Capitão de indústria
(VALLE, Marcos; VALLE, Paulo Sérgio. Capitão de Indústria. Intérprete: Os Paralamas do Sucesso. In: Os Paralamas do sucesso. Nove luas. Rio de Janeiro: Emi, 1996. 1 CD.)
Eu às vezes fico a pensar
Em outra vida ou lugar
Estou cansado demais
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
É quando eu me encontro perdido
Nas coisas que eu criei
E eu não sei
Eu não vejo além da fumaça
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
Eu acordo pra trabalhar
Eu durmo pra trabalhar
Eu corro pra trabalhar
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
Eu não vejo além da fumaça que passa
E polui o ar
Eu nada sei
Eu não vejo além disso tudo
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
As ações que predominam no texto estão num MODO VERBAL que indica
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Capitão de indústria
(VALLE, Marcos; VALLE, Paulo Sérgio. Capitão de Indústria. Intérprete: Os Paralamas do Sucesso. In: Os Paralamas do sucesso. Nove luas. Rio de Janeiro: Emi, 1996. 1 CD.)
Eu às vezes fico a pensar
Em outra vida ou lugar
Estou cansado demais
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
É quando eu me encontro perdido
Nas coisas que eu criei
E eu não sei
Eu não vejo além da fumaça
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
Eu acordo pra trabalhar
Eu durmo pra trabalhar
Eu corro pra trabalhar
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
Eu não vejo além da fumaça que passa
E polui o ar
Eu nada sei
Eu não vejo além disso tudo
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
Em “eu não vejo além da fumaça”
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Capitão de indústria
(VALLE, Marcos; VALLE, Paulo Sérgio. Capitão de Indústria. Intérprete: Os Paralamas do Sucesso. In: Os Paralamas do sucesso. Nove luas. Rio de Janeiro: Emi, 1996. 1 CD.)
Eu às vezes fico a pensar
Em outra vida ou lugar
Estou cansado demais
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
É quando eu me encontro perdido
Nas coisas que eu criei
E eu não sei
Eu não vejo além da fumaça
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
Eu acordo pra trabalhar
Eu durmo pra trabalhar
Eu corro pra trabalhar
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
Eu não vejo além da fumaça que passa
E polui o ar
Eu nada sei
Eu não vejo além disso tudo
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
Nos versos 13 a 15, encontramos uma linguagem
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Capitão de indústria
(VALLE, Marcos; VALLE, Paulo Sérgio. Capitão de Indústria. Intérprete: Os Paralamas do Sucesso. In: Os Paralamas do sucesso. Nove luas. Rio de Janeiro: Emi, 1996. 1 CD.)
Eu às vezes fico a pensar
Em outra vida ou lugar
Estou cansado demais
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
É quando eu me encontro perdido
Nas coisas que eu criei
E eu não sei
Eu não vejo além da fumaça
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
Eu acordo pra trabalhar
Eu durmo pra trabalhar
Eu corro pra trabalhar
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
Eu não vejo além da fumaça que passa
E polui o ar
Eu nada sei
Eu não vejo além disso tudo
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
Os pronomes demonstrativos demonstram a posição de um elemento qualquer em relação às pessoas do discurso, situando-os no espaço, no tempo ou no próprio discurso. Assim, o pronome destacado no verso
“Eu não vejo além disso tudo”
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