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Foram encontradas 981 questões.

404881 Ano: 2013
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Atuar em consonância com o código de ética profissional subtende que, no cotidiano, os assistentes sociais devem promover estratégias nos diversos espaços socioinstitucionais que concretizem princípios como
 

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404880 Ano: 2013
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Os documentos que marcaram a formulação da perspectiva modernizadora no serviço social foram:
 

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404879 Ano: 2013
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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De acordo com a Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS, Lei n. 8.742, de 7 de dezembro 1993, a assistência social tem por objetivo

 

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404878 Ano: 2013
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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A nova configuração das políticas sociais impacta o trabalho do assistente social: prática rotineira, acrítica e burocrática, com poucas possibilidades para o estudo, a reflexão e o desenvolvimento de projetos. O desafio é estabelecer competências e atribuições específicas ao enfrentamento dessa situação e das demandas sociais cotidianas.
Isso exige, no trabalho do assistente social, um direcionamento
 

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404877 Ano: 2013
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Dentre as políticas públicas, a educação foi um setor que teve importante redução de gastos durante a década de 1990. Isto foi um reflexo da
 

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404876 Ano: 2013
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Um dos objetivos da política de assistência social é:
 

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404875 Ano: 2013
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Ao se analisar o processo histórico de profissionalização do serviço social (década de 1930) e sua relação com a questão social constata-se que
 

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404874 Ano: 2013
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Fruto de ampla mobilização dos assistentes sociais, o Código de Ética Profissional aprovado em 1993 expressa direitos e deveres inspirados em uma concepção ética cujo fundamento é:
 

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404873 Ano: 2013
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Historicamente, o serviço social se configura como uma profissão fortemente influenciada pelo conservadorismo moral e político. A partir da década de 1980, estrutura-se um projeto profissional cuja finalidade é buscar romper com esse conservadorismo em suas várias dimensões e configurações. Esse projeto é denominado:
 

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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Meu, seu e nosso
Seja por ideologia, seja por redução de gastos ou para fazer
negócios, o consumo colaborativo está se afirmando
Sérgio Fernandes e Marcos Zinani vão e voltam do trabalho de carro juntos, todos os dias. Eles se conheceram por meio do site Caronetas e há meses dividem custos e compartilham o tempo gasto no trajeto. Ana Luiza McLaren casou e sentiu seu apartamento ficar pequeno para duas pessoas. Então, juntou um monte de coisas encostadas e criou o blog Enjoei para vender tudo. A iniciativa teve tanto sucesso que foi promovida a site, reunindo muitos outros “enjoados”, e hoje é o sustento do casal.
Fernanda Dalla Costa adora ler, mas não faz questão de comprar livros na livraria. Em um portal da Internet, ela encontrou a possibilidade de trocar obras com gente de todo o país. Marcelo Spinassé Nunes viu a esposa ajudar a amiga de uma amiga a decorar uma festa e criou a rede social Winwe para facilitar conexões que gerem troca de conhecimento e serviços – com o diferencial de não envolver pagamento em dinheiro. Rafael Mori se juntou a 749 fãs do DJ Tïesto para trazer seu ídolo ao Brasil com a ajuda da plataforma de patrocínio coletivo criada com três sócios.
Esses são exemplos recentes de uma mania que vem se disseminando pela – e graças à – Internet: consumo colaborativo. Estão se multiplicando os sites de compartilhamento, de empréstimo, de troca ou venda de bens usados, de agendamento de caronas e de patrocínio compartilhado que aproximam interessados (quem oferece e quem procura), removem intermediários e criam novas redes de afinidades. “Eles quebram a lógica do individualismo estimulado pelo sistema econômico, que vive do consumismo combinado com obsolescência planejada – a estratégia de projetar tudo para ficar ultrapassado em curto prazo”, define o socioeconomista Marcos Arruda.
[...]
O consumo colaborativo é a demonstração de que as pessoas podem se mexer sem ter de esperar que as empresas digam o que devem consumir, e sem depender do governo para atender a desejos e necessidades. Segundo a norte-americana Rachel Botsman, coautora do livro O que é meu é seu (Editora Bookman, Porto Alegre, 2011), o consumo compartilhado é uma força cultural e econômica poderosa que está reinventando não apenas o que consumimos, mas a forma de consumir, além de pressionar pela resolução de problemas ambientais.
Para o site Caronetas trata-se de matemática: chegar mais cedo em casa implica tirar carros da rua, e a carona é uma solução que não depende nem de um centavo do poder público. “A conta é esta: hoje, existem cinco milhões de carros em São Paulo. Se todo motorista desse carona, 2,5 milhões de automóveis desapareceriam como num passe de mágica. Todo mundo ia chegar pelo menos 20 minutos mais cedo em casa, inclusive os usuários de ônibus, porque o trânsito ia andar”, explica Marcio Nigro, fundador do site que recebeu este ano o Smart Mobi Prize, reconhecimento internacional no setor de deslocamento urbano.
[...]
“De um lado, temos os recursos mais escassos e, de outro, uma consciência mais elevada. Agora que o cerco está mais apertado, as pessoas estão em busca de soluções mais efetivas, mais coletivas. Acho que demorou para chegarmos até aqui, mas não é possível acelerar o curso do rio”, analisa Rita Mendonça, especializada em sociologia do desenvolvimento e ciências biológicas, autora de Meio ambiente & natureza (Editora Senac, São Paulo, 2012). Rita é adepta das feiras e dos mercados de troca. Para ela, a humanidade está em processo evolutivo e o consumo colaborativo é um novo passo no sentido de encontrar um estilo de vida menos extenuante e individualista, baseado no consumo inteligente e compartilhado.
MESQUITA, Renata Valério de. Meu, seu, nosso. In.: Revista Planeta. Disponível
em:<http://revistaplaneta.terra.com.br/secao/comportamento/meuseu-
e-nosso> Acesso em: 13 mar. 2013. [Adaptado].
O título dá ao leitor uma pista sobre o assunto desenvolvido no texto, pois o uso de palavras indicadoras de posse numa dada sequência está ligado à ideia de que:
 

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