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Foram encontradas 50 questões.

1318262 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Fatos contábeis que representam vendas de bens com lucro, recebimento de direitos com juros e pagamentos de obrigações com descontos são considerados fatos
 

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Texto 1
Obrigado eu
Nesses tempos modernos, eu me pergunto: o que pode essa língua?
Tinha eu quatorze anos de idade, quando o meu pai começou a implicar com o meu jeito de falar. Ele não entendia o tal do “falou, bicho”, já que bicho não fala. Quando eu dizia “é isso aí, amizade”, ele me perguntava se eu era mesmo amigo daquela pessoa.
Com a jovem guarda, uma enxurrada de palavras novas começaram a se espalhar pelos quatro cantos do país e cada novidade que eu trazia pra casa era motivo de quase briga. Ele não entendia o que era “papo furado” tampouco “é uma brasa, mora”. Toda vez que eu falava brasa, ele resmungava: Onde é que está quente? Na verdade, eu achava tudo isso um saco.
Essas novidades na língua portuguesa não começaram com Roberto Carlos. São mais velhas que o rei, acredite. O meu pai falava “supimpa”, por exemplo, e eu nem ligava.
Bom, aí o tempo foi passando, o mundo girando e novas palavras aparecendo. Apareceram as palavras deletar, postar, escanear, digitalizar, essas coisas todas. Teve a onda do inglês que transformou o estagiário em trainee, o entrega em domicílio em delivery, a liquidação em sale e o retorno em feedback. Inventaram o pet shop, internet banking e o smartphone.
Minhas filhas, quando adolescentes, tive de engolir o “mó legal” e o “sussa”. Sem contar o “então”, depois de qualquer pergunta:
– Que horas são?
– Então...
– Você vai pra praia no final de semana?
– Então...
Mas passou como tudo tende a passar, como tudo tem de passar.
Na escrita, já me acostumei com o blz no lugar de beleza, com o vc no lugar de você, abs no lugar de abraços e com o tks no lugar do thank you. Já me acostumei com as risadas que viraram rs rs rs, hahaha ou hehehe.
O que está me deixando implicado agora, do mesmo jeito que o meu pai implicava com o bicho e a brasa, é o que vem depois do obrigado. Eu sempre falei de nada,mas agora é diferente.
– Obrigado.
– Imagine...
Mas isso não é nada. O pior de tudo é quando você diz obrigado e a pessoa responde:
– Obrigado eu.
VILLAS, Alberto. Obrigado eu. Disponível em:
<http://www.cartacapital.- com.br/cultura/obrigado-eu-6844.html>. Acesso em: 7 abr. 2015. (Adaptado).
O tema do texto é abordado de forma bem-humorada. Esse humor é conferido
 

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1317339 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Um recurso controlado pela entidade em função de eventos passados e do qual se espera que resultem em benefícios econômicos futuros é denominado
 

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Texto 1
Obrigado eu
Nesses tempos modernos, eu me pergunto: o que pode essa língua?
Tinha eu quatorze anos de idade, quando o meu pai começou a implicar com o meu jeito de falar. Ele não entendia o tal do “falou, bicho”, já que bicho não fala. Quando eu dizia “é isso aí, amizade”, ele me perguntava se eu era mesmo amigo daquela pessoa.
Com a jovem guarda, uma enxurrada de palavras novas começaram a se espalhar pelos quatro cantos do país e cada novidade que eu trazia pra casa era motivo de quase briga. Ele não entendia o que era “papo furado” tampouco “é uma brasa, mora”. Toda vez que eu falava brasa, ele resmungava: Onde é que está quente? Na verdade, eu achava tudo isso um saco.
Essas novidades na língua portuguesa não começaram com Roberto Carlos. São mais velhas que o rei, acredite. O meu pai falava “supimpa”, por exemplo, e eu nem ligava.
Bom, aí o tempo foi passando, o mundo girando e novas palavras aparecendo. Apareceram as palavras deletar, postar, escanear, digitalizar, essas coisas todas. Teve a onda do inglês que transformou o estagiário em trainee, o entrega em domicílio em delivery, a liquidação em sale e o retorno em feedback. Inventaram o pet shop, internet banking e o smartphone.
Minhas filhas, quando adolescentes, tive de engolir o “mó legal” e o “sussa”. Sem contar o “então”, depois de qualquer pergunta:
– Que horas são?
– Então...
– Você vai pra praia no final de semana?
– Então...
Mas passou como tudo tende a passar, como tudo tem de passar.
Na escrita, já me acostumei com o blz no lugar de beleza, com o vc no lugar de você, abs no lugar de abraços e com o tks no lugar do thank you. Já me acostumei com as risadas que viraram rs rs rs, hahaha ou hehehe.
O que está me deixando implicado agora, do mesmo jeito que o meu pai implicava com o bicho e a brasa, é o que vem depois do obrigado. Eu sempre falei de nada,mas agora é diferente.
– Obrigado.
– Imagine...
Mas isso não é nada. O pior de tudo é quando você diz obrigado e a pessoa responde:
– Obrigado eu.
VILLAS, Alberto. Obrigado eu. Disponível em:
<http://www.cartacapital.- com.br/cultura/obrigado-eu-6844.html>. Acesso em: 7 abr. 2015. (Adaptado).
Diante dos argumentos apresentados no texto, infere-se que as variações linguísticas
 

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820764 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Os lançamentos contábeis no Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP) devem ser feitos pelo método das partidas dobradas e devem debitar e creditar contas que apresentem a mesma natureza de informação. Na estrutura básica do plano de contas, as classes 1, 4 e 5 são destinadas aos seguintes registros, respectivamente:
 

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Texto 1
Obrigado eu
Nesses tempos modernos, eu me pergunto: o que pode essa língua?(A)
Tinha eu quatorze anos de idade, quando o meu pai começou a implicar com o meu jeito de falar. Ele não entendia o tal do “falou, bicho”, já que bicho não fala. Quando eu dizia “é isso aí, amizade”, ele me perguntava se eu era mesmo amigo daquela pessoa.
Com a jovem guarda, uma enxurrada de palavras novas começaram a se espalhar pelos quatro cantos do país e cada novidade que eu trazia pra casa era motivo de quase briga. Ele não entendia o que era “papo furado” tampouco “é uma brasa, mora”. Toda vez que eu falava brasa, ele resmungava: Onde é que está quente? Na verdade, eu achava tudo isso um saco.
Essas novidades na língua portuguesa não começaram com Roberto Carlos. São mais velhas que o rei, acredite. O meu pai falava “supimpa”, por exemplo, e eu nem ligava.
Bom, aí o tempo foi passando, o mundo girando e novas palavras aparecendo(B). Apareceram as palavras deletar, postar, escanear, digitalizar, essas coisas todas. Teve a onda do inglês que transformou o estagiário em trainee, o entrega em domicílio em delivery, a liquidação em sale e o retorno em feedback. Inventaram o pet shop, internet banking e o smartphone(D).
Minhas filhas, quando adolescentes, tive de engolir o “mó legal” e o “sussa”. Sem contar o “então”,(C) depois de qualquer pergunta:
– Que horas são?
– Então...
– Você vai pra praia no final de semana?
– Então...
Mas passou como tudo tende a passar, como tudo tem de passar.
Na escrita, já me acostumei com o blz no lugar de beleza, com o vc no lugar de você, abs no lugar de abraços e com o tks no lugar do thank you. Já me acostumei com as risadas que viraram rs rs rs, hahaha ou hehehe.
O que está me deixando implicado agora, do mesmo jeito que o meu pai implicava com o bicho e a brasa, é o que vem depois do obrigado. Eu sempre falei de nada,mas agora é diferente.
– Obrigado.
– Imagine...
Mas isso não é nada. O pior de tudo é quando você diz obrigado e a pessoa responde:
– Obrigado eu.
VILLAS, Alberto. Obrigado eu. Disponível em:
<http://www.cartacapital.- com.br/cultura/obrigado-eu-6844.html>. Acesso em: 7 abr. 2015. (Adaptado).
Por ironia da vida, o autor, na relação com suas filhas, encontra- se na mesma situação que o incomodava em sua juventude. O trecho que evidencia essa constatação é o seguinte:
 

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O quadro a seguir apresenta os componentes e a notação de uma versão simplificada do “Código dos Faróis”, utilizado pelos faroleiros para a comunicação com navios, por meio de sinais luminosos.
Componentes Notação Descrição
Caráter da luz
(modo como a luz pisca)
FI “Flash”: o farol emite sinais em forma de relâmpagos.
Oc “Ocultação”: o farol emite uma luz quase contínua, com interrupções curtas.
Iso “Isofásico”: o farol permanece tanto tempo aceso como apagado.
Ct "Cintilante”: o farol apresenta alterações regulares rápidas de emissões luminosas e de ocultações.
Cor da luz W Luz branca
R Luz vermelha
G Luz verde
Duração do ciclo
de luminosidade
Número inteiro,
maior do que zero e menor ou igual a 30
Esse número é o período de tempo, em segundos, decorrido até que o sinal emitido pelo farol comece a se repetir.
CRATO, Nuno. A matemática das coisas. São Paulo: Livraria da Física, 2009. (Adaptado).
Cada código é composto de um caráter da luz, uma cor para a luz e um tempo de duração. Por exemplo, no códigoFl-R3s, o caráter é “flash”, a cor da luz é vermelha e a duração é de 3s. Nessas condições, qual quantidade de códigos diferentes é possível ser formada?
 

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804620 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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O tipo de sistema de acumulação de custos a ser adotado pela empresa é totalmente dependente do produto ou do serviço produzido. São exemplos de ramo de atividades que aplicam o custeio por ordem de produção:
 

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804130 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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A empresa ZYZ, em determinado período, apresentou os seguintes dados: custo indireto de fabricação no valor de R$ 1.000,00; matéria-prima de R$ 20,00/unidade e mão de obra direta de R$ 30,00/unidade. Qual o custo total, em reais, para uma produção de 100 unidades?
 

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803668 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Desperdício é um gasto que a empresa apresenta pelo fato de não ocorrer o aproveitamento normal de todos os seus recursos. Um exemplo de desperdício é a
 

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