Foram encontradas 50 questões.
Todos os itens abaixo são finalidades e características dos Institutos Federais e Educação, exceto:
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Assinale o item abaixo que não é o objetivo dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia:
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A Lei nº 11.091 de 12 de janeiro de 2005, Dispõe sobre a estruturação do
Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no
âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da
Educação. Segundo esta lei, a gestão dos cargos do Plano de Carreira
observará os seguintes princípios e diretrizes, EXCETO:
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Analise a tirinha abaixo para responder a questão:

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O Guardador de Rebanhos
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso, porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
(CAEIRO, Alberto. In: Obra poética. Rio de Janeiro, Aguilar, 1972. p. 215)
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O Guardador de Rebanhos
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso, porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
(CAEIRO, Alberto. In: Obra poética. Rio de Janeiro, Aguilar, 1972. p. 215)
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Leia o enunciado abaixo:
“Empresas como Amazon e Google monitoram a rede e recomendam produtos. Os compradores acham que decidem por conta própria, mas são influenciados por programas que analisam o seu comportamento.” Edward Frenkel, Revista Veja, 07/01/15.
O trecho em questão foi reescrito nas opções a seguir. Assinale aquela em que a nova redação alterou o sentido do texto:
“Empresas como Amazon e Google monitoram a rede e recomendam produtos. Os compradores acham que decidem por conta própria, mas são influenciados por programas que analisam o seu comportamento.” Edward Frenkel, Revista Veja, 07/01/15.
O trecho em questão foi reescrito nas opções a seguir. Assinale aquela em que a nova redação alterou o sentido do texto:
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Observe os enunciados abaixo e assinale a opção em que as duas formas de concordância verbal são aceitas:
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O Guardador de Rebanhos
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso, porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
(CAEIRO, Alberto. In: Obra poética. Rio de Janeiro, Aguilar, 1972. p. 215)
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Observe os enunciados a seguir e assinale a opção em que foram listadas respectivamente as figuras de linguagem utilizadas em cada oração.
1. Estou dizendo a verdade! Eu juro! Vi tudo com estes olhos que a terra há de comer! 2. Na sala silenciosa, mesas e cadeiras vazias. 3. No Brasil é assim: uns comem lombo e outros jiló.
1. Estou dizendo a verdade! Eu juro! Vi tudo com estes olhos que a terra há de comer! 2. Na sala silenciosa, mesas e cadeiras vazias. 3. No Brasil é assim: uns comem lombo e outros jiló.
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