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Foram encontradas 490 questões.

3011724 Ano: 2016
Disciplina: Secretariado
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS
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Os profissionais de secretariado possuem papel estratégico e acumulam funções com autonomia dentro das organizações. De acordo com as atuais exigências gerenciais, o secretário precisa entender as etapas básicas do processo de gestão, que são:
 

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3011723 Ano: 2016
Disciplina: Secretariado
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS
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Os profissionais de secretariado atuam como agentes facilitadores dos processos de comunicação, uma vez que a sua atuação exige inteligência emocional e capacidade de tomar decisões que facilitam as relações interpessoais nas organizações, desenvolvendo competências comportamentais necessárias para o atendimento ao cliente. Dentre essas competências, podem-se citar as que estão listadas a seguir, EXCETO:
 

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3011722 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS
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Para redigir um ofício é necessário seguir regras da redação oficial, dentre elas estão os pronomes de tratamento adequados a cada autoridade. Levando isso por base, ao redigir um ofício a um prefeito municipal o pronome de tratamento adequado é:
 

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3011721 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS
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Segundo o Manual de Redação da Presidência da República de 2012, “o fecho das comunicações oficiais possui, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, a de saudar o destinatário”. Nesse sentido, pode-se considerar adequado o fechamento de uma comunicação oficial a um servidor que ocupa cargo superior ao do remetente:
 

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3011720 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS
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Leia o texto seguinte para responder a questão.

O Cantor Na Biblioteca

Bob Dylan, que surpresa, é o Prêmio Nobel de Literatura de 2016. Esse inédito reconhecimento literário a um dos maiores criadores do rock levanta a dúvida: o que Dylan faz, afinal, é poesia?

“Bob Dylan realmente merece um Prêmio Nobel? E por quê? ” A pergunta foi feita a Sara Danius, secretária da Academia Sueca, instituição responsável pelo Prêmio Nobel de Literatura, depois do anúncio, na quinta-feira 13, de que o vencedor deste ano não era um poeta, romancista ou dramaturgo, mas um cantor, uma estrela do rock. Na sua formulação seca e direta, o questionamento quase soa agressivo. Onde já se viu duvidar dos méritos do premiado? No entanto, trata-se de uma entrevista oficial, divulgada no próprio site do Nobel. Está claro que os acadêmicos suecos não só tinham plena consciência de que a premiação de um mestre do cancioneiro popular poderia incitar crítica e oposição: eles desejam instigar essas reações. A conversa segue com os elogios convencionais próprios da ocasião – Dylan, segundo Sara Danius, “corporifica a tradição” e sempre “reinventou a si mesmo” - , até o momento em que o entrevistador pede à secretária que indique obras do compositor americano. Sara sugere que “se ouça ou leia” Blonde on Blonde, disco de 1966. Leitura? De um disco? O verbo “ler” apareceu estranhamente deslocado em uma conversa sobre o Nobel de Literatura. A vetusta Academia Sueca, talvez na ânsia de rejuvenescer (embora Dylan tenha 75 anos), abriu-se para o gênero por excelência da inconstância juvenil: a canção pop.

Em anacronismo arriscado, Sara Darius comparou Dylan a Homero e Safo, autores gregos que também teriam criado versos para ser cantados. A Ilíada e a Odisseia, poemas épicos que a tradição atribui ao lendário Homero, datam do século IX ou VIII a. C., e é mais ou menos consensual entre especialistas que foram criação não de um só bardo, mas de uma coletividade de rapsodos. Safo, cuja obra ainda sobrevivente é pequena e fragmentária, nasceu provavelmente em 630 a.C., na Ilha de Lesbos, e morreu em data desconhecida. As criações desses poetas da Antiguidade estavam associadas a algum tipo de melodia – que se perdeu no tempo -, mas isso não os aproxima da moderna produção musical. Dylan, sobretudo antes de eletrificar sua música com Like a Roling Stone, bebeu das raízes populares do folk. Mas nunca foi, como os aedos que aparecem cantando feitos heroicos na Odisseia, um artesão: ele é um profissional da indústria fonográfica, um artista da era em que os discos de vinil no formato LP tornaram-se obras autorais. No outro lado – o lado propriamente literário do balcão -, a música silenciou. Por convenção, ainda se diz que a polonesa Wislawa Szymborska (1923 -2012), Nobel de 1996, fazia “poesia lírica”. Mas ela dispensava lira (ou guitarra) para escrever.

Nada disso invalida o prêmio. Mas a escolha de Dylan (que até o fechamento desta edição ainda não se manifestara sobre o Nobel) naturalmente levanta reações puristas. Para muitos, é como se a Academia Sueca permitisse que as sandálias empoeiradas de vulgaridade de um menestrel pop sujem o chão imaculado de alta cultura. Essa posição pernóstica é difícil de sustentar quando se considera o dinamismo que sempre pautou as trocas culturais. Shakespeare e Cervantes, para citar os dois gigantes cujos 400 anos de morte foram lembrados neste ano, transitaram com plena liberdade entre o alto e o baixo, o popular e o erudito.

Não há razão para se considerar que um compositor de rock como Dylan seja menos “elevado” do que um poeta livresco como o irlandês Seamus Heaney (1939 – 2013), outro Nobel. No entanto, ainda subsiste uma restrição insistente à escolha dos suecos: se o prêmio é para realizações em literatura, cabe considerar letras de música? Dylan, é verdade, também publicou livros (Crônicas Volume 1, de memórias, e Tarantula, coletânea de poemas), mas seus grandes feitos são musicais. Em On Poetry (Sobre a Poesia), de 2012, o poeta inglês Glyn Maxuel argumenta, sem esnobismo, mas também sem concessões, que poema é uma coisa, letra de música é outra. E usa como exemplo uma composição do próprio Dylan, Not Dark Yet, de 1997. Trata-se, diz Maxwell, de uma canção memorável, mas sua letra “encolhe” quando colocada contra o branco da página. Mesmo as criações dos melhores letristas – Cole Porter, Leonard Cohen, Patti Smith – só sobreviveriam na moldura sonora para a qual foram criadas: no silêncio representado pelo branco da página, morrem. Maxwell conclui descartando a costumeira aproximação que se faz entre Dylan e o poeta inglês John Keats (1795 – 1821): os dois não devem ser comparados, pois praticam ofícios diferentes.

Mesmo que se aceite integralmente esse argumento, ainda há um caminho para justificar o Nobel do autor da popularíssima Blowin’in the Wind (e da menos lembrada mas superior Idiot Wind): uma letra de música, ainda que não seja propriamente poesia ou literatura, pode ter certas qualidades literárias. Nas metáforas, alegorias e alusões bíblicas que Dylan mobiliza em All Along the Watchpower (popularizada por Jimi Hendrix) ou na destreza narrativa com que conta a história do lutador de boxe negro falsamente acusado de assassinato em Hurricane, vemos um artista com um domínio de recursos que poucos escritores alcançam. O problema é que também se podem identificar atributos que se diriam “literários” em filmes e séries de TV. E então volta à cena aquela turma alarmista que denuncia a decadência da arte e da cultura contemporâneas: o que virá a seguir – Nobel para a reconstituição de cenários históricos do videogame Assassin’s Creed? Em universidades pelo mundo, aliás, os “estudos culturais” já transformaram essas ligeirezas da cultura de massa em objeto de análise.

O Nobel conta ainda com um prestígio único entre os prêmios literários. É porque o prêmio carrega essa pesada importância simbólica que sempre nos lembramos de suas falhas e omissões. Maior inovador do romance no século XX, o irlandês James Joyce (1882-1941) não foi escolhido, embora amplamente aclamado (e eventualmente censurado e atacado) por Ulisses, de 1922. Sabe-se que o argentino Jorge Luis Borges (1899 – 1986), gênio polivalente da poesia, do conto e do ensaio, foi desprezado pela academia, sobretudo por uma infame razão política: aceitou uma comenda do ditador chileno Augusto Pinochet. O curioso é que ninguém julgaria ser uma injustiça insanável se Bob Dylan jamais ganhasse o Nobel: trata-se, afinal, de um músico amplamente reconhecido e celebrado em seu campo. E que se torna agora o único homem da história a ter acumulado o Oscar, o Grammy, o Pulitzer e o Nobel.

A academia sueca reconhece, com Dylan, as forças culturais (ou contraculturais) que se gestaram na agitação febril da década de 60. Sempre preterido, o americano Philip Roth, 83 anos, também marcou a turbulência daqueles anos com seu escandaloso Complexo de Portnoy (1969). Um tanto mais jovem – 67 anos – e também sempre cogitado para o prêmio, o japonês Haruky Muramaky apresenta, em sua ficção, um vigoroso diálogo com a cultura pop (um de seus romances de maior sucesso, de 1987, traz o título de uma canção dos Beatles: Norwegian Wood). O Nobel para Dylan deu uma revigorante sacudida no prêmio, e a rica discografia do compositor americano merece mesmo toda e qualquer celebração. Mas sempre haverá grandes livros para ser igualmente celebrados.

Fonte: TEIXEIRA, Jerônimo. O Cantor na Biblioteca. In: Veja, São Paulo, Abril: 2016

O pronome pessoal do caso reto eles, no trecho: “Está claro que os acadêmicos suecos não só tinham plena consciência de que a premiação de um mestre do cancioneiro popular poderia incitar crítica e oposição: eles desejam instigar essas reações”, aparece no texto para retomar algo mencionado anteriormente. Assinale a opção que apresenta o termo retomado pelo pronome pessoal em questão.
 

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3011719 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS
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A colocação pronominal é um aspecto da gramática da língua portuguesa que pode causar dúvidas na produção de redações oficiais. De acordo com Mauro Ferreira, “a colocação dos pronomes oblíquos átonos é um aspecto da gramática relacionado à adequação dos enunciados ao padrão formal – e tradicional – da língua” (FERREIRA, 2011, Pp. 667). Diante dessa definição, observe os trechos abaixo e indique aquele que está de acordo com a norma culta, ou variante padrão, do português:
 

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3011718 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS
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Considerando que o trecho a seguir seja o início de um memorando escrito para o Reitor de uma universidade pública, solicitado pelo Diretor de um campus da mesma instituição, identifique a alternativa que apresenta o(s) problema(s) na redação do documento.

Ao Senhor Reitor

(...)

Venho, por meio deste, solicitar vosso comparecimento à reunião-geral que ocorrerá no próximo dia 23 de setembro, às 14 horas, neste campus. Abordarei questões referentes ao processo 34/2016, sobre o qual eu já havia lhe informado. Ficarei imensamente honrado se puder contar com vossa presença. Seguem os pontos principais de discussão, que abordarei juntamente com a equipe desta reitoria:

(...)

 

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2632325 Ano: 2016
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

According to Kumaravadivelu (2001), “The postmethod learner is an autonomous learner. The literature on learner autonomy has so far provided two interrelated aspects of autonomy: academic autonomy and social autonomy”. Choose the alternative that corresponds to the author’s idea of autonomy:

 

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2632324 Ano: 2016
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

Identifying connectors can be a very useful reading strategy when using an ESP approach. As cohesion devices, they link ideas within sentences and between them. Analyze the alternatives and choose the one that is grammatically correct.

 

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2632323 Ano: 2016
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

In his attempt to find a definition for a postmethod pedagogy, Kumaravadivelu (2001) states that an option is to look at the term and consider it a “pedagogy of particularity, practicality, and possibility”. Which of the alternatives below represents the author’s idea of practicality?

 

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