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- Fundamentos de Sistemas OperacionaisKernelFunções do Kernel
- Gerenciamento de ProcessosProcesso (Programa em Execução)
- Gerenciamento de ProcessosThreads
Conforme TANENBAUM em Sistemas Operacionais Modernos (2010, 3ª edição, p. 60), o servidor monothread mantém a simplicidade de programação característica das chamadas de sistemas bloqueante, mas deixa de lado o desempenho. Na tabela a seguir, existem três formas de construir um servidor monothread nos itens:
Modelo | Características | |
| | Threads | Paralelismo, chamadas de sistemas bloqueantes |
|| | Processo Monothread | Não paralelismo, chamadas de sistemas bloqueantes |
||| | Processos Multithreads | Paralelismo, chamadas de sistemas não bloqueantes |
|V | Máquina de estados finitos | Não paralelismo, chamadas de sistemas bloqueantes, interrupções |
V | Máquina de estados finitos | Paralelismo, chamadas não-bloqueantes, interrupções |
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Conforme TANENBAUM em Redes de Computadores (2011, 5ª edição, p. 303) a comunicação IP normal é feita entre um transmissor e um receptor. Porém, para algumas aplicações, é útil que um processo seja capaz de enviar dados para um grande número de receptores simultaneamente. Um exemplo é o streaming de um evento esportivo ao vivo para muitos espectadores, oferecendo atualizações de programa a um pool de servidores replicados. Em se tratando de classe e endereço reservado para multicast de rede local, qual afirmativa está correta:
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- Transmissão de DadosEndereço MAC
- Transmissão de DadosPadrões IEEE 802IEEE 802.3: Ethernet
- Transmissão de DadosUnicast, Broadcast, Multicast
Conforme COMER em Interligação de Redes TCP/IP (2006, p. 15), um endereço Ethernet de 48 bits pode fazer mais do que especificar um único computador de destino (Destination Address). Um endereço ethernet pode ter os seguintes campos:
I. o endereço físico de uma interface de rede (um endereço de unicast);
II. o endereço de broadcast da rede;
III. um endereço de multicast;
IV. um endereço IP da máquina de destino.
Conforme as assertivas, podemos afirmar que:
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Dentre as alternativas a seguir, qual possui um tipo de registro DNS (Domain Name System) básico com a função de converter nome para endereço IPv6, implementado pelo BIND9:
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- Modelo OSIModelo OSI: Camada de Transporte
- Modelo TCP/IPModelo TCP/IP: Camada de Transporte
- TCP/IPTCP: Transmission Control Protocol
O TCP aprimorado com os serviços de segurança, incluindo sigilo, integridade de dados e autenticação do ponto final, é denominado Camada Segura de Sockets (Secure Sockets Layer – SSL). Em uma comunicação entre um sítio Web e um navegador cliente, o uso do SSL é um esquema de autenticação baseado em certificado para estabelecer comunicações. Sobre o uso do SSL:
I. o SSL executa como uma camada separada, embaixo do protocolo de aplicativo HTTP;
II. o SSL fornece segurança à conexão e não se envolve na transação HTTP;
III. as conexões seguras de um servidor Web (com SSL) são realizadas via protocolo HTTPS, utilizando a porta 443;
IV. o tráfego HTTP e HTTPS (servidor Web com conexões seguras SSL) são sempre servidos por processos diferentes do APACHE, pois respondem em portas diferentes;
V. além do HTTP, o SSL pode tornar seguro o SMTP, NNTP e FTP.
Dentre as assertivas, podemos afirmar que:
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Sob o modelo de sistema de arquivos UNIX e Linux tradicional, todo arquivo tem um conjunto de nove bits de permissão que controlam quem pode ler, gravar e executar o conteúdo do arquivo. Juntos com três outros bits, que afetam primariamente a operação dos programas executáveis, esses bits constituem o “modo” do arquivo. Sobre a configuração e controle de permissões dos atributos de permissão é correto afirmar que:
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- LinuxPermissões de Arquivos e Diretórios no Linux
- LinuxPrivilégios de root no Linux
- LinuxUsuários e Grupos no Linux
Os arquivos e processos de sistema geralmente pertencem a um usuário fictício chamado root, também conhecido como super usuário. Sobre o usuário root é correto afirmar que:
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O LVM (Logical Volume Management – gerenciamento de volume lógico) é uma ferramenta utilizada no particionamento de disco, que permite o agrupamento de discos individuais em “grupos de volumes”. A capacidade agregada de um grupo de volume pode então ser alocada a volumes lógicos que são acessados como dispositivos de blocos comuns. O LVM permite:
I. usar e alocar armazenamento em disco de maneira mais eficiente;
II. mover volumes lógicos entre diferentes dispositivos físicos;
III. aumentar e diminuir o tamanho de volumes lógicos com o sistema no ar;
IV. substituir unidades on-line sem interrupção de serviços;
Dentre as assertivas, podemos afirmar que:
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