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Qual é o nome do sistema usado para representar, em desenho técnico, um objeto tridimensional com as dimensões sem distorções ou em escala uniforme, em uma série de vistas?
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Para contemplar a sustentabilidade e o conforto do usuário, devem ser adotadas estratégias projetuais e construtivas que maximizam a eficiência da edificação e reduzem o uso de sistemas de condicionamento e iluminação artificiais. A respeito desses temas, podemos afirmar corretamente que
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Sobre a arquitetura do Renascimento, podemos afirmar que
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O Conforto, em arquitetura e urbanismo, é o ramo que se ocupa de estudar, analisar, pesquisar e aplicar conceitos físicos para promover melhor desempenho da edificação e da cidade no que tange à acústica, à ventilação, à iluminação e à climatização, natural e/ou artificialmente. A esse respeito, leia as afirmações abaixo e assinale aquela que é verdadeira:
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Sobre a urbanização nos séculos XVIII e XIX, podemos afirmar, EXCETO:
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Veja o trecho abaixo, extraído da NBR 6492, que trata da representação de projetos de arquitetura:
"Planta que compreende o projeto como um todo, contendo, além do projeto de arquitetura, as informações necessárias dos projetos complementares, tais como movimento de terra, arruamento, redes hidráulica, elétrica e de drenagem, entre outros”.
O que o texto acima descreve é:
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Pete is talking to his English teacher about the strategies he has been using to study at home. He seems to have forgotten the phrasal verbs he was studying and trying to use during this conversation in order to impress the teacher. Read an extract of their dialogue:
(…)
(Pete) – Phrasal verbs are so difficult! Well, I have been studying really, really hard. I have to learn so many things before the tests. There are some things I have been doing… For example, I try to… to… memorize the expressions by reading them out loud several times a day.
(Teacher) – What else have you been doing that you consider effective?
(Pete) – I try to use the expressions and new words in stories… but often times they don’t… they don’t… make sense.
(Teacher) – There’s a phrasal verb for that.
(Pete) – I can’t remember it! I have to understand how I learn better…
(Teacher) – Maybe you are exaggerating a bit.
(Pete) – I am not. I have problems… reaching the same level of my classmates.
(Teacher) – I don’t agree with you, but if you feel you need to improve, we can talk about this later.
(Pete) – That would be great! Thank you!
If Pete had remembered the phrasal verbs he wanted to use in the conversation with his teacher in order to replace the expressions in bold, they would have followed this order:
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Read the extract of a text written by a student. The proposal was to write a letter of complaint to the manager of a store where the student, as a client, had a problem when he bought something online. The teacher explained the task and highlighted that students were supposed to come up with a situation, explaining what happened exactly and how they would like the situation to be solved. One of the criteria for correction was grammar accuracy, since the letter is supposed to be formal:
(…) To my surprise, when I opened the box, I realized that it did not contain the cell phone I had purchased. I had already bought other items from Luke’s and I had never had any problems before. I was really anxious for my new cell phone and I just could not believe it. Though, I write this letter to inform you about what happened and to ask you for a refund or for the correct item. I called the store, but nobody could offer me a solution. People were a bit rude and I felt very disappointed. Never before had I been treated that way, which is why I also ask for a retraction.
I am aware of the good quality of the products you sell. I have been a client for about 5 years. I hope this situation can be solved soon.
Looking forward to hearing from you,
Yours sincerely,
(…)
Mark the alternative that corresponds to a grammar inaccuracy, considering the context of the letter.
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Texto
O obscurantismo do século 21
Movimentos antivacinas, negação das mudanças no clima, terraplanistas. Tais retrocessos vêm da confusão entre o que é opinião e o que é fato.
Por Salvador Nogueira
O obscurantismo do século 21 é um fenômeno global. Para alguns arautos da irracionalidade, aliás, a palavra “global” nem faz sentido. É o caso dos terraplanistas, que seguem colecionando adeptos. Em outubro de 2018, um grupo de “pesquisadores” terraplanistas foi recebido por deputados estaduais na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, onde ganharam uma homenagem por seus “estudos” sobre a forma do nosso planeta.
O terraplanismo é folclórico. Rende risadas. Mas o fato de sandices como essa ganharem popularidade não tem a menor graça. Por duas razões. Primeiro porque trata-se de um sintoma de que parte significativa da população viva hoje desconhece fatos objetivos sobre o mundo – como a Lei da Gravitação, que os terraplanistas dizem ser uma farsa. Segundo, porque estamos descobrindo que quase ninguém sabe distinguir fatos de opiniões – você simplesmente não pode ter uma “opinião” sobre o formato da Terra ou sobre a existência da gravidade. Isso pertence ao reino dos fatos. O pior, de qualquer forma, é que isso definitivamente não se aplica só a conceitos como o formato da Terra.
Uma pesquisa do Pew Research Center, feita em 2018, entrevistou 5.035 americanos adultos selecionados aleatoriamente pela internet. Tudo que eles tinham de fazer era ler dez frases simples e apontar se eram afirmações factuais ou opiniões. Apenas 26% foram capazes de apontar corretamente as cinco factuais e só 35% conseguiram identificar corretamente as cinco que eram opinativas. Resumindo a ópera, três em cada quatro americanos não sabem separar fato de opinião. Poucos acreditariam que no Brasil a situação seja muito melhor. E isso explica muita coisa. Ou você nunca ouviu alguém dizer por aí, pelas redes sociais, quando encurralado pelos fatos, que “essa é a minha opinião”, como forma de encerrar um debate?
A partir do momento em que as pessoas se sentem à vontade para desconectar suas opiniões dos fatos objetivos, temos um problema grave. A Terra plana é entretenimento, mas e o movimento antivacinas? A Europa viu um aumento de 400% no número de casos de sarampo em um ano – de 5.273 em 2016 para 21.315 em 2017.
E mesmo quando defensores do movimento antivacinas são confrontados com esses números, e com a explicação clara de como vacinas funcionam e de como simplesmente não há evidência de que elas possam causar os males que se atribuem a elas, ainda assim eles podem se esconder por trás de teorias conspiratórias sobre a “malévola indústria farmacêutica”. E, claro, quando não houver outro recurso, parte-se para um “mas essa é a minha opinião”. Eita.
Ao longo do progresso fantástico realizado pela humanidade durante o século 20, fomos nos esquecendo do que era a vida antes que a ciência entrasse para valer no nosso cotidiano. Sem vacinas e antibióticos, a mortalidade infantil era altíssima. Durante o século 19, ela era de 30%; a cada três crianças nascidas, uma morria antes de completar cinco anos. Na Alemanha chegava a 50%.
Então a ciência entrou em cena, com três contribuições essenciais: a percepção de que saneamento básico era essencial para evitar infecções, o desenvolvimento dos antibióticos e a criação das vacinas. O ser humano passou milhares de anos tentando proteger sua prole com rezas, chás e superstições de todo tipo, mas o que deu certo foi entender como as doenças funcionam e combatê-las com armas eficazes.
Ao longo do século 20, pela primeira vez na história, vimos um declínio acentuado na mortalidade infantil. Em 2015, ela era, em termos globais, de 4,3%. Ou seja, a cada cem crianças, apenas quatro morriam antes de completar 5 anos. E isso numa média tirada do mundo inteiro. No Brasil, no mesmo ano, era só de 1,7%. Na Suécia, dado de 2014, 0,3%.
Outro tema adorado pela turma do “mas essa é a minha opinião” é a mudança climática. Pouco importa que a Nasa e quem mais for apresente fartas evidências do aquecimento global. Pouco importa que os registros de temperaturas, feitos com termômetros (pouco afeitos a ideologias), apontem que a temperatura média do planeta já subiu 0,9ºC entre 1880 e 2017. Pouco importa que 17 dos 18 anos mais quentes nos 138 anos de registros tenham acontecido depois de 2001, ou que 2016 tenha sido o ano mais quente de todos os registros. O sujeito espera a primeira brisa gelada soprar para dizer “cadê o aquecimento global?”. É dramático, e se trata de um problema que está ganhando proporções cada vez maiores. Não é mais o seu primo doido no WhatsApp. É o Ministro das Relações Exteriores que atribui às medições feitas pela Agência Espacial dos Estados Unidos o status de “complô ambientalista globalista esquerdista sei-lá-mais-o-que-ista”.
O SUS gasta US$ 17 bi por ano com homeopatia, aromaterapia, bioenergética, florais – práticas com zero evidência de eficácia
Da mesma forma, vemos o descalabro nas políticas de saúde. Basta lembrar a quantidade de dinheiro que o SUS (Sistema Único de Saúde) gasta em “práticas alternativas”, também conhecidas como “tratamentos sem qualquer evidência de eficácia”. É homeopatia, acupuntura, aromaterapia, bioenergética, cromoterapia, florais; tudo pago com dinheiro público. Em 2017, foram R$ 17,2 bilhões nisso.
É o tal negócio: o sujeito pode acreditar no que quiser. É direito dele. Mas ninguém pode aplicar crenças pessoais no âmbito da gestão pública. E estamos chegando num ponto em que agentes públicos se sentem à vontade para ditar políticas de acordo com premissas completamente desconectadas da realidade objetiva. Tudo não passaria de um escândalo embaraçoso, não fosse um detalhe: essas atitudes nunca tiveram tanto apoio popular.
Como é possível? Hoje, qualquer um de nós tem mais informação disponível nas mãos, com um celular e uma conexão 4G, do que tinha o presidente dos Estados Unidos na Casa Branca nos anos 1960. É um disparate imaginar que, diante do tamanho poderio tecnológico de que dispomos, estejamos ficando, na média, cada vez mais desinformados e ignorantes. No entanto, é verdade.
E só vamos desarmar essa arapuca se encontrarmos uma base comum de fatos objetivos com os quais todo mundo possa concordar. Essa base só pode ser uma: a ciência. E não porque ela seja moralmente ou ideologicamente superior. Mas porque ela se aceita como falível. Porque está fundamentada na dúvida, não na certeza. E a certeza inabalável, imune aos fatos, é o caminho mais curto para o retrocesso
(Adaptado de: NOGUEIRA, Salvador. Superinteressante, 3 jan. 2019. Disponível em:< https://super.abril.com.br/opiniao/o-obscurantismo-do-seculo-21/>. Acesso em: 23 fev. 2019.)
Com base no estudo apresentado por Savioli & Fiorin (2006, p. 60), “há procedimentos linguísticos que servem para demonstrar diferentes vozes no texto”. Segundo os autores, há alguns recursos que podem auxiliar na identificação dessas vozes. A respeito desses procedimentos, considere os seguintes itens:
I. Discurso indireto livre
II. Verossimilhança
III. Discurso direto
IV. Discurso indireto
V. Coesão e coerência
VI. Imitação por subversão e imitação por captação
VII. Intencionalidade e aceitabilidade
Com base nos itens apresentados, assinale a alternativa que apresenta os recursos que ilustram as ideias dos autores:
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A partir da década de 1980, com os novos conceitos do desenvolvimento sustentável abordados, acentuaram-se a relações entre a preservação ambiental e o desenvolvimento econômico. As questões ambientais passaram a ser incorporadas nas estruturas das organizações e tornaram-se elementos consideráveis nas estratégias de crescimento das empresas, podendo ocasionar novas oportunidades e vantagem competitiva ou, então, ameaças para as não adeptas, uma vez que o mercado está a cada dia mais aberto e competitivo. A partir do contexto apresentado, julgue as afirmativas a seguir a respeito da Gestão Ambiental nas organizações e o enfoque com o desenvolvimento sustentável. Depois, assinale a alternativa correta.
I. A variedade de propostas e denominações reflete os múltiplos entendimentos concernentes ao meio ambiente, ao ser humano, às causas atribuídas aos problemas ambientais e ao que se espera da ação educativa para a resolução desses problemas.
II. A falta de conscientização e o desconhecimento sobre a destinação ambientalmente adequada de um produto afeta a possibilidade de uma melhor compreensão sobre uma organização mais responsável e uma escolha consciente na opção de consumo.
III. Embora os administradores não estejam entre os profissionais que mais causam impactos ambientais, a elaboração das normas da série ISO 14000 sobre gestão ambiental fez os melhores cursos de graduação em Administração passarem a dedicar algum tempo a esse tópico.
IV. Entre as abordagens para a gestão ambiental empresarial, a abordagem da “prevenção da poluição” tem como preocupação básica o cumprimento da legislação e respostas às pressões da comunidade.
V. Embora tenham sido concebidas de acordo com o Ciclo PDCA, as normas produzidas pelos subcomitês e grupos de trabalho do TC 207 (Comitê Técnico 207) são independentes e podem, portanto, ser aplicadas em qualquer organização de forma isolada.
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