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Pete is talking to his English teacher about the strategies he has been using to study at home. He seems to have forgotten the phrasal verbs he was studying and trying to use during this conversation in order to impress the teacher. Read an extract of their dialogue:
(…)
(Pete) – Phrasal verbs are so difficult! Well, I have been studying really, really hard. I have to learn so many things before the tests. There are some things I have been doing… For example, I try to… to… memorize the expressions by reading them out loud several times a day.
(Teacher) – What else have you been doing that you consider effective?
(Pete) – I try to use the expressions and new words in stories… but often times they don’t… they don’t… make sense.
(Teacher) – There’s a phrasal verb for that.
(Pete) – I can’t remember it! I have to understand how I learn better…
(Teacher) – Maybe you are exaggerating a bit.
(Pete) – I am not. I have problems… reaching the same level of my classmates.
(Teacher) – I don’t agree with you, but if you feel you need to improve, we can talk about this later.
(Pete) – That would be great! Thank you!
If Pete had remembered the phrasal verbs he wanted to use in the conversation with his teacher in order to replace the expressions in bold, they would have followed this order:
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Read the extract of a text written by a student. The proposal was to write a letter of complaint to the manager of a store where the student, as a client, had a problem when he bought something online. The teacher explained the task and highlighted that students were supposed to come up with a situation, explaining what happened exactly and how they would like the situation to be solved. One of the criteria for correction was grammar accuracy, since the letter is supposed to be formal:
(…) To my surprise, when I opened the box, I realized that it did not contain the cell phone I had purchased. I had already bought other items from Luke’s and I had never had any problems before. I was really anxious for my new cell phone and I just could not believe it. Though, I write this letter to inform you about what happened and to ask you for a refund or for the correct item. I called the store, but nobody could offer me a solution. People were a bit rude and I felt very disappointed. Never before had I been treated that way, which is why I also ask for a retraction.
I am aware of the good quality of the products you sell. I have been a client for about 5 years. I hope this situation can be solved soon.
Looking forward to hearing from you,
Yours sincerely,
(…)
Mark the alternative that corresponds to a grammar inaccuracy, considering the context of the letter.
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Texto
O obscurantismo do século 21
Movimentos antivacinas, negação das mudanças no clima, terraplanistas. Tais retrocessos vêm da confusão entre o que é opinião e o que é fato.
Por Salvador Nogueira
O obscurantismo do século 21 é um fenômeno global. Para alguns arautos da irracionalidade, aliás, a palavra “global” nem faz sentido. É o caso dos terraplanistas, que seguem colecionando adeptos. Em outubro de 2018, um grupo de “pesquisadores” terraplanistas foi recebido por deputados estaduais na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, onde ganharam uma homenagem por seus “estudos” sobre a forma do nosso planeta.
O terraplanismo é folclórico. Rende risadas. Mas o fato de sandices como essa ganharem popularidade não tem a menor graça. Por duas razões. Primeiro porque trata-se de um sintoma de que parte significativa da população viva hoje desconhece fatos objetivos sobre o mundo – como a Lei da Gravitação, que os terraplanistas dizem ser uma farsa. Segundo, porque estamos descobrindo que quase ninguém sabe distinguir fatos de opiniões – você simplesmente não pode ter uma “opinião” sobre o formato da Terra ou sobre a existência da gravidade. Isso pertence ao reino dos fatos. O pior, de qualquer forma, é que isso definitivamente não se aplica só a conceitos como o formato da Terra.
Uma pesquisa do Pew Research Center, feita em 2018, entrevistou 5.035 americanos adultos selecionados aleatoriamente pela internet. Tudo que eles tinham de fazer era ler dez frases simples e apontar se eram afirmações factuais ou opiniões. Apenas 26% foram capazes de apontar corretamente as cinco factuais e só 35% conseguiram identificar corretamente as cinco que eram opinativas. Resumindo a ópera, três em cada quatro americanos não sabem separar fato de opinião. Poucos acreditariam que no Brasil a situação seja muito melhor. E isso explica muita coisa. Ou você nunca ouviu alguém dizer por aí, pelas redes sociais, quando encurralado pelos fatos, que “essa é a minha opinião”, como forma de encerrar um debate?
A partir do momento em que as pessoas se sentem à vontade para desconectar suas opiniões dos fatos objetivos, temos um problema grave. A Terra plana é entretenimento, mas e o movimento antivacinas? A Europa viu um aumento de 400% no número de casos de sarampo em um ano – de 5.273 em 2016 para 21.315 em 2017.
E mesmo quando defensores do movimento antivacinas são confrontados com esses números, e com a explicação clara de como vacinas funcionam e de como simplesmente não há evidência de que elas possam causar os males que se atribuem a elas, ainda assim eles podem se esconder por trás de teorias conspiratórias sobre a “malévola indústria farmacêutica”. E, claro, quando não houver outro recurso, parte-se para um “mas essa é a minha opinião”. Eita.
Ao longo do progresso fantástico realizado pela humanidade durante o século 20, fomos nos esquecendo do que era a vida antes que a ciência entrasse para valer no nosso cotidiano. Sem vacinas e antibióticos, a mortalidade infantil era altíssima. Durante o século 19, ela era de 30%; a cada três crianças nascidas, uma morria antes de completar cinco anos. Na Alemanha chegava a 50%.
Então a ciência entrou em cena, com três contribuições essenciais: a percepção de que saneamento básico era essencial para evitar infecções, o desenvolvimento dos antibióticos e a criação das vacinas. O ser humano passou milhares de anos tentando proteger sua prole com rezas, chás e superstições de todo tipo, mas o que deu certo foi entender como as doenças funcionam e combatê-las com armas eficazes.
Ao longo do século 20, pela primeira vez na história, vimos um declínio acentuado na mortalidade infantil. Em 2015, ela era, em termos globais, de 4,3%. Ou seja, a cada cem crianças, apenas quatro morriam antes de completar 5 anos. E isso numa média tirada do mundo inteiro. No Brasil, no mesmo ano, era só de 1,7%. Na Suécia, dado de 2014, 0,3%.
Outro tema adorado pela turma do “mas essa é a minha opinião” é a mudança climática. Pouco importa que a Nasa e quem mais for apresente fartas evidências do aquecimento global. Pouco importa que os registros de temperaturas, feitos com termômetros (pouco afeitos a ideologias), apontem que a temperatura média do planeta já subiu 0,9ºC entre 1880 e 2017. Pouco importa que 17 dos 18 anos mais quentes nos 138 anos de registros tenham acontecido depois de 2001, ou que 2016 tenha sido o ano mais quente de todos os registros. O sujeito espera a primeira brisa gelada soprar para dizer “cadê o aquecimento global?”. É dramático, e se trata de um problema que está ganhando proporções cada vez maiores. Não é mais o seu primo doido no WhatsApp. É o Ministro das Relações Exteriores que atribui às medições feitas pela Agência Espacial dos Estados Unidos o status de “complô ambientalista globalista esquerdista sei-lá-mais-o-que-ista”.
O SUS gasta US$ 17 bi por ano com homeopatia, aromaterapia, bioenergética, florais – práticas com zero evidência de eficácia
Da mesma forma, vemos o descalabro nas políticas de saúde. Basta lembrar a quantidade de dinheiro que o SUS (Sistema Único de Saúde) gasta em “práticas alternativas”, também conhecidas como “tratamentos sem qualquer evidência de eficácia”. É homeopatia, acupuntura, aromaterapia, bioenergética, cromoterapia, florais; tudo pago com dinheiro público. Em 2017, foram R$ 17,2 bilhões nisso.
É o tal negócio: o sujeito pode acreditar no que quiser. É direito dele. Mas ninguém pode aplicar crenças pessoais no âmbito da gestão pública. E estamos chegando num ponto em que agentes públicos se sentem à vontade para ditar políticas de acordo com premissas completamente desconectadas da realidade objetiva. Tudo não passaria de um escândalo embaraçoso, não fosse um detalhe: essas atitudes nunca tiveram tanto apoio popular.
Como é possível? Hoje, qualquer um de nós tem mais informação disponível nas mãos, com um celular e uma conexão 4G, do que tinha o presidente dos Estados Unidos na Casa Branca nos anos 1960. É um disparate imaginar que, diante do tamanho poderio tecnológico de que dispomos, estejamos ficando, na média, cada vez mais desinformados e ignorantes. No entanto, é verdade.
E só vamos desarmar essa arapuca se encontrarmos uma base comum de fatos objetivos com os quais todo mundo possa concordar. Essa base só pode ser uma: a ciência. E não porque ela seja moralmente ou ideologicamente superior. Mas porque ela se aceita como falível. Porque está fundamentada na dúvida, não na certeza. E a certeza inabalável, imune aos fatos, é o caminho mais curto para o retrocesso
(Adaptado de: NOGUEIRA, Salvador. Superinteressante, 3 jan. 2019. Disponível em:< https://super.abril.com.br/opiniao/o-obscurantismo-do-seculo-21/>. Acesso em: 23 fev. 2019.)
Com base no estudo apresentado por Savioli & Fiorin (2006, p. 60), “há procedimentos linguísticos que servem para demonstrar diferentes vozes no texto”. Segundo os autores, há alguns recursos que podem auxiliar na identificação dessas vozes. A respeito desses procedimentos, considere os seguintes itens:
I. Discurso indireto livre
II. Verossimilhança
III. Discurso direto
IV. Discurso indireto
V. Coesão e coerência
VI. Imitação por subversão e imitação por captação
VII. Intencionalidade e aceitabilidade
Com base nos itens apresentados, assinale a alternativa que apresenta os recursos que ilustram as ideias dos autores:
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A Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, de “1909 a 2002 era constituída por 140 escolas técnicas no país. Entre 2003 e 2016, o Ministério da Educação concretizou a construção de mais de 504 novas unidades referentes ao plano de expansão da educação profissional, totalizando 644 campi em funcionamento”, garantindo, inclusive, a interiorização demográfica da oferta de vagas (MEC, 2017). No contexto da expansão da Rede Federal, jovens e adultos de todos os estados brasileiros tiveram ampliadas as oportunidades de ingresso em cada um dos 38 Institutos Federais existentes, que foram intensificadas pela Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio. Com base na referida lei, regulamentada pelo Decreto nº 7.824, de 11 de outubro de 2012, e implementada de acordo com as Portarias Normativas nº 18, de 11 de outubro de 2012, e nº 9, de 5 de maio de 2017, instituídas pelo Ministério da Educação, analise as assertivas a seguir e indique a alternativa correta:
I. As instituições federais de educação superior vinculadas ao Ministério da Educação reservarão, em cada concurso seletivo para ingresso nos cursos de graduação, por curso e turno, no mínimo 30% (trinta por cento) de suas vagas para estudantes que tenham cursado integralmente o fundamental e médio em escolas públicas.
II. As instituições federais de ensino técnico de nível médio reservarão, em cada concurso seletivo para ingresso em cada curso, por turno, no mínimo 50% (cinquenta por cento) de suas vagas para estudantes que cursaram integralmente o ensino fundamental em escolas públicas.
III. No caso de não preenchimento das vagas reservadas aos autodeclarados pretos, pardos e indígenas e às pessoas com deficiência, aquelas remanescentes serão preenchidas pelos estudantes que tenham cursado integralmente o ensino fundamental ou médio, conforme o caso, em escolas públicas, observadas as reservas realizadas em mesmo nível ou no imediatamente anterior.
IV. No prazo de vinte anos, a contar da data de publicação da Lei nº 12.711/2012, será promovida a revisão do programa especial para o acesso às instituições de educação superior de estudantes pretos, pardos e indígenas e de pessoas com deficiência, bem como daqueles que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas.
V. Em cada instituição federal de ensino superior, as vagas de que trata a Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, serão preenchidas, por curso e turno, por autodeclarados pretos, pardos e indígenas e por pessoas com deficiência, nos termos da legislação, em proporção ao total de vagas no mínimo igual à proporção respectiva de pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência na população da unidade da Federação onde está instalada a instituição, segundo o último censo da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.
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O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul faz parte da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, que possui uma relevância histórica para a educação brasileira. A respeito da criação da Rede Federal, analise os fatos históricos dispostos nas proposições abaixo e assinale a alternativa correta:
I. Ano de 1909 – Surgiram as Escolas de Aprendizes e Artífices, por meio do Decreto nº 5.154, de 23 de setembro de 1909, destinadas ao ensino profissional, primário e gratuito.
II. Ano de 1941 – Surgiram várias leis que remodelaram o ensino no país, conhecidas como a Reforma Capanema. O ensino profissional passou a ser considerado de nível médio, o ingresso nas escolas industriais passou a depender de exames de admissão e os cursos foram divididos em quatro níveis, correspondentes aos dois ciclos do novo ensino médio.
III. Ano de 1942 – As Escolas de Aprendizes e Artífices foram transformadas em Escolas Industriais e Técnicas, por meio do Decreto nº 4.127, de 25 de fevereiro de 1942, e passaram a oferecer a formação profissional em nível equivalente ao do secundário.
IV. Ano de 1959 – As Escolas Industriais e Técnicas foram transformadas em autarquias, passando à denominação de Escolas Técnicas Federais, com autonomia didática e de gestão.
V. Ano de 1978 – As Escolas Técnicas Federais do Paraná, Minas Gerais e São Paulo foram transformadas em Centros Federais de Educação Tecnológica e receberam mais uma atribuição: formar engenheiros de operação e tecnólogos.
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Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), publicada pelo IBGE em 2017, apontam que “em 2016, cerca de 66,3 milhões de pessoas de 25 anos ou mais de idade (ou 51% da população adulta) tinham concluído apenas o ensino fundamental. ” No Nordeste, 52,6% sequer haviam concluído o ensino fundamental. E no Sudeste, 51,1% tinham pelo menos o ensino médio completo”.
Segundo a legislação brasileira o ensino fundamental e médio são etapas que compõem a educação básica obrigatória e gratuita, de responsabilidade do Estado e da família, assegurados, inclusive, para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria. No contexto das desigualdades educacionais é que se instituiu o Decreto nº 5.840, de 13 de julho de 2006, que dispõe sobre o Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos – PROEJA. Com relação ao que dispõe o Decreto nº 5.840/2006, analise as alternativas abaixo e assinale a INCORRETA:
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3 Tech Trends to watch in 2019
By Amy Webb
It’s been a tumultuous year. Once-venerated companies found their stock trading below a dollar. Tweets rattled investor confidence. If 2018 has taught us anything, it’s that chaos is the new normal, and that it’s time to get smarter about anticipating change. But it also revealed an unsettling truth: We simply aren’t paying enough attention to meaningful signals in the present, and that’s why we’ve been caught in this constant cycle of surprise.
To understand the future of one thing, you must consider the future of many things. Otherwise, you’re essentially looking at the world through a pinhole.
This is especially true when it comes to technology’s influence on the economy. In the coming year, we will see tantalizing advancements in a host of emerging technologies—artificial intelligence, smart devices, space travel, genomic editing, electric vehicles, and automated hacking tools—that will move further from the fringe into the mainstream. As these technologies begin to converge, we’ll start to see acceleration. This is why pharmaceuticals must closely track developments in deep learning, and big agriculture should keep a close eye on CRISPR experiments in China. AI will help researchers develop precision medicine techniques, while gene editing could yield new crops that don’t require pesticides.
My approach is to intentionally look for weak signals and emerging trends across different areas, to find meaningful connections. Here are three tech trends on my radar for 2019.
This is the beginning of the end of smartphones
Globally, smartphone shipments are in decline. Apple will no longer report sales numbers for any of its hardware products, including iPhones—it’s a clear signal about what’s on the mid-horizon. And even as new form factors enter the consumer marketplace next year—you’ll see dual-sided phones and models with foldable screens—the functionality isn’t improving fast enough to merit tossing out existing phones for new ones. In the next ten years, we will transition from just one phone that we carry to a suite of next-gen communication devices, which we will wear and command using voice, gesture, and touch.
5G will be deployed at scale
The fifth generation of wireless technology will, at last, power up—but not where you’re expecting. While local governments continue to fight over incentives, private companies will ditch WiFi for 5G, which will shorten transmission latency from 30 milliseconds to just a single millisecond, allowing essentially instantaneous connectivity between devices on a network. Unlike WiFi, a private 5G network can be built to prioritize certain data transmissions over others. In practice, this means that heavy manufacturing companies and utilities can finally take advantage of the Internet of Things and begin to automate more of their core processes using robots. It also signals a massive emerging market for all of the components, devices, and consulting services that will soon be required.
Data regulation is coming, and it won’t be pretty
From ongoing privacy and security debacles at Facebook to how much influence Google and Amazon wield in our everyday lives, big tech will face a reckoning, one that will likely affect every single company mining, refining and storing our digital data. In the U.S., a newly Democratic House, joined by key senate members, will consider some important questions: Who should be the ultimate gate-keepers of our digital data? What role should automated decision-making play in our everyday lives? How can a publicly traded company serve both its shareholders and the broader interests of democratic society?
Policy-makers are not prepared to deal with new challenges that arise from emerging science and technology, and the relationship between our big tech titans and governments continues to be transactional at best. As a result, we are likely to see proposed regulations, rules, and legislation that are either too restrictive or don’t acknowledge that science and tech are in constant motion. It’s unlikely that sweeping new rules, like the E.U.’s General Data Protection Regulation, would pass in the U.S. Even so, going through the process will prove a serious distraction for big tech companies.
The best strategic positioning for 2019 is simple: think exponentially but act incrementally. You’re going to need to get comfortable with uncertainty. Broaden your thinking, look for intersecting vectors of change and figure out ways to make incremental decisions as often as possible.
Amy Webb is a professor of strategic foresight at the NYU Stern School of Business and author of The Big Nine: How Today’s Tech Titans and their Thinking Machines Could Warp Humanity.
(Fonte: https://www.barrons.com/articles/technology-trends-2019- 51546007213. Acesso em 28/02/2019)
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