Foram encontradas 40 questões.
Texto VI
Texto-base para a questão.

Disponível em: https://ilivaldoduarte.blogspot.com/2020/09/seja-voce-mesmo.html. Acesso em: 15 mar. 2022.
No texto, o verbo “ter” é acentuado por estar na 3º pessoa do plural, pois se refere à palavra:
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Texto V Texto-base para a questão.

Disponivel em: https://www.topimagens.com.br/outros/9360-assumir-o-erro.html. Acesso em: 15 mar. 2022.
Ao ler o texto, levando em consideração os elementos verbais e não verbais contidos nele, podemos inferir que há:
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Texto V
Texto-base para a questão.

Disponivel em: https://www.topimagens.com.br/outros/9360-assumir-o-erro.html. Acesso em: 15 mar. 2022.
No texto, podemos afirmar que, no processo de formação da palavra “Boral!”, há um(a):
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Texto IV Texto-base para a questão.

Disponível em: https://perasperaadalta.
blogspot.com/2019/05/ler-ainda-e-melhor-maneira-de-levantar.html. Acesso em: 15 mar. 2022.
Das alternativas abaixo, escolha aquela que contém a palavra que pode substituir o advérbio “ainda” sem alterar o sentido do texto:
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Texto IV
Texto-base para a questão.

Disponível em: https://perasperaadalta.
blogspot.com/2019/05/ler-ainda-e-melhor-maneira-de-levantar.html. Acesso em: 15 mar. 2022.
Ao analisarmos os elementos verbais e não verbais contidos no texto, podemos afirmar que:
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21 de Maio
Passei uma noite horrível. Sonhei que eu residia numa casa residivel, tinha banheiro, cozinha, copa e até quarto de criada. Eu ia festejar o aniversário de minha filha Vera Eunice. Eu ia comprar-lhe umas panelinhas que há muito ela vive pedindo. Porque eu estava em condições de comprar. Sentei na mesa para comer. A toalha era alva ao lirio. Eu comia bife, pão com manteiga, batata frita e salada. Quando fui pegar outro bife despertei. Que realidade amarga!
Eu não residia na cidade. Estava na favela. Na lama, as margens do Tietê. E com 9 cruzeiros apenas. Não tenho açúcar porque ontem eu saí e os meninos comeram o pouco que eu tinha.
Quem deve dirigir é quem tem capacidade. Quem tem dó e amisade ao povo. Quem governa o nosso país é quem tem dinheiro, quem não sabe o que é fome, a dor, a aflição do pobre. Se a maioria revoltar-se, o que pode fazer a minoria? Eu estou ao lado do pobre, que é o braço. Braço desnutrido. Precisamos livrar o paiz dos politicos açambarcadores.
JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 8. ed. São Paulo: Ática, 1999.
Sobre o texto de Carolina de Jesus, só NÃO é possível afirmar que:
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Texto II
Texto-base para a questão.

Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/charge-pessoas-em-situacao-de-rua/, Acesso em: 03 mar. 2022.
Sobre o texto, NÃO é possível dizer que:
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Texto II
Texto-base para a questão.

Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/charge-pessoas-em-situacao-de-rua/, Acesso em: 03 mar. 2022.
Acerca da charge, analise as assertivas e, em seguida, marque a alternativa CORRETA.
I- Em “devido a pandemia” ocorre uma inadequação quanto ao uso do acento grave (crase), sendo que a grafia correta deveria ser “devido à pandemia”.
II - “Pra” está usado indevidamente, pois nem mesmo em situação de fala esta forma deve ser usada, já que fala e escrita pertencem à mesma modalidade.
III - “É” e “negócio” estão acentuados de forma adequada e seguem a mesma regra de acentuação gráfica.
IV -“Pra mim”, no segundo quadro, pode ser entendido tanto como a expressão da opinião do personagem como se referir ao fato de ele não ter casa.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Texto II
Texto-base para a questão.

Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/charge-pessoas-em-situacao-de-rua/, Acesso em: 03 mar. 2022.
Acerca da charge, NÃO é CORRETO afirmar que:
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Por que escrevemos “muito” e falamos “muinto”I
“Desde criança tenho dificuldades com a palavra “muito”. O som (a fonética) não corresponde à escrita na minha percepção. Para compreender a palavra, quando era criança, adicionava o n (apenas na imaginação!)."
A percepção de Adriana pode parecer cisma de criança, mas é um dos mistérios persistentes da gramáticaIV históricaIV de nossa língua. “Está à espera de solução o obscuro problema das vogais que se nasalaram sem terem após si n ou m',III escreveu o gramático Said Ali, o primeiro estudioso brasileiro a usar uma abordagem linguística de bases científicas. Ou seja: para entender por que "muito" ganhou a pronúncia “muinto”, seria preciso explicar também por que o "assi" do português antigo virou “assim”, o "mai" virou “mãe” e o "mia", “minha”,
Uma explicação provável para a pronúncia “muinto”II é que o m, embora vindo antes e não depois das vogais, tenha exercido uma influência de nasalização, como também em “mãe” e “minha”.
De qualquer forma, o melhor que Adriana pode fazer nesse caso é relaxar e entender que as relações entre pronúncia e grafia nem sempre são muito cartesianas. Se fossem, não poderíamosIV, por exemplo, escrever “fizeram” e falar “fizérão”.
Texto adaptado (grifo nosso). Disponível em:
https://veja.abril.com.bricoluna/sobre-palavras/por-que-escrevemos-muito-e-falamos muinto/, Acesso em: 03 fev. 2022.
Analise as assertivas abaixo:
I- A forma como está grafado o termo “por que” no título ("Por que escrevemos 'muito' e falamos 'muinto"?) será a mesma caso se opte por escrever "Escrevemos 'muito' e falamos 'muinto', por que?".
II - No trecho "Uma explicação provável para a pronúncia 'muinto' é que o m, embora vindo antes e não depois das vogais, tenha exercido uma influência de nasalização, como também em 'mãe' e 'minha", o termo em destaque pode ser substituído por “ao invés de”, sem que haja qualquer alteração no sentido do texto.
III - No trecho “Está à espera de solução o obscuro problema das vogais que se nasalaram sem terem após si n ou m', escreveu o gramático Said Ali [...]”, o núcleo do sujeito do verbo “está” é “problema”.
IV- As palavras “gramática”, “histórica” e “poderíamos” são acentuadas graficamente, porém isso ocorre devido a diferentes regras de acentuação gráfica.
Esta CORRETO o que se afirma em:
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