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COMO AS REDES SOCIAIS PODEM SER ALIADAS DA EDUCAÇÃO?

Quando o assunto é o uso das redes sociais na educação, é preciso reconhecer o potencial delas como plataformas para compartilhar conhecimento [B]. Tanto é que educadores buscaram alternativas para priorizar o processo de ensino e aprendizagem dos alunos durante o Ensino Remoto na pandemia.

De acordo com levantamento publicado pela empresa Comscore sobre educação on-line nas plataformas digitais a partir das mudanças originadas pela pandemia, mais de 98% das pessoas que consomem a categoria educação acessam o YouTube. Além disso, quase 86% utilizam o Facebook e 83% visitam o Instagram.

De fato, o Facebook marcou o início de uma nova era quando foi lançado [C], em 04 de fevereiro de 2004, assim como revolucionou a forma como as pessoas se relacionam. Atualmente, é considerado a maior rede social do mundo, com cerca de 2,91 bilhões de usuários ativos mensais, Nesse sentido, abriu portas para outras redes sociais com diferentes propostas. Afinal, você consegue pensar na sua rotina diária sem o uso do WhatsApp para se comunicar ou do YouTube para assistir a vídeos? Algumas das razões para o maior uso das redes sociais na educação são a facilidade de compartilhar conteúdos, o potencial informativo, as possibilidades de exploração do espaço virtual enquanto extensão da sala de aula e o desenvolvimento de competências tecnológicas. Além disso, elas são exemplos de novas sinergias que podem surgir entre os membros da comunidade educativa.

“Todas as redes sociais podem ser incluídas nos projetos pedagógicos se houver um preparo para isso. Para que isso se efetive, é fundamental investir na formação de professores [D] em educação midiática, informacional e digital, além de equipar as escolas com os recursos necessários”, afirma Patrícia Blanco, presidente-executiva do Instituto Palavra Aberta, responsável pelo EducaMídia.

IMPACTOS DAS REDES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO

O uso de redes sociais na educação é uma maneira de construir a relação aluno-professor por meio de trocas de experiências e informações.

“As redes vão ser aliadas no ensino durante a orientação e mentoria dos estudantes sobre como aproveitá-las para uma aprendizagem intencional, bem como podem inspirar professores a descobrir oportunidades de ensino significativas. Para isso, é necessário trazer o contexto da rede social para o dia a dia do ensino, porque a aprendizagem só vai ser significativa se o estudante enxergar valor naquilo”, afirma Bianca Leite Dramali, doutora em Comunicação e professora de Estratégia e Internet.

Patrícia Blanco reforça as vantagens da tecnologia na educação. Entretanto, alerta sobre as possíveis desvantagens do uso inadequado.

“São ferramentas poderosas para a disseminação de conhecimento, mas também de mensagens mentirosas. Por isso, as redes sociais na educação devem ser incluídas em diversas disciplinas [E] para que crianças e jovens aprendam a fazer uso consciente”, declara.

Muitos alunos são considerados nativos digitais, o que significa que a tecnologia faz parte do seu cotidiano. Logo, o processo de aprendizagem pode se tornar mais dinâmico e centralizado no estudante com o uso da tecnologia e das redes sociais na prática pedagógica.

De acordo com Bianca Leite, o uso das redes sociais na educação pode possibilitar outros benefícios. Por exemplo, facilitar a comunicação, aumentar o senso de comunidade educativa, estimular a colaboração entre alunos e o desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

“Um dos maiores desafios da educação no mundo das mídias sociais é entender que a educação vai além do conteúdo. É preciso se valer dessa imersão para desenvolver habilidades como a capacidade crítica, a resolução de problemas, e não apenas o conteúdo”, explica a professora.

Fonte: https://fundacaotelefonicavivo.org.br/noticias/redes-sociais-educacao-aula/ (Adaptado) Acesso em: 08 nov 2022.

Em textos de opinião, um importante recurso para apresentação de posicionamentos diante daquilo que se fala é a modalização. Sobre os modalizadores discursivos do texto, é CORRETO afirmar que:

 

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COMO AS REDES SOCIAIS PODEM SER ALIADAS DA EDUCAÇÃO?

Quando o assunto é o uso das redes sociais na educação, é preciso reconhecer o potencial delas como plataformas para compartilhar conhecimento [A]. Tanto é que [B] educadores buscaram alternativas para priorizar o processo de ensino e aprendizagem dos alunos durante o Ensino Remoto na pandemia.

De acordo com levantamento publicado pela empresa Comscore sobre educação on-line nas plataformas digitais a partir das mudanças originadas pela pandemia, mais de 98% das pessoas que consomem a categoria educação acessam o YouTube. Além disso, quase 86% utilizam o Facebook e 83% visitam o Instagram.

De fato, o Facebook marcou o início de uma nova era quando foi lançado, em 04 de fevereiro de 2004, assim como revolucionou a forma como as pessoas se relacionam. Atualmente, é considerado a maior rede social do mundo, com cerca de 2,91 bilhões de usuários ativos mensais, Nesse sentido, abriu portas para outras redes sociais com diferentes propostas. Afinal, você consegue pensar na sua rotina diária sem o uso do WhatsApp para se comunicar ou do YouTube para assistir a vídeos? Algumas das razões para o maior uso das redes sociais na educação são a facilidade de compartilhar conteúdos, o potencial informativo, as possibilidades de exploração do espaço virtual enquanto extensão da sala de aula e o desenvolvimento de competências tecnológicas. Além disso, elas são exemplos de novas sinergias que podem surgir entre os membros da comunidade educativa.

“Todas as redes sociais podem ser incluídas nos projetos pedagógicos se houver um preparo para isso. Para que isso se efetive, é fundamental investir na formação de professores em educação midiática, informacional e digital, além de equipar as escolas com os recursos necessários”, afirma Patrícia Blanco [E], presidente-executiva do Instituto Palavra Aberta, responsável pelo EducaMídia.

IMPACTOS DAS REDES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO

O uso de redes sociais na educação é uma maneira de construir a relação aluno-professor por meio de trocas de experiências e informações.

“As redes vão ser aliadas no ensino durante a orientação e mentoria dos estudantes sobre como aproveitá-las para uma aprendizagem intencional, bem como podem inspirar professores a descobrir oportunidades de ensino significativas. Para isso, é necessário trazer o contexto da rede social para o dia a dia do ensino, porque a aprendizagem só vai ser significativa se o estudante enxergar valor naquilo”, afirma Bianca Leite Dramali, doutora em Comunicação e professora de Estratégia e Internet.

Patrícia Blanco reforça as vantagens da tecnologia na educação. Entretanto, alerta sobre as possíveis desvantagens do uso inadequado.

“São ferramentas poderosas para a disseminação de conhecimento, mas também de mensagens mentirosas. Por isso, as redes sociais na educação devem ser incluídas em diversas disciplinas para que crianças e jovens aprendam a fazer uso consciente”, declara [E].

Muitos alunos são considerados nativos digitais, o que significa que a tecnologia faz parte do seu cotidiano. Logo, o processo de aprendizagem pode se tornar mais dinâmico e centralizado no estudante com o uso da tecnologia e das redes sociais na prática pedagógica.

De acordo com Bianca Leite, o uso das redes sociais na educação pode possibilitar outros benefícios. Por exemplo, facilitar a comunicação, aumentar o senso de comunidade educativa, estimular a colaboração entre alunos e o desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

“Um dos maiores desafios da educação no mundo das mídias sociais é entender que a educação vai além do conteúdo. É preciso se valer dessa imersão para desenvolver habilidades como a capacidade crítica, a resolução de problemas, e não apenas o conteúdo”, explica a professora [E].

Fonte: https://fundacaotelefonicavivo.org.br/noticias/redes-sociais-educacao-aula/ (Adaptado) Acesso em: 08 nov 2022.

Acerca da argumentação no texto, é INCORRETO afirmar que:

 

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O QUE MUDA NO NOVO ENSINO MÉDIO?

Estudantes, com ajuda dos professores, durante o processo de construção de seus projetos de vida, poderão definir seus percursos formativos, conforme seus interesses e necessidades. A oferta de diferentes itinerários formativos no Novo Ensino Médio possibilitará a escolha das trilhas de aprofundamento e eletivas pelos estudantes, ampliando seus conhecimentos em uma das áreas como Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza ou Ciências Humanas e Sociais; ou ainda, em uma formação técnica e profissional que poderá ser ofertada pela escola.

Mesmos direitos de aprendizagem para todos os estudantes brasileiros

Com a aprovação da Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio, os novos referenciais curriculares elaborados nas 27 UF, assim como a formação de professores, os recursos e materiais didáticos e as matrizes das avaliações do SAEB e do ENEM, estarão alinhados às competências e habilidades estabelecidas para cada uma das áreas de conhecimento na BNCC, possibilitando uma formação sólida a todos os estudantes.

Mais horas de estudo em todas as escolas brasileiras e mais matrículas em tempo integral

O Novo Ensino Médio amplia a carga horária mínima de 2.400 para 3.000 horas. Isso significa mais tempo de ensino para professores e estudantes. Além disso, o governo vem investindo recursos para a ampliação das matrículas em tempo integral.

O QUE MUDA PARA VOCÊ, ESTUDANTE?

Mais tempo para aprender o essencial e para se aprofundar nos conhecimentos que lhe interessam

No Novo Ensino Médio a carga-horária será ampliada de 2400 para 3000 horas. Desse total, pelo menos 1200 horas serão destinadas aos itinerários formativos, podendo percorrer uma ou mais trilhas de aprendizagem/aprofundamento relacionadas às áreas de conhecimento (linguagens, matemática, ciências humanas e sociais e ciências da natureza) ou à formação técnica e profissional.

Desenvolvimento de seu projeto de vida

No Novo Ensino Médio os professores contribuirão para a construção do projeto de vida dos estudantes. OU seja, você terá tempo e espaço para refletir sobre suas possibilidades de estudo e realizar escolhas responsáveis, coerentes com aquilo que deseja. Além disso, terá apoio para escolher os caminhos que seguirá ao longo do ensino médio e no seu futuro pessoal e profissional.

Menos aulas expositivas. Mais projetos, oficinas, cursos, e atividades práticas e significativas

A BNCC está organizada por áreas do conhecimento e não disciplinas. Você continuará aprendendo conhecimentos de todas as disciplinas, pois elas estão contempladas nas habilidades e competências da BNCC. Contudo, a organização por áreas estimula professores a trabalharem por meio de projetos, oficinas e atividades que tragam conhecimentos de diferentes áreas e não apenas de forma disciplinar, com aulas expositivas e sem a participação ativa dos estudantes.

O QUE MUDA PARA VOCÊ, PROFESSOR(A)?

Conhecimentos de todas as disciplinas estão na BNCC

No Novo Ensino Médio, os conhecimentos de todos os componentes estão contemplados na BNCC. Isso significa que os currículos de todas as redes deverão contemplar as aprendizagens relacionadas à Língua Portuguesa, Matemática, Biologia, História, Geografia, Física, Química, Educação Física, Arte, Sociologia, Filosofia e Inglês. A parte que poderá ser escolhida pelos estudantes, os itinerários formativos, permitirá o aprofundamento das aprendizagens conforme o interesse e a necessidade deles.

Ampliação da carga horária mínima em todas as escolas brasileiras

As escolas que ofertam ensino médio terão a carga horária mínima ampliada de 2400 horas para 3000 horas. Ou seja, mais oportunidades para que você desenvolva com os estudantes as aprendizagens definidas nos currículos.

Aprofundamento conforme o interesse dos estudantes e maior possibilidade de reagrupamentos de acordo com a necessidade pedagógica

Agora, você poderá trabalhar parte da carga horária conforme o interesse dos estudantes e de acordo com as necessidades pedagógicas diagnosticadas. A BNCC garante as aprendizagens essenciais a todos os jovens e os itinerários formativos possibilitam que os professores trabalhem de modo articulado, considerando o contexto no qual a escola está inserida e os anseios e as aspirações dos estudantes.

(...)

Fonte: https://www.gov.br/mec/pt-br/novo-ensino-medio (Adaptado). Acesso em: 08 nov. 2022.

Sobre as funções de linguagem identificáveis no texto, é CORRETO afirmar que:

 

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O QUE MUDA NO NOVO ENSINO MÉDIO?

Estudantes, com ajuda dos professores, durante o processo de construção de seus projetos de vida, poderão definir seus percursos formativos, conforme seus interesses e necessidades. A oferta de diferentes itinerários formativos no Novo Ensino Médio possibilitará a escolha das trilhas de aprofundamento e eletivas pelos estudantes, ampliando seus conhecimentos em uma das áreas como Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza ou Ciências Humanas e Sociais; ou ainda, em uma formação técnica e profissional que poderá ser ofertada pela escola.

Mesmos direitos de aprendizagem para todos os estudantes brasileiros

Com a aprovação da Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio, os novos referenciais curriculares elaborados nas 27 UF, assim como a formação de professores, os recursos e materiais didáticos e as matrizes das avaliações do SAEB e do ENEM, estarão alinhados às competências e habilidades estabelecidas para cada uma das áreas de conhecimento na BNCC, possibilitando uma formação sólida a todos os estudantes.

Mais horas de estudo em todas as escolas brasileiras e mais matrículas em tempo integral

O Novo Ensino Médio amplia a carga horária mínima de 2.400 para 3.000 horas. Isso significa mais tempo de ensino para professores e estudantes. Além disso, o governo vem investindo recursos para a ampliação das matrículas em tempo integral.

O QUE MUDA PARA VOCÊ, ESTUDANTE?

Mais tempo para aprender o essencial e para se aprofundar nos conhecimentos que lhe interessam

No Novo Ensino Médio a carga-horária será ampliada de 2400 para 3000 horas. Desse total, pelo menos 1200 horas serão destinadas aos itinerários formativos, podendo percorrer uma ou mais trilhas de aprendizagem/aprofundamento relacionadas às áreas de conhecimento (linguagens, matemática, ciências humanas e sociais e ciências da natureza) ou à formação técnica e profissional.

Desenvolvimento de seu projeto de vida

No Novo Ensino Médio os professores contribuirão para a construção do projeto de vida dos estudantes. OU seja, você terá tempo e espaço para refletir sobre suas possibilidades de estudo e realizar escolhas responsáveis, coerentes com aquilo que deseja. Além disso, terá apoio para escolher os caminhos que seguirá ao longo do ensino médio e no seu futuro pessoal e profissional.

Menos aulas expositivas. Mais projetos, oficinas, cursos, e atividades práticas e significativas

A BNCC está organizada por áreas do conhecimento e não disciplinas. Você continuará aprendendo conhecimentos de todas as disciplinas, pois elas estão contempladas nas habilidades e competências da BNCC. Contudo, a organização por áreas estimula professores a trabalharem por meio de projetos, oficinas e atividades que tragam conhecimentos de diferentes áreas e não apenas de forma disciplinar, com aulas expositivas e sem a participação ativa dos estudantes.

O QUE MUDA PARA VOCÊ, PROFESSOR(A)?

Conhecimentos de todas as disciplinas estão na BNCC

No Novo Ensino Médio, os conhecimentos de todos os componentes estão contemplados na BNCC. Isso significa que os currículos de todas as redes deverão contemplar as aprendizagens relacionadas à Língua Portuguesa, Matemática, Biologia, História, Geografia, Física, Química, Educação Física, Arte, Sociologia, Filosofia e Inglês. A parte que poderá ser escolhida pelos estudantes, os itinerários formativos, permitirá o aprofundamento das aprendizagens conforme o interesse e a necessidade deles.

Ampliação da carga horária mínima em todas as escolas brasileiras

As escolas que ofertam ensino médio terão a carga horária mínima ampliada de 2400 horas para 3000 horas. Ou seja, mais oportunidades para que você desenvolva com os estudantes as aprendizagens definidas nos currículos.

Aprofundamento conforme o interesse dos estudantes e maior possibilidade de reagrupamentos de acordo com a necessidade pedagógica

Agora, você poderá trabalhar parte da carga horária conforme o interesse dos estudantes e de acordo com as necessidades pedagógicas diagnosticadas. A BNCC garante as aprendizagens essenciais a todos os jovens e os itinerários formativos possibilitam que os professores trabalhem de modo articulado, considerando o contexto no qual a escola está inserida e os anseios e as aspirações dos estudantes.

(...)

Fonte: https://www.gov.br/mec/pt-br/novo-ensino-medio (Adaptado). Acesso em: 08 nov. 2022.

O texto foi veiculado em página oficial da Internet pelo Ministério da Educação para tratar de aspectos relacionados ao “Novo Ensino Médio”. Qual das afirmativas abaixo é INCORRETA no que diz respeito às condições de produção/circulação/recepção do texto e seus reflexos na materialidade textual?

 

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Nos fragmentos abaixo, pode-se verificar a ocorrência de intertextualidade.

Mundo, mundo, vasto mundo

Se eu me chamasse Raimundo

Seria uma rima, não seria uma solução

ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma poesia. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1964. Fragmento.

Ah, Carlos! Às vezes, por um mero segundo,

Eu me chamo Raimundo!

E continuo buscando a solução.

SERRA, M.H.M.D. Os dias são todos iguais. In: LERIA, A.M.B. at al. Poemdemia. Cuiabá: Carlini&Caniato, 2020. Fragmento.

Acerca da intertextualidade, analise as assertivas que seguem e assinale a alternativa CORRETA:

I - A intertextualidade implícita cita expressamente o texto-fonte.

II - A intertextualidade pode ocorrer por meio da reiteração de imagens e também através da repetição da estrutura.

III - Na intertextualidade, os textos se revisitam, dando origem a outros textos, nos quais pode-se notar a presença do texto-fonte.

IV - Dentre os tipos de intertextualidade, estão a paráfrase, a paródia, a alusão e a citação.

Estão CORRETAS as assertivas:

 

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Enunciado 2753128-1

Fonte: https://www.estudioceliobarbosa.com.br/2014/08/omar-ciano.html. Acesso em 12/12/2022.

Para nos comunicarmos de forma eficiente, é necessário, para além de dominarmos certas leis combinatórias mais gerais, entendermos que essas leis são frutos de determinada interação social. Considerando o texto e com base nos conceitos de variações linguísticas e níveis de linguagem, é CORRETO afirmar que:

 

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Texto

VIVENDO COM O LIXO

Há dez anos, dei-me conta de que o aparelho de fax em minha bancada de trabalho só estava servindo para ocupar espaço - suficiente para acomodar os quatro volumes do “Lello Universal", os três do “Webster's Dictionary” e os nove da “História da Literatura Ocidental”, de Otto Maria Carpeaux. Sei disso porque foi o que botei no lugar quando me livrei do bicho.

Custei a perceber que há muito ninguém me mandava mensagens por fax nem eu para ninguém. Não havia motivo para conservar o objeto que, apesar de meio úmido de maresia, ainda funcionava bem. Assim, dei-o para minha faxineira, que o aceitou empolgada - até concluir que, também para ela, aquele aparelho já era inútil, derrotado pelo e-mail. Perguntei-lhe outro dia o que tinha feito com o fax. Não se lembrava.

É o que vivo me perguntando: para onde vão esses aparelhos depois que morrem? Com os eletrodomésticos, é diferente: antes de ir para o ferro-velho, um liquidificador pode atravessar gerações, mesmo que bata abacate, amendoim e gelo de hora em hora. Mas celulares, torres, teclados, monitores, notebooks, mouses, baterias, pilhas têm de ser regularmente jogados fora, destino que também já atinge iPods, Kindles, Nooks etc. - esses, não por desgaste, mas por já superados. E para onde vão as embalagens de plástico disso tudo?

Por mais que os órgãos do ambiente lutem para que as empresas que produzem ou vendem lixo eletrônico o recebam de volta e lhe deem um fim adequado - chama-se a isto de “logística reversa"-, parte de seus componentes tóxicos continua entre nós, no ar ou na água. Donde não se espante se, numa dessas, seu café ou limonada vier temperado com mercúrio, chumbo, berílio, cádmio ou arsênico. Afinal, para onde quer que se mande esse veneno - reciclado ou não, ele não tem como deixar o planeta.

Ruy Castro. Folha de São Paulo:19/11/2012.

Figuras de linguagem são recursos que o autor utiliza para conseguir um determinado efeito na interpretação do leitor. Na passagem "E o que vivo me perguntando: para onde vão esses aparelhos depois que morrem?”, é possível apontar:

 

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Texto

VIVENDO COM O LIXO

Há dez anos [A], dei-me conta de que o aparelho de fax em minha bancada de trabalho só estava servindo para ocupar espaço - suficiente para acomodar os quatro volumes do “Lello Universal", os três do “Webster's Dictionary” e os nove da “História da Literatura Ocidental”, de Otto Maria Carpeaux. Sei disso porque foi o que botei no lugar quando me livrei do bicho.

Custei a perceber que há muito ninguém me mandava mensagens por fax nem eu para ninguém. Não havia motivo para conservar o objeto que, apesar de meio úmido de maresia, ainda funcionava bem. Assim, dei-o para minha faxineira, que o aceitou empolgada - até concluir que, também para ela, aquele aparelho já era inútil, derrotado pelo e-mail. Perguntei-lhe outro dia o que tinha feito com o fax. Não se lembrava.

É o que vivo me perguntando: para onde vão esses [B] aparelhos depois que morrem? Com os eletrodomésticos, é diferente: antes de ir para o ferro-velho, um liquidificador pode atravessar gerações, mesmo que bata abacate, amendoim e gelo de hora em hora. Mas celulares, torres, teclados, monitores, notebooks, mouses, baterias, pilhas têm de ser regularmente jogados fora, destino que também já atinge iPods, Kindles, Nooks etc. - esses [B], não por desgaste, mas por já superados. E para onde vão as embalagens de plástico disso tudo?

Por mais que os órgãos do ambiente lutem para que as empresas que produzem ou vendem lixo eletrônico o recebam de volta e lhe deem um fim adequado - chama-se a isto de “logística reversa"-, parte de seus componentes tóxicos continua entre nós, no ar ou na água. Donde [E] não se espante se, numa dessas, seu café ou limonada vier temperado com mercúrio, chumbo, berílio, cádmio ou arsênico. Afinal, para onde quer que se mande esse veneno - reciclado ou não, ele não tem como deixar o planeta.

Ruy Castro. Folha de São Paulo:19/11/2012.

Sobre o texto e suas partes, só NÃO é possível afirmar que:

 

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VIVENDO COM O LIXO

Há dez anos, dei-me conta de que o aparelho de fax em minha bancada de trabalho só estava servindo para ocupar espaço - suficiente para acomodar os quatro volumes do “Lello Universal", os três do “Webster's Dictionary” e os nove da “História da Literatura Ocidental”, de Otto Maria Carpeaux. Sei disso porque foi o que botei no lugar quando me livrei do bicho.

Custei a perceber que há muito ninguém me mandava mensagens por fax nem eu para ninguém. Não havia motivo para conservar o objeto que, apesar de meio úmido de maresia, ainda funcionava bem. Assim, dei-o para minha faxineira, que o aceitou empolgada - até concluir que, também para ela, aquele aparelho já era inútil, derrotado pelo e-mail. Perguntei-lhe outro dia o que tinha feito com o fax. Não se lembrava.

É o que vivo me perguntando: para onde vão esses aparelhos depois que morrem? Com os eletrodomésticos, é diferente: antes de ir para o ferro-velho, um liquidificador pode atravessar gerações, mesmo que bata abacate, amendoim e gelo de hora em hora. Mas celulares, torres, teclados, monitores, notebooks, mouses, baterias, pilhas têm de ser regularmente jogados fora, destino que também já atinge iPods, Kindles, Nooks etc. - esses, não por desgaste, mas por já superados. E para onde vão as embalagens de plástico disso tudo?

Por mais que os órgãos do ambiente lutem para que as empresas que produzem ou vendem lixo eletrônico o recebam de volta e lhe deem um fim adequado - chama-se a isto de “logística reversa"-, parte de seus componentes tóxicos continua entre nós, no ar ou na água. Donde não se espante se, numa dessas, seu café ou limonada vier temperado com mercúrio, chumbo, berílio, cádmio ou arsênico. Afinal, para onde quer que se mande esse veneno - reciclado ou não, ele não tem como deixar o planeta.

Ruy Castro. Folha de São Paulo:19/11/2012.

Considerando o texto, assinale a opção CORRETA:

 

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2753172 Ano: 2023
Disciplina: Física
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
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Dentre os aparelhos abaixo, assinale aquele que consiste numa aplicação direta do Efeito Doppler.

Questão Anulada

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