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Conforme Portaria Nº 2.117, de 6 de dezembro de 2019, que dispõe sobre a oferta de carga horária na modalidade de Ensino a Distância - EaD em cursos de graduação presenciais ofertados por Instituições de Educação Superior - IES pertencentes ao Sistema Federal de Ensino, julgue as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F).
I. ( ) As IES poderão introduzir a oferta de carga horária na modalidade de EaD na organização pedagógica e curricular de seus cursos de graduação presenciais, até o limite de 20% da carga horária total do curso.
II. ( ) Aintrodução de carga horária a distância em cursos presenciais fica condicionada à observância das Diretrizes Curriculares Nacionais - DCN dos Cursos de Graduação Superior, definidas pelo Conselho Nacional de Educação - CNE, quando houver.
III. ( ) O Projeto Pedagógico do Curso - PPC deve apresentar claramente, na matriz curricular, o percentual de carga horária a distância e indicar as metodologias a serem utilizadas, no momento do protocolo dos pedidos de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de curso.
IV. ( ) A oferta de carga horária a distância em cursos presenciais deverá incluir métodos e práticas de ensino- -aprendizagem que incorporem o uso integrado de Tecnologias de Informação e Comunicação - TIC para a realização dos objetivos pedagógicos, como material didático específico e para a mediação de docentes, tutores e profissionais da educação com formação e qualificação em nível compatível com o previsto no PPC e no plano de ensino da disciplina.
V. ( ) Na fase de Parecer Final dos processos de autorização de cursos presenciais, a possibilidade da oferta de carga horária a distância, até o limite de 40% da carga horária total do curso, além dos critérios estabelecidos pela Portaria Normativa MEC nº 20, de 21 de dezembro de 2017, está sujeita à obtenção, pelo curso, de conceito cinco em todos os indicadores a seguir: I - Metodologia; II - Atividades de tutoria; III - Ambiente Virtual de Aprendizagem - AVA; e IV - Tecnologias de Informação e Comunicação - TIC.
Sobre as afirmativas anteriores:
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José Carlos Libâneo, no Capítulo 10, "O planejamento escolar" (p. 221-247), da obra Didática (1990), aborda elementos dos planos da escola, planos de ensino e planos de aulas. Marque abaixo a opção CORRETA, considerando as especificidades de cada um dos planos:
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Conforme previsto no Art. 4º da Resolução Nº 7, de 18 de dezembro de 2018, “As atividades de extensão devem compor, no mínimo, do total da carga horária curricular estudantil dos cursos de , as quais deverão fazer parte da matriz curricular dos cursos”.
Marque a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas.
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Maria Luiza Belloni (2005, p.10) disserta que “a escola deve integrar as tecnologias de informação e comunicação porque elas já estão presentes e influentes em todas as esferas da vida social, cabendo à escola, especialmente à escola pública, atuar no sentido de compensar as terríveis desigualdades sociais e regionais que o acesso desigual a estas máquinas está gerando”.
Ela aponta que, para tanto, será preciso “investimentos significativos e transformações radicais em”:
I. formação e preparação de professores voltados para a área de tecnologias da informação.
II. pesquisas voltadas para metodologias e nanotecnologia.
III. materiais didáticos e pedagógicos para as aulas de tecnologias da informação.
IV. modos de seleção, aquisição e acessibilidade de equipamentos.
V. criatividade.
Nesse contexto, podemos AFIRMAR que apenas as alternativas:
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Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a lacuna no parágrafo a seguir.
Angelo Dalmás, educador brasileiro, em sua obra Planejamento Participativo na Escola: Elaboração, Acompanhamento e Avaliação (1994, p. 62), citando GANDIN (1991, p.8), apresenta etapas importantes que servem à organização e consolidação do processo de planejamento global de uma escola. São elas: preparação; elaboração do plano global a médio prazo (elaboração do Marco Referencial; elaboração do Diagnóstico; elaboração da programação; revisão geral); elaboração dos planos globais a curto prazo; e elaboração dos planos setoriais. Já sobre as dificuldades que podem surgir no acompanhamento do plano global, ele destaca a :
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Parece-me que, para resolver essas questões, é preciso dar dois passos sempre. O primeiro é a lei; o segundo, o estabelecimento de políticas públicas que a efetivem. Quanto tempo decorre entre um passo e o outro é definido pela capacidade de intervenção dos movimentos e a permeabilidade que tais intervenções encontrem nos governos. Fundamental é saber que, do discurso de escola sem distinção, chegamos à escola que começa a distinguir para compensar processos desiguais entre a população brasileira. Não tratamos aqui de cotas para negros nas universidades, que têm ocupado significativo espaço na mídia e em artigos acadêmicos, e sobre as quais já existem várias leis estaduais que poderíamos estudar. São, afinal, muitas possibilidades que as leis educacionais criam ao mencionar a questão de raça e merecem de nós, pesquisadores, uma investigação que este ensaio apenas começou. (DIAS, 2005, p. 60)
O enunciado acima faz parte de uma reflexão de Lucimar Rosa Dias (2005) sobre a questão de raça nas leis educacionais. Sobre a questão étnico-racial no Brasil, é correto afirmar que:
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Marque a alternativa que completa CORRETAMENTE a afirmação a seguir.
A gestão democrática do ensino público no Brasil está prevista na Constituição Federal de 1988 e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional/LDB (Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996), que, em seu Art. 14, dispõe que os sistemas de ensino estabeleçam normas para a gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e os seguintes princípios:
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De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República (2018), a redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige comunicações oficiais e atos normativos.
(Fonte: BRASIL. Presidência da República. Manual de Redação da Presidência da República. 3 ed., 2018, p. 16)
A esse respeito, as comunicações oficiais e atos normativos caracterizam-se por alguns atributos próprios, EXCETO:
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Enumere a segunda coluna de acordo com a primeira.
| 1. Charles Coffin Jewett (1816-1868) |
( ) Apresentou um código composto por trinta e nove regras que foram elaboradas com grande cuidado a partir das regras adotadas na compilação do catálogo do British Museum. |
| 2. Antonio Panizzi (1797-1879) |
( ) Defende que as regras de catalogação devem basear-se em dois elementos: nome do autor e título, pois são os meios mais importantes usados pelos usuários para identificar uma obra, o que leva à compreensão de que: a) obras cujos autores são conhecidos devem ser inseridas sob seus autores; b) aquelas cujos autores não são identificados devem ser inscritas sob seus títulos. |
| 3. Charles Ammi Cutter (1837-1903) |
( ) Considerou o livro uma junção de entidades, que não existe de forma isolada ou apenas física. Assim, além das referências cruzadas, que deveriam ser usadas sempre que necessário, a representação de um determinado livro também não deveria ser feita de forma disjunta, mas integrada às demais expressões e manifestações da obra constante em um livro. |
| 4. Seymour Lubetzky (1898-2003) |
( ) Apresentou 368 regras para a elaboração de catálogos. Coloca que a elaboração de um catálogo deve objetivar a localização de obras e baseou suas ideias no modo como o usuário de uma biblioteca procura por informações. |
| 5. Shiyali R. Ranganathan (1892-1972) |
( ) Pensava em um modelo de controle bibliográfico baseado em um sistema internacional de intercâmbio de dados catalográficos. Vale lembrar que ele foi idealizador da catalogação na fonte. |
Marque a alternativa com a ordem CORRETA:
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Assinale a alternativa CORRETA acerca da disseminação seletiva da informação (DSI):
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