Magna Concursos

Foram encontradas 330 questões.

3780420 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT

Leia o Texto I para responder a questão abaixo.

O fim da superpopulação

 

As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]

 

Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada. O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.

 

“Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera”, adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra.”

 

O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à “redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.

 

E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.

 

[...]

 

Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.

 

Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]

 

Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada “taxa de reposição”, que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa o número de indivíduos que não geram descendentes).

 

[...]

 

Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.

 

No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

 

[...]

 

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.

 

Quanto à acentuação gráfica, assinale a alternativa cujas palavras são todas proparoxítonas:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3780419 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT

Leia o Texto I para responder a questão abaixo.

O fim da superpopulação

 

As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]

 

Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada. O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.

 

“Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera”, adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra.”

 

O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à “redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.

 

E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.

 

[...]

 

Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.

 

Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]

 

Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada “taxa de reposição”, que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa o número de indivíduos que não geram descendentes).

 

[...]

 

Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.

 

No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

 

[...]

 

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.

 

Nas alternativas abaixo, o uso da vírgula, nas expressões em destaque, ocorre devido às mesmas razões sintáticas, EXCETO em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3780418 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT

Leia o Texto I para responder a questão abaixo.

O fim da superpopulação

 

As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]

 

Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela décadaa, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada. O grupo, que ficou conhecido como Clube de Romab (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.

 

“Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera”, adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra.”

 

O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à “redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.

 

E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.

 

[...]

 

Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturaisc.

 

Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]

 

Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendod. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada “taxa de reposição”, que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa o número de indivíduos que não geram descendentes).

 

[...]

 

Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.

 

No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

 

[...]

 

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.

 

Coesão textual é o recurso utilizado na produção dos textos, permitindo a articulação entre as suas partes. A esse respeito, identifica-se que estão corretas as alternativas, EXCETO:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3780417 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT

Leia o Texto I para responder a questão abaixo.

O fim da superpopulação

 

As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]

 

Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada. O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.

 

“Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera”, adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra.”

 

O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à “redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.

 

E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.

 

[...]

 

Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.

 

Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]

 

Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada “taxa de reposição”, que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa o número de indivíduos que não geram descendentes).

 

[...]

 

Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.

 

No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

 

[...]

 

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.

 

Pode-se afirmar sobre a estrutura textual do gênero a que se refere o Texto I, EXCETO:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3780416 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
Provas:

O Texto IV serve de base para responder à questão.

Consoada

Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
- Alô, iniludível!
O meu dia foi bom, pode a noite descer.
(A noite com os seus sortilégios.)
Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,
A mesa posta,
Com cada coisa em seu lugar.

(Manuel Bandeira)

 

Acerca do Texto IV, assinale a alternativa INCORRETA:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3780415 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
Provas:

O Texto IV serve de base para responder à questão.

TEXTO IV

Consoada

Quando a Indesejada das gentes chegar

(Não sei se dura ou caroável),

talvez eu tenha medo.

Talvez sorria, ou diga:

- Alô, iniludível!

O meu dia foi bom, pode a noite descer.

(A noite com os seus sortilégios.)

Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,

A mesa posta,

Com cada coisa em seu lugar.

(Manuel Bandeira)

Acerca do texto IV, analise as assertivas e marque a alternativa CORRETA:

I. Nos primeiros versos do poema, o eu lírico expressa incertezas de como agirá quando o seu destino inevitável chegar.
II. Nos últimos versos do poema, o eu lírico mostra que nunca estará preparado para seu inevitável destino.
III. O eu lírico deseja que a noite chegue logo e, assim, a visita indesejada possa ir embora. IV. Por se tratar de um poema, a função da linguagem predominante no texto é a função emotiva.

Está CORRETO o que se afirma em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3780414 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
Provas:
O Texto III serve de base para responder à questão.
TEXTO III
O analfabetismo funcional corresponde à condição do indivíduo que, apesar de ser capaz de reconhecer letras e números, não consegue interpretar e utilizar a informação escrita de maneira eficaz em seu cotidiano, e isso pode, inclusive, impedir que organize o pensamento e se expresse com lógica e coerência, tornando-se, então, um fator limitante para o desenvolvimento pessoal e social. 
    O analfabeto funcional tem uma alfabetização rudimentar, permitindo-lhe localizar uma informação explícita em textos curtos e familiares - por exemplo, um post de rede social, um anúncio ou pequena carta. Ele é capaz ainda de ler e escrever números usuais e realizar operações simples, como manusear dinheiro para o pagamento de pequenas quantias ou fazer medidas de comprimento usando a fita métrica. No entanto, a pessoa nessa condição é incapaz de realizar tarefas mais difíceis como, por exemplo, selecionar em textos de extensão média uma ou mais unidades de informação, observando certas condições e realizando pequenas inferências. Além disso, não consegue resolver problemas envolvendo operações básicas com números da ordem do milhar, que exigem certo grau de planejamento e controle, nem relacionar informações numéricas ou textuais expressas em gráficos ou tabelas simples, envolvendo situações de contexto cotidiano doméstico ou social.
    A desvalorização da leitura na sociedade, poucos investimentos na escolarização básica e a baixa qualidade na educação, especialmente nas regiões mais atingidas pelas desigualdades sociais, podem ser responsabilizadas pelo analfabetismo funcional.
    A qualidade da educação é um fator crucial. Escolas que não conseguem proporcionar um ensino eficaz de leitura e escrita contribuem significativamente para o analfabetismo funcional. Muitos alunos passam pelo sistema educacional sem desenvolver plenamente suas habilidades de interpretação e análise de textos, o que é evidenciado pelos altos índices de analfabetismo funcional até mesmo entre aqueles que completam o ensino médio.
    A ausência de políticas públicas eficazes para combater o analfabetismo funcional também tem responsabilidade significativa. Não somente devido a programas de alfabetização que, muitas vezes, não são implementados de forma contínua e abrangente, mas também pela falta de campanhas de incentivo à leitura e à escrita. Ademais, a desvalorização da educação por parte do governo agrava ainda mais o problema.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/analfabetismo-funcional.htm. Acesso em: 05 jul. 2024. Adaptado.
Assinale a alternativa na qual a ideia expressa pelos termos destacados está CORRETAMENTE identificada entre parênteses:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3780413 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
Provas:
O Texto III serve de base para responder à questão.
TEXTO III
O analfabetismo funcional corresponde à condição do indivíduo que, apesar de ser capaz de reconhecer letras e números, não consegue interpretar e utilizar a informação escrita de maneira eficaz em seu cotidiano, e isso pode, inclusive, impedir que organize o pensamento e se expresse com lógica e coerência, tornando-se, então, um fator limitante para o desenvolvimento pessoal e social. 
    O analfabeto funcional tem uma alfabetização rudimentar, permitindo-lhe localizar uma informação explícita em textos curtos e familiares - por exemplo, um post de rede social, um anúncio ou pequena carta. Ele é capaz ainda de ler e escrever números usuais e realizar operações simples, como manusear dinheiro para o pagamento de pequenas quantias ou fazer medidas de comprimento usando a fita métrica. No entanto, a pessoa nessa condição é incapaz de realizar tarefas mais difíceis como, por exemplo, selecionar em textos de extensão média uma ou mais unidades de informação, observando certas condições e realizando pequenas inferências. Além disso, não consegue resolver problemas envolvendo operações básicas com números da ordem do milhar, que exigem certo grau de planejamento e controle, nem relacionar informações numéricas ou textuais expressas em gráficos ou tabelas simples, envolvendo situações de contexto cotidiano doméstico ou social.
    A desvalorização da leitura na sociedade, poucos investimentos na escolarização básica e a baixa qualidade na educação, especialmente nas regiões mais atingidas pelas desigualdades sociais, podem ser responsabilizadas pelo analfabetismo funcional.
    A qualidade da educação é um fator crucial. Escolas que não conseguem proporcionar um ensino eficaz de leitura e escrita contribuem significativamente para o analfabetismo funcional. Muitos alunos passam pelo sistema educacional sem desenvolver plenamente suas habilidades de interpretação e análise de textos, o que é evidenciado pelos altos índices de analfabetismo funcional até mesmo entre aqueles que completam o ensino médio.
    A ausência de políticas públicas eficazes para combater o analfabetismo funcional também tem responsabilidade significativa. Não somente devido a programas de alfabetização que, muitas vezes, não são implementados de forma contínua e abrangente, mas também pela falta de campanhas de incentivo à leitura e à escrita. Ademais, a desvalorização da educação por parte do governo agrava ainda mais o problema.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/analfabetismo-funcional.htm. Acesso em: 05 jul. 2024. Adaptado.
Analise como verdadeiras (V) ou falsas (F) as assertivas acerca do texto III e marque a alternativa CORRETA.

( ) Os dois primeiros parágrafos conceituam e exemplificam o analfabetismo funcional.
( ) Os três últimos parágrafos apresentam as causas do analfabetismo funcional.
( ) O problema do analfabetismo funcional não é perpassado pelas desigualdades sociais.
( ) São causas do analfabetismo funcional: a desvalorização da leitura na sociedade, poucos investimentos na escolarização básica e a baixa qualidade na educação.
( ) O problema do analfabetismo funcional não tem qualquer relação com a desvalorização da educação.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3780412 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
Provas:
O Texto III serve de base para responder à questão.
TEXTO III
O analfabetismo funcional corresponde à condição do indivíduo que, apesar de ser capaz de reconhecer letras e números, não consegue interpretar e utilizar a informação escrita de maneira eficaz em seu cotidiano, e isso pode, inclusive, impedir que organize o pensamento e se expresse com lógica e coerência, tornando-se, então, um fator limitante para o desenvolvimento pessoal e social. 
    O analfabeto funcional tem uma alfabetização rudimentar, permitindo-lhe localizar uma informação explícita em textos curtos e familiares - por exemplo, um post de rede social, um anúncio ou pequena carta. Ele é capaz ainda de ler e escrever números usuais e realizar operações simples, como manusear dinheiro para o pagamento de pequenas quantias ou fazer medidas de comprimento usando a fita métrica. No entanto, a pessoa nessa condição é incapaz de realizar tarefas mais difíceis como, por exemplo, selecionar em textos de extensão média uma ou mais unidades de informação, observando certas condições e realizando pequenas inferências. Além disso, não consegue resolver problemas envolvendo operações básicas com números da ordem do milhar, que exigem certo grau de planejamento e controle, nem relacionar informações numéricas ou textuais expressas em gráficos ou tabelas simples, envolvendo situações de contexto cotidiano doméstico ou social.
    A desvalorização da leitura na sociedade, poucos investimentos na escolarização básica e a baixa qualidade na educação, especialmente nas regiões mais atingidas pelas desigualdades sociais, podem ser responsabilizadas pelo analfabetismo funcional.
    A qualidade da educação é um fator crucial. Escolas que não conseguem proporcionar um ensino eficaz de leitura e escrita contribuem significativamente para o analfabetismo funcional. Muitos alunos passam pelo sistema educacional sem desenvolver plenamente suas habilidades de interpretação e análise de textos, o que é evidenciado pelos altos índices de analfabetismo funcional até mesmo entre aqueles que completam o ensino médio.
    A ausência de políticas públicas eficazes para combater o analfabetismo funcional também tem responsabilidade significativa. Não somente devido a programas de alfabetização que, muitas vezes, não são implementados de forma contínua e abrangente, mas também pela falta de campanhas de incentivo à leitura e à escrita. Ademais, a desvalorização da educação por parte do governo agrava ainda mais o problema.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/analfabetismo-funcional.htm. Acesso em: 05 jul. 2024. Adaptado.
Algumas inferências podem ser feitas a partir da leitura do Texto III, EXCETO que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3780411 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
Provas:
O Texto II serve de base para responder à questão.
TEXTO II
    Na publicação Síntese de Indicadores Sociais, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2022, é sistematizado um conjunto de informações sobre a realidade social brasileira. Os indicadores ilustram a heterogeneidade da sociedade sob a perspectiva das desigualdades sociais e, de modo geral, demonstram que todas as Grandes Regiões do Brasil registraram aumento da extrema pobreza em 2021. Pelos critérios do Banco Mundial, cerca de 29,4% da população do Brasil estavam em situação de pobreza e 8,4%, de extrema pobreza, sendo esses os maiores percentuais de ambos os grupos desde o início da série, em 2012. O índice de Gini, indicador que permite analisar o nível de igualdade ou desigualdade de uma região ou de um país, teve seu valor elevado e atingiu o segundo maior patamar da série. Com esses resultados, o Brasil permanece entre os países mais desiguais do mundo. Além disso, a urbanização desigual e acelerada resultou na expansão e no agravamento de diversos problemas socioambientais. São evidentes as desigualdades territoriais no acesso a áreas com infraestrutura adequada nas cidades brasileiras. É na periferia, marcada pela estratificação e segregação socioespacial, que se consolida a exclusão da população vulnerabilizada socioeconomicamente.
Disponível em: https://agenciadenoti cias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noti cias/noticias/35687-em-2021-pobreza-temaumento-recorde-e-atinge-62-5-milhoes-de-pessoas-maior-nivel-desde-2012.Acesso em: 9 jul. 2024 (adaptado).
Considerando o contexto dado pelo texto Il e os termos sublinhados, analise se a primeira palavra ou expressãopode ser substituída pela segunda, sem que haja prejuízo quanto ao sentido do referido texto e marque aalternativa CORREТA.

I. cerca de → aproximadamente
II. além disso → outrossim
III. perspectiva → propósito
IV. esses → tais (em ambas as ocorrências)
V. quena → qual

Está CORRETO o que se afirma em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas