Foram encontradas 40 questões.
Considere a planilha abaixo do Microsoft Excel 2007 (idioma português).

Sobre a planilha, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) De acordo com o valor exibido na célula D1, seu conteúdo pode ser a fórmula =SOMA(A1;B1;B2;A2)
( ) O conteúdo da célula D3, de acordo com o valor exibido, pode ser a fórmula =SE(A1>B2;A2;B1)
( ) Analisando o valor apresentado na célula D2, seu conteúdo pode ser a fórmula =MÉDIA(A1;B2)
( ) O conteúdo da célula D1, com base no valor exibido, pode ser a fórmula =SOMA(A1:B2)
Assinale a sequência correta.
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Para a telenovela Amor à vida, Walcyr Carrasco criou o protagonista Felix, com falas que apresentam humor sarcástico e uso de bordões humorados. As citações presentes nos bordões fazem com que os telespectadores realizem a intertextualidade com fatos e elementos bíblicos já conhecidos, facilitando a compreensão imediata e valorizando o humor sarcástico do personagem.
(CUNHA, D. S. e WAGNER, L.R. In Revista Língua Portuguesa, n.º 96, outubro de 2013. Adaptado.)
Assinale a leitura possível do bordão dado, usado por esse personagem.
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Ontem, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou 23 anos. Criado pela Lei 8.069, no dia 13 de julho de 1990, o ECA foi instituído com o objetivo de garantir a proteção integral da criança e do adolescente.
Ao longo desses anos, avanços importantes foram alcançados. Ampliação do acesso à educação, redução da mortalidade e do trabalho infantil, a normatização da lei do menor aprendiz e a regulamentação da execução das medidas socioeducativas, entre outras.
Em todo país, ainda há meninos e meninas fora da escola. Em Mato Grosso, por exemplo, há mais de 70 mil adolescentes entre 14 e 17 anos que desempenham alguma atividade ilegal e, em sua maioria, de forma precária. Em Cuiabá, o número atinge 8 mil, e isso representa 10% do total de meninos e meninas na mesma faixa etária residentes na capital.
Sobre a concordância e a regência no texto, assinale a afirmativa correta.
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TRÊS SENHORAS SENTADAS
Eram três mulheres de uns 50 anos, simples, robustas, cansadas e suadas, esperando ônibus no Rio havia mais de uma hora. Calor, desconforto. A van que costumavam usar a caminho de seu emprego fora desativada com outras. Problema nas vans? Em vez de corrigir, a gente suspende tudo. O povo que se vire.
Mas não conseguiam se virar as três senhoras cansadas. Finalmente um ônibus para; por uma raríssima exceção, não está lotado. Deve ter passado a hora do pico. As três entram, depois aparecem em janelas acenando para a câmera da TV com a folha de papel com que se abanavam na rua. Felizes, lustrosas, risonhas: conseguiram um lugar para sentar, coisa mais difícil do que cair dinheiro do céu. Nós somos essas pessoas que ficam felizes por poder se sentar em mais uma longa, quente, infernal viagem até seu trabalho — aonde chegariam atrasadas, com desconto, xingação, qualquer coisa. Mas estamos acostumados.
A gente abre o jornal de manhã e liga a televisão: notícias, apesar de seguidamente prometermos a nós mesmos não envenenar mais a alma ao começar o dia com o atroz desfile de barbaridades econômicas, policiais ou éticas. O que penso que seja burrice nossa, no entanto ninguém é perfeito. As novidades são violentas: um dos monstros assassinos que queimaram viva uma dentista de classe média, que sustentava pais velhos e irmã deficiente trabalhando num consultório no fundo da casa, confessou o ato e é menor de idade. Vai passar um tempinho numa casa socioeducativa?
No âmbito da educação, mais espanto: as universidades não precisam mais exigir título de mestrado ou doutorado para seus professores. A desculpa é que profissionais brilhantes conseguem ensinar sem esse título. Minha sugestão seria, em lugar de baixar ainda mais o nível, nesses casos raríssimos apelar para o “notório saber”… Mas receio que o autor dessa maravilha ignore o que é isso.
Nestes mesmos dias, anunciou-se outra dessas propostas que pululam feito moscas na carniça: o Supremo não seria mais supremo, mas submetido em várias coisas à análise e aprovação do Congresso.
[...] Será o fascismo se instalando, a Justiça nas mãos de deputados e senadores nem sempre votados — tem gente que ocupa o lugar como suplente, sem um voto que seja. Vários deles, aliás, réus condenados, mas que por um desses nossos absurdos continuam na tribuna, votando, dando ordens, quando deviam estar recolhidos.
[...]
Enquanto escrevo esta coluna, parece que a nova proposta de reduzir o nível já inferior do nosso ensino superior será arquivada: resta-nos alguma lucidez. O plano de amordaçar a imprensa anda quieto, mas voltará a rosnar. E o projeto de castrar o Supremo, o último reduto de moralidade e respeito, também será engavetado: continuamos uma democracia.
Bom, se com ele engavetassem a mentira, a roubalheira, a impunidade, a insegurança. Eis a nossa perplexidade: o que vão querer nos impingir, mas esconder por breve tempo, se a gente reclamar mais alto? As três mulheres sentadas no ônibus representam um instante de alívio. Breve trégua, até a próxima tentativa.
(LUFT, Lya. Veja, 16 de maio de 2013.)
Muitas vezes, os escritores utilizam o recurso de dizer algo de modo implícito, ou seja, cabe ao leitor com seu conhecimento de mundo fazer uma leitura competente. Marque V para as leituras possíveis dos trechos dados e F para as não possíveis.
( ) Supremo, o último reduto de moralidade e respeito !$ \rightarrow !$ Outros órgãos ou instituições governamentais não trabalham com base na moral e respeito.
( ) Finalmente um ônibus para; por uma raríssima exceção, não está lotado !$ \rightarrow !$ É comum ônibus circularem repletos de passageiros.
( ) Em vez de corrigir, a gente suspende tudo !$ \rightarrow !$ A correção de um erro consiste em eliminar a causa do que está sendo considerado errado.
( ) parece que a nova proposta de reduzir o nível já inferior do nosso ensino superior será arquivada: resta-nos alguma lucidez !$ \rightarrow !$ Os responsáveis pela proposta de não exigir mestrado ou doutorado para se tornar professor universitário recuaram da ideia.
Assinale a sequência correta.
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(http://marcfernandez.blog.lides. Acesso em 18/06/2013.)
Sobre o anúncio, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O mundo diversificado não é visto nitidamente enquanto o homem usar vendas nos olhos.
( ) No texto, há preocupação com um único foco de preconceito e as pessoas vendadas representam diferentes faixas etárias.
( ) O preconceito está intimamente ligado à desinformação, metaforicamente mostrada no texto.
( ) O texto sugere pessoas tentando tirar as vendas, ou seja, enxergar o mundo sem preconceitos.
Assinale a sequência correta.
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Ao se digitar um documento no LibreOffice Write 4.0.4 (idioma português), pode-se criar um índice para facilitar a localização de determinados conteúdos no texto. Assinale a alternativa que apresenta o nome do menu no qual está localizado esse recurso.
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TRÊS SENHORAS SENTADAS
Eram três mulheres de uns 50 anos, simples, robustas, cansadas e suadas, esperando ônibus no Rio havia mais de uma hora. Calor, desconforto. A van que costumavam usar a caminho de seu emprego fora desativada com outras. Problema nas vans? Em vez de corrigir, a gente suspende tudo. O povo que se vire.
Mas não conseguiam se virar as três senhoras cansadas. Finalmente um ônibus para; por uma raríssima exceção, não está lotado. Deve ter passado a hora do pico. As três entram, depois aparecem em janelas acenando para a câmera da TV com a folha de papel com que se abanavam na rua. Felizes, lustrosas, risonhas: conseguiram um lugar para sentar, coisa mais difícil do que cair dinheiro do céu. Nós somos essas pessoas que ficam felizes por poder se sentar em mais uma longa, quente, infernal viagem até seu trabalho — aonde chegariam atrasadas, com desconto, xingação, qualquer coisa. Mas estamos acostumados.
A gente abre o jornal de manhã e liga a televisão: notícias, apesar de seguidamente prometermos a nós mesmos não envenenar mais a alma ao começar o dia com o atroz desfile de barbaridades econômicas, policiais ou éticas. O que penso que seja burrice nossa, no entanto ninguém é perfeito. As novidades são violentas: um dos monstros assassinos que queimaram viva uma dentista de classe média, que sustentava(b) pais velhos e irmã deficiente trabalhando num consultório no fundo da casa, confessou o ato e é menor de idade. Vai passar um tempinho numa casa socioeducativa?
No âmbito da educação, mais espanto: as universidades não precisam mais exigir título de mestrado ou doutorado para seus professores. A desculpa é que profissionais brilhantes conseguem ensinar sem esse título. Minha sugestão seria, em lugar de baixar ainda mais o nível, nesses casos raríssimos apelar para o “notório saber”… Mas receio que o autor dessa maravilha ignore o que é isso.
Nestes mesmos dias, anunciou-se outra dessas propostas que pululam feito moscas na carniça: o Supremo não seria mais supremo, mas submetido em várias coisas à análise e aprovação do Congresso.
[...] Será o fascismo se instalando, a Justiça nas mãos de deputados e senadores nem sempre votados — tem gente que ocupa o lugar como suplente, sem um voto que seja. Vários deles, aliás, réus condenados, mas que por um desses nossos absurdos continuam na tribuna, votando, dando ordens, quando deviam estar recolhidos.
[...]
Enquanto escrevo(d) esta coluna, parece que a nova proposta de reduzir o nível já inferior do nosso ensino superior será arquivada: resta-nos alguma lucidez. O plano de amordaçar a imprensa anda quieto, mas voltará a rosnar. E o projeto de castrar o Supremo, o último reduto de moralidade e respeito, também será engavetado:(a) continuamos uma democracia.
Bom, se com ele engavetassem(a) a mentira, a roubalheira, a impunidade, a insegurança. Eis a nossa perplexidade: o que vão querer(c) nos impingir, mas esconder por breve tempo, se a gente reclamar mais alto? As três mulheres sentadas no ônibus representam um instante de alívio. Breve trégua, até a próxima tentativa.
(LUFT, Lya. Veja, 16 de maio de 2013.)
Sobre formas verbais utilizadas no texto, assinale a afirmativa INCORRETA.
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TRÊS SENHORAS SENTADAS
Eram três mulheres de uns 50 anos, simples, robustas, cansadas e suadas, esperando ônibus no Rio havia mais de uma hora. Calor, desconforto. A van que costumavam usar a caminho de seu emprego fora desativada com outras. Problema nas vans? Em vez de corrigir, a gente suspende tudo. O povo que se vire.
Mas não conseguiam se virar as três senhoras cansadas. Finalmente um ônibus para; por uma raríssima exceção, não está lotado. Deve ter passado a hora do pico. As três entram, depois aparecem em janelas acenando para a câmera da TV com a folha de papel com que se abanavam na rua. Felizes, lustrosas, risonhas: conseguiram um lugar para sentar, coisa mais difícil do que cair dinheiro do céu. Nós somos essas pessoas que ficam felizes por poder se sentar em mais uma longa, quente, infernal viagem até seu trabalho — aonde chegariam atrasadas, com desconto, xingação, qualquer coisa. Mas estamos acostumados.
A gente abre o jornal de manhã e liga a televisão: notícias, apesar de seguidamente prometermos a nós mesmos não envenenar mais a alma ao começar o dia com o atroz desfile de barbaridades econômicas, policiais ou éticas. O que penso que seja burrice nossa, no entanto ninguém é perfeito. As novidades são violentas: um dos monstros assassinos que queimaram viva uma dentista de classe média, que sustentava pais velhos e irmã deficiente trabalhando num consultório no fundo da casa, confessou o ato e é menor de idade. Vai passar um tempinho numa casa socioeducativa?
No âmbito da educação, mais espanto: as universidades não precisam mais exigir título de mestrado ou doutorado para seus professores. A desculpa é que profissionais brilhantes conseguem ensinar sem esse título. Minha sugestão seria, em lugar de baixar ainda mais o nível, nesses casos raríssimos apelar para o “notório saber”… Mas receio que o autor dessa maravilha ignore o que é isso.
Nestes mesmos dias, anunciou-se outra dessas propostas que pululam feito moscas na carniça: o Supremo não seria mais supremo, mas submetido em várias coisas à análise e aprovação do Congresso.
[...] Será o fascismo se instalando, a Justiça nas mãos de deputados e senadores nem sempre votados — tem gente que ocupa o lugar como suplente, sem um voto que seja. Vários deles, aliás, réus condenados, mas que por um desses nossos absurdos continuam na tribuna, votando, dando ordens, quando deviam estar recolhidos.
[...]
Enquanto escrevo esta coluna, parece que a nova proposta de reduzir o nível já inferior do nosso ensino superior será arquivada: resta-nos alguma lucidez. O plano de amordaçar a imprensa anda quieto, mas voltará a rosnar. E o projeto de castrar o Supremo, o último reduto de moralidade e respeito, também será engavetado: continuamos uma democracia.
Bom, se com ele engavetassem a mentira, a roubalheira, a impunidade, a insegurança. Eis a nossa perplexidade: o que vão querer nos impingir, mas esconder por breve tempo, se a gente reclamar mais alto? As três mulheres sentadas no ônibus representam um instante de alívio. Breve trégua, até a próxima tentativa.
(LUFT, Lya. Veja, 16 de maio de 2013.)
Assinale a alternativa que apresenta trechos do texto em que as vírgulas NÃO estão empregadas pela mesma razão gramatical.
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As relações de sentido que as palavras apresentam em um texto podem ser muito variadas. Sobre a correlação entre o conceito dado e os termos que o exemplificam, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Palavras parônimas apresentam grafia e pronúncia semelhantes, mas significado diferente. !$ \rightarrow !$ eminente/iminente, aprender/apreender.
( ) Palavras homônimas têm o mesmo som ou a mesma forma, mas significado diferente. !$ \rightarrow !$ mandado/mandato, comprimento/cumprimento.
( ) Palavras antônimas apresentam significados contrários. !$ \rightarrow !$ diferir/deferir, tráfego/tráfico.
( ) Palavras sinônimas têm significado semelhante, representam praticamente a mesma ideia. !$ \rightarrow !$ adversário/antagonista, colóquio/diálogo.
Assinale a sequência correta.
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Ao Sr. Pró-Reitor Administrativo
Assunto: Compra. Instalação de um piano no auditório do IM
1. Nos termos do Plano Institucional, solicito a Vossa Excelência que autorize a ordenação de compra e imediata instalação de dois pianos no Auditório do Instituto de Música.
2. Sem explicitar maiores detalhes técnicos, acrescento apenas que os músicos aguardam que os instrumentos sejam os da marca indicada e devidamente afinados.
3. Devo mencionar, por fim, que há muito essa solicitação vem sendo feita e o resultado junto ao público será o prestígio de nossa instituição e a qualidade dos serviços artísticos prestados.
Atenciosamente,
Sobre o documento acima, analise as afirmativas.
I - O remetente e o destinatário pertencem à mesma instituição, daí tratar-se de uma forma de comunicação eminentemente interna.
II - Esse memorando segue o modelo do padrão ofício, com a diferença de que o destinatário foi mencionado pelo cargo que ocupa.
III - Por ser modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, o memorando dispensa numeração e vocativo.
Está correto o que se afirma em
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