Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

2705023 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: IF-PA

Considere a função !$ f: \mathfrak{R} \rightarrow \mathfrak{R} !$, definida por !$ f(x)=-{\large{3 \over 2}}x+3 !$, cujo gráfico está representado a seguir:

Enunciado 2823720-1

Analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. !$ f(x)= 0 \Leftrightarrow x=3 !$.

II. !$ f(x)>0 !$, para !$ x < 2 !$.

III. !$ f !$ é decrescente.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2705022 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: IF-PA

Em um dos departamentos de uma instituição de ensino, há um lote contendo pastas nas cores verde e vermelha. Sabe-se que há 8 pastas vermelhas a menos do que o triplo de pastas verdes, e há 3 pastas verdes a menos do que a metade de pastas vermelhas. Nessas condições, o total de pastas desse lote é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2705020 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: IF-PA

Sejam P: o conjunto dos polígonos; G: o conjunto dos aralelogramos; L: o conjunto dos losangos; R: o conjunto dos retângulos e Q: o conjunto dos quadrados. Analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. !$ L ∩ Q= R !$

II. !$ L \cup G=R !$

III. !$ Q \cap L=Q !$

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2705018 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: IF-PA

Uma barra de sabão tem a forma de um paralelepípedo reto retângulo, cujo volume é de 192 cm3. Cortando-a ao meio no sentido do comprimento, da largura e da altura, qual o volume de cada pedaço?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2705017 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: IF-PA

Com base nas matrizes abaixo, assinale a alternativa correta.

!$ A= \begin{pmatrix}1 & 2 & 0 \\0 & 1 & 0 \\ 1 & 0 & 1 \end{pmatrix} !$ e !$ B= \begin{pmatrix}1 & 0 \\ 0 & -1 \\ 1 & -1 \end{pmatrix} !$,

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2705016 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: IF-PA

As medidas dos lados de um triângulo são expressas por !$ (3x+1) !$, !$ 3x !$ e !$ (x^2-5) !$, em metros, formam, nessa ordem, uma progressão aritmética (P.A.). O perímetro desse triângulo mede

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2705013 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-PA

Literatura de Cordel

A história da literatura de cordel começa com o romanceiro luso-espanhol da Idade Média e do Renascimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, lá chamados de cordéis. Inicialmente, eles também continham peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536). Foram os portugueses que trouxeram o cordel para o Brasil desde o início da colonização. Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com características próprias daqui. Os temas incluem desde fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas, temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900- 1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883- 1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.

No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.

Os poetas Leandro Gomes de Barros (1865-1918) e João Martins de Athayde (1880-1959) estão entre os principais autores do passado.

Este tipo de literatura apresenta vários aspectos interessantes e dignos de destaque. As suas gravuras, chamadas xilogravuras, representam um importante espólio do imaginário popular.

Pelo fato de funcionar como divulgadora da arte do cotidiano, das tradições populares e dos autores locais (lembre-se a vitalidade deste gênero ainda no nordeste do Brasil), a literatura de cordel é de inestimável importância na manutenção das identidades locais e das tradições literárias regionais, contribuindo para a manutenção do folclore nacional.

Pelo fato de poder ser lida em sessões públicas e de atingir um número elevado de exemplares distribuídos, ajuda na disseminação de hábitos de leitura e luta contra o analfabetismo. A tipologia de assuntos que cobre, crítica social e política e textos de opinião, eleva a literatura de cordel ao estandarte de obras de teor didático e educativo.

Texto adaptado de <,http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_cordel>. Acesso em 19 jun. 2009.

Assinale a alternativa cuja expressão sublinhada NÃO expressa sentido de tempo.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2705011 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-PA

Literatura de Cordel

A história da literatura de cordel começa com o romanceiro luso-espanhol da Idade Média e do Renascimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, lá chamados de cordéis. Inicialmente, eles também continham peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536). Foram os portugueses que trouxeram o cordel para o Brasil desde o início da colonização. Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com características próprias daqui. Os temas incluem desde fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas, temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900- 1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883- 1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.

No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.

Os poetas Leandro Gomes de Barros (1865-1918) e João Martins de Athayde (1880-1959) estão entre os principais autores do passado.

Este tipo de literatura apresenta vários aspectos interessantes e dignos de destaque. As suas gravuras, chamadas xilogravuras, representam um importante espólio do imaginário popular.

Pelo fato de funcionar como divulgadora da arte do cotidiano, das tradições populares e dos autores locais (lembre-se a vitalidade deste gênero ainda no nordeste do Brasil), a literatura de cordel é de inestimável importância na manutenção das identidades locais e das tradições literárias regionais, contribuindo para a manutenção do folclore nacional.

Pelo fato de poder ser lida em sessões públicas e de atingir um número elevado de exemplares distribuídos, ajuda na disseminação de hábitos de leitura e luta contra o analfabetismo. A tipologia de assuntos que cobre, crítica social e política e textos de opinião, eleva a literatura de cordel ao estandarte de obras de teor didático e educativo.

Texto adaptado de <,http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_cordel>. Acesso em 19 jun. 2009.

Em “Não limite para a criação de temas dos folhetos.”, o verbo sublinhado é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2705010 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-PA

Literatura de Cordel

A história da literatura de cordel começa com o romanceiro luso-espanhol da Idade Média e do Renascimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, lá chamados de cordéis. Inicialmente, eles também continham peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536). Foram os portugueses que trouxeram o cordel para o Brasil desde o início da colonização. Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com características próprias daqui. Os temas incluem desde fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas, temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900- 1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883- 1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.

No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.

Os poetas Leandro Gomes de Barros (1865-1918) e João Martins de Athayde (1880-1959) estão entre os principais autores do passado.

Este tipo de literatura apresenta vários aspectos interessantes e dignos de destaque. As suas gravuras, chamadas xilogravuras, representam um importante espólio do imaginário popular.

Pelo fato de funcionar como divulgadora da arte do cotidiano, das tradições populares e dos autores locais (lembre-se a vitalidade deste gênero ainda no nordeste do Brasil), a literatura de cordel é de inestimável importância na manutenção das identidades locais e das tradições literárias regionais, contribuindo para a manutenção do folclore nacional.

Pelo fato de poder ser lida em sessões públicas e de atingir um número elevado de exemplares distribuídos, ajuda na disseminação de hábitos de leitura e luta contra o analfabetismo. A tipologia de assuntos que cobre, crítica social e política e textos de opinião, eleva a literatura de cordel ao estandarte de obras de teor didático e educativo.

Texto adaptado de <,http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_cordel>. Acesso em 19 jun. 2009.

Em “O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, chamados de cordéis.”, o elemento sublinhado é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2705009 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-PA

Literatura de Cordel

A história da literatura de cordel começa com o romanceiro luso-espanhol da Idade Média e do Renascimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, lá chamados de cordéis. Inicialmente, eles também continham peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536). Foram os portugueses que trouxeram o cordel para o Brasil desde o início da colonização. Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com características próprias daqui. Os temas incluem desde fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas, temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900- 1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883- 1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.

No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.

Os poetas Leandro Gomes de Barros (1865-1918) e João Martins de Athayde (1880-1959) estão entre os principais autores do passado.

Este tipo de literatura apresenta vários aspectos interessantes e dignos de destaque. As suas gravuras, chamadas xilogravuras, representam um importante espólio do imaginário popular.

Pelo fato de funcionar como divulgadora da arte do cotidiano, das tradições populares e dos autores locais (lembre-se a vitalidade deste gênero ainda no nordeste do Brasil), a literatura de cordel é de inestimável importância na manutenção das identidades locais e das tradições literárias regionais, contribuindo para a manutenção do folclore nacional.

Pelo fato de poder ser lida em sessões públicas e de atingir um número elevado de exemplares distribuídos, ajuda na disseminação de hábitos de leitura e luta contra o analfabetismo. A tipologia de assuntos que cobre, crítica social e política e textos de opinião, eleva a literatura de cordel ao estandarte de obras de teor didático e educativo.

Texto adaptado de <,http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_cordel>. Acesso em 19 jun. 2009.

No texto, a expressão espólio popular significa

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas