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Foram encontradas 180 questões.

1684067 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
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Sobre esquimós e larápios
Dizem que os esquimós têm 32 diferentes palavras para descrever a neve, elemento onipresente em sua vida. Não sei quantas temos, no Brasil, para falar de desonestidade, mas – para início de conversa – além de ladrão e corrupto, me ocorrem meliante, gandaia, bandalheira, larápio, picareta, maracutaia, batedor de carteira, gatuno, trambicagem, safadeza, bandido e malandro.
Curiosidades etimológicas à parte, isso certamente confirma que a questão vem de longe, e que não por acaso permeia a vida e a língua que hoje une mais de 180 milhões de brasileiros.
É evidente que a desonestidade não é um fenômeno nativo nem recente. Existe desde que os homens desenvolveram o conceito da honestidade e seu oposto e se encontra em todas as culturas e línguas desde o início da civilização – inclusive nas leis e religiões que há tantos milênios visam a reprimi-la e puni-la.
É aí que fico fascinado com o que me parece ser uma das principais e mais urgentes questões da nossa vida pública: a impunidade. Pois, se é verdade que na vida real somos todos permanentemente tentados a cometer uma ou outra desonestidade, é também verdade que a grande maioria consegue resistir às tentações correspondentes por uma mistura de ensinamentos, princípios éticos ou religiosos e – certamente – receio de alguma punição.
Como múltiplas reportagens de VEJA e tantos outros veículos vêm mostrando ao longo do tempo, o que diferencia o Brasil dos países mais avançados e desenvolvidos do planeta não é o número de casos em que nossos governantes desviam recursos públicos ou se aproveitam de seu cargo para obter vantagens ilícitas. Isso, infelizmente, parece ser uma constante planetária. O que varia muito de um país para outro é o que acontece aos transgressores quando descobertos. É o que lhes acontece em seguida.
A progressiva – e muito bem-vinda – institucionalização do país vem resultando em crescente número de investigações e denúncias nessa frente por parte da Polícia Federal, do Ministério Público e da grande imprensa. Mas o que vem acontecendo em seguida? As ações entre amigos no âmbito legislativo, o corporativismo, o nosso tortuoso sistema jurídico e os intermináveis recursos de muitos competentes e bem remunerados advogados vêm se juntando para frustrar praticamente todas as tentativas de punir os governantes que – em todos os níveis da vida pública nacional – abusam da sua autoridade, traindo a confiança dos seus eleitores, desviando recursos públicos e se locupletando impunemente.
Sei que é virtualmente impossível esperar que todos os nossos prefeitos, vereadores, deputados, senadores, governadores e outros dirigentes políticos sejam íntegros e dedicados apenas à boa gestão da coisa pública e ao bem comum. E é exatamente por isso que urge acelerar as mudanças indispensáveis para garantir que todos os que violarem a lei sejam não apenas julgados e condenados, mas – quando assim for determinado – que também passem a cumprir sua pena na prisão. Pois um bom sinônimo de desonesto é indigno. E servidor do povo indigno não pode e não deve escapar incólume.
Somente quando virmos cada vez mais corruptos atrás das grades é que poderemos finalmente festejar o fim da impunidade que tantos males tem trazido ao país.
CIVITA, Roberto. Sobre esquimós e larápios. In:VEJA. Editora ABRIL – Ed. 2093, 31
de dezembro de 2008. Disponível em http://veja.abril.com.br/. Acesso em: 08/01/2009.
Considerando o fragmento “Somente quando virmos cada vez mais corruptos atrás das grades é que poderemos finalmente festejar o fim da impunidade que tantos males tem (sic) trazido ao país.”. Observamos que o autor demonstra a sua crença no fim da impunidade dos larápios que se apropriam dos recursos públicos, através de uma oração que traduz circunstância de
 

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1684002 Ano: 2008
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
O Banco Mundial, criado em 1944, estabelece relações com o governo brasileiro desde 1946. A intervenção do Banco Mundial nas instituições sociais e educacionais do país tem nas políticas públicas educacionais o caminho mais curto para conduzir as influências e as pressões externas emanadas das instituições financeiras, alcançando, por diferentes maneiras e sujeitos, o interior da escola pública. A análise crítica de Maria Abadia da Silva (2003) destaca que a natureza de cada uma dessas relações torna-se
 

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1683641 Ano: 2008
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Considerando o destaque que Neves (1995) faz sobre a importância do Projeto-Político Pedagógico da Escola na concretização de sua identidade e de sua autonomia, que descrição de escola abaixo corresponde aos versos de Fernando Pessoa escritos em 1921 ?
Como passam os dias, dia a dia,
E nada conseguido ou intentado!
Como dia após dia, os dias vão,
Sem nada feito e nada na intenção!
Um dia virá o dia em que já não
Direi mais nada.
Quem nada foi nem é não dirá nada.
 

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1683275 Ano: 2008
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
No final dos anos 1970, surge, no setor metalúrgico de São Bernardo do Campo e Diadema – cidades do interior de São Paulo – um novo tipo de sindicato: não era subordinado ao Ministério do Trabalho, nem liderado por comunistas ou pelegos. Seus dirigentes eram eleitos pelos próprios operários, e foi visto como um novo sindicalismo. Na época, esse sindicato foi dirigido por
 

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1682076 Ano: 2008
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
A pedagogia das competências, concepção orientadora do currículo da educação profissional do nível técnico ( Resolução CNE/EB nº 04/99) baseia-se no pressuposto de que os saberes são construídos pela ação, delimitando os conhecimentos pela utilidade que têm na realização dessas ações. Nessa concepção, qual a finalidade da prática pedagógica?
 

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1682051 Ano: 2008
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
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A questão social se reflete na Educação Profissional sob diversas formas, entre elas,
I. através do descompasso entre a demanda de profissionais qualificados e a oferta de trabalho no mundo globalizado.
II. através do sistema de seleção desigual que favorece o ingresso de alunos de melhor renda e nível de escolarização na rede de educação profissional.
III. por meio da criação de oportunidades de formação para o trabalho.
IV. pela expansão da rede de educação profissional.
V. pela flexibilização do trabalho e o aumento do desemprego.
VI. pela não universalização do acesso das pessoas com deficiência à educação profissional e ao mercado de trabalho.
Marque a alternativa cujos itens correspondem CORRETAMENTE a algumas dessas formas
 

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1681414 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
O valor da expressão !$ \large{ \large {1 \over 2} +{ \large { 1 \over 3}-1 \over 2} + \large { 25 \over 6} \over 1- \left ( \large { 1 \over 3} + \large { 4- \large { 1 \over 2} \over 2} \right ) } !$
é igual a:
 

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1680807 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Somos um país de analfabetos
"A verdadeira democracia tem de oferecer a todos o direito
de saber ler e escrever, pensar, questionar e escolher"
Segundo pesquisa do confiável IBGE, estamos num vergonhoso lugar entre os países da América Latina, no que diz respeito à alfabetização. O que nos faltou e tanto nos falta ainda? Posso dizer que tem sobrado ufanismo. Não somos os melhores, não somos invulneráveis, somos um país emergente, com riquezas ainda nem descobertas, outras mal administradas. Somos um povo resistente e forte, capaz de uma alegria e fraternidade que as quadrilhas, o narcotráfico e a assustadora violência atuais não diminuem. Um povo com uma rara capacidade de improvisação positiva, esperança e honradez.
[...]
Mas somos um país analfabeto. Alfabetizado não é, já disse e escrevo freqüentemente, aquele que assina seu nome, mas quem assina um documento que leu e compreendeu. A verdadeira democracia tem de oferecer a todos esse direito, pois ler e escrever, como pensar, questionar e escolher, é um direito. É questão de dignidade. Quando eu era professora universitária, na década de 70, já recebíamos nas faculdades vários alunos que mal conseguiam escrever uma frase e expor um pensamento claro. "Eu sei, mas não sei dizer nem escrever isso" é uma desculpa pobre. Não preciso ser intelectual, mas devo poder redigir ao menos um breve texto decente e claro. Preciso ser bem alfabetizado, isto é, usar meu instrumento de expressão completo, falado e escrito, dentro do meu nível de vida e do nível de vida do meu grupo.
Para isso, é essencial uma boa escola desde os primeiros anos, dever inarredável do estado. Não me digam que todas as comunidades têm escolas e que estas têm o necessário para um ensino razoável, para que até o mais pobre e esquecido no mais esquecido e pobre recanto possa se tornar um cidadão inteiro e digno, com acesso à leitura e à escrita, isto é, à informação. Um sujeito capaz de fazer boas escolhas de vida, pronto para se sustentar e que, na grave hora de votar, sabe o que está fazendo. Enquanto alardeamos façanhas, descobertas, ganhos e crescimento econômico, a situação nesse campo está cada vez pior. Muito menos pessoas se alfabetizam de verdade; dos poucos que chegam ao 2º grau e dos pouquíssimos que vão à universidade, muitos não saem de lá realmente formados. Entram na profissão incapazes de produzir um breve texto claro. São desinteressados da leitura, mal falam direito. Não conseguem se informar nem questionar o mundo. Pouco lhes foi dado, pouquíssimo lhes foi exigido.
A única saída para tamanha calamidade está no maior interesse pelo que há de mais importante num país: a educação. E isso só vai começar quando lhe derem os maiores orçamentos. Assim se mudará o Brasil, o resto é conversa fiada. Investir nisso significa criar mais oportunidades de trabalho: muito mais gente capacitada a obter salário decente. Significa saúde: gente mais bem informada não adoece por ignorância, isolamento e falta de higiene. Se ao estado cabe nos ajudar a ser capazes de saber, entender, questionar e escolher nossa vida, é nas famílias, quando podem comprar livros, que tudo começa. "Quantos livros você tem em casa, quantos leu este mês? E jornal?", pergunto, quando me dizem que os filhos não gostam de ler. Família tem a ver com moralidade, atenção e afeto, mas também com a necessária instrumentação para o filho assumir um lugar decente no mundo. Nascemos nela, nela vivemos. Mas com ela também fazemos parte de um país que nos deve, a todos, uma educação ótima. Ela trará consigo muito de tudo aquilo que nos falta.
LUFT, Lya. VEJA. Editora ABRIL – Ed. 2008 – 1º out. 2008.
Disponível em http://veja.abril.com.br/. Acesso em: 05/01/2009
É correto definir o texto como um ARTIGO DE OPINIÃO porque
 

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1674583 Ano: 2008
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Provas:
São protocolos diretamente relacionados com o serviço de correio eletrônico:
 

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1674437 Ano: 2008
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Considere o que se diz sobre os textos de correspondência a seguir.
I. Assim como o requerimento, a procuração permite que o interessado faça solicitações em nome do Estado.
II. O ofício e o memorando fazem parte da correspondência empresarial, mas só têm valor legal quando assinado por um funcionário público.
III. A portaria designa, por determinação de autoridade representativa da União, do Estado ou Município, funções ou atos administrativos.
IV. De todos os exemplares acima, apenas o requerimento se resume à solicitação de algo apoiado em legislação vigente.
V. Em relação às afirmativas acima, está(ão) correta(s)
 

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